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COMIDINHA CASEIRA

COMIDINHA CASEIRA
Não tenho a menor ideia se o que vou contar, agora, já aconteceu com alguém antes, mas, de todo o modo, considero relevante deixar esse registro. Resido, atualmente, em um bairro de classe média/média, em um imóvel em declive de construção, razão pela qual, o meu muro lateral fica bem acima do piso das casas localizadas na rua transversal àquela onde moro. Todavia, sons, odores, ruídos e vozerio são partilhados por todos os moradores.

Não é algo que possa tornar-se um incômodo, e é também inegável, que causa certa curiosidade sobre o comportamento de vizinhos e vice-versa. Nesse particular, a casa cujos fundos encerram-se em meu muro de arrimo sempre me provocou enorme atenção sob todos os aspectos: o vozerio das pessoas que ali residem e que, via de regra, assim como eu, tem o hábito de falar em um tom de voz elevado o suficiente para ser ouvido; os odores de comida sendo preparada com bastante esmero, bem como as discussões conjugais e filiais que diuturnamente acontecem, causando enorme alvoroço e chamando a atenção, mesmo dos mais incautos até aqueles que adoram um barraco alheio.

Certo dia, eu estava no corredor lateral, próximo ao tal vizinho de fundos, olhando para o céu noturno, apreciando a belíssima lua azul e fumando um cigarro, quando, repentinamente, um delicioso cheiro de comida fresca serpenteou pelo ar, atingindo em cheio minhas narinas aguçadas e esfomeadas também. Era um cheiro delicioso de arroz, feijão e bife acebolado, que por mais que eu quisesse ignorar não era possível fazê-lo, já que era algo suntuoso e provocante.

-Que cheiro delicioso de comida feita na hora! – comentou minha mulher que viera da sala até o corredor, também atraída pelo mesmo odor saboroso.

-Olhe, vou lhe dizer uma coisa – comentei eu, sempre esquecendo que meu tom de voz é extremamente alto – Se um dia me convidarem para saborear essa comida e conhecer quem a prepara, vou aceitar de imediato.

Ambos rimos do comentário e seguimos com nossa vida. Naquela mesma semana, algo aconteceu que me deixou muito mais curioso. Eu estava fazendo minha caminhada matinal, dando voltas na praça situada a poucos metros da minha casa, quando recebi um cumprimento vindo de alguém que vinha logo atrás de mim.

Como jamais recuso um cumprimento, respondi ao dela sem me ater a observá-la, prosseguindo com meu exercício, pois o tempo é curto e eu preciso me apressar. Mais tarde, lamentei minha atitude imperdoável, já que nem mesmo fui capaz de olhar para o rosto da minha interlocutora.

O mais curioso foi que, a cena repetiu-se com certa regularidade nas semanas seguintes em dias alternados. Sempre a tal mulher me cumprimentava e eu retribuía sem dar muita atenção; até que, certo dia, eu estanquei minha caminhada, olhei para trás e pude visualizar com atenção a dona do cumprimento. Era uma mulher de meia-idade, simpática e sorridente que acenou para mim antes de prosseguir seu rumo em caminho diverso do meu. Fiquei satisfeito em, pelo menos, ter uma imagem associada à voz do cumprimento.

Alguns dias depois, ao sair de casa para o trabalho, observei a mesma mulher de meia-idade parada na esquina olhando na minha direção; parecia que ela estava aguardando que eu saísse de casa. E foi exatamente o que aconteceu, pois ela começou a caminhar na minha direção. Enquanto acionava o controle remoto da porta interna da garagem, fiquei observando aquela pessoa: era uma mulher de estatura média, cabelos pintados de ruivo, vestindo-se de modo despojado com uma calça de moletom larga e camiseta regata.

Interessante era, na verdade o seu rosto; tinha uma beleza disfarçada debaixo da ausência de maquiagem, exibindo lábios carnudos e olhos castanhos profundos, em um rosto limpo e sem marcas, emoldurado pelos cabelos de corte médio soltos e penteados ao acaso. Ela se aproximou e com um sorriso me cumprimentou. Respondi ao cumprimento, enquanto ela se inclinava, apoiando seus braços sobre a porta do carro.

-Poxa, finalmente, hein! – ironizou ela com um sorriso largo e acolhedor – Aquele dia na praça você mal olhou para mim!

-Me perdoe! – respondi eu, meio encabulado – É que eu estava com muita pressa.

-Prazer, meu nome é Lígia – disse ela, estendo sua mão para mim. Apertei a mão de Lígia e apresentei-me a ela.

-Então ... – prossegui Lígia sem rodeios – Quando é que você vai experimentar minha comidinha caseira?

Meu olhar de espanto, somado à expressão embasbacada estampada em meu rosto, denunciaram claramente que eu sequer sabia do que se tratava aquele convite. Lígia deu uma risadinha despretensiosa, e depois de um intervalo embaraçoso ela continuou.

-Você não disse outro dia que se te convidassem para saborear minha comida, aceitaria de imediato? Então, meu querido, estou te convidando para saborear essa comida que você tanto elogiou.

Não resisti e caí em uma gargalhada frouxa que foi acompanhada por minha interlocutora, cujo sorriso era por demais insinuante. Olhei para Lígia e respondi que adoraria saborear sua comida, e mais que rapidamente, perguntei-lhe quando eu poderia fazê-lo.

-Ora, meu amor! – respondeu ela ainda sorrindo – o convite está feito …, o dia quem escolhe é você, mas prefiro que me avise, pois a antecedência me permite fazer alguma coisa mais especial. Dito isso, trocamos números de celulares e ela se despediu afastando-se do carro.

Durante o dia de trabalho, minha mente ficou concentrada na beleza simples e natural de Lígia e pus-me a imaginá-la nua pronta para uma boa trepada. No final da tarde, não resisti e liguei para ela. Conversamos pouco e muito rapidamente, já que Lígia era enfermeira e estava no seu plantão. Pedi-lhe desculpas pela intromissão e perguntei qual seria o melhor horário. Ela respondeu que sempre pela manhã estava disponível, já que trabalhava à noite e dormia durante a tarde.

Naquela mesma semana, fui surpreendido pela ligação matinal de Lígia, que me perguntou se poderíamos conversar um pouco, pois ela se sentia só, precisando de alguém para quebrar o vazio de seus dias. Respondi que sim, ao mesmo tempo em que comentei que, pelo vozerio da casa, ela não estava só; Lígia deu uma risada gostosa e comentou que a voz masculina que eu ouvia era de seu filho, um rapaz de vinte e poucos anos que trabalhava e estudava, chegando em casa bem tarde da noite.

Do mesmo modo, ela comentou das outras vozes que vinham de minha casa; respondi-lhe que eram da minha mulher e da minha filha. Houve um minuto de silêncio em que imaginei que aquele comentário poderia por fim ao flerte entre eu e Lígia. Não resisti por muito tempo, e acabei perguntando se estava tudo bem, ou se aquilo seria um problema para o nosso almoço.

Nesse momento, Lígia reforçou o convite feito anteriormente, dizendo-se ansiosa para me ver saborear a sua comida, deixando de fazer qualquer outro comentário sobre o fato de eu ser casado. Dei uma risadinha e perguntei se poderia ser no dia seguinte. Ela respondeu que sim e perguntou quais eram minhas preferências culinárias.

Disse eu a ela que o cardápio podia ser frugal, cabendo-lhe a escolha que julgasse adequada. Firmamos o almoço para o dia seguinte, por volta do meio-dia, e antes de desligar perguntei se deveria levar alguma coisa, como uma bebida ou uma sobremesa.

-Basta que você venha! – respondeu ela enfática e com um tom de safadeza – de preferência com uma camiseta regata e um shorts como você costuma fazer suas caminhadas, exibindo essas tatuagens lindas que você tem.

-Então – respondi eu – Estamos combinados para amanhã. E eu posso saber o que você vai vestir?

-Olha, meu querido – respondeu ela sem perder o rebolado – eu costumo ficar de calcinha e sutiã quando estou em casa …, está bem para você?

-Sinceramente? – ataquei de volta a provocação – Apenas um aventalzinho está de bom tamanho!

Lígia riu bastante e depois despediu-se de mim. Fui para o trabalho maquinando uma forma de driblar o expediente e conseguir um abono para o dia seguinte. Fiquei esfuziante ao conseguir uma folga pelo dia! Tudo certo para saborear a comida de Lígia …, e algo mais também!

No dia seguinte, tudo começou como sempre; levei minha mulher e minha filha até a estação do Metrô, deixando-as seguirem suas rotinas. Não comentei que não iria ao trabalho naquele dia, pois não queria “dar bandeira”. Voltei para casa, vesti minha roupa de correr e fui para a rua. Corri como de costume, por cinquenta minutos e voltei para casa, suado, cansado, com sede e, principalmente, com fome!

Tomei uma ducha refrescante e me vesti conforme sugerido por Lígia. Olhei para o relógio e constatei que ainda era muito cedo. E foi nesse momento que meu celular tocou; era ela.

-Oi, meu lindo! – a voz de Lígia era doce e provocante – você não vem …, estou te esperando!

-Mas, não é muito cedo? – perguntei eu com um tom surpreso.

-Cedo para almoçar, talvez – respondeu ela maliciosamente – Mas não para nos conhecermos melhor …, então …, você vem?

-Estou a caminho! – respondi esfuziante.

Em poucos minutos, estava na frente da casa de Lígia. Toquei o interfone e depois de alguns minutos ela abriu uma fresta na janela da frente, olhou para mim e sorriu. Imediatamente, ouvi o zunido da tranca magnética destravando o portão e deixando-me entrar. Fechei o portão atrás de mim e caminhei até a porta principal, percebendo que ela estava destrancada e entreaberta. Entrei na sala e assim que dei alguns passos a porta fechou-se; voltei-me na direção dela e vi Lígia …, vestindo apenas um avental de cozinheira com uma ilustração infantil na parte inferior.

Olhei para ela e senti meu pau ficar duro no mesmo momento; ele pulsou dentro do calção, empurrando teimosamente o tecido e deixando evidente o meu estado de excitação. Lígia estava com um olhar faiscante e seus lábios entreabertos pareciam um convite à devassidão que tomava conta de nós. O ambiente cheirava a sexo e eu sabia que alguém deveria tomar a iniciativa. Mas antes que eu percebesse, Lígia já havia se aproximado de mim e tomado o volume do calção com uma de suas mãos, apertando-o com firmeza.

-Nossa! – exclamou ela – que rola dura e grossa …, faz um tempo que eu não sinto um cacete macho na mão …

Tomei Lígia nos braços e apertei-a contra mim, sentindo o calor de seu corpo delicioso; minhas mãos escorregaram pelo traseiro desnudo, acariciando e apertando as nádegas firmes e roliças. Lígia soltou um pequeno gemido, enquanto apertava ainda mais a rola com a mão. Com gestos ágeis, Lígia desvencilhou-se de meus braços, puxou meu calção para baixo, deixando a rola à mostra para seu deleite pessoal.

Em minutos, Lígia estava ajoelhada com minha rola em sua boca, chupando e lambendo com uma voracidade descontrolada; ela segurava a rola pela base com uma das mãos, apertando a veia inferior, causando uma deliciosa sensação de prazer que percorria meu corpo sob a forma de arrepios.

Acariciei seus cabelos, joguei minha cabeça para trás e deixei que aquela sensação deliciosa tomasse conta de mim. Lígia deliciava-se com minha rola e parecia demonstrar que poderia permanecer naquela sessão de sexo oral pelo resto do dia …, o problema é que eu queria mais!

Gentilmente, fiz com que Lígia deixasse livre minha rola e puxei-a para mim, beijando-a ardorosamente, enquanto sentia o sabor doce de sua boca. Minha parceira parecia um pouco afobada, pois depois do terceiro beijo, ajudou-me a tirar a camiseta, enquanto se livrava de seu avental. Em seguida, ela se jogou sobre o sofá, abrindo suas pernas e plena afronta e provocação aos meus brios de macho.

-Vem, tesudo! – pediu ela com languidez na voz – vem me chupar …, eu adoro ser chupada e faz muito tempo que não me premiam com isso.

Atirei-me entre as pernas de Lígia e deixei que minha língua encontrasse sua vagina alagada, lambendo e chupando carinhosamente, até encontrar o clítoris que estava inchado, passando, então, a sugá-lo com certo vigor. Não demorou para que minha parceira gemesse a gritasse dizendo elogios entrecortados por suspiros e respirações irregulares. Eu a segurava pelas nádegas que estavam sobre minhas mãos que se encontravam enfiadas entre o tecido do sofá e a pele deliciosamente quente de minha parceira.

Não demorou para que eu proporcionasse a Lígia um delicioso e inebriante orgasmo que se revelou em gemidos e gritinhos, seguidos pelo sabor agridoce inundando minha boca. Prossegui na minha carícia profunda, chupando e lambendo com afinco, até que, novamente, minha parceira anunciou a chegada de outro orgasmo …, e mais outro …, e mais outro!

Foi a mais exitosa sequência de gozos que eu proporcionei a uma mulher e senti-me recompensado pelos elogios, gemidos e suspiros proferidos por minha parceira que parecia nadar em sua própria seiva. Não tinha a menor intenção de interromper aquele sexo oral inigualável, mas, Lígia tinha outras ideias acerca do que podíamos fazer juntos.

-Quero que você me foda! – gritou ela exasperada – enfia essa rola grossa na minha boceta …

Subi sobre ela e passei a deliciar-me com os mamilos intumescidos de minha parceira que estavam tão durinhos que incitavam lambidas, chupadas e mordiscadas as quais não me fiz de rogado, saboreando sem mesuras aquelas delícias. Lígia gemia e se contorcia, acariciando meus cabelos e empinando o busto para que eu pudesse aproveitar ainda mais seus peitos exuberantes.

-Isso, seu puto! – disse ela – chupa meus peitos …, diz pra mim …, eles são gostosos?

-São deliciosos! – respondi entre uma chupada e outra – Você é toda gostosa!

Quedei-me naqueles peitos generosos, cujos mamilos eram sorvidos por minha boca e língua ávidas por mais prazer que eu pudesse usufruir. Depois de algum tempo, decidi que chegara a hora de penetrar minha parceira; sem perder o ritmo das lambidas e chupadas, segurei a rola e apontei-a na direção da vagina, deixando que ela escorregasse para dentro sem cerimônia.

Foi uma penetração gostosa e quente, e assim que a rola penetrou na vagina de Lígia, ela gemeu alto, segurando-me pela cintura e me incentivando a prosseguir na foda tão ansiada. Passei a movimentar-me, entrando e saindo de dentro de minha parceira que, por sua vez, retribuía minhas investidas, arremessando sua pélvis contra a minha em uma sincronia extasiante.

Fodemos por tanto tempo quanto nossos corpos e nossa energia permitiram, com Lígia experimentando uma sequência de orgasmos cada vez mais intensos e acompanhados de gritos, gemidos e sibilos, as vezes escandalosos, as vezes o mais comedido que a situação permitisse. Mas, como dizem, tudo que é muito bom, uma hora acaba.

-Ui, tesuda! – exclamei a plenos pulmões – Acho que não aguento mais …, preciso gozar.

-Então goza, meu macho! – suplicou Lígia, aproximando sua boca de minha orelha – me enche de porra quente e gostosa que eu quero!


Explodi em um orgasmo abundante, sentindo os jatos de esperma projetarem-se para o interior do corpo suado e brilhante de minha parceira, que agarrou-se a mim, permitindo uma última penetração mais profunda a fim de receber a carga merecida. Esgotado, tentei me levantar, mas percebi de pronto que não me restavam forças; Lígia, receptiva e acolhedora, envolveu-me com seus braços e pernas, pedindo que eu permanecesse sobre ela, usufruindo de seu calor e da textura escorregadia de sua pele suada.

Quase adormecemos por alguns instantes, dormitando um pequeno cochilo reparador. Foi Lígia quem me incentivou a levantar e sugeriu que eu tomasse uma ducha no banheiro que ficava nos fundos da casa. Agradeci e corri pelado até ele, entrando debaixo da água morna e deixando-a escorrer pelo meu corpo. Quando terminei, fui recepcionado por minha parceira, que ainda nua, me oferecia uma toalha felpuda.

-Que tal almoçarmos? – convidou ela, com um enorme sorriso nos lábios – e não se preocupe em ficar como está, pois eu não pretendo me vestir.

Sentamos a mesa e saboreamos a comidinha caseira, cuidadosamente preparada por minha anfitriã, e cujo sabor e aroma eram inigualáveis. Regozijei-me com aquela refeição simples e saborosa e depois acompanhei minha parceira de volta para a sala, onde permanecemos sentados no sofá, abraçados como dois namorados, trocando beijos e pequenas carícias. Inevitavelmente, acabamos por adormecer no sofá, esquecendo-nos de que havia um mundo lá fora.

Acordei; ou melhor, fui acordado pelos carinhos de minha parceira que me beijava enquanto manipulava minha rola que já dava claros sinais de um renascimento digno da Fênix. Lígia massageava a rola, sentindo suas dimensões, enquanto nos beijávamos quase beirando a loucura de novos acontecimentos. Minha mão passeava, indecorosa, pelas nádegas de Lígia, sentindo sua forma roliça e firme.

No momento seguinte, Lígia estava de quatro sobre o sofá, enquanto eu enfiava meu rosto entre suas nádegas, lambendo seu pequeno orifício anal. Ela gemia e sua pele tremelicava, arrepiada ao sentir o contato quente de minha língua. Por algumas vezes, simulei uma pequena penetração, endurecendo minha língua e tentando introduzi-la no ânus pequenino, mas complacente, de minha parceira.

Subitamente, Lígia me empurrou com sua bunda e correu até a cozinha, de lá retornando com um pote de margarina e um pequeno frasco de mel. Retornou à posição anterior e pediu que eu saboreasse seu selinho com um pouco de mel. Entreabri suas nádegas com uma das mãos, enquanto que, com a outra, deixava um pequeno filete adocicado escorrer no vale formado pelas nádegas.

Quando o líquido viscoso aproximou-se do seu ânus, Lígia empinou o seu traseiro fazendo com que o líquido se depositasse em torno do pequeno orifício. Lambi e chupei todo o mel, deixando minha parceira ensandecida, gemendo e dizendo como aquilo era bom, usufruindo de mais uma série de orgasmos volumosos e insanos.

Inopinadamente, Lígia saiu da posição em que estava, e depois de pegar uma pequena quantidade de margarina com dois dedos de uma das mãos, pôs-se a lambuzar minha rola de forma cuidadosa e dedicada.

-Preciso preparar essa tora – disse ela, sem deixar de lado sua tarefa – Afinal, é muito grossa para o meu cuzinho …

Pouco depois, ela se deu por satisfeita, apreciando o resultado final de seu trabalho. Em seguida, Lígia ficou de quatro sobre o sofá, tomando o cuidado de fazê-lo na lateral com as pernas um pouco para fora do assento, a fim de facilitar minha penetração. Fiquei em pé e posicionei-me atrás de minha parceira; segurei a rola pela base, enquanto pegava uma pequena porção de margarina para lubrificar o selinho dela.

Com uma das mãos, segurei com firmeza minha parceira, pedindo que ela abrisse um pouco mais suas pernas; ainda firmando a rola pela base, aproximei-a do alvo e deixei que a glande fizesse sua parte, o que não foi muito difícil, já que a lubrificação servia ao seu propósito.
No momento em que a glande rasgou a resistência das pequenas pregas do ânus de Lígia e avançou para o seu interior, senti que o esforço era bastante incômodo, já que minha parceira tinha um selinho bem apertado (fiquei sabendo depois que aquela fora apenas sua segunda vez!); Lígia gemeu alto, mas conteve-se, mordendo o tecido do encosto do sofá.

Mantive minha posição, pois recuar não era a melhor opção naquele momento; depois de alguns minutos para possibilitar que minha parceira se acostumasse à sua nova situação, prossegui em minha investida, enterrando a rola cuidadosamente, com pequenos avanços que eram recebidos com gemidos e sussurros sufocados.

Minutos depois, minha rola estava completamente enterrada no traseiro roliço de minha parceira que não esperou muito para começar a rebolar em torno da rola, pedindo que eu socasse com força; obedeci, estocando aquele cuzinho com movimentos de vigorosos e ininterruptos que foram em um crescendo sem limites, cada vez mais longos e cada vez mais profundos.

Sem aviso, inclinei-me sobre o dorso de minha parceira e passei a dedilhar seu clítoris com dois dedos, gesto esse que, em poucos instantes surtiram o efeito desejado: Lígia gritou anunciando um delicioso e quase interminável orgasmo que se repetiu com outros sequenciais de menor intensidade, fazendo minha parceira beirar a total insanidade.

Continuamos em nosso pequeno idílio sexual por tempo suficiente para que Lígia experimentasse uma incrível sensação de quase afogar-se em orgasmos múltiplos que a deixaram em estado de absoluta submissão ao prazer. Foi a experiência mais contundente de minha vida, e jamais vou me esquecer dos gritos, gemidos, sussurros e respirações entrecortadas de minha parceira que vivenciou comigo uma experiência para ser guardada no fundo da alma.

-Não dá mais! – anunciei quase aos gritos – Preciso gozar, Lígia …

-Goza, meu amor! – respondeu ela amavelmente – Mas quero sentir essa porra na minha boca …, você deixa?

Sem esperar por qualquer outra palavra, saquei a rola das entranhas da minha parceira e fiquei em pé, esperando que ela se posicionasse; Lígia ajoelhou-se na minha frente, segurou a rola pela base, apertando-a suavemente, enquanto sua outra mão esfregava a rola alucinadamente.

Não demorou muito para que eu gozasse, ejaculando como um animal selvagem, enquanto os jatos de esperma quente e viscoso, projetavam-se contra o rosto de minha parceira. Quando tudo acabou, estávamos no limite de nossos corpos e nos quedamos sobre o sofá, adormecendo quase que de imediato.

Quase no final da tarde, fui acordado com Lígia chupando minha rola, que mesmo depois de tanto esforço, ainda apresentava sinais de resistência. Fodemos mais uma vez e gozamos como loucos. Ultrapassado o limite de nossos corpos, decidimos que o melhor a fazer era recolhermos nossas “armas” e aguardarmos uma nova oportunidade.

Já vestidos e abraçados, estávamos próximo da porta de saída; nos abraçamos calorosamente e depois de mais alguns beijos apaixonados, olhamos um para o outro, incapazes de descrever com palavras a sublime sensação que havíamos usufruído naquele dia.

-Da próxima vez que você vier – disse Lígia com suavidade – Vou preparar uma sobremesa. Do que você gosta, meu gato?

-Que tal chantily e morangos? – respondi com ar de provocação – Para serem saboreados em uma superfície quente e úmida?

Rimos um para o outro e eu segui meu caminho …, se outros encontros aconteceram? Assim que puder, eu conto …, prometo!

Sobre este texto

Trovão

Autor:

Publicação:30 de agosto de 2015 21:56

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Pulando a Cerca

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