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Mirtis, minha primeira virgem

Mirtis, minha primeira virgem
Hoje faço 72 anos de idade. E dai? Apesar de minhas quatro pontes de safena sou forte como um touro. Atleta, nado há 25 anos, viúvo a dez anos e militar reformado a vinte anos. Tenho um físico de fazer inveja a muito jovem de quarenta anos, mas não é sobre minhas aptidões físicas que escrevo essas linhas. O caso é: acordei com vontade de fazer sexo com uma virgem. Aproveito a paciência e a credulidade do leitor e confesso que nunca estive com uma virgem, embora de idade avançada e das muitas mulheres que conheci, não tive oportunidade. Ainda jovem iniciei minha vida sexual com as mulheres da vida. Ao retornar do serviço militar conheci uma linda mulher, nos enamoramos, noivamos e eu a deixei. Me apaixonei por uma mulher dez anos mais velha que eu, casada sem filhos que encontrou seu marido com outro. Isso mesmo, na época foi um grande reboliço. Permanecemos casados, por trinta e sete anos e ela se foi. Durante meu casamento tive amantes e visitei inúmeros bordeis. Quando nosso único filho casou-se descobri que era corno, fui corno por dois anos. Ela estava saindo com um argentino artista. Descobri ao ler uma carta de despedida escrita por ela. Viajamos para Europa e as coisa se acertaram. Desde sua morte vivo sozinho, um respeito velado e tardio, o que fazer...
Recebi de uma antiga amiga o livro “Memórias de minhas putas tristes” de presente. Foi quando me dei conta de não ter conhecido uma virgem. Depois de algumas tentativas frustradas de encontrar essa raridade resolvi fazer uma busca nas cidades do interior. E não é que encontrei. Em visita a um pequeno hotel conheci uma morena jambo. Ao final ela me falou de sua tia Mirtis - estranhei o fato de ser tia e virgem – conversamos sobre sua tia e me convenci. Marcamos de nos encontrar.
O jantar foi em um restaurante pequeno no centro, servi uma taça de vinho que ela recusou dizendo que era fraca para bebidas, insisti e foram duas garrafas. Procuramos um lugar afastado recebi uma dica de uma pousada. Escolhemos um chalé isolado e como não havia ninguém na pousada, ficamos a vontade. Entramos e ela foi direto ao banheiro, tirei a roupa e me deitei na cama. Ela voltou ainda vestida. Deitou-se ainda vestida. Ela usava um vestido longo de alças com decote que deixavam amostra seus seios. Ela virou-se de bruços. Beijei suas costas, mordi seu ombro. Afastei o cabelo da nuca e continuei a beijar. Levantei o vestido e ela estava nua. Afastei as pernas e ela não resistiu. Cheguei perto e a senti úmida. Silêncio. Não se ouvia nada. O mundo parecia parado esperando aquele momento, tão único para ela quanto pra mim. Ao forçar levemente suas sobrancelhas se contrariam. Voltei. Ela relaxou. Tentei novamente e ela sussurrou: estou pronta. Não gritou, não reclamou, ficou tensa, mas firme até que relaxou, os movimentos se aceleraram e ouvia seu gemido tímido.Tudo que pensava era em manter o ritmo e não dizia nada, não sabia o que dizer, pensava, digo bobagem? Não. Falo indecências ao pé do ouvido? Não. palavrões? Não. Fiquei mudo e passei a ouvi-la serena, seus gemidos coincidiam com os movimentos. Eu os intensifiquei agora estavam fortes e rápidos, seus gemidos mais altos. Foi o bastante. Parei. Minha respiração estava ofegante. Deixei meu corpo cair. Ela deitou-se em meu peito e senti suas lágrimas me molharem.

Sobre este texto

Sr.Abade

Autor:

Publicação:20 de maio de 2011 15:36

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Maduras

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