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A COROA TATUADA

A COROA TATUADA
Recentemente, conheci uma mulher muito linda que reside nos arredores do bairro. A primeira vez em que a vi, foi em uma manhã de segunda-feira, quando praticava minha habitual caminhada por uma praça que fica bem próximo da minha casa. Ela estava passeando com seu cachorrinho de estimação, o que, em princípio, me pareceu um hábito regular por parte dela. Fiquei observando-a enquanto caminhava e registrando sua beleza incomum: era uma mulher entre cinquenta e sessenta anos, porém nada denunciava esse fato. Tinha os cabelos médios ondulados com uma mecha lateral que a deixava ainda mais bonita. Seus olhos negros tinham um brilho incomum, diria, especial, e seus lábios finos eram realçados pelo batom de um vermelho discreto.

O corpo era uma nota a parte, já que ela tinha uma cintura delgada (independentemente da idade, frise-se) e uma bunda, cujo único adjetivo que encontrei foi ma-ra-vi-lho-sa! Enfim, uma mulher atraente e com uma sensualidade que apenas não explodia dado o seu recato.

De qualquer modo, cumprimentei-a e fui retribuído por uma voz doce e singela. Continuei meu exercício, crente de que qualquer possibilidade com aquela mulher esbarraria no seu recato e na sua discrição.

Os dias foram se passando, e eu sempre encontrava com ela passeando com seu cachorrinho; trocávamos cumprimentos e sorrisos e tudo se encerrava aí. Confesso que minha vontade era seduzi-la e dizer o quanto eu estava a fim de foder com ela, mas, sinceramente, além temer a repercussão, não queria assediá-la ao ponto de perder uma boa chance.

E foi em uma manhã de segunda-feira que essa relação idílica tomou outro rumo. Eu havia terminado minha caminhada e me alongava, preparando-me para a corrida, quando ela aproximou-se de mim com seu animalzinho de estimação a tiracolo. Sorriu e me cumprimentou; retribui o sorriso e o cumprimento. Ela ficou ali, parada, olhando para mim, enquanto eu fazia o mesmo para ela.

-Você me perdoa? – disse ela com voz baixa e discreta – mas, posso te fazer uma pergunta?

-Mas é claro que pode, minha linda! – respondi radiante pela abertura.

-Essas tatuagens que você tem – prosseguiu ela – doeram muito?

-Olhe, minha linda – respondi com um sorriso – se eu disser que não, vou mentir para você …, doem sim …

-Então? – devolveu ela – porque você as fez?

-Porque eu adoro tatuagens! – respondi ainda sorrindo – E depois da primeira, o resto acontece naturalmente.

Ela deu uma risadinha e ficamos nos entreolhando. Ela abaixou o olhar e procurou retomar a conversa.

-Vou lhe contar um segredo – disse ela baixinho – eu tenho uma vontade enorme de fazer uma!

-E porque não faz? – perguntei eu, surpreso.

-Tenho vergonha – disse ela encabulada – Afinal, não sou mais uma garotinha.

-Ah, não se preocupe – tranquilizei-a, prosseguindo – Idade está na mente e não no corpo …, e, afinal, você é muito linda!



Ela sorriu e sentou-se no banco da praça ao meu lado e ficamos conversando mais um pouco.

Seu nome era Estela, era viúva e vivia com um companheiro da mesma idade que ainda trabalhava e viajava muito. Disse que, as vezes, sentia-se muito só e que sempre era bom ter alguém para conversar. Imediatamente, ofereci-me como amigo e confidente e insisti na ideia da tatuagem. Ela riu muito, e depois de algum tempo e de muita insistência, prometeu que pensaria no assunto.

Nos despedimos com a promessa de voltarmos a conversar novamente. Fui para casa feliz por conseguir a amizade de Estela e me surpreendi pensando ainda em como foder com ela. Alguns dias depois, em um novo encontro, ela me mostrou o desenho de uma flor de lótus, dizendo que era essa imagem que ela desejava tatuar em seu corpo. Perguntei-lhe em que parte pretendia fazê-lo e ela apontou a parte posterior do ombro esquerdo, descendo para as costas.

Disse a ela que ficaria muito linda com aquela imagem e ofereci-me para apresentar-lhe meu tatuador e amigo; ela hesitou, dizendo que pensaria sobre o assunto. Mais uma vez nos despedimos com o compromisso de voltarmos a nos ver. Durante alguns dias fiquei fantasiando aquela mulher linda e tatuada nua para mim …, mas, desejos a parte, preferi a dura realidade.

Os dias foram passando e meus encontros com Estela tornaram-se mais regulares, de tal modo que havíamos nos tornado próximos e quase íntimos. Em certa ocasião ela me perguntou a respeito do tatuador: onde era seu estúdio, quanto ele cobrava em média e coisa assim. Expliquei-lhe tudo direitinho e voltei a insistir que ela fosse conhecê-lo comigo. E, para minha surpresa, ela aceitou! Combinamos que seria na próxima segunda-feira pela manhã. Fui embora radiante com a ideia de levar Estela ao estúdio.

No dia e hora combinados ela me esperava a praça. Vestia-se discretamente, mas havia uma aura excitante nela, com uma blusinha de alças e uma calça jeans. Fomos caminhando até o estúdio que ficava próximo de casa e assim que entramos, meu amigo Juca (nome fictício, é claro), cumprimentou Estela e passaram a conversar sobre o desenho.

Percebi que Estela estava um tanto quanto encabulada, olhando para as várias fotografias que o Juca tinha colado na parede; eram fotos das pessoas que haviam tatuado com ele, e havia mulheres e homens seminus, exibindo com orgulho seus novos desenhos cutâneos. Estela não parecia constrangida, apenas encabulada, e, mesmo assim não disse nada a respeito das fotos.

Após algum tempo de conversa, ela olhou para mim e perguntou se, caso ela concordasse em tatuar, eu a acompanharia; imediatamente, respondi que sim, me colocando ao inteiro dispor dela. Juca e Estela combinaram o tamanho do desenho, as cores e o preço e marcaram para fazer o trabalho na sexta-feira daquela mesma semana, sempre pela manhã. Voltamos e eu me despedi dela, confirmando que estaria disponível no dia combinado.

Estela, com certa hesitação, perguntou se eu não queria entrar e tomar um café com ela. Aceitei de pronto. A casa dela era linda e bem decorada e a sala de estar sóbria e moderna. Sentamos no sofá de couro escuro, logo após Estela preparar dois cafés expressos deliciosos. Tomamos o café imersos em um silêncio que parecia gritar alguma coisa somente percebida por nossos espíritos.

Foi então que Estela me surpreendeu. Assim que terminamos nossa bebida, ela tomou a xícara da minha mão, depositando-a sobre a bandeja, fazendo o mesmo com a dela e, em seguida, aproximou-se ainda mais de mim, tocando meu rosto suavemente.

Não resisti e me entreguei ao desejo incontido de beijá-la; foi um beijo delicioso e delicado, mas que, mesmo assim, havia nos contaminado por completo. Nos beijamos mais. E mais. E mais. Até que eu senti um volume pulsar dentro do meu calção. Agarrei Estela pelos braços, encostei-a no sofá e quase a sufoquei com um beijo mais ousado. Pensei que seria rechaçado, mas não foi isso que aconteceu.



Estela me abraçou e entregou-se de corpo e alma ao meu beijo. Impaciente, toquei seus seios por cima da blusa, e senti seu volume firme e insinuante. Estela pousou sua mão sobre a minha, e afastando seus lábios dos meus, encarou-me cerimoniosamente. “Está tudo perdido!”, pensei eu, achando que meu gesto havia colocado tudo a perder.

-Se nós vamos fazer o que eu penso que vamos – disse ela quase sussurrando – Por favor, seja carinhoso e compreensivo …

Sorri para ela e não disse nada, apenas a beijei com mais carinho que antes. Depois, me levantei, trazendo Estela comigo. Ficamos frente a frente e eu, cuidadosamente, ajudei-a a tirar a blusa e, em seguida, o sutiã. Fiquei extasiado com os seios de Estela; de tamanho médio, mantinham uma incrível firmeza, coroados por mamilos largos e aureolas grandes, clamando por uma boca ávida para saboreá-los.

E foi exatamente isso que eu fiz, caí de boca nos mamilos, sugando-os e lambendo-os com um carinho muito sincero.

Estela acariciava meus cabelos e gemia baixinho, enquanto repetia a frase “como isso é bom!”. Segui em frente, deliciando-me com os peitos da minha parceira, segurando-a na altura do busto e afundando meu rosto neles. Depois de algum tempo, eu decidi que precisava de algo mais. Sem me descuidar dos peitos de Estela, desci as mãos até sua calça, desabotoando e abrindo o zíper; percebi, para mim total surpresa, que Estela estava usando uma lingerie fio dental. Fiquei maravilhado com a surpresa e, imediatamente, olhei para ela e sorri.

Ela ficou encabulada e baixou a cabeça enquanto sorria discretamente. Estela afastou-se um pouco de mim e tirou as calças, exibindo sua lingerie delicadíssima. Por um momento, não sabia o que devia fazer, pois aquela visão era algo além do normal e me deixava em estado de êxtase. Estela olhava para mim com um ar angelical.

-Você gostou? – perguntou ela ainda meio sem jeito.

-Se gostei? – perguntei surpreso – eu, simplesmente, adorei!

-Que bom! – disse ela com um sorriso – Porque eu a comprei, pensando em você.

“OMG!”, pensei eu enquanto caminhava na direção de Estela. Abracei-a e nos beijamos longamente. Ajudei-a a deitar-se no sofá e depois de tirar a linda lingerie, enterrei meu rosto entre suas pernas, deixando minha língua encontrar o objeto de seu desejo, o clítoris da minha parceira. Quando comecei a lamber e chupar o grelinho inchado de Estela, ela contorceu-se, gemendo e sibilando com a respiração arfante.

-Ai, meu amor! – sussurrou ela – Que delícia! Acho que jamais senti algo semelhante …

Incentivado pelo elogio de minha parceira, dediquei-me a chupá-la e lambê-la até que ela, depois de algum tempo, experimentou seu primeiro orgasmo comigo. Seguiram-se outros, mais intensos e que eram comemorados por ela, com gemidos, carícias em meus cabelos e pedidos de “quero mais”.

Afobado, lembrei-me que ainda estava vestido e mais que depressa tratei de me despir ante os olhos faiscantes de minha parceira. Quando estava completamente nu, exibindo toda a minha virilidade pujante, vi o olhar surpreso de Estela.

-Nossa, meu amor! – comentou ela com ar de contentamento – Você é todo tatuado! Eu não fazia ideia! É lindo!

Senti-me confiante o suficiente para subir sobre Estela para penetrá-la. Mas, antes que eu pudesse fazê-lo, ela colocou suas mãos em meu peito e me olhou com ternura.

-Posso te pedir uma coisa, meu anjo? – pediu ela com jeito dengoso.

-O que você quiser, delícia! – respondi de imediato.

-Deixa eu ver e pegar no seu pau?

Imediatamente, sentei-me no sofá, exibindo com orgulho minha ereção pulsante. Estela sentou-se ao meu lado e, com algum receio, estendeu sua mão e, aos poucos, foi sentindo o membro duro. Ela cingiu a rola com os dedos e apertou suavemente, subindo e descendo da glande até a base, sentindo o volume e a extensão dele. Estela examinava minha rola como se fosse a primeira vez em que o fazia. Tive vontade de perguntar-lhe como tinha sido a sua vida sexual até então, mas quedei-me silente, preferindo apreciar o modo como ela, involuntariamente, acariciava meu pau. Tudo parecia novo para ela, examinando aquele pedaço de carne com o olhar curioso, atento e, ao mesmo tempo, excitado.

Mostrei-lhe como me masturbar com lentidão suficiente para sentir o instrumento, bem como ensinei-lhe sobre a pressão a ser exercida sobre a veia na parte inferior da rola, fazendo com que a glande quase dobrasse de tamanho. Estela ficou assustada quando viu e perguntou se não doía. Respondi-lhe que não, pois era muito excitante. Subitamente, ela me perguntou seu eu gostava de ser chupado.

Respondi que sim, mas que não era algo que eu apreciasse como a maioria dos homens. Estela olhou para mim e pediu para fazê-lo. Concordei com alegria, dizendo que ela fizesse o que tivesse vontade. Ela se inclinou até meu ventre e lambeu delicadamente a glande, fazendo um arrepio percorrer minha espinha. Ela parou e olhou para mim, perguntando se tinha feito algo de errado. Respondi-lhe que não e acariciei seus cabelos, deixando que ela prosseguisse em seu intento.

Estela tornou a lamber a glande, descendo por toda a extensão do meu membro até chegar nas bolas que ela também lambeu e chupou com uma maestria surpreendente. Inclinei a cabeça para trás e apreciei aquele carinho sem par. Estela continuou até o momento em que abocanhou a rola e passou a chupá-lo com movimentos de sobe e desce lentos.

Enquanto ela me chupava, eu acariciava suas costas e descia até o início do rego de sua bunda que era deslumbrante, sonhando com a possibilidade de foder aquela maravilha quando fosse possível. Fiquei arrepiado quando Estela, além de chupar a rola, passou a acariciar as bolas, massageando-as com agilidade.

-Ui, Estelinha! – disse eu com a voz entrecortada – Não aguento mais …, eu quero te foder …, eu preciso te foder!

-Então vem, meu amor! – respondeu ela, voltando a deitar-se no sofá – vem me possuir, meu macho tatuado!

Subi sobre ela e segurando a rola com uma das mãos apontei-a na direção do buraquinho de Estela. Ela pousou suas mãos sobre meus ombros e puxou-me para si lentamente. E a penetração aconteceu tão naturalmente que eu fiquei surpreso; meu pau escorregou para dentro dela, oferecendo uma resistência consistente com quem, aparentemente, não fazia sexo há algum tempo. No momento em que minha rola estava enterrada em Estela, ela deu um gemido gostoso e apertou meus ombros, beijando-me logo em seguida.

-Ahn, que bom! – suspirou ela depois de ter me beijado – agora me come gostoso.

Incontinenti, segui em frente puxando e enterrando meu pau nas entranhas da minha parceira que retribuía jogando sua pélvis contra minha rola. Estava tão empolgado que intensifiquei os movimentos quase que involuntariamente, mas, depois de alguns minutos, diminui o ritmo, sentindo que minha parceira ansiava por algo mais suave e apaixonado do que uma foda animalesca.

Fodemos como dois insaciáveis por mais tempo do que eu podia imaginar, e minha resistência me surpreendeu, já que também não sou nenhum garotão carregado de hormônios. Estela, por sua vez, parecia adorar nossa trepada e o sorriso estampado em seus lábios denunciavam o imenso prazer que sentia em ser fodida. Repentinamente, ela gozou de um modo intenso e quase furioso; ela gemeu e seu corpo pareceu tremer por inteiro. Fiz menção de cessar os movimentos, mas ela interveio, segurando meu rosto entre as suas mãos macias e me encarando com firmeza.

-Não, meu amor! – disse ela com uma suavidade cativante – quero gozar mais, por favor …

Retomei meus movimentos enquanto saciava minha sede nos mamilos de Estela, chupando-os avidamente. E minha parceira gozou mais algumas vezes, deliciando-se em cada uma delas, como se fosse a primeira. Estávamos nos entregando a melhor foda de nossas vidas, e eu sentia Estela cada vez mais solta e mais ousada em seus movimentos, gingando seu corpo sob o meu e passeando suas mãos pelo meu peito suado, ao mesmo turno em que eu saboreava seus mamilos, alternando cada um deles em minha boca e soltando-os de modo provocador.

-Ai, acho que não vou aguentar mais! – anunciei com a voz embargada – preciso gozar, Estelinha.

-Vem, meu lindo – respondeu ela, apertando meus ombros – goza dentro de mim, me enche da tua seiva quente.

Quando ouvi a expressão “seiva quente”, simplesmente explodi em um gozo sem limites, ejaculando violentamente dentro de Estela que gritou e suspirou, balbuciando:

-Ahn! Como isso é bom! Que coisa quente e gostosa!

Terminei de ejacular sentindo as pequenas ondas de prazer varrerem todo o meu corpo, que também experimentou espasmos alucinantes de bem-estar. Ergui meu corpo, tentando ficar em pé, porém, foi algo inútil, já que não me restara uma gota de energia sequer. Desabei ao lado de Estela que virou-se de costas para mim, aninhando seu corpo bem colado ao meu. Abracei-a e adormecemos por alguns minutos.

Passado algum tempo que eu fui incapaz de determinar exatamente, acordei abraçado a Estela que dormia tranquila. Mantive meu braço sobre ela e beijei seu ombro com muito carinho. Ela se contorceu com um gemido de aprovação; senti sua bunda esfregar-se em meu pau que, para minha surpresa, pulsou, revelando sua ereção nas carnes firmes das nádegas de Estela.

Tive um certo receio ao deixar aquele ímpeto explodir, mas Estela pareceu gostar da provocação. Continuei beijando seu ombro e mordiscando sua orelha com carinho. Depois de alguns minutos, levantei-me e fiz com que Estela permanecesse deitada de barriga para baixo, exibindo a insustentável beleza de seu traseiro. Fiquei admirando aquela obra da natureza: eram as nádegas mais lindas que eu já vira e sua sinuosidade, aliada à firmeza da pele branca e aveludada, causavam um enorme impacto em qualquer um que tivesse a mesma oportunidade que eu estava tendo naquele exato momento.

Com uma mistura de cuidado e receio, comecei a acariciar aquela obra de arte, sentindo a textura da pele, o calor e o desenho perfeito. Quedei-me absorvido por aquela carícia, esquecendo de tudo mais. Mas foi a voz suave de Estela que me trouxe de volta à realidade.

-Hum, que mão gostosa! – disse ela baixinho – você gosta de minha bunda?

-Impossível não ficar cativado com algo tão bonito assim! – respondi sem medo – A sua bunda é divina!

-Me responde uma coisa? – perguntou ela com voz marota.

-O que você quiser, meu anjo – respondi, imaginando o que poderia ser.

-Você já fez sexo anal? – perguntou com uma voz titubeante – digo …, já fez?

-Sim, já – devolvi continuando com as carícias – E você?

-Nunca tive uma oportunidade – respondeu ela meio sem jeito.

Imediatamente, me inclinei e passei a beijar as nádegas de Estela, que demonstrou gostar muito. Dei vários beijinhos naquelas carnes suculentas, como também mordisquei algumas vezes, arrancando gritinhos deliciosamente histéricos de minha parceira. Deitei-me sobre ela e beijei sua nuca, causando-lhe arrepios.

Deixei que ela sentisse minha ereção tomando forma por sobre a pele de suas nádegas, e depois de alguns minutos, perguntei se ela tinha manteiga ou margarina em casa. Ela riu e perguntou se eu estava como fome; respondi que sim, mas que isso nada tinha a ver com alimento. Repeti a pergunta e ela disse que tinha margarina na geladeira. Fui até a cozinha e voltei de lá com o pote nas mãos.

Peguei uma pequena porção e passei a untar cuidadosamente o cuzinho de Estela. Ela arrepiou-se, e perguntou o que eu estava fazendo.

-Preparando você – respondi baixinho – para uma nova experiência. Dizendo isso, enfiei meu rosto entre as nádegas dela e apliquei-lhe um banho de língua naquele cuzinho virgem. A cada lambida, Estela gemia e balançava as nádegas sem dizer qualquer palavra. Algumas, veze, simulei uma penetração, endurecendo minha língua e empurrando-a contra o selinho. Estela gemeu alto, dizendo que aquilo era bom.

Levantei-me e exibi minha ereção para Estela que olhou extasiada; seus olhos faiscavam, deixando claro que ela estava com tesão. Pequei outra porção de margarina e untei minha rola, fazendo-o de forma insinuante e provocativa. Estela olhava e parecia me comer com os olhos brilhantes.

-O que você vai fazer? – perguntou ela com ar de quem sabia muito bem acerca das minhas intenções.

-Vem aqui! – disse eu, enquanto fazia Estela ficar de quatro – Venha, que eu vou te mostrar.

Ela obedeceu, e ficou de quatro sobre o sofá com as pernas entreabertas. Aproximei-me por trás dela e depois de acariciar suas nádegas, segurei-as com firmeza, puxando-as até que seu cuzinho ficasse a mostra para minha rola. Rocei a glande no selinho de Estela, fazendo todo o seu corpo estremecer.

-Por favor, querido – suplicou ela me olhando por cima do ombro – seja cuidadoso comigo.

Sorri para ela e puxei-a para mim, enquanto mantinha meu pau apontado para o cuzinho de Estela. Assim que minha glande venceu a resistência das preguinhas do selo dela, Estela deu um grito que ela próprio abafou, mordendo o braço do sofá. Segurei-a com mais firmeza ainda, a fim de impedir que ela recuasse. Respirei fundo e avancei.

Cada centímetro de penetração que eu vencia, era um suplício para Estela que gritava e pedia para que eu parasse; confesso que houve momentos em que eu tive a intenção de desistir, pois não queria que ela sofresse. Todavia, decidi que era um caminho sem volta, e pedi a ela que aguentasse um pouco mais. Enterrei toda a rola no cuzinho de Estela e lá permaneci por alguns instantes, respirando com calma e deixando que ela se acostumasse com o volume introduzido em seu ânus.

Antes que ela pudesse perceber algo, passei a estocar o cuzinho de Estela com movimentos longos e profundos; ela gritava e implorava para que parasse com aquilo; dizia que a dor era insuportável, e que eu a estava machucando muito. Inclinei-me sobre ela, deixando que os dedos de minha mãos encontrassem seu clítoris que estava muito inchado.

Passei a dedilhá-lo com carinho, e depois de alguns minutos, Estela experimentou um orgasmo que sobreveio além da dor que eu lhe impingia com o sexo anal. Prossegui com a carícia no grelinho de minha parceira, sem me descuidar das estocadas intensas em seu traseiro. Demorou algum tempo para que Estela me confessasse que a dor fora substituída por uma enorme sensação de prazer que se somava ao carinho em seu clitóris.

Finalmente, Estela me confessou que estava tendo um orgasmo provocado pelo sexo anal, e também disse que era muito bom.

-Você é incrível! – elogiou ela que, agora, movimentava-se, empurrando seu corpo contra minha rola – Ai, que gostoso …, isso, não para …, continua me fodendo …

Incentivado por Estela segui estocando seu cuzinho e lhe propiciando outra sequência de orgasmos deliciosamente anunciados e comentados, até que, descontrolado e vencido pelo esforço, ejaculei em suas entranhas, depositando outra carga de sêmen quente e viscoso. Estela caiu sobre o sofá, vencida, mas feliz e eu me deitei ao seu lado, acariciando suas nádegas que tremelicavam gostosamente.

Depois de algumas horas, já estávamos vestidos e abraçados na soleira da porta. Nos beijamos apaixonadamente e eu confessei a Estela que ela era uma mulher maravilhosa. Ela sorriu e agradeceu, perguntando se nos veríamos novamente.

Senti uma ponta de receio em sua voz, mas, não hesitei em sorrir para ela e segurar seu queixo. Ela riu de um jeito maroto e infantil, tentando desviar seu olhar do meu. Apertei-a com força entre meus braços e perguntei se ela tinha dúvidas a respeito disso. Ela balançou a cabeça em negação e sorriu mais uma vez.

Em um gesto impensado, empurrei Estela contra a parede, e fiz com que ela desabotoasse seu jeans. Ela não apenas obedeceu com deixou que eles escorregassem até o chão, exibindo sua linda lingerie. Ajudei-a a tirar as calças e a minúscula lingerie. Levei a pequena peça íntima até meu rosto e a cheirei com safadeza no olhar. Coloquei-a no bolso do calção e dedilhei a vagina de minha parceira que, novamente, ficou úmida.

Ajoelhei-me e lambi Estela que ficou de pernas abertas, oferecendo seu sexo para meu deleite. Chupei e lambi até que ela gozasse mais uma vez. Quando terminou, levantei-me, segurando-a pelos ombros, já que suas pernas estavam bambas. Sorri para ela e a beijei para que ela sentisse o seu gosto em minha boca. Depois, olhei para ela e lhe disse:

-Vou ficar com essa peça para mim, para que você tenha certeza que vou voltar para receber outra de presente. Fui embora, com a certeza de que voltaria …, afinal, ela era uma mulher e tanto!

Dias depois, recebi uma ligação dela confirmando se eu iria com ela até o estúdio do Juca para que ela fosse tatuada; não apenas confirmei como disse que ficaria muito triste se ela fosse desacompanhada.

Fomos até o estúdio e, ao final de algumas horas, Estela tinha uma linda flor de lótus tatuada na parte posterior de seu ombro, descendo para as costas. Saímos do estúdio muito felizes, parecendo um casal de adolescentes. Já na casa dela, Estela me ofereceu um café que aceitei de bom grado.

Enquanto estava na sala esperando por ela, ouvi seu chamado para que eu fosse ter com ela na cozinha; e lá chegando, fui surpreendido pela deliciosa visão de Estela despida, trajando apenas uma nova lingerie sensualíssima. Ela Olhou para mim, e depois de um sorriso, disse com voz lânguida:

-Essa eu comprei para a sua coleção, você gostou?

-Gostei muito! – respondi – Mas a coleção não é minha, mas sim, nossa!

Sobre este texto

Trovão

Autor:

Publicação:26 de julho de 2015 21:10

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Maduras

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  • Luiz
    Postado porLuizem19 de fevereiro de 2016 18:50

    Otimo conto essa coroa deve ser uma delicia mesmo, sempre tive a vontade de pegar uma coroa peituda toda tatuada.

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