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GRANDES FEITOS E CONQUISTAS DA HUMANIDADE

Analisando os grandes feitos e as grandes conquistas da humanidade, personalidades ilustres como Cristovão Colombo que descobriu a América, Neil Armstrong, primeiro homem a pisar na lua, Nero, que ateou fogo em Roma, Cabral descobridor do Brasil, Albert Einstein que propôs a Teoria da Relatividade, avaliei meus primeiros 19 anos de vida e cheguei a conclusão que a única coisa de útil que fiz foi comer a bunda da Carlinha, o que não deixa de ser uma grande conquista.
Temos que focar em uma determinada área da ciência, ou seja lá do que for para chegarmos a um objetivo e ganharmos notoriedade. Tirar do papel a teoria e colocá-la em prática. Como gosto de mostrar minhas qualidades e habilidades e como ainda não fiz nada de extraordinário a não ser descobrir os segredos que envolvem o corpo da Carlinha, vou contar como foi essa descoberta espetacular.
Tudo começou quando eu estava com meu telescópio observando as estrelas. As estrelas a que me refiro são as atrizes que filmavam uma cena para a televisão em uma praça perto de onde moro. Lindas e exuberantes com roupas sensuais e algumas praticamente nuas. Cheguei a sentir uma necessidade de prestar uma homenagem, naquele momento, a uma morena que estava bem mais a vontade usando apenas as peças íntimas que mal cobriam as partes pungentes.
Ao dar uma olhada geral pela plateia que assistia ao vivo a gravação daquela cena para a novela das 21 horas, deparei-me com uma loirinha entusiasmada que aplaudia até quando o diretor cortava a cena. Diante daquela visão fantástica, fui certificar de perto se o material era de capa de revista ou apenas mais um rostinho bonito na multidão.
Ao aproximar-me de Carlinha, ela no auge dos seus 18 aninhos, empolgada e excitada com toda aquela parafernália de figurinistas, maquiadores, câmeras e artistas, já foi logo me agarrando pelo pescoço perguntando se eu tinha visto. A única coisa que eu vi, de mais interessante, no meio daquela multidão de curiosos foi ela. Como um bom filho da puta em matéria de dar uma boa cantada já fui logo dizendo que eu estava agregando garotas lindas para um filme que estava produzindo.
Imediatamente aceitou o convite para uma esticadinha até os estúdios que é aqui em casa e entramos no set de filmagem que fica no meu quarto. Perguntou onde estavam as câmeras e como o estúdio era improvisado, só tinha a cama como cenário e um vasto script de sacanagens escrito na mente pervertida, disse para não se apegar a detalhes que no final daria tudo certo e seríamos, com certeza, indicados para o Oscar.
Ao tomar conhecimento da primeira cena que era filmada nua, já tirou a roupa e deitou de costas na cama, levando um tremendo banho de língua que até esqueceu o que veio fazer aqui em casa. Mordi seus seios durinhos e arrebitados, lambi seu reguinho que exalava sensualidade, além daquele odor que é característico e predomina na região, beijei seus lábios sensuais e carnudos e depois de uma mamada portentosa na vulva, que latejava de excitação, fiz a penetração do câmeraman tão perfeita que o cabo entrou até no talo.
Era um tradicional papai e mamãe e no auge da excitação, cruzou as pernas em volta do meu corpo e começou a gemer, citando nomes de artistas que nunca ouvi falar. Como nunca interessei pelo assunto, preocupei apenas em meter a taioba com vontade. A primeira ereção não demorou muito e antes mesmo dos comerciais, começamos a segunda cena que era ela de quatro e eu socando por trás. Esta foi digna de Oscar. Foi um espetáculo a parte. Carlinha deu um verdadeiro show de rebolado com as nádegas arrebitadas e carnudas devorando meu pau que deslizava dentro da sua bucetinha melada, entrando e saindo com tanta volúpia que ela já não gritava pelos ídolos da televisão, queria o autografo de todo o elenco.
Com estocadas ritmadas, revezando em leves e mais fortes para conter o ímpeto, ela rebolava de acordo com a força que eu imprimia, até que senti um mordiscado gostoso na cabeça do pau, indicando que estava em pleno gozo. Soltei um jato forte de esperma dentro da sua bucetinha que valeu o primeiro lugar no Globo de Ouro da semana.
Insaciável, para não dizer cheia de tesão, continuou na mesma posição, empinou a bunda e mandou que eu enfiasse no seu rabo. Analisando a questão do cheiro que senti ao lamber seu rego, resolvi colocar um preservativo para preservar a lente da câmera que não podia ser manchada e muito menos arranhada no local onde ia ser feita a penetração.
Só com a lubrificação do preservativo, sabor morango, a cabeça entrou com dificuldade, fazendo ela cair na real. Foi aí que ela percebeu que estava dando o cu pela primeira vez. Nunca havia dado para o namorado que cansou de implorar para deflorar aquele rabinho quente e apertado. Antes mesmo de reclamar da dor já estava rebolando com os movimentos de entra e sai que eu fazia a medida que a piroca encaixava.
Como toda novata na prática costuma dar umas travadas, prendendo o cacete como se fosse propriedade particular, dei dois portentosos tapas um em cada nádega, mandando que ela relaxasse e quando senti que estava todo penetrado e pronto para as estocadas fatais, fui aumentando gradativamente a intensidade, de acordo com aquela umidade mágica que sai não sei de onde e faz com que a pistola desliza como as sapatilhas das bailarinas da ópera O Lago dos Cisnes.
Com toques sutis com a ponta da língua na sua orelha, ela voltou a gemer relando a mão na bucetinha que naquela altura já devia estar em ponto de bala. Senti a energia daquele rabinho emanando calor no meu cacete que entrava e saia me deixando quase louco. Esperei ela ficar bem excitada e sem muita paciência, fui dando estocadas mais contundentes até que ela soltou um sonoro grito: “ Mete tudo que eu vou gozar, caralho!” Tinha chegado a hora de escrever meu nome na estória. Comer aquela bunda valia pelo menos o título de Cidadão Honorário. Puta que o pariu, que bunda gostosa cara!
Ao sentir o ânus mordendo com força meu pau, aumentei as estocadas e depois de agarrar em suas coxas, ajudando nos movimentos, gozei como um pioneiro das grandes conquistas depois que chaga a conclusão da tão sonhada tese defendida. Foi tão perfeito que ela fincou a cabeça no travesseiro e ainda resmungou: “Caralho, que pistola deliciosa!” Isso não posso afirmar porque nunca experimentei, mas confiei no comentário de quem acabou de deliciar um anal completo.
Após um merecido intervalo, deitamos na cama exaustos e ela pediu outros encontros para praticar mais o anal antes de mostrar os atributos para o namorado. Diante daquela solicitação, achei a teoria válida, uma garota inexperiente nunca é completa na cama.

Alô roteiristas de Hollywood, fica ai um belo roteiro e o principio fundamental para o sucesso, a dica...

Sobre este texto

Tabatta

Autor:

Publicação:10 de maio de 2013 19:36

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

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