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Do fundo do baú

Novo Amigo

Nos conhecemos há pouco tempo, mas existe uma ligação forte entre nós. Podemos sentir o desejo do outro a distancia, somente com o olhar, e o cheiro traz toda a antecipação dos momentos juntos...
Arthur é um homem tímido, discreto, mas muito gostoso, alto, magro, olhos negros grandes e intensos, mãos lindas e enormes.
Eu sou um pouco mais solta, morena, cabelos compridos e modéstia a parte uma bunda bem gostosa, um sorriso arrebatador e uma mania de tocar o que desejo. E foi assim que o toquei pela primeira vez...
Quando o vi sentado no gramado do parque lendo um livro, e aqueles dedos compridos a cada vez que viravam a pagina me faziam ter mais vontade de chegar perto e toca-lo, nunca agi desta maneira, abordar um estranho e iniciar uma conversa descompromissada, mas ali havia algo diferente, não conseguia ficar longe e indiferente, sem pensar, fui até ele.
Fiz perguntas tolas sobre o livro de forma a puxar assunto e quando a conversa fluía bem o toquei e instantaneamente senti o meu corpo arrepiar e o seu olhar arregalado para mim. Continuamos a falar sobre assuntos que iam surgindo a cada momento e o tocava a cada oportunidade, precisava sentir aquele calor vindo de dentro de mim.
Passada a tarde de boa conversa no parque, ele com sua voz macia e deliciosa e eu com meus toques me causando arrepios agradáveis, trocamos telefone e ficamos de combinar um novo encontro.
Fui embora com a necessidade de toca-lo novamente e sentir meu corpo arrepiar daquela forma, intrigada pensando em como alguém pode nos causar arrepios apenas por um simples toque.
Ao chegar a minha casa notei que algo estava diferente, minha buceta estava completamente molhada e aquele homem não saia dos meus pensamentos, ainda mais agora, como alguém podia me deixar toda molhada sem sequer tocar em mim?
Apressamo-nos para marcar um encontro e por nossa conversa ao telefone sentia aquela voz macia me derreter por dentro. Que poder! E descomprometida perguntei-lhe como havia se sentido ao meu toque. Para minha surpresa a sua resposta foi complacente, disse-me que por todo o momento do nosso encontro no parque, seu pau esteve duro.
Encontraríamo-nos em um bar famoso da cidade, mas Arthur me surpreendeu, pela primeira vez na noite, me ligou e disse que passaria em minha casa para me pegar. Disse que tudo bem e o aguardei chegar.
Quando chegou buzinou e eu desci, usava um vestido preto colado com as costas a mostra, meus sapatos altos, cabelos soltos e maquiagem leve. Ele estava me esperando, encostado na porta do passageiro com calças jeans, sapatos e camisa preta. Olhou-me de cima abaixo como me comendo e soltou um suspiro de satisfação, me deu a mão para que eu entrasse no carro e de repente ali estava, aquela tensão, parecia choque, mas que causavam bons arrepios. Olhamo-nos profundamente e por um segundo parecia que aquele toque era familiar, conhecido, de pessoas que se conhecem há tempos e sabem exatamente aonde o simples toque os levará.
Dentro do carro nos olhávamos com lasciva empolgação, seus olhos desviavam dos meus apenas para minhas pernas e eventualmente para o caminho que fazíamos.
Chegando ao bar fomos prontamente atendidos e não conseguíamos nos distanciar um do outro, havia a necessidade do toque, como algo que nos ligasse.
Sentamo-nos muito perto um do outro, fizemos nossos pedidos e lá estava sua mão na minha coxa, me causando arrepios e pequenas contorções. Somente toques sutis e eles iam me deixando molhada. Após algumas cervejas não me contive e coloque decidida e delicadamente minha mão em sua virilha e ele estava lá, duro pra mim...
Minha boca abriu um pouco com a surpresa e ele sorriu um sorriso quente e perverso. Lá estava a tensão entre nós e parece que não existia mais ninguém, nos olhávamos, nos tocávamos e nos desejávamos.
Em meio às conversas que agora já não faziam mais nenhum sentido, resolvemos ir embora. Pedimos a conta e nos preparamos para deixar o local.
O carro estava a espera e Arthur se encarregou de novamente abrir a porta para mim e fecha-la. Dentro do carro a tensão aumentou e quase não podíamos conter nosso desejo. Pingos grossos davam inicio a chuva e em um repente pedi que parasse o carro, ele o fez ali no meio da rua e sabíamos o que viria.
Ele desceu, veio até o meu lado, abriu a porta, me arrancou de dentro do carro e me beijou com luxuria e desejo contido e eu respondi, agarrei seus braços e o beijei de volta como se nada mais importasse e se este fosse o melhor momento de todos os tempos.
Arthur continuou, com uma das mãos agarrando meus cabelos a essa altura molhados da chuva, puxando e empurrando minha cabeça para trás para conseguir chegar com sua boca ao meu pescoço e a outra mão já alcançava minha bunda puxando-a para cima com necessidade. E lá estava eu entregue ao desejo do toque que agora não era mais simples e sim voluptuoso, molhada em todas as esferas e gemendo, gemidinhos baixos dizendo que aquilo era apenas o começo.
Tomei o controle e o virei contra o carro e investi contra ele, levando minha buceta ao encontro de seu pau duro e quase pulando de dentro do jeans e este foi o momento de ouvir os seus gemidos, reclamado mais de mim.
Nos beijávamos e nos acariciávamos ali na rua, como se só nos dois existíssemos no mundo inteiro.
Levantou minha saia e teve acesso a minha buceta que a esta altura escorria de tão melada e entre chupões eu meu pescoço e orelhas o ouvi dizendo que ele me comeria ali mesmo, pois não aguentava mais nenhum minuto. Eu gemi, um gemido de aprovação e entrega e isto foi o que ele precisava... me empurrou contra o capo do carro, abriu seu jeans e investiu em mim forte, fundo e intenso. Meteu 4 vezes assim devagar e forte e a cada investida um gemido de satisfação e eu toda arreganhada com a cabeça jogada pra trás sentido aquelas estocadas deliciosas, gemendo e querendo mais... querendo ser arregaçada por aquela pica deliciosa que me rasgava a cada investida e em uma delas levantei a cabeça e pedi.. pedi que me fudesse e que me fudesse gostoso. Ele obedeceu e me arregaçou, metendo agora rápido e forte, fazendo com que eu me contorcesse abaixo dele pedindo mais e sentindo aquele calor todo dentro de mim querendo sair e a cada estocada aumentava e achei que não iria aguentar, pois não sentia mais minhas pernas e encontrei meu delicioso prazer, meus músculos se contorcendo em sua volta. Mesmo eu acabada em cima daquele capo sem sentir meu corpo ele continuou metendo e gemendo e me trazendo pra ele e gozou também com o olhar satisfeito e um sorriso tremido em seus lábios, sentia suas pernas tremendo. Ficamos alguns segundos assim extasiados com o sexo maravilhoso que havíamos feito e nos demos conta que estávamos no meio da rua, na chuva, encharcados expostos.
Nos recompomos, como era possível para o momento, entramos no carro, nos olhamos e sorrimos e seguimos para sua casa, onde a noite iria continuar...

Sobre este texto

Srta. X

Autor:

Publicação:4 de janeiro de 2013 02:29

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Casal

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Comentários

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  • vania
    Postado porvaniaem9 de janeiro de 2013 09:39

    ameiu a historia,adoraria fazer algo assim... ver um homem me comendo com tanto desejo e vigor e ainda na chuva...bom demais

  • Cris
    Postado porCrisem7 de janeiro de 2013 18:02

    Eu gemi, um gemido de aprovação e entrega e isto foi o que ele precisava...

    que delícia de conto

  • Ana
    Postado porAnaem4 de janeiro de 2013 22:49

    Delícia de conto! Adorei! Quero ler mais histórias assim!

  • Bianca
    Postado porBiancaem4 de janeiro de 2013 11:57

    Adoro os tímidos! São sempre os mais safados na cama

  • Jaque
    Postado porJaqueem4 de janeiro de 2013 10:14

    Adorei, sexo na chuva é tudo de bom.

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