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A AMIGA DA VIZINHA (PARTE 02)

A AMIGA DA VIZINHA (PARTE 02)
Quando dei por mim, horas haviam se passado e eu não conseguia saber como chegara até o quarto na parte superior da casa de Cláudia. Abri os olhos lentamente, tomando cuidado para não ser surpreendido pela luz natural que, mesmo fraca, incomodava a minha retina. Olhei em torno e vi que estava em um quarto amplo e bem decorado – fazendo-me concluir que se tratava do quarto de Cláudia; a cama era ampla e confortável, especialmente porque eu não estava sozinho nela.

As garotas estavam deitadas juntinho de mim, flanqueando-me com uma intimidade deliciosamente despudorada. Cláudia, que estava do meu lado direito, encostara seu corpo bem pertinho do meu, repousando seu braço sobre o meu peito. Podia sentir o doce aroma do seu perfume amadeirado e sutil, como também ouvia seu ressonar suave e tranquilo. Seu rosto estava bem próximo do meu, permitindo que eu sentisse ainda o seu hálito quente com sabor de hortelã.

Já Rosicleide estava do meu lado esquerdo, bem colada ao meu corpo com a perna sobre a minha e sua mão depositada em cima da minha rola amolecida. Elas tinham tomado o cuidado de fazer com que eu as envolvesse com meus braços, de tal modo que a intimidade fosse ainda mais compartilhada. Olhei para cada uma delas demoradamente, apreciando aquele espetáculo único e especial. Eu tinha duas fêmeas fantásticas à minha inteira disposição. Havia trepado com elas, havia me servido delas e, agora, elas estavam ali, prostradas e próximas de mim … disponíveis.

Apenas aquele pensamento foi suficiente para que minha libido se reascendesse de maneira abrupta e inesperada, fazendo com que meu pau ficasse duro em um piscar de olhos. Ele começou a pulsar irreverente ao que acontecia a sua volta e o fez de forma tão natural que não demorou para que Rosicleide sentisse sua manifestação crescendo debaixo de sua mão. Ela entreabriu os olhos com um olhar doce que, em pouco tempo, tornou-se tórrido e cheio de expectativas. Não perdi tempo e puxei seu rosto para perto do meu roubando-lhe um beijo quente e molhado. Seu corpo colou-se ainda mais ao meu e pude sentir sua pele tremelicar em pequenos espasmos de tesão despertado.

Ambos olhamos para Cláudia que ainda parecia desfalecida em um sono profundo e reconfortante e pensamos que tudo poderia ser reiniciado, ou ainda retomado de onde havíamos parado. Rosicleide não se fez de rogada e tomou minha rola na mão massageando-a com uma punheta carinhosa e suave. Minha mão deslizava por suas costas e, vez por outra, eu a puxava para mim roubando-lhe um beijo apetitoso. Havia entre nós uma cumplicidade que clamava por intimidade. Eu queria trepar muito com aquela fêmea casada, mas sem o infortúnio de ter que dividir minha atenção com outra mulher (não se trata de cuspir na cara da sorte, apenas de tesão inconfessável por uma mulher!).

Começamos a nos esfregar com tanto descuido que não tardou para que Cláudia fosse acordada pelo nosso açodamento típico de um casal em pleno cio. A loira não quis perder a oportunidade e sem perda de tempo integrou-se a nós, dividindo minha rola com a parceira até o momento em que eu pude sentir duas línguas quentes e molhadas passeando pela pica rígida, lambendo como quem lambe um picolé bem gostoso. Me sentia no sétimo céu, com espasmos percorrendo meu corpo e vibrando no mesmo sentido em que meu pau pulsava.

Algumas vezes, olhava para baixo e via o olhar suplicante de Rosicleide denunciando uma vontade quase gritante de compartilhar daquele momento apenas comigo e com mais ninguém. Acariciei seus cabelos num afago doce e carinhoso do macho que não quer apenas sexo, mas também quer entrega. Rosicleide olhou ainda mais algumas vezes, até o momento em que ficou sob os joelhos e ensaiou subir em cima de mim, oferecendo sua boceta para a satisfação do meu pau.

Segurei-a pela cintura com firmeza afim de possibilitar uma cavalgada bem assentada. E estávamos quase lá, quando a voz de Cláudia nos interrompeu, soando como um protesto insano de uma mulher repleta de tesão.

-Opa! Nem pensar amiga! Ele é meu dessa vez … quero essa rola dentro da minha vagina, … afinal, você já teve a sua parte, graças a mim! – Cláudia dizia isso com uma determinação férrea de quem tinha o controle da situação. Rosicleide olhou para ela e depois para mim, lamentando não poder reagir como deveria e não demorou em deslocar-se para o lado enquanto sua “amiga” sentava sobre mim, tomando a rola com uma das mãos e conduzindo-a para dentro da sua boceta alagada e tórrida. Cláudia, mais despudorada ainda, começou a me cavalgar sem qualquer cerimônia, subindo e descendo sobre a pica, vez por outra rebolando para sentir a grossura do membro atolado em suas entranhas. Ela gemia e sacudia a cabeça dizendo que aquilo era um pau maravilhoso, grosso e gostoso e que ela fizera por merecê-lo (frase que, em princípio, eu não entendera muito bem).

A loira suava enquanto acelerava os movimentos, abrindo as pernas o máximo que podia afim de sentir toda a rola dentro dela. Em alguns momentos, ela ficava sentada sobre meu pau, rebolando e esfregando a parte interna de suas nádegas em minhas bolas que estavam inchadas e dizendo que aquilo era delicioso.

-Viu só, amiga! Tá gostando, tá? Afinal, quando você ia poder trepar com esse macho tesudo se não fosse a minha ajuda? Agora, fica só olhando enquanto eu me divirto com o tatuado dos seus sonhos, sentindo essa rola grossa me foder gostoso! – naquele momento, ouvindo as palavras de Cláudia olhei para Rosicleide e vi seu olhar perdido e com certo ar de frustração … ela me queria, mas não foi capaz de fazê-lo sem a ajuda da “amiga onça” que agora se esbaldava em cima da minha rola dura.

Pressenti que Rosicleide há muito desejava foder comigo, mas algo a impedia e apenas com a ajuda de Cláudia isso foi possível. Porém, naquele instante, ela estava chateada, pois ela estava cheia de tesão por mim e me queria só para ela (!). Meu lado de homem macho queria continuar fodendo aquela loira sem vergonha, e, ao mesmo tempo, eu preferiria estar a sós com Rosicleide, saboreando seu corpo e as diversas possibilidades que ele escondia sobre o manto de dona de casa dedicada.

Decidi que era chegada a hora de agir, … de mostrar para aquela safada que o macho era eu e que minha rola não lhe pertencia. Acelerei os movimentos, segurando Cláudia pela cintura e fazendo com que ela subisse e descesse sobre meu pau com movimentos rápidos e fundos. Ela não gemia, mas gritava como uma cadela no cio, sentindo a rola penetrar-lhe sem dó nem piedade, enquanto minhas mãos apertavam sua cintura e, vez por outra, amassavam seus peitos enormes transformando-os em arreios para ampliar os movimentos.

Cláudia gozou, uma, duas, três, quatro vezes em cima do meu pau, enquanto eu continuava resistindo bravamente olhando para a face singela de Rosicleide que parecia entender que eu não estava dando uma trepada gostosa com sua amiga, mas sim fodendo aquela vagabunda, castigando sua boceta com meu vigor. Rosicleide sorria irônica com o canto dos lábios e seus olhos brilhavam de satisfação ao compreender que eu queria mesmo era ter ela em cima de mim.

Pretendendo dar uma lição naquela loira vadia, eu levantei meu tórax o suficiente para empurrá-la para o lado e assim que ela saiu de cima de mim, puxei-a para a ponta da cama colocando-a de quatro e apontando meu pau duro e brilhante, depois de ser lambuzado pela vagina dela, na direção de seu cu. Cláudia gritou dizendo que não queria ser enrabada, mas logo depois de olhar para o rosto de Rosicleide que ainda sorria, só que agora com uma clara demonstração de sarcasmo, segurei as nádegas da vagabunda e com um único golpe enfiei a rola inteira dentro do rabo dela.

Cláudia gritou e tentou desvencilhar-se de mim, dizendo que aquilo doía demais e que ela não estava aguentando o sacrifício. Mas eu, com o olhar de Rosicleide me estimulando, não dei ouvidos às lamúrias da loira cadela e meti rola dentro, penetrando sem dó naquele anelzinho que não tardou em ficar avermelhado com as pregas sendo rasgadas pela violência da curra. E quanto mais Cláudia gritava e implorava, mais eu estocava seu cu com movimentos vigorosos e forçados. E no exato momento em que percebi que a dor estava sendo suprimida pelo tesão, aproveitei para estapear suas nádegas deixando-as vermelhas e marcadas.

A loira gritava, rebolava pedindo para que eu parasse, implorando para que eu tirasse o pau de dentro dela, … mas eu não me importava, pois queria castigá-la pela humilhação que impingira à sua amiga. Foi então, que Rosicleide aproximou-se de mim e me abraçou carinhosamente.

Ela lambia minha orelha e sussurrava dizendo que eu acabasse com o cu da sua amiga. Ela sentia-se vingada por mim, e eu me sentia gratificado por fazê-lo. Cláudia continuava a gritar e suplicar que eu cessasse o castigo, mas eu apenas o fiz no momento em que percebi que as forças estavam se esvaindo de minhas entranhas, anunciando descaradamente que eu estava prestes a ter mais um orgasmo.

-Goza pra mim, gostoso … põe esse caralho potente pra fora dessa vagabunda e goza só pra mim … por favor … faz o que estou te pedindo! – as palavras de Rosicleide, sussurradas em meu ouvido operaram um delicioso sentimento de cumplicidade e antes que Cláudia pudesse experimentar o prazer daquela foda anal, eu tirei meu pau para fora e o ofereci para minha parceira cobiçada. A rola estava manchada pelo sangue da vagabunda e mesmo assim, Rosicleide não hesitou em tomá-la na mão, passando a masturbar-me vigorosamente enquanto pedia que eu persistisse em estapear as nádegas doloridas de sua amiga.

E foi algo sublime, pois enquanto eu estapeava a bunda de Cláudia, Rosicleide me masturbava com tanto tesão que eu podia sentir a intensidade dos movimentos vibrando dentro de mim. Gozei como um animal, urrando e gemendo enquanto a cachoeira de porra era lançada por sobre o corpo suado da loira que gemia e apreciava o jorro quente e viscoso lambuzar sua pele e escorrer em direção ao seu pescoço. Eu havia me vingado. Gozei naquela vadia, mas não lhe proporcionei nenhum prazer, apenas dor e submissão.

Quando terminamos, empurrei aquela vadia para o lado e aproveitei a proximidade de Rosicleide para abraçá-la e beijá-la mais algumas vezes. Cláudia gemia e arfava resmungando que eu a machucara, que fora brutal com ela … chegou a ameaçar Rosicleide, praguejando que poderia denunciar tudo aquilo para Evaristo (o marido corno de Rosicleide), e que ela poderia se dar muito mal.

Eu não suportei aquela ameaça, já que sempre supus que entre amigos deve haver cumplicidade e confiança, e depois de soltar Rosicleide de meus braços, peguei a vagabunda e desferi dois sonoros tapas em seu rosto, rosnando que, caso ela viesse a prejudicar sua amiga iria ter que prestar contas para mim. Cláudia ficou tão chocada com minha atitude que sequer esboçou uma reação, olhando-me com um olhar amedrontado e acenando com a cabeça sinalizando que havia entendido a minha ameaça. Depois disso, fui para o banheiro e tomei uma ducha. Quando terminei, dei com Rosicleide que estava parada na porta do banheiro olhando para mim com um olhar que prometia muito mais do que eu supunha.

Ela se aproximou de mim, cheirou minha pele e depois me disse que havia adorado minha atitude de minutos atrás. Eu sorri para ela e disse que sua amiga precisava aprender bons modos. Rosicleide sorriu marotamente e disse que ela também precisava aprender boas maneiras e se eu estava interessado em ensiná-la.

-Apenas se for na sua casa! – respondi para ela com um olhar repleto de safadeza – na cama onde o corno de seu marido não te faz mulher como deveria, … e ai? O que você acha? – eu estava decidido a foder Rosicleide na sua casa, não com o pensamento voltado para o corno do marido dela, mas apenas para saber até onde ela era capaz de ir para trepar comigo. Ela me beijou e sussurrou que concordava, desde que eu esperasse o momento certo. Combinamos, então, que o dia certo ela deixaria uma mensagem na minha caixa de correio com as instruções para o encontro, e mesmo temendo que alguém que não fosse eu pegasse as correspondências diárias, topei de pronto, pois o risco valia o prêmio!

Vesti-me e depois de uma despedida calorosa de Rosicleide, aproximei-me de Cláudia e pedi-lhe desculpas pelo acesso de raiva, explicando que não achava certo chantagear sua amiga. Cláudia me fitou com um olhar enigmático e apenas aceitou minhas desculpas. Como ela não tinha ideia da conversa que eu e Rosicleide mantivemos no banheiro, supus que a loira não nos traria maiores preocupações, já que se ela realmente pretendesse denunciar alguma coisa para o tal do Evaristo, teria também que revelar-lhe como tudo aquilo acontecera. Não era nada brilhante, mas pelo menos resolvia nosso problema de eventual traição da loira vagabunda.

Despedi-me de Rosicleide com um longo beijo coroado por mãos bobas de ambos e depois fui embora, torcendo para que nosso reencontro não tardasse a acontecer.

Os dias se passaram e eu curtia uma ansiedade digna de um adolescente à espera da primeira transa, e não me cansava de olhar a caixa de correspondência procurando por uma mensagem de Rosicleide. É bem verdade que eu tomava muito cuidado ao prescrutar a caixa afim de não denunciar o que estava acontecendo para minha esposa, e procurava fazê-lo sempre que estava sozinho em casa.

Minha surpresa foi completa no dia em que abri a caixa e vi um pequeno envelope de papel cinza sem qualquer espécie de endereçamento ou identificação. Quase sem conseguir respirar, abri o envelope e retirei do seu interior um pequeno pedaço de papel passando a ler seu conteúdo avidamente. Nele, Rosicleide era bastante direta e objetiva; dizia apenas: “sexta-feira, pela manhã. Estarei sozinha à sua espera. Vem, meu gostoso, quero foder com você o quanto pudermos … ele vai estar fora todo o fim de semana, mas eu sei que você não pode. Vem. Sexta-feira. Não esquece. Beijos da Rosi”. Faltou-me energia para crer naquelas palavras, pois, finalmente. Eu iria ter a Rosicleide para mim!

Esperei ansiosamente pela sexta-feira que parecia ter se recusado a chegar e quando isso aconteceu, fui flagrado pelo destino em um estado de excitação que temia dar vexame no momento em que eu e Rosicleide estivéssemos juntos em seu quarto. Depois de cumprir as tarefas cotidianas e de haver avisado no trabalho que, talvez, eu não pudesse comparecer, corri para casa, tomei uma ducha e vestindo apenas uma bermuda (sem cuecas) e uma camiseta regata, parti em direção à casa de Rosicleide. Porém, quando cheguei e frente a ela, eu simplesmente não sabia o que fazer, pois não tinha a menor ideia de como entrar sem chamar a atenção.

Todavia, Rosicleide havia pensado em tudo, pois subitamente um veículo estacionou na frente da casa e um jovem desceu dele, tocando a campainha. Rosicleide surgiu vindo do corredor lateral e trazendo pela coleira seu labrador dourado. Abriu o portão e entregou o animal aos cuidados do rapaz, que depois de despedir-se como quem tinha muito o que fazer partiu imediatamente. Eu estava discretamente posicionado ao lado de uma pequena árvore, de tal modo que eu pudesse ver sem ser percebido. Mas, Rosicleide perecia poder sentir a minha presença. Olhou na direção da árvore e sorriu retirando-se para dentro da casa. Demorei alguns segundos para notar que ela havia deixado o portão entreaberto, e compreendi que aquela era a minha deixa para seguir em frente.

Quase que sorrateiramente, atravessei o portão, fechando-o atrás de mim e seguindo pelo corredor lateral que dava acesso à casa com entradas pela sala e também pela cozinha; vislumbrei a porta da sala entreaberta, e avancei pelo pequeno cômodo, caminhando com cuidado que, a meu ver parecia desnecessário, porém prudente e estanquei em frente a escada que dava para a parte superior das escadas, sendo surpreendido pela silhueta nua de Rosicleide que me aguardava no topo.

Respirando fundo e procurando segurar ao máximo meu tesão de macho controlado apenas pelo instinto, despi-me ali mesmo, aos olhos da minha parceira, que trazia no rosto um sorriso maroto e cheio de insinuações obscenas e galguei os degraus que me separavam dela tomando o cuidado de não fazê-lo com muito vigor, deixando que o clima tomasse conta de nós dois. Quando, finalmente, eu estava ao lado dela, nós nos abraçamos e nos beijamos com tanta sofreguidão que o ar parecia ser absolutamente desnecessário para nossa sobrevivência.

Acariciei aquele corpo quente e macio com minhas mãos, sentindo o vigor da minha rola pulsar enquanto me esfregava no ventre de Rosicleide. Estávamos tão envolvidos com nosso tesão que nos demoramos ao pé da escada, beijando, lambendo e chupando tudo que nos estava disponível. Suguei aqueles mamilos entumescidos com o carinho que eles exigiam e o qual eu havia deixado de lado no encontro anterior, enquanto Rosicleide segurava minha rola em riste masturbando-me com o cuidado de quem espera por muito mais daquele instrumento de macho, até que, incapaz de controlar meu ímpeto tomei-a nos braços e carregando-a em meu colo, caminhei na direção do quarto depositando-a gentilmente sobre a enorme cama de casal que ela desfrutava com o idiota (e agora, corno) do Evaristo. Deitei-me ao seu lado a passei a brincar com sua boceta que estava tão úmida que mais parecia um pequeno regato de águas quentes e abundantes.

Esfreguei meus dedos naquela vagina, tomando os seus lábios entre o indicador e o polegar, massageando-os com toques de crueldade medida, fazendo Rosicleide gemer e sibilar de tesão. Seus mamilos estavam tão enrijecidos que se prolongavam em direção ao alto, enquanto sua respiração arfava denunciando o desejo que tinha de ser penetrada por mim. Porém, eu queria prolongar aquelas preliminares e com um movimento medido, levei minha língua até aquele regaço úmido e pulsante, chupando e lambendo toda a sua região.

Encontrei o clítoris que de tão inchado, parecia ter triplicado suas dimensões, e imediatamente prendi-o entre meus lábios sugando-o com vigor e apertando-o sem exageros. Depois de algum tempo, Rosicleide gozou em minha boca, me permitindo sentir o líquido doce e quente que escorria de suas entranhas para dentro de minha boca, ao mesmo tempo em que era provocado pelas mãos hábeis da fêmea brincando com a rola endurecida e feroz.

Sem perda de tempo, subi sobre ela e a penetrei com uma única estocada rápida e profunda, fazendo-a gemer quase à beira de um grito alucinante de tesão recolhido. Passei e entrar e sair daquela vagina com movimentos longos e demorados, usufruindo do prazer que aquela mulher estava me proporcionando, enquanto minha boca e língua divertiam-se com seus mamilos alternando-os com chupões vigorosos e beijos carinhosos.

Pode parecer inacreditável, mas copulamos como dois loucos por mais de uma hora (algo que para mim é, no mínimo comemorável e inesquecível!), e minha parceira gozou como nunca.

-Ai, meu gostoso, … me fode, … isso é tão bom! O Evaristo jamais me fez gozar tantas vezes assim, … você é uma delícia de macho! Quero mais … muito mais! – a voz de Rosicleide estava embargada e entrecortada de gemidos e suspiros de prazer, enquanto que eu persistia na penetração sentindo-me um macho na plenitude da palavra.

O meu orgasmo irrompeu sem sobreaviso, encharcando as entranhas de minha parceira como uma onda quente e viscosa que me fez urrar como um animal selvagem no cio, enfiando ainda mais minha rola naquela vagina e propiciando outros novos orgasmos em minha parceira. Quase desfaleci, deitado sobre ela, arfando como se o ar me faltasse e sentindo minha rola murchar e escorrer para fora de Rosicleide. Após alguns minutos, deitei-me ao seu lado e ela me abraçou puxando-me para ela e pedindo um mais um beijo apaixonado, o qual não recusei.

Dormitamos por algum tempo. Apenas o suficiente para que Rosicleide recuperasse suas energias e voltasse à carga tomando meu pau em suas mãos e ensaiando uma nova sessão de sexo sem limites.

Todavia, eu queria algo mais. Algo que ficara perdido no encontro anterior por conta de intervenção indesejada de Cláudia. Levantei-me da cama e puxei Rosicleide para a beirada, virando-a de costas para mim. Ela não ofereceu qualquer resistência. Pelo contrário, ela também queria ser enrabada, de tal modo que posicionou-se de quatro sobre a cama, permitindo que seu traseiro se elevasse para mim, oferecido e provocante.

Era incrível o fato de que aquele traseiro estava na exata altura do meu pau, como se ele tivesse sido concebido exclusivamente para mim. Sentindo-me plenamente recompensado, aproximei-me dele e depois de separar as nádegas, segurando-as firmemente, dei algumas cuspidas no pequeno anel contraído que se mostrava desenxabido à espera do meu cacete que já pulsava como louco, denunciado sua vontade de penetrar aquele orifício sem perda de tempo.

Esfreguei minha glande ao redor do ânus que piscava para mim e depois de um pequeno intervalo provocador, avancei com a invasão, fazendo com que a glande entrasse em um único movimento. Rosicleide gemeu e tentou recuar, mas eu a segurei com firmeza pelas nádegas deixando claro que o que havia começado ia terminar. Mantive minha glande dentro dela por alguns segundos, esperando que aquele cuzinho virgem se acostumasse com o intruso e, logo em seguida, prossegui no avanço, enfiando meu pau centímetro por centímetro.

Rosicleide gemia parecendo mais que queria gritar, mas resistia, enfiando o rosto no travesseiro toda a vez que os gemidos ameaçavam tornar-se uivos e, depois, gritos ensandecidos de dor e tesão ao mesmo tempo. Eu a segurava firmemente pelos quadris, puxando as nádegas para os lados e permitindo uma abertura suficiente para que a penetração prosseguisse. Mesmo sabendo a dor que aquela penetração estava provocando eu não sentia qualquer receio ou temor, pois há muito eu desejava aquela mulher e enrabá-la fazia parte dos meus planos. Senti que minha pica avançava com certa dificuldade, mas, mesmo assim, eu queria fazer de Rosicleide minha fêmea submissa, rompendo aquele cuzinho e proporcionando prazer para ambos.

Quando senti que minhas bolas estavam roçando o vale formado pelas nádegas de Rosicleide, concluí que a penetração havia sido concluída, e sem medo de ser feliz, passei a estocar aquele buraquinho dilatado pela grossura do meu membro, movimentando-me timidamente de início, e aumentando a velocidade progressivamente, alongando os avanços e recuos e ouvindo as lamúrias de minhas parceira tornarem-se, paulatinamente, gemidos de tesão, alternados com uma respiração ofegante e expressões que demonstravam a substituição da dor pelo prazer.

-Não para! Não para, seu macho tesudo! Me fode! Arregaça meu rabo … faz o que aquele puto do Evaristo jamais seria capaz de fazer … me faz tua fêmea! – as palavras de Rosicleide serviram para aguçar ainda mais o meu tesão, de tal modo que meus movimentos tornaram-se mais intensos e febris, enquanto ela continuava me provocando a fazer dela a minha fêmea submissa.

Fodemos de forma intensa e incessante, esquecendo-nos de lugar, hora e qualquer outra referência que nos trouxesse de volta à realidade indesejada. Rosicleide gozou uma vez, mas logo descobriu a delícia de brincar com seu clítoris enquanto era penetrada por trás e a partir daí os gozos sucederam-se de forma descontrolada. Ela gemia, grunhia, arfava e quase gritava de tanto prazer, e eu, por minha vez, sentia o prazer de fazer uma mulher saborear as guloseimas da vida.

O gozo nasceu em minhas entranhas, causando-me espasmos descontrolados e denunciando que o fim estava próximo … eu balbuciei uma frase perdida informando minha parceira que eu estava prestes a descarregar uma nova onda de esperma dentro dela. A reação de Rosicleide foi a mais imprevisível possível.

-Goza o quanto quiser, meu macho gostoso! Mas goza fora de mim, … espalha sua porra no meu corpo … me molha com esse leite quentinho e gostoso … eu quero … eu quero! – mal Rosicleide terminou de dizer essas palavras intervaladas com suspiros e gemidos, eu senti o orgasmo explodir em uma ejaculação tão poderosa que mal tive tempo de tirar a rola de dentro dela, segurando-a enquanto os jatos projetavam-se por sobre suas costas e nádegas. Urrei mais uma vez, sentindo-me recompensado por toda a espera, todo o esforço destinado a ter aquela mulher para mim.

Literalmente extenuados e sem qualquer reserva de energia vital, adormecemos um ao lado do outro, sendo que somente fomos acordados pelos primeiros ruídos do final de tarde que se apresentava como o arauto da noite. Rosicleide me abraçou e me beijou várias vezes e depois de rirmos de tanta felicidade e realização, decidimos que era chegada a hora de nos separarmos. Ela me perguntou seu eu queria tomar um banho, ao que respondi negativamente, pois disse-lhe que queria guardar seu cheiro e seus líquidos para mim. Ela sorriu e abraçou-me agradecendo e dizendo que tudo o que acontecera naquele dia jamais seria esquecido e que quando eu quisesse (e pudesse) ela estaria a minha espera … foi a coisa mais linda que alguma mulher já havia dito para mim. E eu agradeci por ela ter aparecido na minha vida.

Sobre este texto

Trovão

Autor:

Publicação:10 de novembro de 2013 23:24

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Pulando a Cerca

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