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Do fundo do baú

Suspeito de rosa.

Suspeito de rosa.
Um tal de Zégeraldo, vivia a contar suas aventuras amorosas. Na verdade Zégeraldo era o Don Juan da favela. Contava seus feitos e seduzia as moças da comunidade e do asfalto. Não havia beleza, antes pelo contrário Zégeraldo era um assombro. Não se sabe, se por tanto contar as histórias ou se pelo seu modo detalhista e provocativo, a lenda virou verdade. De fato todos tem alguém próximo que já foi uma “vitima” do Zégeraldo, e não sou diferente, por isso vou contar, nessas parcas linhas, como esse sujeito seduziu uma joven senhora de 60 anos.
Viúva a mais de cinco anos, com filhos crescido e casados ela passava os dias a administrar sua saúde. Uma caixa de sapatos repleta de remédios, receitas e consultas preenchiam sua rotina. Até que um dia tudo mudou.
Enquanto molhava o jardim um homem se aproximou. Com perfume forte e barato, cabelos penteados para trás, camisa aberta no peito, um cinto sofrido e sapatos velhos engraxados. Carregava uma capanga surrada(carteira grande que não se usa mais). Um sinal de reverencia e uma voz mansa a cumprimentou.

Boa tarde senhora.
Boa tarde.
A senhora sabe que raramente se vê cabelos prateados tão bonitos.
O que sei é que o senhor não for embora chamo a polícia.
Meu nome é Zégeraldo, sou pintor de paredes e to vendo que sua frente está precisando de uma cor, algo que lhe dê alegria, que a deixe vibrante.
Vibrante?
Ou não. Talvez uma cor viva, mas suava e pulsante.
Pulsante, é?
Suspeito de rosa. O que acha?

A curiosidade despertou sua atenção e rapidamente Zégeraldo sacava de sua capanga um cartela de cores desgastada. O olhos da senhora brilharam e Zégeraldo soube que estava no papo.
Já haviam se passado três meses do inicio do trabalho e Zégeraldo seu tornou um espécie de consultor de cores e sentimentos. Cada cômodo foi pintado de uma cor para atender a diferentes emoções.
Numa quinta feira Zégeraldo chegou mais cedo. Cabelo cortado e penteado, camisa limpa para dentro da calça, perfume e sapatos novos. A senhora recebeu Zégeraldo com surpresa.

Bom dia!
Bom dia Zégeraldo, o que aconteceu homem? Caiu da cama?
Na verdade não dormi.
Passou mal?
Não. Passei a noite ensaiando uma pergunta.
Que pergunta?
Sabe que é dona, não sou de rodeios nem homem de me atrapalhar com mulhé, mas...
Fale logo homem de Deus.
A senhora poderia por gentiliza me dar uma relação sexual?

Um silencio eterno tomou conta do ambiente. Ela não estava acreditando no que ouvia. Um sentimento de traição seguido de raiva e medo foi surgindo e sua face ficou vermelha.

O que pode haver de mal nisso? A senhora é maior de idade, sozinha e se não se importar com minha profissão. Zegeraldo tomou a iniciativa e se fez de coitado.

Ainda em silencio sua cor voltou, já não estava mais vermelha de vergonha e raiva. Sua pupilas antes dilatadas voltaram ao normal. Pensou que eram quase dez anos sem saber o que era sexo, ou carinho.Um leve sorriso se aventurou em seu rosto.

Deixou seu roupão cair. Zegeraldo viu um corpo com curvas, alvo e bem cuidado. Da uma voltinha? Ele pediu e ela rindo rodopiou já avontade.
Num solavanco zegeraldo arrebatou a mulher nos braços e a levou para cama como uma recém-casada. Ele deitou-se sobre a ela que sentiu seu membro duro pressioná-la. Uma pontinha de medo lembrou sua primeira vez. Nenhum dos dois queria perder tempo com preliminares. Um movimento forte completou a mulher que apertavas os braços musculosos. Ele deitado sobre ela entrava e saia entre gemidos e sussurros. Ela achava bom, mas queria mais. Virou Zégeraldo colocando-se por cima dele, agora, sentada, estava no controle. Soltou seus cabelos prateados que cairam sobre seus ombros. Ele tentou dizer alguma coisa, mas ela o calou. Apertava seus seios rosas e mordia a boca tentando desesperadamente manter o controle. Com o corpo jogado para trás se movimentava com muita naturalidade (é como andar de bicicleta, não se esqueçe). Sentiu o gozo se aproximar e suas unhas marcaram o peito de Zegeraldo que não deu um pio.

Tomaram café da manhã juntos.

Sobre este texto

Sr.Abade

Autor:

Publicação:28 de junho de 2012 13:14

Gênero literário:Prosa poética erótica

Tema ou assunto:Casal

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Comentários

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  • Maria
    Postado porMariaem28 de junho de 2012 22:24

    O conto é só isso? Acabou ai?
    Que pena.. tava tão bom!!
    Sugiro que você (autor) dê um novo final ao conto, ele ta muito bom pra acabar assim.

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