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E O CARRO EMPERROU!

E O CARRO EMPERROU!
Algum tempo atrás, eu estava voltando de uma reunião que terminara tarde da noite pela via de acesso da marginal Tietê, quando, repentinamente, meu carro apresentou uma pane, desligando-se voluntariamente. Surpreendido pelo acontecimento, deixei que ela deslizasse, com o auxílio da força inercial, e alcei um bolsão próximo de uma loja de materiais de construção, lá estacionando sem alternativa.

Como de hábito, saltei do carro sem me preocupar com mais nada; sempre fui assim, não tenho receios infundados. Abri o capô dianteiro e examinei o motor, não constatando nada de anormal. Voltei ao interior do veículo e depois de uma nova tentativa, constatei que se tratava de bateria arriada. Saquei do celular e liguei para o seguro. Fui prontamente atendido, e assim que descrevi meu problema, o atendente prontificou-se a enviar um socorro mecânico o mais rápido possível.

Quando desliguei o aparelho, percebi a aproximação de um veículo ornado com luzes de emergência; em poucos minutos, uma viatura do apoio de tráfego estacionou ao meu lado, e de seu interior, saltou uma agente de trânsito que, assim que se aproximou de mim, deixou-me embasbacado com a sua beleza.

Era uma negra lindíssima, vestindo um uniforme cuja justeza destacava ainda mais suas formas exuberantes; mesmo sendo um pouco “plus size”, aquela mulher era um belíssimo exemplar de beleza madura. Calçando suas botas de cano longo, ela caminhou até mim, perguntando o que havia acontecido.

Depois do choque inicial com aquela exuberância dirigindo-se a mim, empertiguei-me e respondi que ocorrera um problema de bateria arriada e que eu já havia solicitado o socorro do seguro. Ela foi até a porta do meu carro, e depois de pedir licença, entrou e virou a chave. Olhou para o painel e sorriu, concordando com minha constatação.

Saiu do carro e perguntou meu nome, eu respondi e perguntei o dela; disse chamar-se Dalva e sorriu graciosamente para mim. Olhou ao redor e perguntou se eu queria companhia enquanto o socorro não chegava. Olhei naqueles lindos olhos negros brilhantes e respondi:

-Se for por sua bela presença, aceito de bom grado.

Dalva soltou um risinho e encostou na lateral do carro. Conversamos um pouco e eu pude conhecer melhor aquela linda mulher. Dalva era divorciada e sem filhos; após a separação do marido, ela decidiu morar sozinha e enfrentar a vida com a cara e a coragem. Prestou concurso e foi admitida nos quadros da empresa onde está há cinco anos. Disse também que não tinha muitos prazeres na vida, exceto dançar de vez em quando e frequentar shows de cantores sertanejos.

Perguntou o que eu gostava de fazer, e depois de algum rodeio, quis saber se eu era casado; exibi-lhe o dedo anular esquerdo onde brilhava a aliança. Ela deu outro risinho e perguntou se, além de casado eu era fiel.

-Desconheço quem seja – respondi de pronto, sem hesitações – E se esse sujeito existe, já deve ter morrido de tédio!

Dalva não resistiu ao meu comentário jocoso e soltou uma sonora gargalhada. Depois de recompor-se, ela perguntou se eu era um aventureiro, pulando de cama em cama.

-Não! – redargui eu sem perder a rebolado – Apenas gosto de saborear momentos excitantes ao lado de uma mulher que procura um amante gentil carinhoso e muito hábil.

-Você não é nada convencido, hein? – brincou ela com um sorriso maroto.

No exato momento em que eu tive a intenção de tornar aquela conversa mais insinuante …, meu socorro chegou. Enquanto o mecânico providenciava a substituição da bateria, Dalva aproximou-se de mim dizendo que, agora que eu estava sendo atendido, ela poderia seguir sua noite de trabalho. Antes que ela partisse, ousei perguntar-lhe se poderíamos nos ver ou nos falar novamente. Ela olhou para mim, sorriu e depois de um breve silêncio, decidiu responder:

-Tome – disse ela, estendendo-me um cartão – Esse é o meu telefone …, quando quiser …, ou melhor, quando puder, me ligue e conversaremos.


Sem esperar resposta, Dalva retornou ao seu veículo e partiu noite adentro. Depois do reparo de meu carro, assinei a ordem de serviço do rapaz da seguradora, dei-lhe uma gorjeta e segui para casa. No caminho, a imagem de Dalva não saía da minha cabeça. Fiquei memorizando suas formas generosas e todas as possibilidades que elas escondiam debaixo do uniforme justíssimo.

Naquele fim de noite, fui dormir com a sensação de que aquele encontro com Dalva era mais que apenas um encontro …, era uma promessa não revelada de prazer.

Várias semanas se passaram sem que eu tivesse o ímpeto de ligar para Dalva. Não que eu não tivesse uma vontade imensa de fazê-lo, mas apenas por absoluta falta de oportunidade.

E como costumo dizer, o destino gosta de ser irônico e oportunista; certa noite, eu retornava de outra reunião de trabalho, só que desta vez com o carro de minha filha, quando fui novamente surpreendido por um pneu furado. Aproveitando que a perda de pressão ocorria de forma lenta, conduzi o carro até um bolsão de estacionamento localizado debaixo de uma das pontes da marginal e pus-me e substituir o pneu danificado.

Enquanto trabalhava com mãos sujas e suado, percebi a aproximação de um outro veículo dotado de luzes giratórias, indicando que se tratava de uma viatura oficial. O veículo estacionou logo atrás do meu e quando o condutor desligou os fários, vi que se tratava de uma viatura de apoio ao tráfego. Para minha surpresa, de dentro dela, saltou uma figura de silhueta feminina …, era Dalva!


Ela se aproximou sorrindo e eu retribui o gesto. Ela agachou-se ao meu lado e perguntou se estava tudo bem.

-Agora está! – respondi com outro sorriso – Afinal, estou em excelente companhia.

-Não parece – resmungou ela com ironia na voz – Até hoje espero uma ligação de alguém …

-Me desculpe! – antecipei-me em uma desculpa esfarrapada – Foi absoluta falta de tempo, eu juro!

-Tudo bem – disse Dalva com um sorriso iluminado – Desta vez, vou te perdoar …, até mesmo porque acho você um gato!

Fiquei encabulado e Dalva achou isso muito divertido. Terminei de trocar o pneu e depois de guardar as ferramentas no porta-malas, perguntei se ela queria tomar um café comigo.

-Lamento, gato – disse ela amavelmente – Mas estou de serviço, lembra-se?

-OK – concordei eu, meio desalentado.

-Mas, se você me ligar amanhã – insinuou ela – Talvez, possamos tomar mais que um café.

Abri um enorme sorriso de felicidade. Nos despedimos da maneira mais formal possível (afinal, ela estava de serviço!), e eu segui com a esperança de um reencontro com aquela mulher cobiçável e muito atraente.

No dia seguinte, assim que cheguei ao escritório, liguei para Dalva. A primeira ligação caiu na caixa postal …, a segunda também …, na terceira eu desisti. Fiquei alguns minutos curtindo minha frustração até que …, meu celular tocou! Atendi e era ela!

-Oi, gato! – disse ela com um tom de voz aveludado – Você me ligou?

-Liguei sim! – respondi, incapaz de conter minha excitação em ouvi-la – Como você está?

-Ai, gato! – respondeu ela, languidamente – Estou cansada …, acabei de acordar …

-Uau! – exclamei eu ainda mais excitado – Ainda está na cama?

-Estou sim – respondeu ela – E adivinha o que eu estou vestindo?

-Deixe-me ver? – tergiversei eu – Acho que apenas uma calcinha …, acertei?

-Não, meu gato! – lamentou Dalva – Na verdade, não estou vestindo nada …

Meu pau quase explodiu dentro da calça. Fiquei doido de tesão ao ouvir aquela afirmação. Eu precisava transar com Dalva …, imediatamente!

-Sabe de uma coisa, gato? – prosseguiu ela com um tom de voz provocante – Estou aqui em casa, pelada …, deitada na cama …, então, eu pensei …, está faltando alguma coisa …, você sabe o que é?

-Acho que sei! – respondi, ansioso – Está faltando eu!

-Então – suspirou ela – Você está esperando o quê? Vem, tesão …, vem.

Mal consegui manter o celular ligado enquanto corria pela escadaria do prédio até a garagem, onde apanhei meu carro, ao mesmo tempo em que perguntava para Dalva que era o seu endereço. Ela me disse e eu respondi que estava a caminho. Desliguei o aparelho e arranquei em direção àquela delícia de mulher.

Dalva residia em um pequeno sobrado de apenas um dormitório, e cuja entrada era ornada com um pequeno jardim lateral que acompanhava a garagem para um veículo que terminava em uma varanda onde se via a porta principal. Estacionei meu carro, e antes de descer do carro, mandei uma mensagem de texto para Dalva, avisando-lhe que havia chegado. E a resposta foi deliciosa e impressionante.

“A porta está aberta. Antes de subir, tire a roupa”. Desci do carro, atravessei o portão de acesso da garagem e girei a maçaneta da porta, constatando que ela, realmente, estava aberta. A sala de estar era muito aconchegante, porém não me detive em observações estéticas.

Despi-me e subi as escadas que davam para o quarto de Dalva. A porta estava aberta e lá estava ela; Dalva estava nua deitada na cama, com as pernas cruzadas uma sobre a outra, exibindo toda a exuberância de suas curvas e sensualidade a flor da pele.

De pau duro, caminhei até ela e antes de chegar na cama pedi-lhe que abrisse as pernas, pois eu estava com sede de boceta. Dalva riu gostosamente, abrindo as pernas para mim. Mergulhei entre aquelas coxas grossas, quentes e roliças, caindo de boca na sua bocetinha destituída de pelos. Comecei lambendo os grandes lábios, ao mesmo tempo em que minha língua explorava o interior úmido, a procura da minha prenda.

Logo, eu estava com o clítoris inchado de minha parceira preso entre meus lábios, sugando-o avidamente; Dalva gemia enlouquecida de tesão, acariciando minha cabeça e suplicando para que eu não parasse (mal sabia ela que eu não tinha nenhum interesse em parar!).

O gozo sobreveio selvagem, temperado com gritinhos, gemidos, suspiros e palavras obscenas. Deliciei-me com tudo aquilo, e prometi que era apenas o início. Prossegui, dedicando-me a matar minha sede de boceta. E não demorou para que Dalva experimentasse outros orgasmos, sucessivos, intensos e que transformaram sua boceta em uma lagoa quente e úmida.

Chupei e lambi tanto aquela boceta que perdi a noção de tempo; apenas não queria parar de fazer uma das coisas que eu mais gosto. Todavia, o tesão de Dalva não se limitava apenas à minha língua.

-Vem, gato – implorou ela, com voz embargada – Vem me foder …, preciso de uma pica me fodendo!

Imediatamente, subi por sobre minha parceira e enterrei minha rola dura dentro de sua boceta; a benga escorregou para dentro da minha parceira que gemeu alto, segurando-me pela cintura e puxando-me contra ela, sinalizando que deseja sentir tudo enfiado nela.

Enterrei a rola, procurei sua boca e nos beijamos sofregamente. Quando iniciei os movimentos de vai e vem, aproveitei para saborear os mamilos intumescidos de minha parceira que eram acintosamente saborosos. Chupei e lambi aquelas coisinhas pontudinhas, cuidando também das aureolas que eram um espetáculo a parte quanto à sua textura.

Estoquei impiedosamente tantas vezes aquela boceta que não houve trégua para os orgasmos de Dalva que já não cabia em si de tanto prazer; ela já não conseguia pronunciar uma palavra sequer …, apenas balbuciava expressões desconexas, enquanto eu socava a rola em sua boceta até não poder mais. Eu estava tão excitado que não diminuía a intensidade de meus movimentos, socando e puxando a rola com movimentos longos e rápidos, sentindo minhas bolas chocarem-se contra a pele úmida de Dalva.
-Ai, meu tesão! – gemeu ela balbuciando a frase com dificuldade – Não é possível isso! Que macho! Acho que perdi a conta de quantas vezes você me fez gozar …

Continuei minha foda com mais afinco após essa frase incentivadora, mesmo sem confessar a ela que havia lançado mão de uma terapia auxiliar (leia-se CIALIS!), que me permitia uma energia revigorada. Fodemos por mais de uma hora, mantendo a mesma intensidade inicial, e Dalva já nadava em sua própria seiva, gemendo, suspirando e respirando com dificuldade, mas ainda assim, querendo mais.

No entanto, como toda a alegria dura pouco, senti os primeiros sinais da derrocada, com arrepios percorrendo minha espinha e fortes espasmos tomando conta do meu corpo …, eu precisava gozar …

-Dalvinha – suspirei com dificuldade – acho que …, acho que vou …, gozar …

-Goza, meu tesão, goza! – suplicou ela com voz embargada – Me enche com tua porra quente!

Mal pude me conter quando o orgasmo sobreveio, forçando meu corpo a contrair-se enquanto ejaculava violentamente …, eram jatos vigorosos que eram lançados no interior de minha parceira que, por sua vez, se deleitava com o banho de porra que eu estava lhe presenteando.

No instante seguinte, eu estava prostrado sobre o corpo suado de Dalva. Ambos respirávamos com enorme dificuldade, e podíamos sentir os batimentos cardíacos acelerado um do outro. Deitei-me ao lado dela, buscando mais ar para meus pulmões e fui abraçado por Dalva, que virou-se para mim, envolvendo-me com seus braços quentes e macios. Em poucos minutos, estávamos dormitando tranquilamente.

Acordei, algum tempo depois, com minha parceira acariciando minha rola que já dava sinais de novo ânimo, encetando uma nova aventura. Dalva olhou para mim, sorriu e, em seguida, desceu sua cabeça em direção ao meu ventre …, seus lábios e sua boca procuravam um outro sabor!

Ela começou a lamber minha rola como quem lambe um picolé, mas, minutos depois, já havia engolido a pica dura, sugando-a ardorosamente. Acariciei seus cabelos, enquanto me deliciava com aquela chupeta incrível. E depois de algum tempo, desci minha mão, instintivamente, até o traseiro exuberante de minha parceira. Senti a pele firme e aveludada das nádegas de Dalva, alongando-me nos movimentos …

Repentinamente, vi-me explorando o vale entre as nádegas dela a procura de seu selinho; encontrei-o e dei-lhe uma coçadinha provocante …, Dalva gemeu engasgada com a rola …, eu prossegui, empurrando meu indicador na direção do ânus dela, pressionando-o cuidadosamente. Dalva gemeu novamente.

-Puta que pariu! – exclamou ela – Assim não dá …, você vai ter que comer meu cu!

Surpreendido com aquela exigência, recuei minha provocação, o que fez com que Dalva soltasse a rola da boca para dizer alguma coisa. “Seu filho da puta!”, esbravejou ela, com um sorriso maroto no rosto. “Não adianta fugir, não …, você vai foder o cuzinho da Dalvinha …, e tem que ser agora!”.

Dalva levantou-se da cama, ficando de quatro sobre ela e exibindo, para mim, suas nádegas em plena provocação. Meu pau pulsou forte e eu senti que estava prestes a me deleitar com o traseiro. Posicionei-me e pus-me a lamber aquele selinho, fazendo minha parceira enlouquecer de tesão, rebolando e gemendo como louca. Lambi o cu de Dalva, até sentir que ele estava devidamente azeitado, tomando a cautela de endurecer a língua, simulando uma penetração.

Em seguida, fiquei ajoelhado atrás dela, segurei a rola pela base com uma das mãos, enquanto com a outra, procurava entreabrir o vale para descortinar meu alvo. Apontei e arremeti contra o cu de Dalva; a penetração deu-se de uma maneira tão suave que eu fiquei maravilhado …, minha rola venceu a resistência inicial e escorregou para dentro do traseiro de Dalva, fazendo ela gritar de tesão, afundando o rosto no travesseiro.

Não perdi tempo e passei a atacar o ânus de Dalva, enfiando e puxando minha rola com movimentos carregados de vigor, fazendo com que ela gemesse sufocada pelo travesseiro, mas, ao mesmo tempo, confessando que estava deliciando-se com minhas investidas.

Estoquei a vontade, fodendo o cu de minha parceira sem dó nem piedade, pois, afinal, eu queria muito saborear aquela mulher luxuriante. Aproveitei para, inclinar-me para frente, buscando o grelinho dela para dedilhá-lo com afinco. Quando iniciei o exercício lúdico na vagina de minha parceira, ela realmente enlouqueceu de tesão, pois senti sua pele fremir involuntariamente.

-Caralho! – vociferou ela em pleno êxtase – Você é mesmo demais …, que loucura …, adoro isso!

Incentivado por ela, prossegui, estocando e dedilhando até que ela experimentasse uma nova sequência de orgasmos sucessivos que quase a engasgaram de prazer. Dalva gozou deliciosamente de modo muito parecido com um orgasmo múltiplo, algo novo para ambos, mas que era simplesmente arrasador!

Algum tempo depois, mal tive tempo de anunciar para minha parceira que estava prestes a gozar, já que meu pau pulsou e meu esfincter contraiu-se involuntário, denunciando o que estava por vir. Como eu não queria gozar dentro dela, tirei a rola ainda dura e pulsante e deixei que os jatos de sêmen quente e viscoso projetassem-se no ar, caindo sobre a pele suada das costas e nádegas de minha parceira que, por sua vez, gemia e rebolava, apreciando aquela chuva de porra!

Assim que terminamos, nos deitamos, e, mais uma vez, fomos vencidos pelo esforço, adormecendo pesadamente.

Era meio da tarde quando acordei, percebendo que havia abusado da sorte. Levantei-me da cama e desci as escadas em busca do meu celular. Liguei para o escritório e avisei que, por conta de alguns problemas pessoais, não retornaria mais ao trabalho naquele dia. Quando desliguei o aparelho, fui surpreendido pelo abraço carinhoso da minha parceira que havia descido em busca de mim. Ela adorou saber que eu havia me livrado do expediente e pudemos “brincar” um pouco mais.

Acabamos debaixo do chuveiro, com Dalva massageando meu pau duro, enquanto eu dedilhava sua bocetinha, fazendo-a gozar mais vezes. Depois, ela me encostou na parede, intensificando a punheta até que eu ejaculasse, urrando como um animal selvagem.

Quando terminamos, nos vestimos e ela me acompanhou até a porta. Afinal, em breve Dalva daria expediente em seu trabalho …, brinquei que talvez ela precisasse me socorrer de alguma pane mecânica inesperada. Ela sorriu e esfregou-se em mim, apertando minha braguilha com uma de suas mãos.

-Acho que essa máquina aqui talvez precise de um reparo – insinuou ela com tom de voz provocante.

Não resisti e agarrei Dalva com os braços, desnudando seus peitos e chupando avidamente os mamilos intumescidos. Ela gemeu e riu baixinho, apertando ainda mais a minha braguilha. Em questão de minutos, minha rola dura estava a mostra, exibindo-se para Dalva que, ajoelhou-se e beijou a glande, chupando-a carinhosamente. Fiquei louco de tesão, e ainda sob efeito do meu “auxiliar”, predispus-me a foder aquela negra deliciosa.

Ficamos nus ali mesmo, na sala de estar, e no sofá desencadeamos uma nova sessão de sexo selvagem. Desta vez, Dalva ficou por cima, me cavalgando e exibindo toda a exuberância de suas formas alucinantes. Brinquei com seus mamilos, e enquanto ela saltava sobre mim, dedilhei cuidadosamente seu grelinho, fazendo-a gozar mais algumas vezes.

Segurei suas nádegas com força e deixei que ela fizesse de mim seu objeto de satisfação, possibilitando mais uma sequência inesquecível de orgasmos. Terminamos com Dalva ajoelhada entre minhas pernas chupando-me e masturbando-me alternadamente, até que eu atingisse outro orgasmo, lambuzando seu rosto com uma massa de porra quente e viscosa.

Beijei e lambi seu rosto e ela achou aquilo o máximo, já que nenhum homem fizera isso antes. Rimos de nosso arroubo de última hora e ficamos algum tempo, nus e abraçados, saboreando das pequenas ondas de prazer que ainda tomavam conta de nossos corpos.

Me despedi de Dalva com a promessa de nos reencontrarmos assim que fosse possível. Dalva, ainda mais uma vez, apertou minha braguilha, enquanto nos beijávamos de forma provocante. Não havia qualquer ímpeto de nos separarmos naquele dia.

Porém, sem alternativas, nos desvencilhamos e eu segui meu caminho …

Desafortunadamente, eu e Dalva não tornamos a nos encontrar, já que, pelo que pude descobrir tempos depois, ela havia conhecido alguém com quem pretendia dividir a cama …

De qualquer modo foi um dia inesquecível …, e nunca mais tive problemas mecânicos com meu carro …

Sobre este texto

Trovão

Autor:

Publicação:13 de dezembro de 2015 16:58

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Pulando a Cerca

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  • claudiosorocabasp
    Postado porclaudiosorocabaspem16 de dezembro de 2015 13:45

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