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A GUIA TURÍSTICA URUGUAIA!

Para começo de conversa, posso afirmar que se alguém me contasse a história que vou narrar neste conto, eu diria que o sujeito é um mentiroso, ou ainda, que ele adora contar vantagem! Mas, a bem da verdade, e com o fito de trazer luz sobre mais uma aventura, preciso dizer que ela é verdadeira e aconteceu com algumas “pequenas” diferenças do texto a seguir. Portanto, deixo-os a vontade para duvidar e até mesmo ironizar a possibilidade de isto ser um evento real.

Estava em férias com minha esposa, a bordo de um navio em cruzeiro pelas capitais Argentina e Uruguaia, navegando pelo Rio da Prata, quando chegamos ao destino inicial da viagem: o resort a céu aberto chamado de “punta del este”, onde situa-se o famoso casino CONRAD. Este balneário uruguaio não possui porto ou mesmo cais capaz de permitir o atracamento de um navio de grande calado, razão pela qual o passeio em terra depende de um transporte de lancha do navio até um pequeno cais onde nós turistas fomos embarcados em ônibus para um pequeno passeio turístico a fim de conhecer os pontos principais do local.

Preciso confessar que o tal balneário não tem nada de excepcional, bastando algumas poucas horas para que se veja tudo que ele tem de interessante. Mas, por outro lado, para mim havia algo muito mais interessante a bordo do ônibus, e que se materializava na figura esbelta e insinuante da guia turística encarregada de nos proporcionar o tal passeio. Seu nome era Raquel, e tratava-se de uma bela uruguaia, na faixa entre quarenta e cinquenta anos, de lindos cabelos loiros e olhos profundamente azuis, ornados por um sorriso simplesmente cativante. Ela era algo deslumbrante que havia dado uma certa esperança de que aquele cruzeiro prometia.

Durante o trajeto, mesmo sob certa vigilância, eu pude aproveitar aquela bela visão do paraíso na terra sob a forma de uma mulher. Muito embora Raquel estivesse trajando um uniforme da empresa a qual servia, certos detalhes anatômicos denunciavam uma promessa excitante, e eu não perdi a oportunidade de fantasiar sobre tais detalhes, vez por outra, deitando um olhar mais atirado na direção dela; olhar este que me pareceu plenamente correspondido de forma muito discreta. Aquilo foi tornando-se um pequeno flerte que parecia prometer mais do que realmente demonstrava. O problema era a patroa! Como aproveitar aquela delícia uruguaia sem que a companheira percebesse ou interferisse. Realmente, eu não era capaz de pensar em uma possibilidade viável. E os olhares continuaram apenas como uma mera promessa.

Após uma parada em um ponto “turístico” qualquer, Raquel pediu a todos nós o preenchimento de um daqueles malditos formulários de opinião sobre os serviços prestados por ela, alegando que se tratava de algo importante para ela e para a empresa. Dito isso, ela começou a trafegar entre as poltronas do ônibus fornecendo o formulário e uma caneta para seu preenchimento. Quando estendi a mão para pegar o dito documento, ela virou-se para mim com o intuito de responder a uma pergunta do casal sentado ao lado. Nesse momento, seja pelo balanço natural do veículo, seja por qualquer outra situação inesperada, eu senti que Raquel esfregou suas nádegas na minha mão que permanecera pousada sobre o descanso da poltrona. Uau! Aquilo me deu um calafrio que percorreu a espinha, ao mesmo tempo que, imediatamente, voltei meu olhar em direção da patroa a fim de constatar se ela tinha testemunhado o fato, o que, por um extremo golpe de sorte não havia ocorrido.

O mais curioso é que Raquel persistiu na posição em que se encontrava roçando suavemente suas nádegas no dorso da minha mão que eu insisti em manter na mesma posição usufruindo da oportunidade que eu supunha ter sido meramente casual. Finalmente, aquilo cessou quando ela voltou seus doces olhos azuis na minha direção estendendo-me caneta e formulário. Incontinenti, entreguei ambos para minha esposa que tratou de preenchê-lo da forma que considerou justa.

Pouco tempo depois o ônibus estacionou em uma rua estreita e Raquel nos disse, por meio do microfone que tinha em mãos, que teríamos uns quinze minutos para passearmos pelo centro do balneário e, eventualmente, fazermos compras. Descemos todos e fomos perambular pelas ruas, retornando ao ponto de encontro no prazo estipulado por nossa guia a fim de tomarmos o veículo que nos levaria de volta ao cais para, de lancha, embarcarmos de volta em nosso navio. Usando um artifício meio bobo – dizendo para minha esposa que queria fazer uma pergunta à Raquel – aproximei-me dela e perguntei uma bobagem que até hoje não consigo me lembrar qual era. Raquel começou a falar, mas seus olhos queriam dizer outra coisa. Quando terminou perguntou-me de volta qual seria a próxima parada do cruzeiro, ao que respondi ser a capital da Argentina. Ela sorriu sutilmente enquanto estendia em minha direção um pequeno pedaço de papel dobrado, o qual, imediatamente, tomei de suas mãos e guardei no bolso da minha bermuda.

Por alguns instantes fixamos nossos olhares um no outro, e eu senti que havia “rolado um clima”, e, obviamente, fiquei excitado com o conteúdo do bilhete que ela me entregara tomando o cuidado de não ser flagrada. Despedimo-nos ali mesmo, pois ela não retornaria conosco ao cais e algum tempo depois eu estava embarcado aguardando a partida do enorme navio para prosseguir seu itinerário. Nesse ínterim, minha esposa disse que queria fotografar a partida da proa do navio. Eu desconversei dizendo que estava com sede e que iria até o deck inferior para beber alguma coisa. Ela concordou e foi para seu destino empunhando sua máquina fotográfica.

Enquanto descia pelas escadas em direção ao meu destino saquei do bilhete ávido em desvendar seu conteúdo. Em um português apenas “inteligível” Raquel disse fornecera-me o número de seu celular acrescido da frase: “eu também estarei em Buenos Aires”, informação essa que me deixou tão excitado que, se pudesse, correria para a cabine a fim de me masturbar. Ponderei que, de alguma forma que eu não conseguia ainda decifrar, aquela mulher tinha algum plano em mente para nossa parada na capital Argentina. Destruí o bilhete – não sem antes tomar o cuidado de gravar o número do celular dela no meu – e retornei para junto de minha esposa apreciando a partida do navio e pensando naquela uruguaia deliciosa e na hipótese de que viéssemos a ter um novo encontro.

No dia seguinte, logo após o café da manhã, estávamos atracando em Buenos Aires, e assim que a rampa foi liberada a horda de brasileiros ávidos em conhecer novos lugares desembarcou para passeios programados e outras coisas mais. Como já conhecíamos aquela linda cidade com ar europeu, decidimos, eu e minha esposa, em permanecer embarcados, usufruindo das benesses de um navio de cruzeiro à nossa total disposição. Por outro lado, eu fiquei pensando em uma forma de “escapar” para terra e contatar Raquel, mesmo considerando que isso pudesse redundar em uma enorme “roubada”.
Quase no final da tarde – e também no crepúsculo das minhas esperanças – um senhor de certa idade que eu havia conhecido no embarque puxou conversa perguntando porque eu não havia descido, ao que respondi-lhe já conhecer bem aquela capital. Ele sorriu um sorriso de alívio e retrucou se eu poderia acompanhá-lo, pois ele queria muito conhecer “Puerto Madero”. Um alerta soou dentro de mim: incrível! A oportunidade que eu queria estava ali, bem na minha frente oferecendo-me a chance de descer e tentar contato com Raquel. Sem qualquer estratégia preparada respondi-lhe que adoraria a ideia.

Fui, então, ter com minha mulher, explicando-lhe o pedido do amigo passageiro. Ela desdenhou dizendo que eu poderia correr o risco de me perder e, com isso, “pagar um mico feio”. E muito embora ela tivesse razão, eu inventei uma conversa de que iríamos ser orientados por um membro da tripulação que se propusera a nos acompanhar, já que este também iria aproveitar a sua folga. Minha mulher resistiu de forma quase irredutível, mas após algumas frases bem pensadas acabou por concordar, pedindo-me apenas que não deixasse de levar o celular (!) para que, eventualmente, eu pudesse entrar em contato com ela se houvesse algum contratempo.

Poucas horas depois desembarcamos – eu e meu amigo – e tomamos um ônibus circular que estava à disposição da empresa patrocinadora do cruzeiro e rumamos para o nosso destino. Quando lá chegamos o meu acompanhante olhou para mim dizendo com um tom de voz meio sério meio brincalhão, que ele queria fazer umas apostas no navio cassino que ficava estacionado naquele local e propôs que déssemos uma “folga” de algumas horas nos reencontrando logo depois. Emendou ainda que lamentava ter me “usado”, mas foi o único jeito de livrar-se da companhia da esposa vigilante (afinal, todas elas são!). Tive vontade de dar uma enorme gargalhada ante a ironia de tudo aquilo, mas preferi engolir em seco, já que, para mim, a proposta também tinha enormes vantagens, concordando com meu amigo e estabelecendo que assim que fosse possível ele me ligaria e nos encontraríamos próximo de onde o ônibus havia nos deixado.

Sem perder tempo, mal esperei o sujeito afastar-se de mim e saquei de meu celular ligando para Raquel. Cinco toques de chamada depois, eu estava prestes a desligar imaginando que tudo não passara de um “furo na água”, quando ela atendeu. Fiquei surpreso ao perceber que além de reconhecer minha voz quase que instantaneamente, Raquel ficou esfuziante com a ligação, demonstrando que o interesse tivera sido mútuo. Ela, sem rodeios, perguntou-me onde estava ao que lhe respondi prontamente. Ela pediu que eu a esperasse próximo à um bar muito bem frequentado da região que, em alguns minutos, ela se encontraria comigo. Concordei, dizendo-lhe em tom brincalhão que minha disponibilidade em terra se parecia com o mito de Cinderela, e roguei para que ela não se demorasse muito. Ela concordou dizendo que estaria junto de mim “num piscar de olhos”. Desliguei e fiquei no aguardo.

E, de fato, em alguns minutos Raquel descia de um táxi que estacionara próximo de onde eu me encontrava. Ela veio em minha direção, sorrindo esfuziante, e assim que lhe foi possível ela me abraçou apertado e sussurrou em meu ouvido que achava que eu não viria até ela. Respondi-lhe que apenas um enorme contratempo impediria a minha determinação. Ela olhou para o relógio e perguntou quanto tempo eu tinha disponível, e eu imediatamente disse-lhe que não muito, mas apenas o suficiente. Ela soltou uma risada bem aberta e depois pediu que eu a acompanhasse. Tomamos um outro táxi e ela pediu ao motorista que se dirigisse a um determinado lugar que eu não pude muito bem entender já que ela falava em seu idioma pátrio.

Alguns minutos depois estávamos próximos ao centro velho de Buenos Aires e o veículo que nos conduzia estacionou à porta de um pequeno edifício que abrigava um hotel. Tratava-se de uma edificação histórica muito bem cuidada e as instalações do hotel eram minimamente requintadas – um requinte discreto e bastante acolhedor – proporcionando uma atmosfera com certa intimidade. Entramos e Raquel dirigiu-se ao atendente que sorriu para ela cumprimentando-a como se fossem velhos conhecidos. Pude entender que ela pedira um quarto, e o rapaz, não sem antes olhar para os lados como se verificasse alguma vigilância, estendeu-lhe uma chave magnética.

Assim que entramos no elevador Raquel aproximou-se de mim e eu aproveitei-me da situação para abraçá-la fortemente. No minuto seguinte estávamos nos beijando calorosamente, deixando claro que nossos corpos clamavam por uma entrega sem pudor. Estava tão envolvido por aquela linda uruguaia que nem percebi quando ela apertou o botão de segurança e o elevador parou repentinamente, ao mesmo tempo que senti sua mão acariciar o “volume” que havia surgido em minhas calças. Ela sentiu o tamanho e em seguida apertou-o como se quisesse tê-lo livre em suas mãos. Meu cacete começou a pulsar na mão daquela loira deliciosa e decidi retribuir, descendo minhas mãos até suas nádegas e apertando-as com certo vigor. Seus lábios se desvencilharam dos meus para que Raquel pudesse soltar um gemido de puro tesão. Ela sussurrou em meu ouvido que adorava um macho decidido e eu continuei com minha carícia ousada.

Não sei bem porque, mas repentinamente, subi minhas mãos para o busto de Raquel e num gesto impensado puxei sua camisa, fazendo com que todos os botões fossem arrancados, deixando à mostra um par de seios médios firmes envolvidos em um sutiã meia taça. Raquel adorou minha reação e sua mão apertou ainda mais o meu pau deixando-me completamente enlouquecido. Quis deixá-la nua ali mesmo, mas antes que eu pudesse esboçar qualquer reação neste sentido, a uruguaia voltou a tocar o botão do elevador fazendo com que ele retomasse sua subida em direção ao quarto.

Assim que entramos no quarto e a porta se fechou, eu prossegui com meu intuito, arrancando a blusa e a camisa de Raquel e ajudando-a a livrar-se só sutiã deixando à mostra aqueles seios deliciosos que, imediatamente, foram apreciados pela minha boca e língua. Suguei os mamilos entumescidos segurando um de cada vez e tomando o cuidado para ser o mais firme e delicado possível. Raquel tinha agora suas duas mãos brincando com meu “volume” que ela não tardou em deixar livre, mostrando meu cacete duro e de cabeça inchada. Raquel o acariciava com uma das mãos enquanto a outra brincava com minhas bolas que também estavam inchadas. Eu pressenti que se ela continuasse com aquela brincadeira eu poderia perder o controle, razão pela qual joguei-a sobre a cama para livrar-me de minhas roupas.

Em poucos minutos eu estava completamente nu sob o olhar guloso daquela uruguaia cheia de tesão! Saltei sobre ela como um verdadeiro fauno no cio e continuei o que estava fazendo antes: segurando ambos os seios em minhas mãos e chupando aqueles mamilos deliciosamente entumescidos e apreciando o êxtase estampado no rosto de Raquel que me pedia – em “portunhol” - que eu não parasse com aquela sessão de chupadas e lambidas. Suguei aqueles peitos até satisfazer meu desejo reprimido em relação àquela uruguaia gostosa, enquanto ela, por sua vez, desceu suas mãos até minha rola apertando contra si e demonstrando que ela queria muito mais. Eu aproveitei o momento e levantei-me puxando-a para mim e fazendo com que ela se livrasse do restante de roupas que ainda me separavam daquele corpo que me horas antes alimentara minha mente de pensamentos muito obscenos. Quando Raquel, finalmente, mostrou-se completamente nua percebi que seu ventre era depilado, mostrando em lugar dos pelinhos, um monte de Vênus liso e alvo. Enquanto a abraçava, explorei o conteúdo daquela região descobrindo uma vagina totalmente umedecida e pronta para receber beijos, carícias e algo mais!

Mas antes que eu pudesse ensejar sentir aquela delícia junto ao meus lábios, Raquel tomou a dianteira e ajoelhando-se perante mim e tomando minha pica em sua boca. Preciso confessar que não sou muito chegado ao sexo oral – exceto nos casos em que eu sou a parte ativa – mas, não posso negar que aquela mulher sabia fazer uma chupeta melhor que ninguém; vez por outra ela mordiscava delicadamente meu pinto provocando uma sensação muito gostosa que me causava arrepios que percorriam todo o meu corpo, deixando-me mais excitado e mais sedento de que aquela chupeta não acabasse nunca.

Ao mesmo tempo, a língua de Raquel passeava ao redor da minha glande detendo-se na ponta e ameaçando invadir seu interior, algo que eu jamais havia experimentado e que me proporcionava um prazer indescritível, fazendo com que eu soltasse alguns gemidos altos e longos e que quisesse que aquela carícia não fosse interrompida, mesmo sob pena de eu vir a gozar em sua boca. Mas minha mente sinalizou que o tempo era curto e eu precisava muito saborear aquela bocetinha estrangeira – a razão de todo aquele esforço hercúleo não podia simplesmente “morrer na praia”. Imediatamente puxei Raquel pelos cabelos e mais uma vez joguei-a sobre a cama atirando-me sobre ela e não perdendo tempo para meter minha rola naquela boceta úmida e receptiva. Com apenas um golpe enfiei meu mastro dentro de Raquel que gritou de tesão envolvendo-me com seus braços e com suas pernas prendendo-me em uma “chave de corpo” e separando ao máximo suas coxas a fim de permitir uma penetração mais profunda.

Enquanto nos beijávamos eu estocava aquela boceta num vai e vem bem ritmado e vigoroso fazendo com que a uruguaia repetisse súplicas para que eu não parasse com meu ataque e que ela queria mais, e mais, e mais, … sabendo que ela não tardaria em gozar intensifiquei meus movimentos até que Raquel gritou em meu ouvido estava prestes a ter um orgasmo, ao que eu retruquei ordenando que ela gozasse o quanto quisesse. Raquel rebolou seus quadris até o momento em que teve um espasmo gritando que havia gozado – algo que pude sentir com a pequena onda de líquido que vazou de seu interior, melando meu pinto que ainda continuava duro – sinal de que eu havia atingido meu primeiro objetivo.

Não me quedei ante aquela primeira onda de prazer e persisti em meus movimentos, não tardando para que Raquel tivesse outro orgasmo tão intenso quanto o primeiro. Raquel estava ensandecida de tanto prazer que ela rebolava seu corpo sob mim dizendo que queria mais orgasmos e que eu não devia interromper meus movimentos. Todavia, o peso dos anos e o excesso de esforço obrigavam-me a diminuir a intensidade de meus movimentos, sentindo os braços fraquejarem e as costas arderem denunciando a dor que estava por vir.

Nesse momento, compreendi que a experiência sempre deve superar o viço da juventude e imediatamente tirei minha rola de dentro daquela gostosa e, em seguida, afundei meu rosto em sua vagina deixando que minha boca e língua fizessem o seu trabalho com esmero e dedicação. Em pouco tempo fui capaz de proporcionar mais um orgasmo em Raquel que dizia não acreditar no que estava acontecendo, afagando meus cabelos e pedindo que eu não parasse de chupar e lamber sua vagina, pedido, é claro, que para mim soou como um convite para continuar com meu desempenho esforçado e dedicado. Raquel gozou mais algumas vezes na minha boca, até o momento em que ela parecia ejacular uma onda de prazer líquido que eu sorvi agradecido pela oportunidade de sentir aquele “doce” em meus lábios.

Levantei-me de onde estava e deixei Raquel perceber que minha pica ainda continuava dura e firme esperando pelas suas carícias para abrandar a fúria que tomava conta do meu corpo clamando por um orgasmo quente e gostoso. Ela pediu que eu enfiasse meu mastro em sua boceta, pedido que foi prontamente atendido, mas que, lamentavelmente, não poderia ser retido por muito mais tempo. Minha vontade era explodir dentro dela, enchendo aquela vagina com meu sêmen quente e viscoso, deixando que meu pau murchasse aos poucos dentro dela ainda proporcionando pequenas ondas de prazer a serem devidamente usufruídas. Todavia, eu não sabia se ela gostaria disso – além do mais, eu não tinha certeza que aquela uruguaia excitante valia-se de algum método contraceptivo – e, deste modo, pensei que haviam duas possibilidades (ou melhor, três, se pudesse incluir-se aí a “saída dos fundos”).

Disse a ela que não conseguia mais segurar meu tesão e que precisava gozar. Raquel sorriu um sorriso deliciosamente safado, empurrando-me para fora dela e fazendo com que eu ficasse novamente de pé à sua frente. Ela, então, ajoelhou-se ante mim e sua boca experiente começou a lamber minhas bolas que estavam tão inchadas que chegavam a doer, vez por outra, sendo quase que engolidas pela uruguaia insaciável. Aquilo era tão provocante, tão excitante, que eu me sentia totalmente dominado por sua boca e por sua destreza. Ao mesmo tempo, Raquel começou a massagear meu cacete iniciando uma punheta lenta e gostosa.

Um sensação indescritível invadiu meu corpo e minha mente, e eu me senti, literalmente, nas mãos daquela uruguaia fogosa, cuja destreza e habilidade na cama era algo digno de ser guardado na mente e no espírito para sempre. Eu queria resistir, … queria que aquilo não tivesse mais fim, … queria esquecer de tudo, do cruzeiro, da esposa, da vida, … enfim, esquecer de mim e deixar o prazer tomar conta do momento e envolver-me na pura sensação de um orgasmo bem aproveitado. Raquel começou a aumentar o ritmo da punheta sem dar trégua nas chupadas em minhas bolas, provocando-me ondas de arrepios que percorriam todo o meu corpo e faziam minha pele eriçar-se como a de um gato no cio. Eu queria muito ter um orgasmo, … queria muito liberar aquela carga de esperma que estava retida em meu corpo e que há muito tempo clamava por um ato quase misericordioso de libertação.

E, quando eu menos esperava, ele veio! Arqueei para a frente e minhas pernas quase bambearam enquanto meu cacete liberava uma enorme onde de sêmen em jatos que saltavam para todas as direções, já que Raquel continuava com a sua dedicada punheta, ao mesmo tempo que meus espasmos faziam com que me corpo se contorcesse para todos os lados. E após aquela enorme onda de gozo incontido, percebi que meu corpo não resistiria em pé por muito mais tempo, e, imediatamente, tratei de inclinar-me em direção da cama, mesmo ante a insistência de Raquel em continuar massageando a minha rola que, curiosamente, ainda não havia dado sinais de que iria amolecer.
Desabei sobre a cama com Raquel acompanhando meus movimentos e colocando-se ao meu lado ainda com a minha pica em sua mão e não cedendo aos movimentos provocadores aos quais eu estava totalmente receptivo. No momento seguinte, Raquel abocanhara meu pinto chupando-o vigorosamente, aproveitando sua evidente rigidez que eu não conseguia acreditar que era uma realidade. E, subitamente, percebi que ele ainda estava em pé, alerta e pronto para mais prazer. Decidi que aquela ocasião não podia ser desperdiçada e antes que Raquel pudesse perceber o que estava acontecendo, tirei a rola de sua boca e subi sobre ela penetrando-a de uma só vez.

Raquel gemeu extasiada com minha audácia e mais uma vez envolveu-me com suas pernas permitindo uma penetração mais profunda e mais íntima. Passei a realizar movimentos cadenciados de vai e vem, sem deixar qualquer possibilidade de Raquel resistir a eles. A uruguaia gemia, dizia frases de prazer e pedia para que eu continuasse, pois ela queria gozar mais uma vez. Eu lhe disse que, se dependesse de mim, ela iria gozar mais de uma vez. E mesmo achando que isso seria impossível, … eu consegui! Raquel gozou mais algumas vezes dominada pela meu pau valente que surpreendera não apenas a ela, mas principalmente a mim mesmo!

Algum tempo depois eu senti uma onda nascer e crescer dentro de mim não tardando a subir do fundo do meu âmago e explodindo em mais um orgasmo que, mesmo sem uma “carga” significativa de sêmen, foi indescritivelmente auspiciosa vibrando por todo o meu corpo e provocando-me uma enorme sensação de prazer que parecia não ter mais fim. Mais uma vez, desabei sobre aquela uruguaia deliciosa arfando em sincronia com ela que também não era mais capaz de esboçar qualquer reação ou qualquer movimento, exceto do arfar de seus pulmões buscando o ar necessário para que ela pudesse recompor-se lentamente.

Algumas poucas horas depois acordei com o chamado infernal do meu telefone celular e com muito esforço levantei-me da cama procurando sustentar-me sobre minhas pernas que tremiam demonstrando que o esforço fora mais do que eu podia imaginar. Cambaleei até minhas roupas e quando finalmente, encontrei aquele maldito aparelho, vi em sua tela que já passava das dezoito horas! Desesperei-me pensando sempre no pior. Atendi e constatei que era a voz do meu amigo dizendo que estava me esperando no ponto de encontro onde os ônibus circulares estacionavam e que eu precisava me apressar.

Voei de um lado para outro como um louco vestindo minhas roupas com o mesmo afã de um adolescente que procura escapar de uma cilada, sem me dar conta de que todo o meu desvario era sutilmente observado por Raquel que parecia divertir-se com o meu desespero. Quando, finalmente, consegui me recompor olhei para ela e sorri-lhe meio encabulado. Nua com o estava, Raquel levantou-se da cama sorriu para mim e abraçou-me carinhosamente. Agradeceu pela tarde maravilhosa que eu havia proporcionado a ela e disse que compreendia meu desespero. Em seguida, caminhou até a mesinha de cabeceira da cama e tomou o telefone mas mãos ligando para a recepção e dizendo alguma coisa que eu não conseguia entender muito bem.

Desligou o telefone e voltou a me abraçar. Sentir aquela mulher nua me envolvendo com seus braços provocou um alerta em minha virilha, que ameaçava querer recomeçar tudo desde o início. Mas mesmo sem crer na remota possibilidade de uma ereção, abracei Raquel e disse a ela que mesmo desesperado e com pressa – se me fosse possível – eu passaria a noite com ela fazendo com que ela realmente jamais me esquecesse. Ela, mais uma vez me agradeceu, e desvencilhando-se dos meus braços avisou-me que havia um táxi à minha espera e que eu devia partir imediatamente, antes que nossa aventura de tornasse uma desgraça para mim.

Perguntei-lhe sobre as despesas que ela havia tido, ensaiando tirar minha carteira do bolso para retribuir o que me fosse devido. Raquel deu uma risadinha e disse que eu já havia pago tudo naquelas poucas horas que passamos juntos e que eu não devia me preocupar com isso. Pegou um cartão de sua bolsa e me entregou dizendo que se algum outro dia eu retornasse ao Paraguai ou mesmo visitasse novamente a capital argentina que a procurasse, pois ela sabia valorizar um homem de verdade! Fiquei muito sensibilizado com aquelas palavras, mas a preocupação com o que estava por vir era muito maior que meu autocontrole, razão pela qual, parti em desabalada carreira, enfiando-me no táxi sem mais delongas.

Já eram quase oito horas da noite quando eu e meu amigo chegamos ao navio e embarcamos. Assim que entramos no convés de acesso, ele olhou para mim e agradeceu minha gentileza em proteger sua escapadela, pedindo-me uma certa discrição quando estivéssemos na presença de nossas esposas. Mais uma vez tive vontade de rir ante a ironia do pedido, mas preferi conter-me ao máximo, dizendo-lhe apenas que havia sido um prazer. Temi que ele perguntasse o que havia feito enquanto ele jogava no navio cassino, mas para minha imensa felicidade ele foi extremamente discreto não fazendo quaisquer questionamento a respeito da minha estada em Buenos Aires.

Corri para a cabine onde minha esposa me esperava para que pudéssemos descer ao restaurante para o jantar. Pedi-lhe desculpas pelo atraso e pedi alguns instantes para tomar um banho e trocar de roupa. Ela sorriu e disse que não havia problemas já que não estávamos atrasados. Tomei uma ducha e depois de vestir algo confortável, tomei-a nos braços e fomos para o restaurante. Durante o pequeno trajeto eu apenas pensava em Raquel e na delícia de tarde que havíamos partilhado, imaginando que aquela fora uma experiência turística inesperada, mas, ao mesmo tempo, com um delicioso sabor de prazer e de tesão!

Não sei se algum dia retornarei a Buenos Aires ou mesmo à Montevidéu, aliás, nem mesmo sei se farei outro cruzeiro como aquele, mas uma coisa eu tinha certeza: não haveria outra guia turística como aquela uruguaia loira de belíssimos olhos azuis cujo corpo me deixou lembranças inesquecíveis! Nem um tango de Gardel seria capaz de substituir o prazer que aquele corpo “caliente” havia me propiciado em tão pouco tempo! Obrigado e até breve!

Sobre este texto

Trovão

Autor:

Publicação:29 de maio de 2013 22:51

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Casal

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