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A GORDINHA DOS SONHOS!

A GORDINHA DOS SONHOS!
Vou lhes contar uma coisa: sabe aquela gordinha deliciosa que frequentemente você encontra por ai exibindo suas curvas alucinantes e seu rebolado tentador? Aquela gordinha exuberante que você olha com olhar guloso e recebe de volta um sorriso provocante? Pois é, essa mulher é um reservatório de tesão ambulante que nos arrebata subitamente e nos deixa prostrados perante a sua pujante eloquência de fêmea que sabe fazer o jogo do esconde/revela.

Pois é, adoro mulher assim e adoro ainda mais quando a conquista nasce naturalmente, sem forçadas de barra ou perseguições inúteis que sempre acabam em plena frustração. E foi o que aconteceu quando, pela primeira vez em minha vida, dei com a visão inebriante de uma fêmea chamada Vitória. Ela era um arquétipo do que eu descrevi anteriormente. Exuberante de corpo sinuoso com formas generosas e tão provocantes que eu cheguei a pensar que ela fosse apenas um sonho que tomara a forma de mulher.

Loira de cabelos curtos, olhar verde e selvagem, lábios finos e promissores, seios fartos, ocultos mas instigantes sob a blusa justíssima que deixava claro que eles foram concebidos para serem desejados, uma cintura cujo diâmetro apenas denunciava as ancas largas que também revelavam uma bunda enorme e repleta de incitações delirantes.

Ela estava caminhando displicentemente sem demonstrar qualquer preocupação com o mundo à sua volta, ao mesmo tempo em que seu rebolado sutil não tinha a intenção de ocultar seu lado de fêmea excitante e muito boa de cama. E foi assim que fui arrebatado pela sua sensualidade natural e repleta de vida, obrigando-me a mudar meu percurso, passando a segui-la com certa discrição. Não demorou e ela parou em um ponto de ônibus e eu não sei porque, mas tive a certeza de que ela havia percebido minha presença em seu encalço.

Como jamais havia feito antes, enchi-me de coragem e aproximei-me sem muita cerimônia. Olhei para ela que imediatamente me acolheu com um sorriso franco e aberto. “Isso! Vamos em frente!”, pensei comigo mesmo enquanto perguntava o seu nome, ouvindo um doce “Vitória”, pronunciado por meio daqueles lábios pelos quais meu tesão suplicava por um beijo. Perguntei-lhe se ela sabia o quanto era bonita e sensual, afirmação que deixou a garota sem jeito e com um sorriso bastante jovial. Vitória não era uma garotinha, mas uma bela jovem cujo conjunto da obra estimulava pensamentos obscenos e repletos de tesão, e eu sentia que ela sabia muito bem disso, explorando esses “atributos” em favor de uma boa oportunidade.

Conversamos um pouco de modo informal e eu fiquei sabendo que ela estava indo para o trabalho, que era recepcionista em uma empresa da área de informática e que cursava a faculdade no período noturno. Conservando meu comportamento de “bom moço”, fiquei sabendo também que Vitória havia acabado de sair de uma relação relativamente longa por conta de uma enorme decepção com seu namorado “quase noivo” (palavras dela), pois ela descobrira que estava sendo traída com sua melhor amiga de infância. Neste exato momento viu aqueles lindos olhos verdes ficarem marejados.

Aproximei-me dela e ousei abraçá-la, gesto ao qual Vitória foi muito receptiva … afinal, ela estava se sentindo carente e essa é, de fato, uma oportunidade imperdível. Abracei-a afetuosamente e senti suas lágrimas molharem minha camiseta. Em alguns minutos, Vitória procurou se recompor e limpando os olhos com as costas da mão, pediu-me desculpas pela “cena”. Eu disse que tudo bem e que sabia que ela estava precisando de um ombro amigo. Ela sorriu para mim e agradeceu a gentileza.

Conversamos mais um pouco até que o ônibus que Vitória estava esperando, finalmente, havia chegado. Ela agradeceu o meu apoio e despediu-se ensaiando subir na condução. Em um ato puramente instintivo, segurei-a pelo braço e perguntei se ela podia me fornecer o número de seu celular. E para meu espanto, Vitória tomou meu aparelho que estava na cintura e digitou os números, dizendo, em seguida, que eu podia ligar quando quisesse.

Depois que ela embarcou e o ônibus partiu, eu fiquei ali, pensando que, talvez, aquela fosse a chance de saborear aquela delícia de formas generosas. Fui para casa e passei o dia pensando naquela garota de olhos brilhantes que havia acabado de ser traída pelo namorado … o que ela precisava era ser consolada (em todos os sentidos!), e o que eu precisava era de um corpo como aquele para sossegar meu tesão de homem iniciando o outono de sua vida.

Confesso que resisti o quanto pude, mas não se passaram mais que vinte e quatro horas até que eu caísse na tentação de ligar para Vitória e saber se eu tinha alguma chance de traçar aquela delícia traída. Ela atendeu de primeira e pelo tom de voz parecia feliz em me ouvir. Disse-lhe que ficara preocupado com ela e que queria, de alguma forma, consolá-la pela decepção que ela havia sofrido recentemente. Vitória achou muito linda a minha iniciativa e me perguntou onde eu estava e o que estava fazendo. Respondi que estava em meu trabalho e que como era quase fim de expediente me preparava para ir embora. E foi nesse momento que tive uma ideia verdadeiramente luminosa.

Perguntei a ela onde morava e quando ela disse eu soltei um gorjeio de felicidade – afinal, ela morava próximo da minha casa – oferecendo-lhe uma carona, pois eu estava de carro. Vitória hesitou por um momento e eu pensei, sinceramente, que tudo estava para ir água abaixo. Todavia, em seguida, ela concordou. Anotei o endereço de seu trabalho, que também não ficava muito longe do meu, e pedi-lhe que me esperasse em um posto de gasolina próximo onde nos encontraríamos. Despedi-me dela e meio que atabalhoado, corri para limpar minha mesa de trabalho descendo para o estacionamento em tempo recorde.

Assim que estacionei o carro na entrada do posto de gasolina, Vitória veio até mim, entrando e sentando-se sem muita cerimônia. Aliás, estava tão descontraída que, ao fechar a porta do carro voltou-se para mim e quando eu pensei em dar-lhe um beijinho no rosto, fui surpreendido com os doces lábios dela tocando os meus. Aquilo me causou um arrepio que percorreu minha espinha com a intensidade de um choque elétrico cuja descarga final fez meu pau endurecer de imediato. Senti-me meio sem jeito, imaginando que ela poderia perceber minha excitação, mas, de qualquer modo, dei de ombros, pois a sorte estava lançada.

Fomos conversando durante o trajeto e por mais que eu quisesse me controlar eu não era capaz de tirar os olhos daquela plus size irresistível; Vitória estava excepcionalmente excitante, trajando um vestido preto extremamente curto que deixava suas coxas deliciosas à mostra, ao mesmo tempo em que o decote abusado parecia oferecer seus peitos exuberantes para delírio da minha libido. Eu suponho que, em algum momento, ela tenha percebido minha exagerada excitação por ela, razão pela qual ela pareceu tornar-se mais oferecida, cruzando suas pernas e fazendo com que o vestido subisse mais alguns centímetros.

Eu estava ficando completamente fora de mim; o tesão era tanto que eu já nem me preocupava mais em esconder a ereção que de tão potente parecia querer furar minha braguilha, erigindo o mastro arredio. Quando chegamos perto da sua casa ela me pediu que eu parasse um pouco antes, pois queria evitar comentários “maldosos”. Estacionei e mal desliguei o carro quando saltei sobre ela oferecendo minha boca para aqueles lábios quentes e carnudos. Nossa! Foi um beijo e tanto! E o mais espantoso é que, na sequência, senti uma das mãos de Vitória pousar sobre o membro protegido pela roupa sentindo-lhe o volume e a intensidade do meu tesão.

-Eu e o Eduardo, meu namorado, nunca trepamos... – ela disse assim que nos desvencilhamos do beijo que não queria ter fim – mas, a gente sempre brincava até gozarmos … se eu pedir, você faz isso pra mim? Eu não quero perder meu cabaço ainda … tudo bem pra você? – aquelas palavras soaram como magia para meus ouvidos, já que “brincar” com ela era o que eu mais queria naquele momento ou em qualquer outro no futuro. Assenti afirmativamente com a cabeça coletando um sorriso franco e iluminado da minha nova parceira de aventuras.

Vitória, então, me perguntou que horas eu entrava e saía do trabalho e logo depois que lhe respondi a pergunta ela me disse que ligaria no dia seguinte para combinarmos algo mais íntimo (e ela disse isso acariciando meu pau por cima das calças). Nos beijamos mais uma vez e ela desceu do carro caminhando em direção à sua casa.

Aquela história toda me deixou muito excitado – principalmente quando ela perguntou sobre os horários … o que será que ela tinha em mente, pensei sem qualquer ideia do que poderia acontecer dali em diante. Lamentei apenas não dizer a ela que era casado, mas ponderei que não faltaria oportunidade para isso. E não foi que, para minha surpresa, ela enviou uma mensagem de texto na qual dizia que sabia que eu era casado, mas que isso não tinha importância, … afinal iríamos apenas brincar (!). Voltei para casada sorridente e afoito com o que estava por vir.

O dia seguinte transcorreu dentro da mais absoluta normalidade, exceto pela minha ansiedade exagerada, pois eu não havia conseguido dormir direito pensando quais “brincadeiras” Vitória teria reservado para nós. Quase no fim do dia, excitado e frustrado ao mesmo tempo por nada ter acontecido, arrumei minhas coisas e pus-me a aceitar resignado a necessária volta para o lar.

Estava entrando no carro quando, uma mensagem de texto vibrou em meu celular. Era a coisa mais doida e excitante que eu já lera em toda a minha vida. Era de Vitória e dizia o seguinte: “Hoje vim trabalhar com um vestido parecido com o de ontem, porém mais ousado. E adivinha só? Estou sem calcinha. Você não quer vir até aqui? Estou me sentindo tão só!”. No fim da mensagem havia o endereço da empresa onde ela trabalhava.

Com o coração quase saltando pela boca, dei partida no carro e procurei dirigir com o maior controle possível afim de evitar um acidente que poderia por tudo a perder. Eu queria ver aquela delícia sem calcinha! Eu poderia até morrer depois, mas agora era isso que importava!

A empresa na qual Vitória trabalhava ficava em um sobrado sóbrio e relativamente isolado muito próximo do meu escritório, e por isso mesmo, não demorei muito a chegar. Estacionei no recuo existente na frente do imóvel e caminhando com certa dificuldade (afinal, o tesão era imenso!), aproximei-me da porta principal, que percebi estar entreaberta. Entrei e tomei o cuidado de fechá-la atrás de mim. Tomado por um susto enorme, senti o celular vibrar com outra mensagem. “Estou na copa que fica aqui no fundo”. Caminhei até lá e assim que entrei dei com Vitória em pé encostada em uma pequena pia.

Realmente o vestido era muito mais excitante que o anterior. Era preto também, porém mais curto e colado realçando as formas generosas daquela mulher belíssima. Parei em frente a ela, fixando meu olhar no dela e antes que algo fosse feito ou dito, Vitória levantou o vestido, revelando uma bocetinha deliciosamente despida de pelos. Aproximei-me dela, levando minha mão até a região genital da fêmea e sentindo aquela anatomia completamente umedecida, denunciando que minha parceira estava mais excitada que eu.

Brinquei com a vagina, acariciando, ora os grandes lábios, ora o pequeno clítoris que de tão inchado parecia uma pequena rola vibrante. Fui tão carinhoso que Vitória não tardou em gozar entre gemidos e espasmos controlados para não nos colocar em risco.

-Ai, foi tão gostoso, … você é muito carinhoso e por isso vai ganhar um prêmio! – dizendo isso, Vitória ajoelhou-se ante mim e depois de desafivelar o cinto e abrir minhas calças, puxou a cueca deixando meu cacete duro e pulsante livre apontado para ela que, imediatamente, colocou-o na boca, chupando e lambendo com sofreguidão e carinho. Suas mãos acariciavam minhas bolas, e vez por outra, ela as apertava delicadamente, causando-me sensações indizíveis. Eu estava tão excitado que não conseguia gozar, … queria mais … muito mais!

Vitória cuidou do meu pau até que se levantou e passou a masturbar-me, abraçando-me e olhando fixamente para o membro duro e grosso.

-Puxa, sua mulher é que é feliz com uma pica enorme dessas a disposição dela … eta mulherzinha de sorte! Queria eu ter um desses só pra mim! – Ela dizia isso, ora olhando fixamente para meu pau, ora encarando-me com o olhar sedutor e impregnado de tesão. Goza pra mim, gato, goza … eu quero … quero essa pica jorrando leite quente só pra mim …

Foi nesse instante que senti o orgasmo explodir em uma sequência de jatos fortes que se lançavam em direção à boceta desnuda de minha parceira que, habilmente, esquivou-se deles deixando que eles caíssem sobre sua coxa. Meu corpo fremia de tanto tesão sentindo as mãos macias e quentes de Vitória ajudarem meu pau a terminar de expelir o sêmen até a última gota. E ela não hesitou em se ajoelhar mais uma vez e tomar a rola na boca, lambendo-a até que ela ficasse completamente limpa de eventuais “restos denunciadores”.

Assim que terminamos, Vitória me abraçou, dizendo que eu tinha sido maravilhoso e que ela havia adorado aquela “aventura”. Despedi-me dela na porta do sobrado que abrigava a empresa na qual ela era recepcionista e antes que eu desse as costas, ela me perguntou se poderíamos “brincar” outras vezes. Claro que eu respondi afirmativamente, apenas ressalvando que ela deveria ter as ideias, pois eu era um verdadeiro desastre em criatividade. Vitória deu um sorriso largo concordando com meu pedido.

Os dias transcorreram tranquilos, muito embora eu, confesso, não conseguia tirar aquela gordinha deliciosa da minha cabeça (aliás, das duas!), ansiando pela nova “brincadeira” que ela estivesse engendrando. E isso aconteceu mais rápido do que eu podia imaginar. Era fim de expediente e eu estava pronto para retornar para casa quando, outra mensagem de texto no celular me deixou sem folego: “Estou louquinha pra alguém carinhoso me foder por trás … que tal? Amanhã, pela manhã … no lugar de sempre. Vou estar sozinha te esperando. Peladinha. Beijos”.

De manhã!, pensei eu … que loucura! Ainda mais no lugar em que ela trabalhava … essa menina é louca de pedra! E eu mais ainda porque a ideia “esquentou” o tempo no meio das minhas pernas e a ereção era tão potente que eu tive certeza de que era um caminho sem volta. A noite foi tumultuada e cheia de intervalos de insônia alternados com cochilos alvoroçados. Quando dei por mim, já estava acordado e pronto para sair (e não eram sequer seis da manhã!). Nem sei explicar como minha esposa não desconfiou de nada, mas a verdade é que em pouco menos de vinte minutos eu estava estacionado em uma rua transversal próxima ao local de trabalho de Vitória, enviando-lhe uma mensagem de texto na qual eu avisava que estava pronto para mais uma aventura!

A resposta foi retumbante: “Estou na sala do meu chefe, peladinha só pra você … vem logo!”.
Até hoje não sei explicar como foi que eu consegui chegar tão rápido, mas dei por mim, estava no segundo pavimento do imóvel olhando para Vitória, pelada de quatro sobre um sofá de couro balançando seu traseiro divinal para mim. Despi-me com uma rapidez assustadora e quando fiz menção de segurar aquelas nádegas roliças entre as mãos, ela me surpreendeu, virando-se e abocanhando meu pau duro lambendo-o por inteiro, balbuciando que ele precisava ser “lubrificado” antes do “show” começar.

Repentinamente, uma ideia me veio a cabeça e pedi para que Vitória me esperasse por alguns minutos. Corri até a pequena copa no andar debaixo e, para minha sorte grande, descobri um pequeno pote de margarina na geladeira. Untei minha rola com ela e corri de volta vislumbrando Vitória gemendo e dizendo que queria uma rola dura dentro dela. Aproximei-me com certo cuidado e depois de segurar firmemente suas nádegas firmes, afastei-as deixando à mostra o vale formado entre elas que era coroado pelo pequeno buraquinho róseo.

Respirei fundo e avancei, introduzindo a glande inchada que mais parecia a cabeça de um cogumelo, forçando sua entrada que ocorreu em meio a gemidos e gritinhos controlados de minha parceira. Ela respirava de maneira irregular e no momento que tencionei interromper minha “invasão” ela resistiu, contraindo seu esfincter que funcionou como uma boca sem dentes pressionando meu cacete e me fazendo gemer de tesão.

-Não faz isso, meu gostoso! Não tira ele daí! Vem, me fode o cu com esse pau delicioso … eu quero!

As palavras de Vitória operaram o esperado, pois eu prossegui em minha penetração, avançando centímetro por centímetro. E a cada avanço, ela gemia e arfava dizendo que queria mais. Prossegui resoluto, segurando suas nádegas com firmeza e puxando-a para mim com todo o tesão do macho dominante que deseja sentir e dar prazer para sua parceira. No momento em que senti minhas bolas roçarem o vale interior da bunda de Vitória me dei por feliz e passei a estocá-la com movimentos longos e controlados, extraindo o máximo de tesão de cada um deles.

Vitória gemia, arquejava, e, mesmo assim, implorava para que eu continuasse fodendo o seu cu, dizendo que estava muito bom. Continuei ampliando os movimentos e tornando-os, pouco a pouco, mais intensos e rápidos, até atingir um frenesi incontrolável em que cada estocada da minha rola era correspondido pelo movimento de vai e vem da minha parceira. Não havia mais nada a nossa volta, nem medo de sermos flagrados, nem mesmo a remota possibilidade de uma inesperada surpresa. Foi algo deliciosamente obsceno, excitante e muito prazeroso.

Vitória gozou um sem número de vezes, e cada uma delas era precedida de um anúncio repleto de tesão. Eu não sabia como estava sendo capaz de resistir a tanto tesão e como ainda persistia em avanços e recuos cada vez mais repletos de intensidade e vigor.

Mas, tudo que é bom acaba e aquela foda inédita (pelo menos para mim) teve seu fim anunciado quando meu esfincter se contraiu anunciando que o gozo estava chegando retumbante. Avisei minha parceira e perguntei-lhe se podia encher seu cuzinho com meu leite, ao que ela respondeu negativamente. Ela tinha outros planos!

-Tira essa pica gostosa daí e deixa teu leitinho quente me molhar todinha! – A frase dita por Vitória parecia ter sido ouvida pelo meu pau que pulsou receptivo enquanto eu o tirava para fora e deixava que os jatos fossem aspergidos sobre a pele branca da minha parceira, que em pouco tempo fico completamente lambuzada com minha porra. Foi a gozada mais escandalosa que eu já tivera. Os jatos foram tantos, que houve um momento em que pensei que não tinha mais fim.

Quando tudo acabou, Vitória levantou-se do sofá, correndo em direção a uma porta que eu supunha era um banheiro e de lá voltando com duas toalhas de rosto nas mãos. Ofereceu-me uma para, em seguida, virar-se de costas para mim pedindo que a enxugasse da esporrada que eu dera. Passei a tolha em suas costas enquanto sentia meu pau vibrar ameaçadoramente (!). Vitória não se fez de rogada e inclinou-se para frente, fazendo com que suas nádegas roçassem meu pau de maneira bastante safada.

Mal terminei de enxugá-la e abracei-a com carinho, sussurrando em seu ouvido o quanto tinha adorado aquela “brincadeira”. Vitória respondeu que ela também havia gostado muito, principalmente porque nem mesmo seu ex-namorado tivera um desempenho tão louvável.

Subitamente, ela voltou-se para mim e beijou-me com paixão para, em seguida, olhar para o relógio de parede que anunciava que as horas estavam tornando-se perigosamente ameaçadoras e que eu devia partir de imediato. Vesti-me as pressas enquanto minha parceira fazia o mesmo. Ela desceu e me acompanhou até a porta, onde nos despedimos com mais beijos fervorosos e com a promessa de novas “brincadeiras”.

Fui trabalhar naquele dia me sentindo o sujeito mais sortudo do mundo: encontrara uma mulher que era tudo que eu sonhava: gostosa, safada, ousada e desenxabida o suficiente por nós dois. Foi fantástico imaginar o quanto ela podia ser uma garota excepcionalmente gostosa e tesuda … “que azar do Eduardo, hein”, pensei eu rindo sozinho dentro do meu carro.

E mesmo imaginando que o dia havia acabado, fui surpreendido por uma nova mensagem de texto da minha mais nova parceira no final da tarde, quando o expediente já havia encerrado e que dizia apenas: “Quero ficar sentada em sua mesa de trabalho enquanto você chupa minha bocetinha. Quero hoje!”. Sentindo um calafrio percorrer minha espinha não hesitei um segundo sequer em responder laconicamente: “Então, vem pra cá. Daqui a meia hora. Te espero”.

Rapidamente, liguei para a recepção avisando que uma “visita” estava para chegar e em pouco mais que alguns minutos ouvi o sinal sonoro do elevador anunciar que Vitória havia chegado. Ela entrou sorriu marotamente para mim e perguntou onde eu trabalhava. Disse para ela que era na sala ao lado (que na verdade era do assistente, mas que estava vazia e podia ser fechada sem problemas). Entramos e assim que fechei a porta, Vitória despiu-se e sentou-se sobre a mesa de trabalho, inclinando-se para trás e abrindo suas pernas. “O jantar estava sobre a mesa”, pensei enquanto me sentava na poltrona que ficava bem de frente para ela e afundava meu rosto naquela bocetinha que estava tão úmida que mais parecia um pequeno lago de águas mornas.

Lambi e chupei minha parceira fazendo ela gozar várias vezes. E a cada vez ela gemia e dizia que queria mais, sem saber que quem queria mais era eu! Segurei-a pelas coxas grossas e firmes e enfiei minha boca naquela boceta deliciosa, vez por outra, lambendo o cuzinho oferecido que já havia sido sacrificado naquela manhã, mas que, mesmo assim ainda piscava impertinente.

Quando Vitória se deu por vencida de tantos orgasmos, eu ainda não me sentia completamente saciado de chupar aquela bocetinha com sabor de pêssego e assim prossegui, extraindo mais alguns gemidos e espasmos corporais da minha pequena deusa do sexo.

No momento seguinte, ela se libertou de minha língua, permanecendo sentada sobre a mesa e acariciando meu pau com a ponta de um de seus pezinhos lindos. Ela me pediu para levantar e quando o fiz, Vitória abriu minhas calças com uma agilidade espantosa, colocando a benga dura para fora e aplicando-lhe uma vigorosa punheta que me fez gozar depois de meia hora de provocação com beijos, amassos e chupadas nos peitões dela que eu havia, ousadamente, agarrado entre as mãos. Gemi tendo vontade de gritar bem alto de tão bom que fora tudo aquilo.

Nos compusemos em poucos instantes e eu ofereci uma carona para ela.

Quando, tempos depois, estacionei próximo à casa de Vitória fui surpreendido por um beijo quente e carinhoso acompanhado de um afago em minha virilha. Ela olhou para mim com aquele olhar de menininha sapeca e sorriu um sorriso largo, agradecido e sincero.

-Adorei o dia de hoje, e você? – respondi-lhe que também havia adorado aquela aventura – Então tá … mas tem uma coisa, … vou querer repetir com mais brincadeiras e espero que você tope … que me diz?

-Olha bonequinha, se você não quisesse repetir ai sim eu ficaria muito triste! – respondi alegre recebendo outro beijo de agradecimento.

Enquanto ela se afastava do carro eu pensei: “puxa vida! Que loucura deliciosa!”.

O celular vibrou: “A partir de hoje você é o meu brinquedinho de estimação. Beijos da tua Vitória!”.

E a vida continua ...

Sobre este texto

Trovão

Autor:

Publicação:24 de novembro de 2013 23:53

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Casal

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Comentários

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  • Luiz
    Postado porLuizem27 de novembro de 2013 17:51

    Sou gordinho e adoro gordinhas. Sexo de alto impacto sem contar que quanto mais área de contato mais tesão eu sinto.

  • madame red
    Postado pormadame redem27 de novembro de 2013 10:12

    como "gordinha" que sou, adorei. ;)

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