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A AUXILIAR DE LIMPEZA GOSTOSA E INSATISFEITA

A AUXILIAR DE LIMPEZA GOSTOSA E INSATISFEITA
Com a chegada de meia-idade, habituei-me a frequentar supermercados com a destreza e astúcia dignas do bom consumidor, aprendendo a escolher frutas, verduras e legumes como ninguém. Porém, o que mais me deixou feliz foi a possibilidade de observar belas mulheres que, algumas vezes, pareciam estar disponíveis aos olhos e desejos de macho caçador que sabe aproveitar as oportunidades. Como vocês bem sabem – ou vão saber a partir de agora – adoro mulheres de uniforme, porque o uniforme (seja ele qual for) esconde, na maioria das vezes, algo surpreendente, … é um jogo de insinuações que pode nos proporcionar algo que realmente valha a pena.

Assim, sempre que vou a mercado, observo cuidadosamente as atendentes, gerentes, supervisoras e, especialmente, as encarregadas da limpeza e conservação, pois na maior parte dos casos aquele uniforme azul-claro ou cinza esconde uma deliciosa surpresa. E foi o que aconteceu dia desses em que eu estava fazendo compras habituais em um supermercado próximo de minha casa. Eu estava absorto na escolha de algumas frutas de época e quando me voltei para depositar no carrinho as escolhidas que estavam acondicionadas em saco plástico, esbarrei em uma linda morena de trinta e poucos anos. Ela imediatamente, ficou enrubescida e pediu-me desculpas com um fio de voz. Eu sorri para ela e respondi que a culpa havia sido toda minha, mas que não lamentava já que tivera a deliciosa chance de ver uma mulher tão bonita. A mulher ficou mais envergonhada e sem jeito com meu galanteio sincero (ela era algo “especial”).

Todavia, o ambiente e as atribulações obrigaram minha nova conhecida a afastar-se, buscando cuidar de seus afazeres. Enquanto ela se afastava, eu continuei a fitá-la pelas costas e fixei meu olhar em seu pescoço como querendo que ela sentisse o desejo que se espalhava por minhas entranhas contaminando-me com a intensa vontade de vê-la pelada, pois eu tinha certeza que debaixo daquele uniforme havia uma morena fogosa e boa de cama.

Muito embora eu estivesse preso a horários e compromissos, minha “segunda cabeça” falava mais alto (quase gritando), razão pela qual eu não me fiz de rogado e passei a seguir a morena, mantendo uma discreta distância e cuidado para não parecer evidente demais quais eram as minhas intenções. Aliás, vale a pena dizer que nesse dia eu tinha ido ao mercado desacompanhado; ou seja um motivo a mais para que eu não desperdiçasse aquela chance de ouro.

Por algum tempo pareceu mais uma perseguição de gato e rato, pois cada vez que ela mudava de direção ou retornava ao ponto anterior, eu precisava recuar ou permanecer quieto afim de que ela não percebesse a minha presença. Ah, doce ilusão a minha de que uma mulher não percebesse a interesse instintivo de um homem. Jamais tive dúvidas sobre isso, mas, mesmo assim, agia feito adolescente, esperando que ela não me notasse até o momento em que pudesse “dar o bote”. E qual não foi minha surpresa quando de caça passei a presa, pois a tal mulher aproximou-se de mim sem que eu percebesse perguntando se eu precisava de alguma coisa.

-Preciso sim, preciso do seu telefone! – respondi-lhe sem medo de ser feliz. Ela olhou para mim com o típico olhar misto de surpresa e censura, onde cada um desses sentimentos travavam uma luta interior para saber quem sairia vencedor. E essa luta não tardou em ser findada quando ela me deu um sorriso doce e discreto.

-Aqui dentro não, né moço! Eu posso perder meu emprego … – ela disse essas palavras com uma voz insegura que denunciava seu desejo de não me dar apenas o número de seu telefone. Ela piscou e afastou-se sem dizer nada. Confesso, foi frustrante!

Ela se afastou de mim com um andar rebolante e depois de alguns metros, voltou-se e piscou novamente com um sorriso maroto nos lábios. Eu ainda estava sob o efeito da reprimenda dela e, portanto, não dei atenção nem ao olhar e muito menos ao sorriso. Decidi, por fim, que o melhor a fazer era seguir meu caminho, já que aquela chance eu dera por perdida.

Terminei minhas compras e passei pelo caixa dirigindo-me à saída em direção ao meu carro. E, para minha total surpresa, … lá estava ela! Parecia meio displicente e olhou para mim de soslaio enquanto eu empurrava o carrinho de compras seguindo meu caminho. Pensei em parar e fazer uma nova tentativa, porém achei que o melhor era seguir meu rumo.

Quando cheguei perto do veículo e abri o porta-malas, fui tomado pelo susto de vê-la ao meu lado segurando em uma das mãos um aparelho celular. Ela sorriu outra vez e estendeu o aparelho em minha direção.

-Você não queria o meu número? Porque não copia no seu aparelho? Aliás, como você se chama? – sua voz era doce e macia, diferente daquela que havia me chamado a atenção a poucos minutos atrás. Disse-lhe meu nome, ao mesmo tempo em que tomava o aparelho de suas mãos para gravar o número na memória do meu. Quando terminei perguntei qual era o seu nome.

-Me chamo Tereza … e porque um homem bonitão como você deu atenção a uma mulher como eu? O que você está querendo de mim? – Tereza era incisiva em suas perguntas e pelo modo como as articulava, percebi de imediato que possuía certa dose de formação e conhecimento que iam além daqueles exigidos de uma pessoa que trabalhasse naquele tipo de atividade (não que eu queira dizer com isso algo que menospreze, mas se trata apenas de uma constatação cotidiana, aliás conheço muitas mulheres desse ramo que são muito mais do que se possa imaginar!).

Soltei uma conversa mole, mas Tereza não se conformou com meu palavreado fútil e, depois de me interromper, pediu que eu ligasse para ela assim que me fosse possível, e que ela esperaria por isso ansiosamente. Dito isto, ela deu de costas e afastou-se de mim que fiquei embasbacado com a presença de espírito daquela mulher – algo que atiçou ainda mais a minha libido!

Liguei para ela por três vezes naquele dia e em nenhuma delas dei sorte. O celular caía na caixa postal e eu não sabia se podia deixar um recado. Quando achei que tudo estava perdido, meu celular vibrou. Olhei para a tela e havia uma informação de “número privado”. Atendi com o coração aos pulos, imaginando que tudo podia acontecer. Para meu alívio, era Tereza do outro lado da linha. Sem rodeios, ela me perguntou o que eu queria com ela e porque havia lhe assediado no mercado.

Respirei fundo e disse em um só folego que eu a achara uma mulher excitante e queria transar com ela. Tereza gargalhou ao telefone e depois de alguns segundos me elogiou pela sinceridade, respondendo que também havia me achado interessante e que também queria transar comigo. Mas a próxima pergunta dela me deixou sem rumo.

-E ai, quando? Agora? Ou você é casado e precisa dar um fugidinha para me comer? – a objetividade de Tereza saltava aos olhos e eu fiquei perplexo pensando como responder àquela provocação. Respirei controladamente e respondi que era casado, mas que não era capado e que se ela quisesse trepar comigo naquele momento, eu daria um jeito. Novamente, ela gargalhou.

-Não, meu gostoso, hoje não dá não, … mas, que dia fica bom para você?

-Na sexta-feira, que tal, pode ser? – perguntei incisivo e sem medo de ser feliz.

-Sexta? Deixa eu ver … mas, a que horas?

-Você escolhe, delícia!

-Pode ser café da manhã, seu safado? – concordei de imediato e, em seguida, combinamos como faríamos para nos encontrar. Tereza me disse que às sextas-feiras ela iniciava seu turno por volta das catorze horas e que se eu quisesse poderíamos nos encontrar na próxima, sugestão com a qual concordei imediatamente. Ele riu ao telefone e perguntou onde nos encontraríamos, ao que respondi que onde ela desejasse.

-Onde ficar mais fácil para irmos direto para um motel! – Tereza disse isso com a voz entremeada de gorjeios típicos de quem achara graça da própria ousadia. Disse a ela, então, que o melhor lugar seria na praça próxima ao mercado e que de lá rumaríamos para um motel que eu conhecia nas redondezas.

-Então tá, seu safado … até sexta e veja se não vai me dar um fora, hein! Eu sei ser bastante vingativa quando sou deixada para trás, viu! – Tereza dizia aquelas palavras com uma entonação de prazer mesclada de ameaça e de provocação (tudo ao mesmo tempo), algo que me deixou mais exitado ainda, pois senti meu pau pulsar como doido dentro das calças. Nos despedimos para nos vermos no dia e hora marcados.

Na sexta-feira, cheguei ao local combinado alguns minutos antes do horário que tínhamos acertado e depois de estacionar o carro, acendi um cigarro e fiquei esperando pacientemente. Interessante que, em nenhum momento me passou pela cabeça que Tereza poderia me “dar um bolo” (nossa! Que antigo!), e mesmo confiando pouco na minha intuição, senti que aquela morena não deixaria de comparecer.

Alguns minutos cruciantes depois, vi Tereza caminhando em minha direção e passei a apreciar aquele “material” de primeira; Tereza era uma morena alta (1,75 metros), corpo sinuoso e de formas bem delineadas, com busto e quadris generosos sustentados por pernas bem torneadas que pareciam possuir uma malemolência típicas e muito próprias (aquilo era o que se podia chamar de andar insinuante). Já o rosto era uma espetáculo a parte: dois olhos negros e brilhantes como uma noite estrelada ornados por sobrancelhas finas somavam-se a uma boca de lábios carnudos que pareciam um convite a beijos repletos de sofreguidão, tudo isso inserido em um rosto, ao mesmo tempo, angelical, mas com sutis traços de obscenidade oculta por um recato sensível. Os cabelos negros e lisos eram pendiam até a altura dos ombros e eram volumosos e cacheados, revelando uma sutil ascendência africana.

Tereza estava vestida de modo despojado: camiseta branca de mangas curtas e calça legging bem colada que realçava ainda mais suas formas sensuais. Ela chegou até o carro e sem qualquer cerimônia abriu a porta e sentou-se no banco ao meu lado, aproximando seu rosto do meu e oferecendo aqueles lábios carnudos pintados com um vermelho provocador. Beijei aquela mulher com um afã quase colegial, ao mesmo tempo em que sentia suas mãos passearem pelo meu peito em uma carícia repleta de promessas inconfessáveis. E assim que nos separamos após o beijo, eu dei a partida e saí na direção do motel que eu conhecia.

No caminho, eu e Tereza fomos conversando, e ela me dizia que jamais um “freguês” do mercado havia lhe passado uma cantada. Respondi que não acreditava naquilo, pois bonita como era, eu tinha certeza que havia vários machos interessados em trepar com ela. Tereza gargalhou gostoso enquanto sua mão acariciava minha coxa desnuda, já que eu estava apenas de bermuda larga e camiseta regata.

Entramos no motel sem muita cerimônia e dispensando o tempo mínimo às praxes de ingresso, fomos para a suíte e assim que a porta automática da garagem havia se fechado por completo, saltamos do carro e, ali mesmo, nos agarramos com beijos molhados e carícias atrozes, sem qualquer pudor. Instintivamente, puxei a calça dela para baixo e pude constatar uma deliciosa surpresa: ela não estava usando nada por baixo da calça! Aliás, Tereza vestia apenas a camiseta e a calça, não haviam peças íntimas, em uma clara demonstração que ela estava esperando por uma aventura sem precedentes.

Em retribuição, ela também puxou minha bermuda, revelando minha rola dura e grossa cuja glande inchada pulsava feito louca. Ela pegou nele sem hesitações, massageando-o com carinho experiente, e sem delongas, ajoelhou-se engolindo meu pau com sua boca úmida e quente. Ela chupava de uma forma tão sôfrega que espasmos começaram a percorrer o meu corpo provocando uma onda de tesão irrefreável que ia aumentando num crescente sem fim. Acariciei seus cabelos cacheados e sedosos, passeando as mãos pelo seu rosto sentindo sua maciez e sedosidade.

Não demorou para que estivéssemos nus na garagem nos agarrando e nos bolinando como dois animais em pleno cio e, subitamente, Tereza virou-se de costas para mim, arrebitando seu traseiro e pedindo que eu fodesse com ela ali mesmo. Aproximei-me o suficiente para “engatilhar” a rola e depois de segurá-la pelos quadris, empurrei minha pélvis, operando uma penetração profunda e rápida. Tereza gemeu alto e disse como era bom sentir um caralho na sua boceta. Arremeti e recuei com movimentos longos, possibilitando que minha rola entrasse e saísse quase que por inteira daquela vagina quente e úmida, mas depois de algum tempo percebi que a receptividade de minha parceira havia se arrefecido de maneira inexplicável.

Continuei com as estocadas, e mesmo percebendo o distanciamento cada vez maior de Tereza, queria dar-lhe algum prazer para que ela retornasse para dentro de nossa trepada tão ansiada.

Eu estava prestes a gozar, mas depois de sentir que não havia clima para isso, desisti. Retirei a rola ainda dura de dentro dela e convidei-a para irmos para o quarto da suíte. Entramos e nos deitamos um ao lado do outro. Virei-me para o lado dela e depois de beijá-la carinhosamente, acariciei seus cabelos perguntando o que estava acontecendo.

-É sempre assim, gato … toda a vez é assim … eu sinto um tesão enorme, mas logo, logo passa, … você sabia que eu jamais consegui dar uma gozada gostosa? Nenhum homem conseguiu me dar prazer como eu preciso. Me desculpe, tá, mas é que você é tão gostoso que eu pensei que, talvez, desse certo … – a voz de Tereza estava levemente embargada, demonstrando sua total frustração com essa situação desconfortável.

Respirei fundo e imaginei como aquele “desafio” era maravilhosamente excitante; eu realmente queria que aquela mulher sentisse prazer, pois se isso não acontecesse, não haveria razão para que tivéssemos nos encontrado. Olhei afetuosamente para ela e pedi que tomasse uma ducha para relaxar. Tereza olhou para mim e antes de levantar-se da cama, me beijou calorosamente. Fiquei olhando aquela morena deliciosa gingar até o banheiro, e mesmo longe podia vê-la pelo reflexo do espelho, enquanto relaxava sob o jato de água quente.

Em poucos minutos, ela se secou e veio até mim, deitando-se ao meu lado. Inclinei-me para ela enquanto minha mão procurava sua vagina que estava ainda umedecida pelo banho e, em seguida, passei a massageá-la suavemente, passeando por toda a sua extensão e pedindo com cuidado que ela mantivesse as pernas abertas. Toquei os grandes lábios e pude senti-los com um leve inchaço, ocultando em seu interior o clítoris que precisava de cuidados e muita atenção.

Instintivamente, movi minha cabeça na direção do ventre de Tereza e depois de beijar os lábios vaginais com um beijo sôfrego, avancei ousado em direção ao clítoris, usando minhas mãos para separar a cortina que o separava de minha boca. Encontrei um pequenino membro levemente dilatado e sedento de tesão. Beijei-o, para, sem cerimônia, tomá-lo na boca chupando-o vigorosamente. Tereza gemeu quase à beira da loucura enquanto seu corpo se contorcia em uma clara demonstração de prazer até então desconhecido. Ela me pediu que não parasse com aquilo, pois ela estava adorando ser chupada … finalmente, eu conseguira: Tereza estava sentindo prazer! Aquilo foi o máximo para mim! É algo tão dignificante que é difícil até mesmo de explicar; era como se o tesão dela fosse o meu!

Chupei e lambi aquele clítoris com tanto empenho que, algumas vezes, sentia meu pau vibrar como que correspondendo ao gesto. Era um momento mágico para mim, pois eu me sentia algo mais que apenas um macho fodendo uma fêmea, … me sentia um homem proporcionando prazer a uma mulher sem esperar qualquer coisa de volta, e isso, para mim era muito recompensador. Prossegui na sessão de sexo oral na morena que gemia e se contorcia até anunciar que estava prestes a gozar. Eu sorri para mim mesmo.

-Isso, gostosa … goza para o seu macho, goza … explode esse tesão reprimido! – eu dizia aquelas palavras com a voz quase sufocada, já que meu rosto estava completamente enfiado no baixo-ventre de minha parceira. E não tardou para que Tereza gozasse em uma intensidade que eu jamais havia visto em uma fêmea. Ela tremia, vibrava enquanto seu corpo era acometido por espasmos prolongados acompanhados de gemidos profundos e sibilos tão arquejantes que eu cheguei a pensar que ela entraria em colapso.

Quando tudo terminou, Tereza me puxou para ela e me beijou.

-Quero sentir o gosto do meu orgasmo, meu macho dedicado e gentil! – as palavras saíam de sua boca em um misto de gratidão e desejo … Tereza havia tido o seu primeiro orgasmo e eu fora o responsável! Isso era pura emoção!

Deixei-a relaxar por alguns minutos e assim que percebi que ela estava pronta para mais uma novidade, puxei-a para a ponta da cama pedindo que ela ficasse de quatro para mim. Tereza estava ainda sob o efeito do seu primeiro orgasmo, razão pela qual obedeceu sem questionamentos.

Corri, então, para a mesa de apoio próxima da cama, e pequei um vibrador de borracha, retornando antes que ela pudesse dar conta do que estava por acontecer. Posicionei-me atrás da fêmea e depois de segurá-la pelos quadris, introduzi minha rola dura em sua vagina em um único movimento. Passei a estocá-la sem piedade e assim que estávamos tomados pelo clima do momento, inclinei-me sobre ela, e valendo-me do vibrador passei a acariciar seu clítoris com movimentos circulares e longitudinais alternadamente.

Tereza começou a gemer novamente, e não tardou para que ela estivesse gritando de tesão. Eu conseguira mais uma vez fazer minha parceira usufruir de sensações novas e deliciosas … mais uma vez eu estava me sentindo gratificado.

Ai, tesudo, … não para, … por favor, não para … isso é bom demais! Como é que ninguém fez isso em mim! E todo esse tempo eu querendo sentir prazer, … e agora … e agora … você, seu gostoso, … conseguiu … ai … ai … continua que eu vou … vou … vou … – Tereza não foi capaz de prosseguir com a frase pois o grito de prazer suprimiu as palavras … ela estava gozando mais uma vez!

Incentivado pelos gemidos e gritos da minha parceira, prossegui com aquele “exercício”, possibilitando que Tereza gozasse mais algumas vezes, até sentir que minhas forças estavam no limite: eu também estava prestes a gozar.

Todavia, eu ainda queria mais e com movimentos ágeis e rápidos, tirei minha rola dura de dentro dela e fiz com que Tereza ficasse em pé ao meu lado. Abracei-a vigorosamente e pedi-lhe que me masturbasse enquanto eu tornaria a chupá-la. Tereza sorriu e concordou, mas disse que isso seria melhor se estivéssemos deitados. E assim o fizemos. Mergulhei meu rosto na boceta caudalosa da minha parceira e enquanto a chupava com dedicação e carinho, ela, por sua vez, brincava com o pau, aplicando uma deliciosa punheta.

Gozamos juntos em meio a gemidos, gritos e frases desconexas, perdidos em meio a tanto tesão e tanta satisfação. Quando acabamos estávamos extenuados e vencidos … vencidos sim porém, satisfeitos e realizados. Eu, porque proporcionara para minha parceira uma sensação que ela me afirmara jamais ter sentido … e ela, porque encontrara um homem dedicado a dar-lhe prazer sem pedir nada em troca.

Fizemos mais algumas “sessões” sem perder de vista o que havíamos conseguido, e no final da tarde tomamos banho juntos e depois de nos vestirmos fomos embora do motel. Deixei Tereza no mesmo local onda havíamos nos encontrado pela manhã e antes de descer do carro ela se jogou sobre mim, beijando-me fervorosamente para, em seguida, fixar seus olhos nos meus.

-Obrigado, seu gostoso … sorte minha ter encontrado um homem dedicado a me dar prazer … eu jamais vou te esquecer e sempre que quiser estarei disponível para você … e olhe: jamais se esqueça desse dia, pois para mim ele será eternamente inesquecível! – as palavras de Tereza tinham uma carga de sinceridade e de paixão que me senti o homem mais sortudo do mundo, … afinal, eu tinha realizado um sonho, tanto meu como dela: fazê-la sentir-se mulher, fêmea, desejada e satisfeita … quer mais! Eu não!

P.S. Eu e Tereza não nos encontramos mais, porque ela saiu do mercado e por alguma razão que eu desconheço, seu celular sumiu dos meus contatos … de qualquer modo foi uma experiência que levarei comigo e que tornou uma pessoa melhor e um homem realizado.

Sobre este texto

Trovão

Autor:

Publicação:17 de novembro de 2013 23:36

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Casal

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Comentários

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  • pawmulato
    Postado porpawmulatoem10 de janeiro de 2015 01:41

    Muito bom o seu conto cara! Você escreve muito bem, tem talento. Um abraço.

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