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Do fundo do baú

PEDRÃO, O ENRABADOR DE PATRICINHA

Pedrão era considerado o portador do bambu gigante da faculdade. Seu pênis nada mais era do que uma daquelas ancoras de segurar transatlântico. Além de grande era torto. Se fosse mijar com tesão acertava a cara com toda certeza. Certo dia, esta estória foi contada pela própria vítima do bambu gigante, ela, a patricinha do colégio, Mariza, a portadora da maior e melhor bunda da cidade, foi acampar com uns amigos num parque ecológico. Entre os amigos estava o famoso Pedrão com seus 25 centímetros de comprimento por 15 de circunferência. Ficou comprovado cientificamente que não cabia dentro de um fusquinha nem dentro de um Fiat 147. O cara era cheio de complexo com o volume que ficava no short quando estava na praia, mas não estava nem fudendo para os olhares curiosos. Como sempre teve o estopim curto e um mau humor peculiar que deixava qualquer um de farol baixo quando começava a queixar da sorte. Já estava sendo ignorado pela turma pelas suas constantes reclamações. Ninguém suporta uma mala sem alça no meio do agito geral e o Pedrão chegava a ser insuportável.
Durante a estadia neste parque ecológico, Mariza acabou por identificar-se melhor com Pedrão, afinal, um tatu cheira o outro. Estavam sempre juntos conversando e passeando pelos arredores da casa. Ela me confessou que, durante uma dessas escapadinhas para escalar as rochas de uma pequena pedreira que tinha do lado de trás do parque, Pedrão começou a mostrar o porque do apelido de bambu gigante. Depois de atingirem o topo da colina, sentaram para descansar e ela, sem maldade, olhou a jiboia que estava adormecida em cima do saco dentro do short de malha. Encabulada com todos os comentários que a turma fazia sobre o volumoso monumento que Pedrão guardava em segredo de confessionário, não contendo de curiosidade, perguntou a respeito das fábulas que andavam espalhando do tamanho do seu pênis.
Com todo senso de humor característico do Pedrão, ao ver que estavam sozinhos em cima do morro, perguntou se ela queria dar uma espiadela na espada de São Jorge. Mariza, que não era uma santinha e gostava de fortes emoções, aceitou o convite e aproximou-se de Pedrão, ajoelhando a sua frente e pedindo para ele baixar o short para dar uma olhadinha de leve. Pedrão já estava em ponto de bala ao ver os seios arrebitados e deliciosos de Mariza quase todo de fora do sutiã e ao sentir a fragrância do seu perfume cheirando a sexo, não teve dúvidas, tirou a bengala de dentro do calção que atirou Mariza para trás com o impacto inicial.
Como não poderia ser de outra forma, com a delicadeza que lhe era peculiar, pegou Mariza pelos cabelos e meteu sua boca naquele mastro, sem bandeira, que ao tocar a garganta fez com que ela sentisse vômito e olha que não tinha entrado nem o alicerce do monumento. Fez um boquete sensacional, passando a língua só na cabeça, mas ao ver a fúria com que a serpente armava o bote, engoliu pelo menos a metade para Pedrão gozar logo e acabar com o assunto que já era de utilidade pública. Era um caso realmente preocupante.
Uma gozadinha de leve entre os seios carnudos e salientes de Mariza e depois, com as mãos delicadas de um trator, pegou Mariza pelos braços, erguendo-a do chão, tirou seu biquíni praticamente com os dentes, colocou-a na famosa posição de catar cavaco, lambeu como quis sua bucetinha deliciosamente carnuda e sensual, enfiou a língua no seu cuzinho até ela rebolar de prazer e foi enfiando a cabeça da rola na bucetinha apertadinha da patricinha até ela gritar e gemer como uma alucinada. A bengala entrava e fazia uma curva de quase 90º dentro daquela xoxotinha pouquíssimo usada até aquele funesto e catastrófico instante.
Umas quatro ou cinco estocadas ao estilo Pedrão, bufando de tesão e a metade já estava bem encaixada, fazendo com que Mariza comesse a grama que estava abaixo de sua cabeça. Isso é que é meter em uma égua de verdade! Pensou Pedrão ao ver a patricinha comendo o capim para não gritar de dor. Outras estocadas mais e um jato de porra na bucetinha da garota mais bonita da cidade que deixou Pedrão quase louco. Espancava com a fúria de um leão encurralado a bunda de Mariza com as duas mãos, ordenando que ela rebolasse para entrar o resto da pistola e ela berrando como uma loba no cio e veio em seguida a segunda gozada que Pedrão quase esfolou as nádegas carnudas e empinada de Mariza no tapa.
Quando ele terminou a ereção e tirou fora o cacete, mandou que ela mamasse até tirar a última gota de leite que ainda tinha para mamar. Cacete limpo, saco lubrificado, buceta em ordem, Pedrão deitou na grama e pegando Mariza com os dois braços, colocou-a ajoelhada por cima dele com as pernas abertas ao redor do seu corpo e mandou que ela sentasse no seu cacete.
_ Você não vai enfiar essa magoara no meu rabo. _ Ela gritou prevendo o pior.
Antes da patricinha terminar a frase, Pedrão desferiu dois tapas na sua bunda com tanta força que ela chegou a subir uns 30 centímetros e caiu com o rabo no alvo. Foi tiro e queda. A cabeça entrou abrindo a porteira e o resto da sucuri veio como uma espada arrebentando o cu virgem da gostosinha do colégio. A penetração foi tão perfeita que Mariza não teve tempo nem de gritar, seus olhos encheram de lágrimas e ela ficou estática sentindo o mastro, como uma ancora em curva, estocando seu rabo apertadinho e deliciosamente provocante.
Gozou como um porco fazendo com que o esperma escorresse do cu arregaçado de Mariza melando a bunda e suas coxas sedutoras. Gemeu como um tigre enlouquecido. Totalmente sem controle, diante daquele monumento escultural que estava nua a sua frente, estapeou as nádegas de Mariza com tanta volúpia que ela não sabia se chorava pela ferroada no cu ou pela surra na bunda. Depois de mais de 10 minutos saboreando aquele cuzinho virgem em estocadas rápidas e contundentes, tirou o pau sujo de porra e do que tinha no caminho por onde percorreu e mandou que Mariza o deixasse limpo novamente com a boca.
Mais uma vez ela voltou a mamar naquele cacete enorme melado de porra e do que veio junto, já que ele fez um tour em todo seu canal retal, onde nem os médicos especialistas no assunto conseguem chegar com os instrumentos mais modernos da medicina. Cabisbaixa e sem fôlego, Mariza fez uma faxina geral nos seus órgãos genitais em total decadência física e deitou na relva úmida para relaxar daquela experiência escabrosa e traumática. Pedrão, depois de uns 15 minutos em total silêncio, ainda ofegante e bufando como um touro na arena pelo tremendo esforço físico que acabara de fazer, olhou bem dentro dos olhos arregalados e aterrorizados de Mariza e disse: “ te prepara patricinha para mais uma trepada, adorei meter no seu cuzinho.”
Ela levantou-se o mais rápido que conseguiu, ainda catando cavaco, vestiu o biquini do lado do avesso como estava no chão, olhou a primeira trilha que viu pela frente e voltou correndo para a cidade e até hoje a galera não sabe os verdadeiros motivos daquele repentino regresso a civilização moderna sem avisar ninguém.
Hoje Mariza recolheu a um convento de freiras e sabe que sua vida sexual acabou ali naquelas pedras. Cacete nenhum vai fazer tour na sua bucetinha arregaçada e muito menos no seu cuzinho apertadinho e deliciosamente fudido, sem falar na bundinha arrebitada e carnuda que ficou como uma laranja descascada depois das “carícias” do Pedrão.

Obs: Alô patricinhas, fica a dica...

Sobre este texto

Tabatta

Autor:

Publicação:12 de maio de 2013 12:28

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

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