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Do fundo do baú

Sete covas

Os dois caminhava, sem muitas preocupações. A noite estava bem escura, pois nuvens encobriam a lua, que vez ou outra, teimava em aparecer e iluminar a estrada que o casal caminhava. Ela trajava uma saia curta, onde deixava a mostra o inicio de belas coxas. Era muito bem feita de corpo, o que a colocava sempre a frente de uma possível cantada para uma bela trepada em qualquer canto mais reservado que surgissem em seu caminho. Vanda, nunca fora de se recursa a ir para uma local, onde sabia que seria, semi despida e teria seus buracos preenchidos de forma inapelável, por membros que as vezes se sobressaiam em tamanho, formato e cor. Para ela nada importava, o que desejava e revirar os olhos na hora do gozo e ter o seu corpo saciado. Não tinha um namorado fixo, pois acha isso um saco. Pouca amigas tinha, por não quererem, ao seu lado, serem consideradas vulgares. Mas por dentro, bem lá no fundo, tinham inveja, da coragem que ela tinha de se entregar prontamente as delicias do sexo.
Vanda notava que seu companheiro, daquele noite, era bem dotado, pelo volume que apresentava a frente de sua calça. Sabia que iria aproveitar muito bem o desempenho do rapaz que parecia ser ousado. Em vários momentos, enquanto caminhavam para um lugar bem tranquilo onde iriam transar, ele parava e a apertava em seus braços a fazendo sentir o quanto estava, ele, excitado. Para dar mais a entender de que o desejava, ela levava a mão até a frente da calça do jovem e apertava aquela saliência que deformava o tecido.
O que não sabiam era que estavam sendo seguidos por uma pessoa que se escondia na escuridão para se tornar invisível e os observar, mesmo que a distância. Em sua mente o mal fervilhava,e ele arquitetava algo de funesto. Um raio de lua, iluminou a estrada e a figura sinistra, se coçou toda quando viu a jovem agachada com o pau do rapaz na boca, o chupando gulosamente. Rosnou, como um cão raivoso e suas unhas se fincaram nas palmas das mãos, quase as fazendo sangrar.
Vanda, ajoelhada a frente do rapaz com a calça arreada, tomava na boca o enorme membro que ela descobrira prazerosa, assim que abaixara a cueca do mesmo. Chupava e depois lambia toda a extensão da pica, até que chegava aos ovos, que também, os tomava na boca. Era um aperitivo, até que chegassem ao local onde ficariam mais a vontade.
Depois daquele breve momento onde ela mostrara, que era muito boa em um boquete, continuaram a andar, sem notar que bem atrás deles uma outra pessoa também reiniciara a perseguição. Por mais de meia hora andaram até que Vanda viu onde estavam chegando e não ficara nada satisfeita com o que descobriu, mesmo não acreditando que era ali que iria passar a noite transando, quando Igor, seu companheiro, subiu em um barranco e lhe estendeu a mão.
__Você esta pretendendo entrar ai? - perguntou ela quase que gritando horrorizada.
__Aqui ninguém nos perturbara e poderemos ficar bem a vontade.
__Dentro de um cemitério?
__Encontra um lugar mais sossegado que esse? - insistiu ele
__Mas é um lugar estranho, que nunca me passou pela cabeça entrar, nem de dia quanto mais num horário desse.
__Com medo? Você? Não acredito. Confie em mim. Vamos passar os melhores momentos de nossas vidas aqui, te garanto. Olha, os mortos não levantam para perturbar ninguém. Da-me sua mão.
Com receio de algo que poderia encontrar pelo caminho, mas ao mesmo tempo estando com o tesão, em crescente evolução, pelo inusitado do local onde estava, Vanda, olhava de um lado para outro, como que sentindo que algo de mal iria acontecer. Não viu a figura sinistra que estava o fim da alameda, onde eles passaram, e que vinha se ocultando por entre os túmulos, seguindo no encalço deles.
Notando como Igor caminhava confiante em uma determinada direção, Vanda, começou a suspeitar que ele estava acostumado a vir ali. Por instantes, ficou desapontada por descobrir que não era a primeira a estar ali com ele. Passaram por covas abertas, que estavam a espera de futuros e eternos moradores. A medida que foram subindo a alameda, ela pode visualizar um pouco distante, a figara de um pequeno prédio. Para lá se dirigiram e ela pode aos poucos notar que era um quarto de guardar as ferramentas que os serviçais do cemitério, usavam no dia a dia. Estranhou mais ainda, ao notar que Igor soube onde encontrar a chave do mesmo e abrir a porta. Acendeu a luz e depois de puxar Vanda para dentro, fechou a porta. Olhando bem, o local era muito aconchegante. Numa lateral, se encontrava armada uma cama de solteiro, com lençol limpo, o que deixava claro que alguém sabia que Igor iria levar alguém para lá. Vanda sentou-se no leito e ficou olhando tudo que existia por ali. Igor depois de muito fuçar, encontrou o que procurava e se aproximou dela. Trazia consigo uma garrafa, do qual tomou um gole e depois ofereceu a ela. Vanda cheirou a boca da garrafa e ia se recusar a beber, mas mudou de ideia e levou o gargalo a boca e solver um gole da bebida que desceu queimando sua garganta. Igor depois de depositar a garrafa ao lado da cama, abraçou a bela jovem e já tratou de levar a mão em seu decote e acariciar seu seio. Ela gemeu e se encostou em seu tórax, sentindo que o seio acariciado era posto fora do decote e que Igor já beijava o mamilo teso, arrepiando-a. Vanda gemeu, quando os lábios do rapaz se fecharam em torno dele passando a suga-lo como um
bebezinho com fome do leite materno. A mão do rapaz desceu para o meio das coxas dela e suspendeu-lhe a saia, deixando a calcinha visível. Dedos se insinuaram pela perna da calcinha entrando em contato com os lábios da vulva que estava bem úmida. Vanda, ajudou Igor a tirar-lhe a peça e sem ela ficou escancarada para os dedos a penetrar.Deitada, ela viu Igor dirigir a boca rumo a sua genitália, abocanhando aquela "porção" que a deixava enlouquecida. Enquanto fazia isso, Igor se despia e pouco depois estava nu, ostentando sua vigorosa virilidade. Em pé diante de Vanda ele lhe ofereceu o membro para chupar. Ela lhe aplicou o boquete enquanto mexia em sua bolas. Enquanto era chupado, Igor despia sua namorada e em pouco tempo o casal estava nu sobre a cama.
Do lado de fora, com a cabeça colada a porta, uma pessoa, ouvia os gemidos que vinham do interior do cômodo, cada vez mais incomodado com aquela situação. Se agachou e tentou ver através do buraco da fechadura o que acontecia la dentro. Apesar de como fora colocado o móvel, pouco se podia ver por quem estava do lado de fora, o que deixara o estranho personagem irritado.Enfiou a mão no bolso e tirou algo. Um estranho sorriso, surgiu em sua boca.
O membro de Igor se encaminhou, por entre os lábios da vulva encontrando o introito vaginal, onde foi se alojando lentamente. Vanda, elevou as pernas, cruzando-as nas costas dele. Os ovos de Igor, se chocavam de encontros as nádegas de Vanda, a cada estocada do membro, na boceta acolhedora, e ele gemeia como uma gata no cio. A mulher era fogosa e dava ênfase a isso, excitando mais ainda seu companheiro. Tudo era por demais provocante. O fato de estarem dentro de um cemitério, transando, numa noite que por si só se mostrava muito tenebrosa, excitava também, o que fazia a jovem se desmanchar em gozos sucessivos. Os corpos estavam suados e o cheiro de sexo, ali, eram bem grande. Igor estava em plena execução do ato sexual, sentindo que o momento do gozo estava eminente, porém ele queria prolongar mais aqueles momentos de entrega total. Chupava os seios de Vanda que entregue, era sacudida pelas estocadas do namorado eventual. Uma lufada de ar frio, passou por sobre as costas de Igor, sem que ele se incomodasse com o estranho fato. Não olhou para trás a ponto de ver aquele rosto, que os olhava com furor assassino, empunhando uma picareta, que era usada para abrir as covas, levantada bem acima da cabeça, pronta para descrever um semi circulo no ar e atingir o alvo, com sua parte mais aguda.A pancada fora tão violenta, que a parte ferrosa, entrou nas costas e a ponta saiu no peito quase atingindo o peito de Vanda, que não notara o que tinha acontecido, só sentindo o jorro abundante do esperma em sua boceta, não percebendo que a causa daquele gozo e o som gutural que Igor imitiu, era o estertor de uma vida que se esvaia. Olhou para ele e o viu com olhar parado, esgazeado e de repente aquela baba sangrenta começar a escorrer da sua boca, caindo em forma de cascata avermelhada em seu rosto. Sobre seus seios, algo começou a escorrer. Era morno e viscoso e quando Vanda olhou para o lado do seu tronco, viu o sangue que descia, farto para o colchão. Mas não foi só isso que ela viu. Em seu campo de visão, surgiu o horrendo rosto, que parecia sorrir de forma bestial, para ela. Vanda começou a entender que Igor estava mortalmente ferido e que ela estava prestes a ter o mesmo fim. Tremula, ela num esforço enorme, empurrou o corpo que ainda estrebuchava sobre o seu e assim que o conseguiu, pulou da cama e ficou frente a frente com o que seria seu algoz. Uma das coisa que primeiro viu, mesmo com o medo estampado no rosto, foi a nudez "nojenta" daquele ser asqueroso que lhe sorria e segurava o pau, balançando-o como se masturbasse.
__O que você fez? - gritou ela procurando recuar, sem se importar com a nudez exposta. Não devia estar excitante, com todo aquele sangue sobre seu corpo e rosto.- Que quer de mim?
__Quero te foder belezinha. - foi o que a boca asquerosa conseguiu dizer.- Quero comer essa boceta e seu cuzinho. Vê essa pica?, a muito ela não entrar num buraquinho de uma franguinha tão gostosa como você.
__E se eu me recusar?
__Você tem escolha? Não, não tem. Acho bom colaborar pois eu não tenho nada a perder.
__Se eu colaborar, você me deixa ir embora? - quis saber vendo de relance algo que a animou.
__Se me chupar como fez com ele na estrada...-deixou ele escapar.
__Você vinha nos seguindo? Você era amigo dele? Ele sabia que você estava nos seguindo? - perguntou desconfiada.
__Sabia que eu ia aparecer, aqui, pois fui eu quem arrumei esse lugar maneiro para vocês virem trepar.
__Filho de uma puta! Ia me repartir com você. Bem feito. Recebeu o que merecia. Olha, já que me contou isso eu vou até lhe dar o meu presente á você. Quer que eu te chupe? Vou te chupar com todo prazer. Vem cá, vem! - disse ela chamando-o com o dedo.
O homem, se aproximou. Estava loucamente excitado. Aquele corpo, coberto de sangue, o deixava mais e mais com o tesão fluindo fortemente. Se aproximava de Vanda, que recuava para um certo ponto do cômodo.
__Quer tornar as coisa mais interessante? - disse ele vendo sua manobra se desdobrar.
__Não acha excitante brincarmos um pouco? Venha me pegar, que te chupo gostosinho e se você for tudo isso que eu vejo, te dou uma coisa que ia dar para aquele filho da puta ali, que é o meu cuzinho. Você quer?
__Pode crer que sim, chuchu, agora vem chupar.
O homem se aproximou e de pau em riste, ficou a poucos passos de Vanda, que disfarçadamente, esticou o braço para o lado, como se espreguiçasse, sua mão se fechou em torno de algo, que seria a sua libertação. O homem se aproximou mais sorrindo, com aquela baba nojenta escorrendo pelo canto da boca. Vanda calculou bem a distância que ele estava e não teve dúvida de que o momento era aquele. Com a adrenalina ao máximo,Vanda fez um gesto brusco e um brilho mortal surgiu no ar e o homem, mal teve tempo de supor o que estava acontecendo e a sua cabeça, ceifada pela foice que Vanda brandira, se desprendia daquele pescoço e caia como um coco caiando do coqueiro se projetando ao solo, Podia se ver, nos olhos esbugalhados, a surpresa.
__Vá você chupar a pica do capeta, desgraçado. E você também seu filho da puta, vá junto com ele - disse para o cadáver do ex-namorado.- Desgraçado queria me dividir com esse porco, pois bem eu vou dar a vocês uma parceria bem legal.
Depois de se limpar de todo aquele sangue e se vestir, Vanda ciente que teria que limpar qualquer vestígio de sua presença por ali e por isso tratou de por a cabeça para funcionar e detonar com todos os resquícios de que passara por ali. Tinha se lembrado de um detalhe que notara, quando estava com Igor passando por uma certa parte do cemitério e começou a trabalhar. De posse de um carrinho de mão, onde colocou, com muito esforço o corpo do namorado, conseguiu sair dali, de onde voltaria a sair quase uma hora depois, com mais um corpo. Uma coruja soltou seu pio, de mal agouro, quando Vanda pulou o muro do cemitério, rumando pela estrada rumo a sua casa. Das covas que estavam abertas, quando passou por elas pela vez primeira, se contavam oito abertas, mas agora haviam apenas sete!





Sobre este texto

Sinistro

Autor:

Publicação:7 de maio de 2016 21:08

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Sobrenatural erótico

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