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Do fundo do baú

O homem que veio de longe!

Zélia, era uma garota que adorava curtir um bom som e que não deixava passar uma balada sequer, para que não estivesse lá curtindo para valer. Bonita e muito social, ela arrancava suspiros de muitos que a desejam como um sedento, por um copo de água. Sua alegria contagiava o mais emblemático dos seres. Extravagante no seu modo de vestir, ela se impunha, como uma garota que gostava de viver tudo em um só minuto. Procurava, assim, aproveitar ao máximo o que o dia ou noite lhe podia reservar.
Naquele ambiente, onde só se via e ouvia o som de pura alegria, em um canto, quase que oculto por uma penumbra que só se mantinha naquele determinado lugar, estava ele, um ser enigmático, que com seus olhos avermelhados, sondava as pessoas que circulavam pelo salão. Para cada uma que fixasse sua atenção, ele, com os que parecia planejar uma certa atividade, que não era nada natural, selecionava essas pessoas. Tinha calma. Sua caçada. apenas começara. Estava conformado, já fazendo uma avaliação das pessoas que escolhera naquela noite para saciar a sua fome com isso prolongar a sua vida. Ia se lançar a caça, quando viu aquela beleza de moça, que entrou no local esbanjando alegria e provocando um furor muito grande. Notou alguns comentários de , claro, moças que não estavam nada contentes com o fato daquele moça ter chegado, roubando as atenções de todos. Alguma coisa dentro de si, vibrou mais que o costumeiro e voltou a se ocultar na penumbra, onde passou a observa-la.
Zélia, sem saber que estava sendo sondada, continuava a dançar com um e outro, demonstrando que era uma jovem extrovertida e muito sensual. Os rapazes já faziam planos para ter um final de noite, super agradável. A moça, que estava , naquela noite, com a sensibilidade a flor da pele, quando passou por aquele determinado local bem mais escuro do salão, sem saber por que, olhou para o local, como que tendo recebido um chamado, que lhe penetrava a mente, e viu aqueles olhos que se destacavam. O estranho ser começou a lhe passar uma mensagem telepática, onde ordenava que ela saísse e o ficasse esperando lá fora. O que o ser não esperava era que a moça, não fosse fácil de dominar. Após se sentir meio que atordoada, Zélia, seguiu seu caminho a procura de alguém que realmente a interessasse. Não era, novidade para ninguém que ela, tinha uma queda por um dos rapazes mais cobiçado das baladas da cidade. Ela era bem ousada e tinha a certeza de que ele não seria insensível aos seus encantos pessoais. Foi no bar, bem perto do estranho observador, que ela, e Caio, sua meta amorosa, se encontraram e uma atração quase que mágica aconteceu. Como ela esta sentada no tamborete do balcão de bebidas, sua saia subira e ele mostrava que era uma mulher de formas muito apreciadas, pelo menos por aquele que se propusesse a chagar junto dela. Caio a olhou, levando seu olhar para p par de coxas que eram bem visíveis. Ela notou o interesse dele e o encarando, entre um sorriso de moleca levada inquiriu:
__Perdeu alguma coisa aqui? apontou para as coxas, no que ele não se perturbou e devolveu-lhe o sorriso, mais sacana que pode ao lhe responder:
__Acho que que sim e gostaria muito de recuperar o que perdi, se você me permitir.
Zélia, abriu um sorriso que demonstrava estar levando tudo na brincadeira.
__Você é bem ousado, para não dizer cara de pau, hein?
__Não. Apenas respondi ao que você perguntou.
__É, você tem razão, eu provoquei e mereci a resposta. Zélia, - disse ela estendendo a mão, que foi alcançada pela dele, mas que se adiantou com o corpo e procurou, com sucesso lhe beijar o rosto.
__Caio, para servi-la e se você deixar, mais que isso- ironizou.
__Como por exemplo?
__Ficar comigo por toda a noite e depois sair comigo para curtir em outro local bem mais agradável.
__Por coincidência, seu apartamento? - disse ela instigando o rapaz.
__Pode ser o seu, se preferir. -rebateu ele sorrindo.
__Cara de pau.
__E dai...?
__O quê?
__Concorda com o que eu disse?
Zélia, que era de fugir de nada, encarou ele sorrindo e disse sem pestanejar.
__Se valer a pena, eu até posso tentar.
__No meu ou no seu?
__No meu assim poderemos ter alguma coisa agradável para desfrutar, além do que você deseja - foi ela direta nas intenções do rapaz, que vibrou com a possibilidade real de a ter, numa transa super perfeita.
Ao lado deles, notando com sisuda audição, a conversa dos jovens, estava o estranho, que saíra do seu esconderijo, para ver mais de perto a sua vitima, ou vitimas, agora. O casa, depois da conversa que tiveram, passaram a dançar e se manter em contato físico, nas várias evoluções que as variadas músicas os obrigava a executar. Caio estava sentindo que a sua excitação crescia a cada roçada que dava no corpo da formosa garota que estava se mostrando caída por ele. Quando achou que já era hora de partir para o que interessava, foi direto com ela e saíram do salão. O carro do rapaz , devorava a distancia, em busca da casa de Zélia. Não podia ver, que estavam sendo seguidos, não muito longe, por uma figura extraordinariamente fantástica. Na pequena garagem, da casa de Zélia, o carro fora estacionado e o casal entrou na casa. Era confortável e cheirava a limpeza. Lá no portão, um ser fantasmagórico, olhava inquieto a sombra do casal que a vidraça deixava que se visse. Colocou a mão no portão e ficou sem ação, começando a se irritar. Alguém tinha vir recebe-lo e o mandar entrar, senão...
Zélia, estava ansiosa, para estar na cama com Caio, não sabia esconder isso. Mas queria antes poder ficar com mais ansiedade, durante um pequeno e picante lanche, regado a uma boa taça de vinho nobre. Enquanto, Caio observava a coleção de livros que ela possuía, sentiu uma vontade enorme enorme de tomar um bom banho. Foi até Zélia e lhe disse sua intenção em ir para o banho, no que ela lhe indicou o local, dizendo que lhe levaria a tolha em pouco minutos.
Zélia entrou no banheiro, com a toalha felpuda, ouvindo o barulho da água que caia no box, onde apenas a figura embaçada de Caio, era possível ver.
__A toalha está aqui do lado de fora Caio - gritou ela para se fazer ouvir e se voltou para ir terminar os lanches. Mas a porta do box deslizou para o lado e uma mão agarrou seu braço a puxando para o interior que estava cheio de vapor d'água. Ela soltou um grito, surpresa, e quando se deu conta, estava já acostumada com o ambiente e via extasiada, o corpo nu, primorosamente esculpido pela natureza humana, e sem poder evitar, já que não queria o fazer, olhou para o membro que estava bem diante de si ao alcance de sua mão. Era um belo membro, analisou sentindo uma espécie de queimação no estômago, pela excitação forte que sentira ao vê-lo.
__Por que não toma um banho comigo? - disse ele a fazendo chegar mais junto se corpo e tomar contato com a sua musculatura e o" nervo " que estava já bem ativado. Não se conteve e pegando a mão dela a levou até seu pênis e o teve cingido pelos dedos trêmulos da moça excitada. Ela o encarou e o beijo aconteceu, a principio cálido, mas foi se intensificando na ferocidade de dois seres que se desejavam,acabando por ficar selvagem, onde até os dentes se tocavam. Zélia estava com a roupa toda molhada, colando-a ao seu sinuoso corpo, onde se destacavam os belos seios de mamilos rosados que se destacavam contra o tecido encharcado. O membro fortemente endurecido, era agora tomado pela boca da jovem ambiciosa, que só queria prazer. Zélia abocanhou a glande daquele mastro que ostentava aquela dureza que a encantava. Lambeu todo o pau que vibrava com o contato da sua boca, e a deixava molhada até atingir os testículos, onde os tomou, com delicadeza, passando a massageia-lo com a língua, os jogando de um lado para o outro dentro da boca. Após se fartar na "degustação " daquele picolé, ela se ergueu e começou a se despojar das roupas molhadas ficando nua, sentindo que estava impressionando o seu "galã", com um corpo primoroso. Ao se abraçarem novamente, ela sentiu o pau em seu ventre, vibrando com intensidade. Caio a virou de costas para ele e encaixou o pau entre as nádegas da moça, que rebolando o deixou em contato com seu rego, deslizando sobre eu ânus, descendo a glande para a xoxota que estava molhada ela água e por uma certa umidade bem intima que lubrificava seus lábios vulvar. Segurando-a pela cintura, Caio passou a executar movimentos que iam e vinham, roçando a glande no clitóris da jovem, que gemia gostosamente e com uma pontaria certeira, a encaixou na entrada vaginal, penetrando-a profundamente. As estocadas passaram a serem rítmicas, no seu entra a sai e Zélia recebia o que mais queria e recebia com intensidade, que era o prazer de ser fodida por um belo macho. Após alguns minutos de batalha sexual, ela saiu daquela posição e o pegando pela mão, saíram do box e ela pegando a toalha, o enxugou o mesmo acontecendo consigo e depois o levou para seu quarto. Enquanto isso, lá fora, algo sobrenatural, continuava a observar a casa, preocupado com a possibilidade de não poder entrar naquela morada.
(cont.)

Sobre este texto

Sinistro

Autor:

Publicação:18 de maio de 2016 23:35

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Sobrenatural erótico

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