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CARRO USADO

CARRO USADO
Há algum tempo atrás, um sobrinho, pelo qual tenho enorme carinho, me ligou pedindo um favor; ele desejava comprar um carro usado com algumas economias que amealhara durante sua estadia fora do país. Ele me disse que precisava ser um veículo de segunda mão, pois o dinheiro que possuía não era suficiente para adquirir um automóvel novinho em folha. Disse também que preferia veículos pertencentes à particulares, em detrimento daqueles oferecidos por lojas do ramo, já que ele ouvira falar que tais carros tinham origem duvidosa.

Como afirmei, guardo muito afeto por esse rapaz, razão pela qual, me coloquei ao seu inteiro dispor. Em um dado fim de semana, saímos em busca do pequeno sonho do rapaz, municiados de alguns anúncios colhidos na internet e muita disposição em rodar pela cidade.

Preciso confessar que, a maioria dos carros tinham excelente estado de conservação, baixa quilometragem e documentação em ordem; todavia, os preços eram salgados demais, quando comparados com o valor disponível para aquisição.

Circulamos por vários bairros, parando apenas para um lanche rápido e um cafezinho oportuno. E, quase no final da tarde, nossas esperanças haviam se esvaído por completo. Não víamos a menor chance de fecharmos um bom negócio naquele fim de semana. No entanto, como costumo dizer, as vezes a sorte lhe sorri …

O último endereço pesquisado pelo meu sobrinho, situava-se em um bairro de classe média na região norte da cidade. Fomos para lá, mesmo com a esperança em baixa de obtermos êxito em nossa garimpagem. Era uma casa térrea, localizada em uma rua tranquila que terminava em uma linda pracinha, e o veículo indicado no anúncio estava estacionado na garagem descoberta. Sem chamarmos a atenção de ninguém, examinamos o veículo à distância e depois de uma troca de comentários, toquei a campainha.

A porta principal se abriu e uma linda negra de meia-idade surgiu; era uma visão do paraíso; uma mulher bonita, exuberante e com um recato tão discreto que chegava a ser excitante. Vestia-a com a naturalidade de uma dona de casa de classe média; usava um short até os joelhos, cuja justeza era provocativa, e uma camiseta regata que denunciava um busto generoso.

Seu rosto sem maquiagem era suave, com traços finos e delicados; destacavam-se os lábios carnudos enaltecidos por um batom vermelho e os olhos eram um espetáculo a parte, grandes e brilhantes. Ela nos atendeu, perguntando o que desejávamos. Saí do meu arrebatamento, respondendo com voz titubeante que estávamos ali por conta do anúncio do veículo.

Imediatamente, ela abriu um enorme e delicioso sorriso, abrindo o portão e nos convidando a entrar na garagem enquanto ela corria para dentro, de lá retornando com as chaves na mão. Dei as chaves para meu sobrinho e ele passou, então, a examinar o veículo, enquanto eu aproveitava a oportunidade para conhecer melhor a proprietária. Seu nome era Letícia, tinha cinquenta e poucos anos, trabalhava no ramo de vendas, tinha um filho universitário e, mais interessante, era separada e morava sozinha.

Enquanto meu sobrinho abria porta-malas, capô, olhando tudo minuciosamente, eu me deliciava com o sorriso largo e brilhante da minha interlocutora, que parecia gostar da minha conversa, dizendo que a casa dela logo também estaria a venda já que era muito grande para duas pessoas, isto é, ela e seu filho que ficava mais tempo fora de casa.

Algum tempo depois, meu sobrinho me entregou as chaves, sinalizando que o carro havia despertado muito o seu interesse. Voltei-me, então, para Letícia e perguntei sobre o preço; ela disse o valor e um ar de desilusão, já que o valor estava muito além das suas possibilidades. Eu fiquei triste por conta da situação, mas, pensei um pouco, e em seguida, pedi a Letícia que me desse seu telefone, pois eu precisava fazer algumas contas com meu sobrinho para fazer-lhe uma contraoferta.

Ela lamentou que não pudéssemos fechar negócio naquele mesmo dia, já que nós fomos os únicos a demonstrar interesse na aquisição do carro.

Em seguida, ela pediu que eu lhe desse meu celular e digitou nele seu número, entregando-me em seguida. Sorrimos um para o outro, e eu lhe disse que entraria em contato em breve. Ela agradeceu e ofereceu-nos um café; meu sobrinho, de tão desanimado, declinou o convite e eu, em solidariedade, aquiesci, agradecendo e dizendo que ficaria para uma próxima oportunidade.

Letícia estendeu sua mão e eu a minha; apertamos as mãos e eu senti um calor gostoso de pele macia e bem cuidada dela. Ela sorriu discretamente e despediu-se com uma provocação.

-Quem sabe! – disse ela, sorridente – na próxima vez, você fica para o café …, fique sabendo que eu faço um café muito gostoso!

-Tenho certeza que sim! – disse eu – e não vejo a hora de experimentá-lo!

Nos despedimos e fomos embora. No trajeto, percebendo o desânimo do meu sobrinho, procurei consolá-lo, dizendo que nem tudo estava perdido, pois, afinal, tinha o telefone dela e poderia pechinchar o máximo possível. Ele deu um sorriso e perguntou se eu faria isso por ele. Respondi que era o mínimo que poderia fazer para ajudá-lo, já que ele não aceitaria meu dinheiro.

No início da semana, o trabalho e alguns assuntos familiares tomaram todo o meu tempo, impedindo que eu pudesse ligar para Letícia, tentando negociar o preço do seu carro. Mas foi na quarta-feira que eu fui surpreendido por uma ligação telefônica; era Letícia que queria conversar a respeito do carro.

Depois dos cumprimentos de praxe, entramos direto no assunto, e eu lhe confidenciei que meu sobrinho não dispunha do montante total pedido por ela, e que, também, se recusava a aceitar minha ajuda financeira. Letícia lamentou, dizendo que gostara muito dele e queria muito que o negócio fosse concretizado. Eu concordei com ela, e procurei cavar uma redução no preço, mas lamentavelmente, não tive sucesso.

Continuamos conversando, enquanto eu sentia um clima se formando nas frases ditas com intenções ocultas.

Subitamente, Letícia mudou de assunto perguntando no que eu trabalhava, o que fazia nos fins de semana quando não estava ajudando sobrinhos e coisas um pouco mais íntimas; senti uma insinuação formar-se nas entrelinhas, mas, mesmo assim, procurei conter meu ímpeto de dizer o quanto estava interessado naquela mulher excitante. O mais curioso foi que, em dado momento, deslizei ao perguntar o que ela estava fazendo naquele momento (pergunta que pode ter vários sentidos!).

-Estou em casa – disse ela com uma voz aveludada – acabei de tomar um banho bem gostoso e decidi te ligar.

-Banho! – exclamei eu, curioso e excitado – E você está vestindo o que, se eu posso perguntar?

-Vestindo! – inquiriu ela rindo – E quem disse que eu estou vestindo alguma coisa?

-Nossa! – disse eu, com excitação – Queria ter a oportunidade de ver essa maravilha!

-Então! – perguntou ela – está esperando o que? Um convite?

Olhei para o relógio: passava das duas horas da tarde; e eu me flagrei maquinando um jeito de aceitar a provocação da linda mulher.

-Se eu sair daqui agora ... – disse eu assertivamente – acho que chego em sua casa em meia hora.

-Ui! – exclamou Letícia – Se você prometer que vem, eu fico te esperando como estou …, mas me liga quando estiver próximo, OK?

Concordei e, imediatamente, desliguei o aparelho e tratei de pedalar para não perder essa chance. Arrumei uma desculpa bem esfarrapada, desci para a garagem, saindo de lá o mais rápido que pude. Rumei em direção à casa de Letícia, pensando em como eu era um louco …, maluco mesmo! Sair do trabalho no meio da tarde para trepar! Mas, ponderei que era uma excelente razão para fazê-lo.

Faltavam cinco minutos para chegar ao meu destino e decidi enviar uma mensagem de texto pelo celular. ”Estou chegando”, digitei nervosamente, sem perder a atenção no volante. “Estou te esperando!”, foi a resposta recebida. Quase que em seguida, estacionei meu carro na frente da casa de Letícia. Desci, tranquei o veículo e me dirigi ao portão que, propositadamente, estava aberto. Entrei e quando cheguei à porta principal, vi um bilhete colado nela.

“A porta está aberta, entre e feche”. Girei a maçaneta e entrei, fechando, imediatamente, a porta. A sala, ampla, bem iluminada e sóbria estava deserta. Pensei em chamar por Letícia, mas isso foi desnecessário. Nua, ela desceu as escadas, exibindo-se para mim. Nossa! Era a visão mais linda que eu já vira; uma mulher de tez negra brilhante, com formas exuberantes, parada no meio da escada sorrindo para mim.

-Você vai ficar assim? – perguntou ela com uma voz deliciosamente rouca – Ou quer que eu lhe ajude a se despir?

-Não tinha pensado nisso! – respondi com uma ponta de malícia na inflexão – Mas, já que você propôs …, porque não?

Letícia desceu o restante da escada e aproximou-se de mim; pude sentir o cheiro fresco de sua pele e seu hálito adocicado enquanto ela desabotoava minha camisa e desnudava meu peito. Olhou para a tatuagem que tenho gravada nele e sorriu marota. As mãos hábeis, desceram até o cinto que foi rapidamente desafivelado, o mesmo acontecendo com o botão da calça e o zíper; ela deixou que a calça escorregasse pelas minhas pernas, caindo ao chão.

Em seguida, ela se ajoelhou e ajudou-me a tirar os sapatos e as meias; aquele momento, em que eu era despido por uma mulher nua foi uma das experiências mais incríveis que tive em minha vida, e mesmo depois de muito tempo, ainda me lembro dela com um nitidez impressionante. Estava eu, de cuecas, em frente a ela; apenas nos olhávamos, como saboreando o momento, sem dizer ou fazer nada.

Tomados por um quase fúria de desejo, nos beijamos voluptuosamente, deixando nossas línguas explorarem por completo nossas bocas sedentas de tesão. Senti a mão de Letícia tocar minha rola por cima da cueca, examinando o volume e suas dimensões; ela apertou a pica com carinho enquanto continuava me beijando com sofreguidão. Eu, que já havia envolto em meus braços, apertei-a contra mim sentindo o calor de seu corpo que parecia queimar de tesão.

Quedamos nessa imperdível sensação de corpo contra corpo, língua contra língua e fogo ardendo em nossos âmagos. Letícia, demonstrando que chegara ao limite de sua tolerância, puxou minha cueca para baixo, libertando a rola dura e de glande inchada. Ela tomou o instrumento na mão e massageou-o com certa força, ao mesmo tempo em que, com a outra mão, beliscava e apertava minhas bolas. Encostei minha boca em sua orelha e gemi baixinho. Ela deu uma risadinha safada, enquanto continuava brincando com a rola.

-Ai, que gostoso! – disse ela – adoro homem que geme de tesão!

Letícia ajoelhou-se e passou a lamber a glande com a língua, demonstrando uma aptidão impressionante. Eu me contorcia de tesão, acariciava os cabelos dela e gemia um pouco mais. Ela colocou a glande dentro de sua boca, entre os lábios e simulou movimentos de vai e vem lentos e molhados. Eu gemi ainda mais e segurei seus cabelos com força, sem, no entanto, causar-lhe dor. Letícia continuou essa deliciosa tortura, enquanto suas mãos acariciavam minhas nádegas, apertando-as e arranhando levemente.

Era uma experiência que me renovava e também enchia meu corpo de energia sexual incontida. Letícia passou a engolir a rola por inteiro, afundando-a em sua garganta e cuspindo-a até a ponta da glande, quando, então, passava a língua na ponta. Arrepios percorriam todo o meu corpo e me deixavam à beira da loucura, gemendo e arfando continuamente.

Depois de algum tempo, ela deixou de me lamber, e deitou-se no sofá, sorrindo para mim, enquanto abria suas pernas exibindo seu sexo, cujos parcos pelos brilhavam ante a umidade que fora eliminada pela vagina pulsante de tesão.

-Agora, vem! – pediu ela com voz lânguida – Vem me chupar …, faz muito tempo que não sou lambida como mereço.

Ajoelhei-me e mergulhei meu rosto entre as pernas de Letícia, deixando que minha língua encontrasse seus grandes lábios, que foram lambidos com dedicação única. Ela gemia e apertava minha cabeça, pedindo mais, e eu prosseguia sem afobação. Com as mãos, arregacei a vagina de minha parceira deixando seu clítoris inchado visível e disponível para minha boca e língua.

De início, lambi aquele pequeno membro, fazendo Letícia gemer mais alto; avancei um pouco mais e coloquei-o entre meus lábios, apertando-o e deixando minha língua brincar com ele. Fiquei nesse exercício por algum tempo, até que minha parceira gemeu alto, dizendo que estava tendo um orgasmo. Puder sentir o gozo em minha boca e aquele sabor agridoce enlouquecendo meus neurônios.

Não dei trégua, prosseguindo nas lambidas e chupadas cada vez mais ousadas, fazendo minha parceira gozar outras tantas vezes que perdemos a conta. Letícia estava lânguida e sem forças, submetida pela sequência de orgasmos que eu havia lhe proporcionado. Mas, eu precisava de mais que isso, e sem perda de tempo, subi sobre ela e a penetrei com um único movimento rápido e profundo. Letícia quase gritou e, depois, gemeu dizendo-se preenchida.

-Ai, que pau gostoso! – elogiou ela, enquanto jogava sua pélvis contra minha rola – Vai, mexe essa pica dentro de mim …

Comecei a me sacudir com movimentos lentos e profundos, fazendo Letícia gemer ainda mais, enquanto suas mãos apertavam minhas nádegas. Fodemos gostoso, enquanto minha parceira me envolvia com suas pernas e cravava suas unhas em meus ombros. Eu estava me sentindo mais que realizado e aproveitei para saborear aquela mulher, cujo fogo era algo imperdível e precioso.

Letícia gozou outras tantas vezes, e a cada uma delas, ela gemia e me apertava como querendo que eu ficasse com ela para sempre. Eu estava tão envolvido por aquela mulher que me esqueci de tudo mais. Fiquei estocando aquela vagina e proporcionando o maior número de orgasmos que me fosse possível. E Letícia parecia compreender que minha intenção era lhe dar muito prazer, aquele prazer que ela clamava havia algum tempo …, pode parecer loucura, mas era isso que eu pressentia.

-Ai, meu Deus! – exclamou ela com voz entrecortada por suspiros e gemidos – você é demais! Me fode gostoso, faz eu gozar o quanto você quiser …, e puder.

-Se eu pudesse – respondi com certo esforço – faria isso pelo resto do dia …, e da noite também!

Lá pelas tantas, meu corpo estremeceu e um espasmo percorreu minha espinha, enquanto meus músculos contraíam-se dolorosamente, significando que eu chegara ao limite da minha resistência. Disse para Letícia que não tinha mais condições e segurar que precisava gozar.

-Então, goza! – disse ela quase aos gritos – me enche de porra quente que eu estou precisando disso!

Ejaculei como um animal selvagem, sentindo o sêmen esvair-se das minhas entranhas, e preenchendo o interior de minha parceira que regozijava-se com meu gozo dentro dela.


Exausto e sem forças, desabei ao lado dela no sofá e ficamos juntinhos, dormitando suavemente, enquanto a tarde avançava. Depois de algum tempo, acordei com a visão dos seios de Letícia a minha frente. Eram dois melões lindos com bicos durinhos e aureolas pequenas e levemente protuberantes. Acariciei-os com as pontas dos dedos, percebendo e intumescência tomar conta deles. Beijei cada um deles, e os lambi carinhosamente, fazendo minha parceira suspirar baixinho.

Poucos minutos se passaram até que ela despertasse apreciando minha boca em seus mamilos; ela acariciou meus cabelos e riu suave, enquanto oferecia aquelas delícias para satisfazer minha voracidade quase adolescente.

-Aquele dia – sussurrou ela para mim – em que você esteve aqui, com seu sobrinho, fiquei o resto da tarde pensando em nós assim, como estamos agora, fantasiando como seria ter você aqui fodendo comigo …

-E agora? – interrompi eu, perguntando com curiosidade – O que você achou do meu desempenho?

-Sinceramente? – redarguiu ela – eu não esperava um homem tão carinhoso e tão doce …

Olhei para Letícia e senti-me premiado, sorrindo-lhe com candura. Voltei e saborear aqueles peitos deliciosos, ao mesmo tempo em que acariciava o ventre macio da minha parceira. Letícia gemia e esfregava seu corpo no meu deixando que eu apreciasse seus peitos até saciar minha fome.

-Quer saber de uma coisa? – perguntou ela, enquanto acariciava meus cabelos – Tem uma coisa que eu adoro que meu homem faça comigo …

-Verdade! – exclamei eu com curiosidade – E que coisa é essa?

-Isso aqui – respondeu ela, enquanto levava minha mão até a sua vagina – adoro ser dedilhada!

-Sério! – indaguei eu começando a brincar com a vagina dela – Eu nunca imaginei que alguém gostasse disso.

-Gosto tanto – respondeu ela – que as vezes prefiro isso a qualquer outra coisa.

Segui-se, então, o segundo round entre eu e Letícia; comecei a dedilhar a bocetinha dela, brincando com os grandes lábios e massageando com cuidado o clítoris que retomara um inchaço provocante. Letícia começou a gemer e se contorcer, deixando claro que meu carinho estava operando o resultado esperado. Continuei massageando o clítoris, e, em dado momento, minha parceira explodiu em um gozo sem precedentes, chegando a gritar de tanto prazer.

Fiz menção de parar, mas ela me suplicou para prosseguir, pois aquilo, segundo ela, era muito bom; segui em frente, esfregando os grandes lábios e o clítoris, e proporcionando mais orgasmos intensos em minha parceira. Senti minha rola retomar sua rigidez anterior, pulsando colada à parte externa da coxa de Letícia. Olhei para ela, enquanto levantava sua perna alto o suficiente para que eu conseguisse encaixar o membro na direção de sua vagina toda lambuzada.

Arremeti com vigor, penetrando minha parceira com um golpe que a fez gemer alto; passei a movimentar-me, gingando para frente e para trás, fazendo a rola entrar e sair com movimentos cadenciados. Letícia, que já estava no clima de aproveitar a oportunidade, abriu-se ainda mais para mim, e eu investi contra ela, arrancando-lhe mais orgasmos enérgicos e prazerosos.

-Ai, tesão! – disse ela para mim – você vai gozar mais uma vez para mim?

-Olhe, preciosa – respondi com a voz acentuada pelo esforço – tem uma coisa que eu também gosto muito, sabia?

-É mesmo! – disse ela com curiosidade – E o que você gosta, meu tatuado safado?

-Adoro ser masturbado até gozar! – respondi, sem perder o rebolado dos movimentos pélvicos.

Letícia divertiu-se com minha resposta e perguntou se era isso que eu desejava naquele momento; respondi que sim. Ela recuou o corpo apenas o suficiente para que a rola saísse de dentro dela. Ela fez com que eu me deitasse no sofá, e, sentando-se ao meu lado, tomou a rola na mão e começou a me masturbar com um vigor controlado.

Depois de algum tempo, além da deliciosa punheta, Letícia começou a brincar com minhas bolas, apertando-as e beliscando-as com delicadeza indescritível. E, depois de algum tempo, ela sentiu-se no controle sobre mim, pois toda a vez que eu me contorcia, denunciando a chegada do orgasmo, ela puxava a rola para baixo dolorosamente, e apertava a veia situada na base, retendo o gozo e prolongando o tesão.

Acho que ela fez isso tantas vezes, que eu não conseguia mais reagir. Era como se eu fosse seu brinquedinho particular, um objeto de divertimento e de demonstração do poder de uma mulher sobre um homem. Eu estava simplesmente encantado com a habilidade de minha parceira e quedei-me obediente, submisso aos movimentos manuais de minha parceira que, depois de muito tempo de eternização do tesão, decidiu, finalmente, que eu podia gozar.

Ela acelerou os movimentos, quase beirando uma fúria avassaladora, até que o orgasmo trouxe uma ejaculação violenta e intensa. Jatos de esperma projetaram-se para cima, caindo sobre mim e sobre ela, nos lambuzando por inteiro. No final, Letícia lambeu a rola melada, até que ela ficasse limpa de tanta porra.

Adormecemos um sobre o outro e somente retornamos à realidade quando a tarde já havia partido, dando lugar a uma noite escura e pesada. Letícia me trouxe de volta com beijos carinhosos em meu peito e rosto e eu, por minha vez, retribuí, beijando seus mamilos e acariciando sua vagina. Ela me perguntou se eu desejava tomar um banho, o que aceitei de bom grado.

Já vestidos, fomos até a cozinha, onde ela cumpriu o que havia prometido: me servir um delicioso café expresso tirado na hora com algumas raspas de limão. Sorvemos a bebida quente, enquanto conversávamos animadamente sobre a tarde maravilhosa que havíamos experimentado. Disse a ela que jamais tinha estado com uma mulher tão simpática, sensual e deliciosa, e Letícia riu muito com ar encabulado.

Quando estava para partir, Letícia pediu que eu dissesse ao meu sobrinho para ligar para ela, pois havia interesse em fechar o negócio do carro com ele. Fiquei radiante em saber disso e agradeci a ela pela gentileza. Nos despedimos com a promessa de um novo encontro e eu segui meu caminho.

Dias depois, meu sobrinho me ligou exultante, pois havia fechado negócio com Letícia e já estava na posse do veículo. Fiquei muito contente por ele, que me agradeceu pela ajuda (mal sabia ele, que quem me ajudou foi ele!).

“Obrigado, por fazer meu sobrinho feliz”, digitei no celular a mensagem enviando-a para Letícia.

“Não me agradeça. Fiz isso por ele, mas principalmente por você, meu tatuado gostoso!”, respondeu ela quase que imediatamente. Sorri para mim mesmo, e enviei-lhe um emoticon.

Tempos depois, eu estava no trabalho, quando recebi a mensagem mais instigante de minha vida: “Não tenho mais nenhum carro para vender, mas, em compensação, meu café continua ótimo. Você aceitaria tomar um em minha companhia?”.

“Só se for agora!”, respondi. Ela me enviou uma foto dela, nua, sentada no sofá, com o título: “Estou te esperando...”.

Bem, o resto é história para um outro cafezinho.

Sobre este texto

Trovão

Autor:

Publicação:30 de julho de 2015 23:58

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Maduras

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