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A DESQUITADA (UM CONTO VINTAGE)

A DESQUITADA (UM CONTO VINTAGE)
Estávamos no final dos anos sessenta e florescer dos anos setenta. Eu era um adolescente de dezesseis anos, repleto de sonhos e expectativas que, naquele momento, se resumiam à divertir-se com os amigos, estudar e descobrir os segredos do envolvimento entre homem e mulher. Como já aprendera a obter o assim chamado “prazer solitário”, com o auxílio dos catecismos de Paulo Zéfiro e algumas revistas pornográficas suecas que circulavam às escondidas no colégio, e também já aprendera a beijar com a ajuda de algumas empregadinhas amigas de minha mãe, ansiava por algo mais …, algo que me possibilitasse descobrir que outras formas de prazer poderiam ainda existir.

Morávamos em uma casa feita de paredes de barro, pouco cimento e tijolos largos, cujo revestimento se resumia apenas a uma fina camada de cimento pintado com tinta à base de água. O terreno era uma tira comprida, onde haviam outras duas casas, e na lateral esquerda a edificação se repetia da mesma forma. Não costumo considerar aquela moradia como um cortiço, mas é inegável a “promiscuidade” de relacionamentos entre vizinhos, proporcionada por uma arquitetura tão intimista, posto que até os muros que separavam as casas eram baixos a fim de permitir conversas, futricas e fofocas.

Foi mais ou menos nessa época, que Nair mudou-se para a casa que dava costas para a nossa. Nair era uma mulher de certa idade, porém cujos atributos e uma ajudinha da natureza colaboravam para enaltecer sua beleza. Mesmo sem saber a idade dela, eu me sentia atraído por sua beleza incomum e seu corpo de formas exuberantes. Era uma linda morena clara de um metro e sessenta de altura, cintura fina, bunda larga, peitos que estufavam qualquer vestido e um rosto cativante e sem marcas, com grandes olhos negros cintilantes, lábios carnudos e convidativos e uma pele lisinha e sem marcas.

Quando vim a saber que ela estava próxima dos sessenta anos, mal pude acreditar, já que, olhando-a, mesmo de perto, não dava cinquenta …, era uma belíssima mulher sob qualquer aspecto que se considerasse. Todavia, ela tinha uma pecha maldita que a acompanhava para todo e qualquer lugar que frequentasse: ela era desquitada. É bem verdade que eu sequer sabia, naquela época, o significado da palavra, mas pelos comentários feitos por minha avó materna e minha própria mãe, me parecia ser algo depreciativo, ou até mesmo ofensivo.

E foi na escola, com os colegas (sempre com eles!), que descobri que Nair era separada de seu marido e essa condição lhe auferia um preconceito social, posto que a ideia era de que a mulher desquitada estaria nessa condição não porque o marido fosse um desqualificado, mas sim porque ela, e apenas ela, criara uma situação, possivelmente, porque tivera um amante ou coisa do gênero. Bem, mas o que importa é Nair e sua exuberância e não sua condição social.

Nair tinha uma filha de nome Tânia, uma garota com idade entre dez ou doze anos se me lembro bem e foi com ela minha primeira aventura sexual; certo dia, eu e Tânia estávamos sós em minha casa, pois minha avó fora fazer as famosíssimas “compras de mês” e minha mãe fora trabalhar. Ela voltara da escola e pediu para ver televisão comigo, já que sua mãe ainda não tivera condições de adquirir uma, lutando para conseguir um emprego para pagar as contas.

Como de costume, não me fiz de rogado, já que a companhia de Tânia muito me agradava; ela era uma garota como qualquer outra de sua idade: seios pequenos (ainda em formação), pernas longas, uma bundinha que também dava sinais de acompanhar a anatomia materna e um rostinho angelical com olhos castanhos e lindos lábios finos. E lá fomos nós assistir televisão na sala de estar da minha casa.

Havia um grande sofá de tecido xadrez e duas poltronas, sendo uma de couro e outra de tecido. Como de hábito, Tânia sentou-se na poltrona de tecido e eu me deitei no sofá, vestindo calção e camiseta. Ficamos lá, entretidos com a sessão de desenhos animados (Hanna Barbera & Cia), quando ela me pediu licença para comer uma maçã que estava na fruteira que ficava sobre a mesa na cozinha. Pedi que ficasse à vontade e se servisse do que bem entendesse.

Quando voltou para a sala, mastigando a fruta, permaneceu em pé ao meu lado e depois de alguns minutos, perguntou se podia deitar-se junto comigo; inocentemente, aquiesci, cedendo espaço para que ela se deitasse ao meu lado. Para minha surpresa, Tânia colou seu corpo ao meu, provocando uma deliciosa sensação com seu corpo quente e sua pele macia.
Mal sabia eu que se tratava do frescor da juventude que anos mais tarde, eu conheceria melhor. Tânia terminou de comer a maçã, deixando o resto sobre a mesinha de centro, voltando-se para mim e passando a brincar com meus lábios. Imediatamente, senti minha rola endurecer, pressionando o ventre dela. Tânia olhou assustada para mim, perguntando o que era aquilo. Expliquei a ela que era meu pau que endurecera.

-Posso pegar nele? – perguntou-me ela com uma vozinha quase infantil.

Respondi que sim, e ela segurou o volume por cima do calção apertando-o com firmeza; mais uma vez a rola pulsou e a expressão de surpresa inocente do no rosto dela, deixou-me ainda mais excitado.

-Posso ver? – tornou a perguntar ela com imensa curiosidade. Permiti com a condição de que ela não contasse nada para ninguém; Tânia assentiu com a cabeça e eu abaixei meu calção deixando a mostra a rola dura de glande inchada.

A menina tomou a pica nas mãos e passou a sentir sua dureza e suas dimensões. Eu procurava, de todas as maneiras, ocultar a excitação que tomava conta do meu ser, pois não queria por tudo a perder, inclusive a amizade dela. Ela perguntou para que servia e eu, um safado nato, levantei-me, fui até o quarto, de lá retornando com as revistinhas suecas. Mostrei-lhe as imagens, e Tânia ficou ainda mais surpresa e espantada. Ela folheou avidamente as revistinhas e depois pediu para que eu tornasse a deitar ao seu lado no sofá.

-Posso te pedir outra coisa? – tornou a perguntar, voltando-se para mim. Respondi que sim e ela continuou – você ficaria pelado para mim?

A pergunta me deixou meio sem jeito, e no primeiro momento hesitei muito em atender ao pedido dela. No entanto, reforçando que aquele seria o nosso segredinho, levantei do sofá e despi-me, permanecendo em pé para que Tânia pudesse me examinar detidamente; e foi exatamente isso que ela fez. Ela também ficou em pé e passou a examinar meu corpo com um olhar entre curioso e inquietante.

Depois de algum tempo, Tânia pegou mais uma vez no meu pau e apertou-o como antes. Tornou a olhar para mim, denunciando que perguntas estavam por vir.

-Para que serve esse negócio? – perguntou inicialmente. Expliquei-lhe que era com ele que homens e mulheres faziam sexo e geravam filhos (que me ouvisse naquele momento acharia graça do meu ar professoral!). Tânia continuou, perguntando se funcionava como nas revistas, e eu respondi afirmativamente. E assim as perguntas se seguiram, até que uma delas me excitou ainda mais.

-Você faz como aqueles homens? – inquiriu, apontando para uma imagem onde um sujeito acabara de ter um orgasmo. Respondi que sim e ela prosseguiu – e você pode me mostrar como é?

Sei muito bem que, se fosse nos dias de hoje, essa cena soaria como um abalo pedofílico, porém, como eram outros tempos e em nenhum momento me passou pela cabeça foder com aquela menina, respondi dizendo que poderia se ela quisesse ver. Tânia assentiu vigorosamente com a cabeça, esboçando uma expressão de alegria ante a minha concordância.

Tomei a rola nas mãos e passei a me masturbar na frente dela, que me olhava, curiosa, olhando para a rola dura e para os movimentos que eu fazia com a mão. Comecei a gemer baixinho e minha amiga perguntou se estava doendo; tive que rir, respondendo que não, que era algo muito gostoso. Ela me abraçou, ficando ao meu lado, sem tirar os olhos da rola pulsante. E depois de algum tempo veio outra pergunta que poderia ser considerada constrangedora.

-Posso fazer para você …, isso que você está fazendo? Os olhinhos dela brilhavam um brilho inocente, sapeca e divertido, tornando aquela situação muito mais intimista e destituída de qualquer maldade. Concordei e deixei que a mãozinha dela continuasse a punheta.

Tânia tinha uma mão pequena e mal conseguia cingir a rola dura, mas preciso confessar que ela se esmerou em me masturbar.
Quase que por puro instinto, levei minha mão ao seu peito, tocando o peitinho durinho que apontava para a frente. Tânia olhou para minha mão e em seguida me encarou com um ar sério. Temi que tivesse ultrapassado algum limite, e tencionei tirar a mão dali. Mas, para minha surpresa, Tânia deu um sorriso e desvencilhou-se de mim, apenas o tempo suficiente para livrar-se da camiseta, exibindo seu busto em formação, já que ela não usava sutiã.

Ela tornou a cingir a rola, retomando a tarefa que havia se incumbido. Eu, por minha vez, passei a acariciar os peitinhos, brincando com os minúsculos mamilos que estavam arrepiados, fazendo com que ela também soltasse uns gemidinhos de prazer. Senti um espasmo percorrer meu corpo e apertei Tânia contra mim, respirando mais aceleradamente. Tânia perguntou “se eu estava perto”, e respondi que sim. Pedi licença por um momento, e peguei uma toalhinha que eu guardava estrategicamente debaixo da costura aberta do assento da poltrona de couro.

Retornei à minha posição, deixando que Tânia concluísse o que havia começado. Quando os arrepios começaram a percorrer minha espinha, apertei Tânia ainda mais contra mim, e depois de alguns minutos, pedi que ela segurasse a toalhinha, enquanto eu apoiava sua mão a fim de que a porra explodisse dentro dela. E foi assim que eu gozei; deixei a toalha levemente inclinada para que Tânia pudesse apreciar a ejaculação e os jatos de esperma sendo atirados sobre o tecido.

Fitei minha amiga que olhava a tudo que acontecia com uma expressão de espanto e uma certa alegria curiosa. Quando terminei, limpei-me da melhor forma possível e pretendi vestir-me novamente; Tânia olhou para mim e perguntou se eu podia continuar nu e deitar-me ao lado dela, ao que concordei sem problemas. Ficamos deitados, ela vestida e de costas para mim e eu nu, atrás dela. Quase adormecemos, e somente não o fizemos porque ouvi ruídos no portão principal da pequena vila e corri para me compor.

Minha avó nos viu sentados, um em cada poltrona, atentos ao que passava na televisão e com uma aura de absoluta inocência. Quando ela foi para a cozinha, Tânia olhou para mim e ensaiou uma risadinha bem safada, mas eu levei o indicador aos lábios, exigindo que ela se lembrasse que aquele evento era o nosso segredo pessoal. Tânia segurou o riso como pode e permaneceu comigo naquela tarde até quando sua mãe, voltando do trabalho, veio buscá-la.

Nos dias que se seguiram, sempre que estávamos sós, Tânia insistia em ver a rola e brincar com ela. Algumas vezes, no início, tentei resistir, dizendo que aquilo não era certo, mas, com o decorrer do tempo, acabei entrando no clima de brincadeira que me satisfazia. Certo dia, ela me perguntou se as mulheres também gozavam. Eu lhe expliquei que sim, e tornei a valer-me das revistinhas suecas para mostrar-lhe o que sabia. No entanto, disse a ela que não tinha a menor noção de como isso seria feito e prometi-lhe tentar descobrir.

Com a ajuda dos colegas da escola (sempre eles!), descobri que era necessário esfregar o clítoris da mulher para ela atingir um orgasmo. E lá fomos nós, eu e Tânia, descobrir onde ficava o tal clítoris. Depois de algumas tentativas (umas mais dolorosas que outras), certo dia eu acertei! Cocei o grelinho de Tânia e ela gozou escandalosamente! Gritou tanto que tive medo de alertar os vizinhos, razão pela qual corri em tapar sua boca com a minha mão.

Tânia ficou tão satisfeita que nossa amizade subiu alguns degraus e mesmo na tenra idade eu podia afirmar que estávamos envolvidos (apaixonados seria forte demais para aquela ocasião). Assim, brincávamos juntos sempre que era possível, gozando e nos divertindo com nossa nudez. Vi os peitinhos dela começarem a tornar-se mais volumosos e graciosos, na mesma medida em que ela apurava sua habilidade em me masturbar, provocando o orgasmo e segurando ao máximo.

Enfim, vivíamos um verdadeiro mar de rosas, sem que ninguém desconfiasse de nada. Naquela época, não havia a comodidade moderna de termos banheiros dentro de casa; eles ficavam em pequenas construções anexas ao lado das casas, e era lá onde fazíamos nossas necessidades e tomávamos nossos banhos. E uma tarde, quando me banhava, ouvi a voz sussurrada de Tânia pedindo para entrar. Abri a porta e ela correu para mim e me abraçou. Ficamos ambos completamente molhados.

Foi quando, pela primeira vez ela me pediu um beijo, o qual dei com muito carinho. Nos beijamos como dois adolescentes que éramos …, e ela disse que, a partir daquele dia, eu era seu namorado.
Por razões mais que óbvias, mantivemos nosso romance em segredo, nos encontrando às escondidas quando queríamos alguma privacidade. Fazíamos isso nos fundos do terreno onde havia um galpão de madeira, que, futuramente, seria a oficina mecânica do meu pai. Lá era o nosso pequeno reduto, onde nos beijávamos por horas a fio, brincávamos com nossos corpos e, com a ajuda de revistinhas pornográficas, nos esmerávamos em aprimorar nossa habilidade de chegarmos ao orgasmo …, o mais curioso é que isso acontecia sem que passasse por nossas cabeças fazer sexo convencional.

Gostávamos mesmo era de bolinarmos mutuamente e gozar o máximo que nos fosse possível. Foi uma época dourada, e eu me sentia muito feliz ao lado de Tânia. Mal sabia eu que aquele idílio não duraria por muito mais tempo …, ou melhor, pela interferência de um personagem indiscreto e inoportuno chamado Nair!

Certo dia, estava voltando da escola e vi Tânia com os braços apoiados sobre o portão de madeira de sua casa; sorri para ela, e ela abaixou os olhos, em um gesto de vergonha. Continuei caminhando em sua direção, mas quando ela percebeu que eu me aproximava, deu de costas e correu para dentro de casa. Eu jamais havia feito isso, mas de modo praticamente instintivo, corri atrás dela. Abri o ferrolho do portão e avancei casa adentro.

Tânia estava sentada no sofá de tecido carcomido que minha mãe havia dado para Nair e tinha os braços envolvendo suas pernas com o rosto apoiado sobre os joelhos. Me aproximei dela e sentei no sofá, acariciando seus cabelos. Foi, então, que ela levantou o rosto mostrando seus olhos vermelhos e inchados. Ela havia chorado muito, e ainda soluçava baixinho enquanto me fitava com um olhar perdido. Aflito, perguntei o que havia acontecido.

Ela me contou que sua mãe havia descoberto sobre nós e nossas “brincadeiras” e que, como castigo, estava decidida a enviá-la para morar com o pai no interior de São Paulo. Tânia me contava isso com dificuldade, já que as lágrimas tornaram a verter de seus olhos e os soluços tornaram-se descontrolados. Ela disse que não queria morar com seu pai, pois ele era um bêbado violento e sempre tivera medo dele; além do mais, prosseguia ela com enorme dificuldade, não queria perder minha companhia e minha amizade.

Abracei Tânia e tentei acalmá-la; disse-lhe que eu tentaria conversar com sua mãe e pedir a ela que mudasse de ideia; Tânia ficou horrorizada, e suplicou para que eu não tomasse aquela atitude, pois tinha temores de que a sua mãe descarregasse sua ira também contra mim. Tomei-a nos braços e a consolei, beijando seus cabelos e dizendo que tudo daria certo, pois eu tinha jeito para conversar com os adultos.

Tânia me abraçou apertado e rogou para que eu mudasse de ideia, mas eu permaneci resoluto em conversar com Nair e tentar resolver toda aquela situação. Quis me despedir dela, mas Tânia pediu para que eu ficasse um pouco mais, pois queria sentir o meu carinho e o meu calor. Eu olhei para ela e sorri.

Levantei-me e tirei meu uniforme escolar, ficando nu; Tânia fez o mesmo, e depois disso nos abraçamos e sentimos o calor de nossos corpos repletos de juventude e tesão; meu pau ficou duro na hora e Tânia olhou para mim com um sorriso nos lábios. Ela cingiu-o com uma das mãos e passou a me masturbar com carinho e cuidado. Tânia tornara-se muito hábil em me masturbar e sabia os momentos certos de parar, segurar o gozo, e, depois, prosseguir …

-Posso te mostrar uma coisa que aprendi? – perguntou ela, me fitando com olhinhos doces e safados.

-Mostrar o que? – perguntei curioso – e com quem você aprendeu, hein? Tânia deu um sorrisinho e foi até o sofá levantando o assento e revelando o esconderijo de novas revistinhas suecas.

-Aprendi ali! – respondeu ela, apontando para as revistinhas que estavam ali e voltando para perto de mim – então, posso te mostrar?

Eu sorri e acenei afirmativamente com a cabeça. Tânia, então, ajoelhou-se na minha frente e, enquanto me masturbava, começou a passar a língua na glande …, Uau! Que sensação deliciosa, pensei comigo, acariciando os cabelos da minha garota, enquanto ela batia uma punheta no meu pau e lambia a cabeça, quase me levando à beira da loucura.

Um pouco antes de gozar, pedi que ela parasse com aquela lambeção, mas Tânia insistiu que queria sentir o gostinho da minha porra. Eu ainda resisti, mas foi tudo em vão; em pouco tempo eu estava ejaculando no rosto da minha garotinha. Foi uma carga tão grande, que Tânia ficou muito lambuzada, no rosto e nos cabelos. Quando ainda estava tentando me recompor, vi Tânia, passando os dedos nos lábios e saboreando a porra ainda quente.

Ela parecia provar uma iguaria desconhecida, lambendo os lábios e olhando para o infinito, tentando identificar o sabor daquilo. Depois de alguns minutos, ela olhou para mim e disse que não era gostoso, mas que era quente e pegajoso. Comecei a rir dela, e puxei-a para mim; nos abraçamos e nos beijamos. Alguns minutos depois, eu estava devidamente recomposto e me despedi dela, afirmando que conversaria com sua mãe sobre nós.

Nos dias que se seguiram, eu fiquei matutando uma forma de abordar Nair, a mãe de Tânia, sobre meu envolvimento com sua filha, nosso relacionamento sem “maldade” e como pedir a ela que não nos afastasse. Nesse período, procurei me distanciar de Tânia, a fim de que isso não tornasse as coisas mais difíceis do que já pareciam. Disse a ela o motivo do afastamento, e mesmo não gostando da ideia, ela não se opôs.

E a oportunidade surgiu de uma forma bastante apropriada. Houve uma manhã de sexta-feira que eu não tinha aulas, mas sabia que Tânia teria, porque estudávamos em colégios diferentes. E também sabia que Nair, sua mãe, estava de folga em sua casa. Ponderei que não haveria outra oportunidade semelhante, já que em minha casa não havia ninguém, posto que todos haviam saído e me deixado sozinho.

Fui até a casa de Tânia e bati palmas no portão, esperando para ser atendido. Nair colocou a cabeça para fora da porta da cozinha, olhou para mim por alguns instantes sem dizer nada. Em seguida, ela perguntou o que eu queria. Disse, então, que precisava conversar com ela sobre eu e sua filha e se ela poderia me ouvir. Nair fez uma careta enfadonha e, após alguns minutos torturantes, pediu que eu entrasse.

Fechei o portão atrás de mim e caminhei com passos firmes, muito embora sentisse que meu coração saltaria pela boca. Estava em estado de terror, com medo de Nair e do que ela poderia fazer contra mim e contra sua filha …, milhares de pensamentos escabrosos e assustadores passaram pela minha mente e somente fui tirado deles quando, ao passar pela porta da sala, ouvi o barulho do trinco se abrindo. Tomei um susto e meu sangue congelou nas veias. “Fudeu!”, pensei comigo, mas, ainda assim, mantive firmeza.

Nair abriu a porta e depois deu-me as costas sentando-se no sofá que, dias antes, havia servido de reduto para eu e Tânia. Fiquei em pé na soleira da porta, sem saber bem o que fazer. Nair resmungou alguma coisa e depois pediu que eu entrasse e fechasse a porta. Obedeci, e ao fechar a porta, senti um arrepio percorrer minha espinha, enquanto o medo apoderava-se da minha alma e do meu corpo.

Voltei-me na direção dela e fiquei olhando, enquanto me esforçava para que as palavras saíssem …, mas, lamentavelmente, eu mais parecia um ator de cinema mudo; Nair ficou me olhando e depois de alguns minutos, decidiu por fim a todo aquele drama.

-Então, menino? – disse ela com uma voz tão autoritária quanto uma professora – o que você quer falar …

Eu respirei fundo, engoli em seco e tentei falar alguma coisa, mas, novamente, as palavras simplesmente recusavam-se a sair. Nair olhou-me no fundo dos olhos e soltou uma exclamação de impaciência.

-Vamos lá, menino! – disse ela quase gritando – eu não tenho o dia inteiro …, o que é que você quer me dizer sobre você e minha filha?

Houve um silêncio quase sepulcral, e eu temi pela minha sorte naquele momento, como também pensei que meu gesto redundaria em um castigo brutal para minha Tânia. Nair fez uma expressão de cansaço e encostou-se no sofá. Apenas após alguns minutos, ela decidiu falar.


-Tudo bem, menino – prosseguiu ela – se você não tem nada a dizer eu tenho …, você pensa que pode fazer safadezas com a minha menina, aproveitar-se da inocência dela, foder a bocetinha dela, e tudo fica assim como está?

-Não! Não é nada disso! – fiquei surpreso e assustado assim que minha voz ecoou na sala, obrigando Nair a calar-se – Não fodi com a sua filha …, não fiz nada disso apenas …

-Apenas se aproveitou dela, não é? – interpelou Nair – brincou com a bocetinha dela, com os peitinhos dela, mostrou sua pica para ela …, não fez nada, não é?

-Não, Dona Nair – respondi com medo na voz – É que eu gosto da sua filha …, eu não quero o mal dela …

-Sei – disse ela com ironia – Não quer o mal dela, mas quer a bocetinha dela, não é, seu safado!

Tentei responder, mas fiquei sem palavras. Dona Nair ficou me olhando, e não disse mais nada. Depois de algum tempo ela tomou a iniciativa mais uma vez.

-Vem aqui, menino! – ordenou Nair – fica mais perto para eu te ver melhor.

Caminhei até perto da mulher, parando a uma distância segura para não ser agredido por ela. Mas, ela não ficou satisfeita e exigiu que eu chegasse mais perto. Fiz o que ela mandou com um medo enorme se apoderando de mim.

-Tira a roupa! – ordenou ela novamente – Fica pelado que eu quero ver o que a Tânia viu em você.

Hesitei e fiquei sem ação, pensando que a desobediência poderia me custar muito caro.

-Vamos, moleque safado! – ordenou Nair com irritação – tira logo essa roupa que eu quero ver!

Depois de alguns minutos, acabei fazendo o que ela havia ordenado. Tirei meu calção e minha camiseta, ficando nu na frente da mãe de Tânia. Nair ficou me olhando de cima a baixo, examinando-me com um ar estranho, sem dizer, nem fazer nada. E foi nesse momento que fui surpreendido pela atitude dela. Nair estendeu a mão e pegou minha rola que estava meio endurecida (afinal, ela era um tesão de coroa!), e passou a apertá-la e manipulá-la com certa destreza.

Não demorou para que eu estivesse de pau duro na frente daquela mulher sexagenária. O olhar de Nair havia mudado …, não havia mais raiva ou irritação nele. Ela parecia lânguida e, ouso dizer, excitada! Ela continuou manipulando minha rola sem dizer nada.

-Hum, pica grossa, hein, menino – elogiou ela sentindo as dimensões do meu pau – bom comprimento também …, é você tem um belo apetrecho entre as pernas, guri.

Após esse elogio, Nair soltou a rola dura e se levantou. Virou-se de costas para mim e ordenou que eu abrisse o zíper do seu vestido. Obedeci sem entender bem a razão daquela ordem. Em poucos minutos, Nair estava pelada! Eu olhei para ela e fiquei surpreso; não sabia o que pensar, muito embora minha rola estivesse pulsando como louca! Nair aproximou-se de mim, e puxou meu rosto na direção de seus peitos.

-Chupa os bicos, menino – mandou ela com voz carregada de tesão – vamos ver se você é bom mesmo …, faz comigo o que você fez com a Tânia, vamos.

Com uma mescla de medo e tesão, chupei e lambi os mamilos largos e amassados de Nair, detendo-me nas aureolas que era muito sensíveis, já que quando as toquei com minha língua a mulher gemeu, apertando minha cabeça contra seu peito. E enquanto eu mamava naquelas deliciosas e enormes tetas, minha parceira apertava minha rola, massageando-a com certa força.

Sem pensar no que estava fazendo, desci uma de minhas mãos até a vagina dela, procurando por seu clítoris.
Quando, finalmente, eu o encontrei, quase tomei um susto, pois o bichinho era enorme, estava inchado e pulsava como uma pequena rola. Nair contorceu-se e apertou ainda mais a minha cabeça contra seus peitos e eu aproveitei para mamar ainda mais naquelas tetas enormes. Nair não era uma mulher alta; pelo contrário, ela estava quase à minha altura o que facilitava em muito, a manipulação. Estávamos nos provocando mutuamente e eu sentia que aquela poderia ser a minha “primeira vez”.

-Aff, para, moleque safado! – gritou Nair me empurrando para longe dela. Depois, ela tornou a sentar-se no sofá e me chamou para que sentasse ao seu lado. Obedeci ao comando. Nair aproximou-se de mim e começou a me masturbar. E ela fazia isso com certa destreza, porém cheia de tesão o que fazia com que seus movimentos fossem um tanto brutos. Mesmo assim, eu estava gostando.

-Que pica grossa, menino – disse ela, enquanto me punhetava – Diz uma coisa para mim: você já tentou enfiar essa rola na bocetinha da Tânia? Diz a verdade, eu quero saber!

-Não, Dona Nair! – respondi com a respiração prejudicada e a voz embargada – Eu …, eu gosto da sua filha …, a gente apenas brincou …, só isso.

-E você já trepou com uma mulher de verdade, menino? – tornou a perguntar ela com curiosidade na voz – já fodeu uma mulher?

-Não, senhora – respondi meio envergonhado.

-Então, acho que você precisa aprender – disse ela com tom de voz professoral – E vê se aprende, mas não faz com a Tânia, entendeu?

-Sim, senhora – respondi, me deliciando com a punheta que rolava solta.

Nair, então, deitou-se no sofá e ordenou que eu viesse em cima dela. Obedeci sem entender direito o que estava para acontecer, e quando estava em cima da mulher, senti sua mão pegando na minha rola e puxando-a na direção de sua boceta.

-Vamos, enfia esse troço aqui dentro – ensinou ela – Enfia até o fundo, entendeu?

Fiz o que Nair mandou e senti minha rola escorregar para dentro da vagina dela. No início houve uma certa dificuldade, pois a pele roçava com a pele e o atrito tornava a penetração mais forçosa; porém, quando senti a umidade do orifício da mãe de Tânia, percebi que a rola escorreu para dentro muito mais facilmente. Assim que a penetrei, Nair soltou um gemido longo, enquanto suas mãos apertavam minhas nádegas com vigor. Não fosse o fato de ela ter unhas curtíssimas, certamente ela as teria cravado na minha carne.

-Agora, menino – prosseguiu ela, ofegante – mexe essa porra, do jeito que vou te ensinar. E dizendo isso ela segurou minha cintura, obrigando-me a movimentos de vai e vem.

Em poucos minutos, a cadência dos movimentos foram apreendidos por mim que passei a comandar a penetração, empurrando e puxando minha rola com mais velocidade e profundidade. Nair gemia como louca e vociferava palavrões escabrosos, mais se parecendo com uma puta (algo que relembrei muito tempo depois).

-Isso mesmo, menino – disse ela com enorme dificuldade – Isso, fode a minha boceta, fode …, você é bom de pica, menino …, se é verdade mesmo que a Tânia não te experimentou …, coitada, ela não sabe o que está perdendo …

Continuei os movimentos de vai e vem, fodendo gostoso a desquitada que se regojizava com as estocadas fortes e rápidas. Nair ofegava com um animal no cio e apertava minhas nádegas, exigindo que eu a penetrasse o mais fundo que fosse possível. Eu me esforcei ao máximo e fodia aquela boceta com uma vontade primal. Ficamos assim, fodendo com vontade por tanto tempo, que eu perdi a noção do tempo e do perigo. Me concentrava em foder a boceta da coroa.

Nair, nos limites de sua resistência, gozou, gritando e gemendo como louca
-Aiiiii, filho da puta! – gritava ela – isso, me faz gozar, seu putinho …, eu quero mais! Não para!

Prossegui, e fiz Nair gozar mais outras vezes. “Ah, o doce sabor da juventude”, penso hoje em dia; foder Nair, além de ter sido minha primeira vez, foi algo indescritível, já que ela estava toda oferecida, louca para foder e resignada com sua abstinência. E depois de tanto esforço, senti meu corpo fraquejar e minha rola pulsar, causando-me um enorme espasmo.

-Ai, Dona Nair – disse quase balbuciando as palavras – Acho que vou gozar …

-O que! – gritou ela, me empurrando – Não! Não goza dentro de mim … eu não quero que você me faça um filho …, sai daí, menino!

Saltei de cima dela quase sem forças e cai no sofá, vencido pelo esforço, mas ainda de pau duro. Nair ordenou que eu ficasse de pé. Obedeci, mesmo com as pernas bambas e o corpo fremindo pelos espasmos e arrepios. Ela, então, se ajoelhou na minha frente e tomou a rola na boca, chupando-a com muita vontade. Ela segurava a pica pela base, próximo das bolas e puxava o tecido para trás, expondo ainda mais minha glande que estava meio dolorida, e abocanhando com os lábios cobrindo os dentes.

Eu estava à beira de um colapso, quando, finalmente, Nair prossegui com seu intuito de me fazer gozar, voltando a me masturbar violentamente. Eram movimentos rápidos e longos, as vezes até mesmo, dolorosos, em que a desquitada fazia de tudo para que eu chegasse ao orgasmo.

-Vamos, moleque safado! – ordenava ela impaciente – goza logo, vamos …, solta essa porra que eu quero ver …

Antes que ela pudesse continuar, eu ejaculei violentamente; os jatos de esperma projetaram-se na direção do rosto de minha parceira que parecia gozar novamente com a sensação de ser lambuzada por mim.

-Ai, que porra gostosa! – disse ela em quase euforia, enquanto libertava minha rola e esfregava o sêmen quente pelo seu rosto e peito. E tudo terminou em alguns minutos. Nair voltou a sentar-se no sofá e me puxou para perto dela, fazendo com que eu deitasse em seu colo. Ela brincou com a rola mole e me deu seus peitos para chupar, o que fiz de bom grado.

-Agora chega, menino! – disse ela, tirando seu mamilo da minha boca – Vá para sua casa …

-Mas, e eu e a Tânia? – perguntei amedrontado e curioso – Nós podemos continuar nos encontrando?

-Não sei – respondeu ela com um olhar safado – vou pensar …, e enquanto penso, você vai ter que vir aqui em casa de vez em quando, para eu conferir essa sua pica safada, entendeu …, Ah, e tem mais: nada de contar o que aconteceu aqui para ninguém …, principalmente para a Tânia, senão eu prendo ela dentro de casa e vocês não se verão nunca mais …, estamos entendidos?

Acenei com a cabeça e comecei a vestir minhas roupas, saindo porta fora assim que me vi apresentável. Todavia, quando abri a porta da sala da casa de Nair, dei de cara com Tânia. Ela estava escondida, atrás de um enorme vasos de avencas, e assim que me viu, fuzilou-me com o olhar.

Tânia tinha tristeza e revolta no olhar e quando tentei me aproximar dela, ela sacudiu a cabeça, apontando a direção do portão que dava para a rua. Eu ainda tentei me aproximar dela, mas o olhar revoltado dela, me impeliu a obedecer o sinal que ela havia feito. Saí pelo portão, sabendo que meu “namoro” com Tânia havia acabado definitivamente.

Poucos meses depois, Nair conheceu um motorista de ônibus, amigo do meu pai e, em pouco tempo, mudou-se com ele para outro bairro, levando Tânia consigo …, nunca mais eu a vi …, mas sua sapequice e docilidade ainda moram em meu coração e em minha mente.

P.S. Apenas para efeito de cronologia, este conto antecede os eventos narrados em “Doces Recordações” e “A garota do Calendário”, já publicados por mim, anteriormente.

Sobre este texto

Trovão

Autor:

Publicação:29 de junho de 2015 23:43

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Maduras

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