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Do fundo do baú

O homem que veio de longe! - 2 -Começa a matança.

Zélia, separou as pernas, quando Caio apontou para ela o seu pênis que pulsava sem parar. Ela se sentia feliz, por ver que estava excitando o companheiro, fazendo-o quer ir para cima dela com uma certa rusticidade. Se divertiu em vê-lo afoito, querendo penetra-la o mais rapidamente possível. Ela ansiava que ele lhe desse umas boas linguadas, mas se não o fizesse saber que era isso que desejava, iria ficar sem., por isso se adiantou:
__Não quer chupar a minha bocetinha? Chupa ela, vai! - disse apontado, para o que expunha, no vértice das coxas, onde a sua boceta rosada estava escancarada, com um brilho que parecia um chamariz para que alguma coisa se ocupasse dela. Caio, olhou para aquela maravilha feminina e se abaixando, ficou entre as pernas da jovem, levando a boca até aquela preciosidade úmida. Um beijo e uma lambida, arrancaram gemidos de Zélia que se contorcia, parecendo não suportar a caricia. - Que delicia de boca, chupa mais meu amor, me enlouquece de prazer! - gritava ela se debatendo sem parar.
Caio fez o que ela queria, a chupando com determinação, mas já estava a muito tempo fazendo isso, recebendo em sua boca, o mel que vertia daquela abertura, tão desejada. Quando sentiu que era o momento de toma-la para si, Caio se posicionou sobre o corpo de Zélia e endereçou a glande de encontro a abertura vaginal, sentindo que a mesma era recebida em um mar de gozo. A introdução peniana, causou um afogueamento no corpo da jovem que se abriu o mais que pode, recebendo todo o pau dentro de si.
O rapaz se movimentava, saboreando cada estocada que dava na boceta invadida, sentindo que a mesma o prendia gostosamente dando-lhe mais prazer. Ela se agarrava ao macho, o arranhando nas costas, puxando-o para o beijar com avidez. Estava rouca, e com o tesão a flor da pele, querendo que ele a penetrasse com mais rapidez. Estapeava a bunda do rapaz a deixando avermelhada e com isso aumentava a vontade do mesmo de a foder com força.
Lá fora, no portão, andando de um lado para o outro, aquela figura toda vestida de negro, andava, impacientemente de um lado para o outro, olhando sempre para a casa, na direção do quarto que estava iluminado, onde o casal transava. Parou e olhou para o horizonte, buscando algo que o preocupava muito. Era preocupante o que parecia ver, além do além, e com isso sabia que corria sério perigo. Parando subitamente, e fixando seu olhar na janela do quarto, franziu a testa e pareceu murmurar algo. Seu olhos foram se fechando e ele ficou imóvel.
Caio, sentiu que estava ficando zonzo, mas não podia supor que fosse a foda que estava tendo que influenciava a sua capacidade de raciocinar. Deu apenas mais uma estocada na vagina lubrificada e caiu por cima do corpo de Zélia, desacordado. A moça se assustou e gritando pelo amante, o empurrou de cima de si e sem saber o que fazer o pensar, ficou zanzando junto ao corpo estatelado na cama. Ia pegar o telefone para pedir socorro, quando parou no gesto que fazia e obedecendo uma voz que se infiltrara em sua mente, dizendo que fosse para fora da casa, até o portão. Sem saber por que, obedeceu, sem ao menos pegar uma roupa para cobrir sua bela nudez. Abriu a porta da sala e saiu indo em direção ao portão da casa. Sem pestanejar, diante do estranho que estava parado frente a ele, ela ainda obedecendo aquela voz, abriu o portão. A figura estranha, estava angustiada e tentava se impor para que ela, Zélia, o convidasse para entrar pela primeira vez em seus domínios, caso contrário não seria possível passar pelo portão, pela vez primeira. Apesar do seu grande domínio sobre a mente da jovem, ele não estava conseguindo entrar, na dela, com a facilidade que pensava encontrar. Estava aflito, pois o tempo estava se esgotando. Mais uma vez olhou para o lado leste,com seu olhos vermelhos, que pareciam injetados de sangue, vendo que estava com os minutos se esvaindo;precisava aumentar a sua dominação sobre aquela jovem, que ele tinha muitos propósitos a lhe impor. O frio da madrugada, caia sobre o corpo formoso e nu que até aquele ser maléfico admirava o olhando com certa lascívia. Concentrou-se mais e foi aos poucos entrando na mente da jovem com mais força e lhe lançou um ordem para que ela o convidasse á entrar.
__Entre, por favor! - disse ela se afastando para que ele, com um sorriso maldoso e que para o mesmo indicava satisfação, entrasse. Fechou o portão e ele parado atrás de si, parado esperou que ela o precedesse, a seguindo.
Zélia, subiu os degraus que levava ao terraço e a porta da sala, que entrou e ia seguindo para o interior da casa, quando recebeu nova ordem de parar e se voltar para a porta , onde ele esperava ansioso para ouvir a palavra mágica:
__Entre! - a voz de Zélia soou sem entonação, não sabendo que cometia um desatino em sua vida. Aquele homem...entrou.
Dentro da casa o estranho, não espertou mais e demonstrando uma impaciência gritante, foi direto para o quarto onde, Caio estava nu desmaiado sobre a cama.Olhando para Zélia, que estava atrás de si, ostentando aquele olhar abobalhado, ele pela primeira vez se fez ouvir.
__Vá até a cozinha, pegue uma faca, uma taça qualquer e traga para mim. - ordenou com rispidez.
Zélia saiu e pouco depois voltava com o que lhe fora pedido. O estranho olhou para ela e indicou com o indicador, onde sobressaia uma unha comprida e escura, na direção do corpo na cama exposto:
__Passe a faca no pescoço dele e apare o sangue neste caneco que trouxeste - foi a funesta sentença que ele lhe passou.
Na direção do corpo nu, daquele jovem que a pouco tempo atrás, se deliciava em estocadas vigorosas dentro de uma agradável xoxota que o aprisionara num abraço vigorosamente sexual, a morte se aproximava, na forma voluptuosa do belo corpo da jovem Zélia, que empunhava uma afiada faca na mão direita. O fim estava próximo...
(cont.)

Sobre este texto

Sinistro

Autor:

Publicação:19 de maio de 2016 22:22

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Sobrenatural erótico

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