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EXPECTATIVAS

EXPECTATIVAS
Este conto é mais uma confissão sobre o que penso e o que sinto sobre as mulheres. Se houvesse uma pesquisa séria sobre o tema eu teria certeza absoluta que no quesito sobre a satisfação sexual das mulheres casadas com mais de cinquenta anos o resultado seria sofrível, especialmente, no que se refere à prática de sexo com o parceiro fixo …, e digo isso somado ao conhecimento prático de que, o cotidiano da relação matrimonial destrói qualquer desejo …, vejam que não estou generalizando, pois sei muito bem que há louváveis exceções.

E se nessa mesma pesquisa, fosse perguntado aos “maridos” sobre se eles traem, ou traíram suas esposas, o percentual seria elevadíssimo; e alguém poderia dizer que se a pergunta fosse formulada às esposas, também o percentual seria elevado. Todavia, pressinto que há muitas mulheres casadas que sentem-se relegadas a uma posição de mera “dona de casa”, cuidando de filhos e do marido que, mesmo estando presente, está sexualmente ausente.

Por mais de uma vez ouvi mulheres confessarem que seus maridos as abandoaram por mulheres mais jovens ou cujos atrativos sexuais saem do esteriótipo padronizado da mesmice e da falta de tempero do desejo repleto de arroubos e desatinos que, deliciosamente, fazem da relação sexual algo de muito melhor.

Também ouvi mulheres confessarem que estão ao lado de seus maridos apenas por conveniência, e que mesmo não obtendo nenhuma espécie de satisfação sexual, permanecem tais como pessoas assexuadas, vivendo um dia após o outro, desejando que seus parceiros “renasçam das cinzas” e voltem a desejá-las como antes!

Fiz este prólogo um tanto extenso para narrar um fato que me fez sentir muito feliz e realizado, pois, assim como a maioria dos homens casados, vi meu casamento desmoronar sobre os efeitos do cotidiano, descobrindo que certos atrativos não se resumem a uma mera aventura sexual. Destaco que meu casamento não vai bem e creio que me resta apenas conformar-me com essa situação, já que minha parceira também o fez.

De qualquer modo, dia desses, estava eu, desacompanhado, fazendo compras em um supermercado próximo de casa, quando meus olhos miraram uma belíssima mulher que também fazia compras; era uma morena com cabelos medianos e ondulados, de seus cinquenta e poucos (na verdade, beirando os sessenta), com um corpo do tipo “plus size”, e que, mesmo trajando uma roupa bastante comportada não conseguia esconder a sensualidade que suas curvas exalavam para todos os lados.

Ela estava com um vestido preto, um pouco justo com comprimento até um pouco acima dos joelhos, revelando pernas que denunciavam coxas grossas e ideias insinuantes. O busto seguia o mesmo delineamento, marcado pela roupa e denotando o que pareciam ser deliciosos peitos prontos para serem saboreados por uma boca experiente.

Assim que a vi, percebi que meu olhar também foi notado e imediatamente retribuído com certa discrição, mas com intenso interesse. Passei a seguir aquele monumento, mantendo uma distância adequada e sem perder de vista o bom comportamento que se espera em um ambiente público, mas, ao mesmo tempo, procurando insinuar-me para que ela não se esquecesse da minha presença.


Depois de algum tempo acabei por perdê-la de vista e dei-me por vencido, já que a possibilidade daquele olhar tornar-se algo mais era mais que remota. E qual não foi minha surpresa quando, procurando um caixa disponível para passar minhas compras, reencontro aquela linda mulher acabando de passar suas aquisições e finalizando o pagamento. Novamente nos olhos com a mesma discrição, e preciso confessar que meu interesse era tão acentuado que comportei-me com certo acinte tanto nos olhares como nos sorrisos.

Mais uma vez, ela foi embora, empurrando seu carrinho na direção do estacionamento. Dei por encerrada aquela possibilidade e tratei de tocar minha vida. Mas, como costumo dizer que nada acontece sem uma razão, eu, mais uma vez, reencontrei aquela mulher insinuante. E foi no estacionamento, com ela tentando colocar suas compras dentro do porta-malas de seu carro.

Percebendo de imediato a sua dificuldade, e sem perda de tempo, corri para ajudá-la, oferecendo meus préstimos para que ela pudesse terminar sua tarefa; a mulher hesitou por um instante, mas em seguida aceitou minha ajuda com um lindo sorriso brilhante.

Assim que terminamos, ela me agradeceu, e eu retribuí; preciso confessar a vocês que não sou o tipo de homem que aproveita as situações para soltar um gracejo clichê, e que, ao longo dos anos aprendi a ser galanteador sem ser ofensivo, razão pela qual disse a ela que aquela ajuda tinha sido um enorme prazer para mim, especialmente para ajudar uma mulher tão linda e atraente.

Ela ficou sem jeito e sorriu mais uma vez; perguntei seu nome e ela me disse chamar-se Fernanda, perguntando, longo em seguida qual era o meu. Respondi e depois de alguns segundos de silêncio incomodo, ela agradeceu minha ajuda despedindo-se e entrando em seu carro.

Por um momento, achei que tudo estava para acabar ali mesmo, sem qualquer possibilidade de uma nova chance e pensei que me restava, apenas, uma tentativa maluca de conquistar aquela bela mulher; aproximei-me da porta do carro e inclinei-me perguntando para Fernanda se aquela seria a última vez que nos veríamos. Ela me olhou com um olhar sério, quase solene, e eu tive a impressão de que receberia uma dispensa monumental.

Repentinamente, a seriedade dela deu lugar para um novo sorriso iluminado com Fernanda respondendo que somente seria a última se eu quisesse. Naquele momento, meu coração quase saltou pela boca e eu agitei-me procurando uma frase adequada para aquele “quase convite”.

Disse a ela que não queria que aquele fosse nosso último encontro como também queria saber quando seria o próximo. E a resposta me deixou completamente sem ação.

-Se você não tiver mais nada para fazer hoje e quiser tomar um café comigo, minha casa está a sua disposição …, mas, vou entender se isso não for possível … – a frase veio acompanhada de um olhar na direção do meu dedo anelar da mão esquerda …

Meu cérebro não era capaz de processar aquele convite tão insinuante, partindo de uma mulher que acabara de me conhecer em um supermercado e sem qualquer noção de quem eu era e de quais seriam minhas intenções. Por um momento pensei que o melhor seria declinar gentilmente do convite, ensejando que ele pudesse acontecer em outra ocasião.

-É um convite irrecusável! – respondi de pronto – basta me dizer quando e onde.

Fernanda pediu meu celular emprestado e digitou alguma coisa nele, dizendo, em seguida, que me mandaria uma mensagem de texto com as informações necessárias. Sorrimos e nos despedimos, sentindo que um beijo era necessário, mas não essencial naquele momento.

Voei para casa e liguei para o trabalho dizendo que, por problemas “acima do meu controle” precisaria me ausentar naquele dia. Desliguei o celular e corri para o box, pois precisava de uma ducha para esfriar minha excitação. Estava me enxugando quando uma mensagem chegou em meu celular. Quase tropecei para alcançá-lo sobre a pia, e mal me contive até abrir a mensagem. Era de Fernanda (vou poupá-los dos detalhes da mensagem e seguir em frente).

Alguns minutos depois, eu estava em frente a casa de minha nova amiga. Era um sobrado de frente larga e de construção recente com arquitetura funcional. Desci do carro e depois de acionar o alarme, toquei o interfone. A voz por meio metálico era de Fernanda (ela tinha um tom doce de menininha que me deixava excitadíssimo!). Ela me saudou e acionou a abertura do portão.

Avancei pela pequena escada que conduzia até a porta de entrada e antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, fui recepcionado por Fernanda, que, mais uma vez, estava deslumbrante, trajando um short curtíssimo e uma fina blusa de malha que realçava ainda mais o seu corpo delicioso (destaco aqui que, a meu ver, toda a mulher tem um corpo bonito e, portanto, merecedor de elogios).

Imediatamente, ela me convidou para entrar, sem demonstrar qualquer receio por um homem estranho invadir a privacidade de seu lar. Convidou-me para sentar no largo sofá de tecido macio enquanto caminhava em direção à cozinha, retornando de lá com uma bandeja com café e alguns biscoitos (e pensar que eu queria mesmo era “molhar meu biscoito”naquelas curvas deliciosas!).

Apreciamos o café e os biscoitos conversando amenidades (filhos, vida, cotidiano e …, casamento); Fernanda me disse que seu marido era empresário do ramo de medicamentos e que por conta de seu trabalho tinha que viajar muito; aliás, confidenciou-me ela, naquele momento ele estava em Curitiba onde ficaria por duas semanas. Em retribuição, disse-lhe que minha esposa também trabalhava, mas poupei-a de outros detalhes sem importância.

Houve um momento, em que a conversa fluía tão naturalmente, que Fernanda aproveitou para perguntar o que havia me atraído nela. Pousei a xícara sobre a bandeja e respondi que tudo havia me atraído nela; Fernanda soltou uma gargalhada despojada, enquanto eu lhe devolvia a pergunta.

Ela me disse, entre risos, que foram minhas tatuagens que haviam despertado o seu interesse, pois jamais vira um homem na minha idade com tantas no corpo. Foi minha vez de dar uma boa risada e confidenciar-lhe que, além daquelas tinha outras. Fernanda abriu um olhar de espanto, querendo saber onde mais eu tinha feito tatuagens.

Sem perda de tempo e fazendo movimentos medidos para que ela não se assustasse, levantei-me, tirei minha camiseta e virei de costas exibindo o conjunto de desenhos que recobrem todo meu torso. Antes que pudesse me voltar novamente, Fernanda levantou-se e aproximou-se de mim, passando suas mãos sobre minha pele que, de pronto, ficou arrepiada.
Voltei-me para ela e de modo quase impensado, tomei-a nos braços procurando seus lábios com os meus; nos beijamos com muito ardor enquanto as mãos dela acariciavam minhas costas, descendo até a cintura. Por minha vez, fiz o mesmo, porém com um pouco mais de ousadia, passando minhas mãos por baixo da blusa e constatando que ela não estava usando sutiã. Sua pele era quente e macia e eu podia sentir seu coração batendo acelerado contra o meu peito.

Minha rola já dura e pulsante pressionava o tecido de minha bermuda, fazendo-se sentir para minha parceira. Fernanda desvencilhou-se dos meus braços e com uma avidez indescritível, levou as mãos até minha cintura, puxando minha bermuda para baixo e revelando a pica dura que saltou contra ela. Fernanda olhou para a rola e depois olhou para mim com olhos faiscando de tanto tesão.

-Tudo isso é por minha causa? – ela perguntou com a voz embargada, enquanto suas mãos divertiam-se com o novo “brinquedinho”.

Dei um sorriso safado e acenei afirmativamente com a cabeça, enquanto minhas mãos acariciavam seus cabelos macios e sedosos. Fernanda brincou um pouco com a rola e depois levantou-se, empurrando-me na direção do sofá; desabei sobre ele, enquanto ela se incumbia de livrar-me da bermuda, deixando-me nu aos seus olhos gulosos.

Em seguida, ela se levantou e caminhou até a janela, com a intenção de deixar o ambiente mais escuro; imediatamente eu protestei, dizendo que também queria vê-la nua. Fernanda resistiu, dizendo que não se achava uma mulher bonita e que, provavelmente, eu poderia sofrer uma desilusão que acabaria com a nossa tarde.

Saltei do sofá e corri até ela, abraçando-a e dizendo que isso era uma besteira, pois eu tinha certeza de que ela não iria me decepcionar; argumentei o que costumo dizer sempre, afirmando que toda a mulher tem um padrão de beleza próprio e que essa beleza somente pode ser apreciada pelos olhos de quem a vê e não de quem é visto.

Fernanda ficou surpresa com minha argumentação e retrucou que jamais ouvira algum homem dizendo tal coisa; eu lhe disse que eu não era “algum homem”, mas sim o homem que, naquele momento, estava doido para vê-la despida, deleitando-se com a sua beleza singular.

Ela olhou para mim tão séria que pensei que, realmente, eu tinha posto tudo a perder e que ela poderia até me expulsar dali para sempre …, todavia, no momento seguinte, Fernanda abriu um enorme sorriso brilhante e me convidou para retornar ao sofá para apreciar uma sessão de strip-tease exclusiva e especial. Sorri de volta e depois de beijar-lhe a face tornei a me refestelar no enorme sofá aguardando o meu “presente”.

Fernanda caminhou até a imensa estante que cobria toda a parede lateral e depois de inserir um CD no equipamento de som (Bang & Olufsen), deixou a música sensual e excitante tomar conta do ambiente. Minha gata foi gingando, ouvindo a música, e deixando seu corpo ficar livre para dançar para mim.

Minha deliciosa parceira dançou; e como dançou! Sua silhueta era algo mágico, como uma odalisca repleta de sensualidade e conhecedora da arte de alucinar os homens. Com um movimento mais que sutil, Fernanda livrou-se da fina blusa, revelando seu busto lindo.

Eram seios enormes, coroados por aureolas largas e róseas, cujos mamilos levemente elevados estavam em processo de entumescência acelerada e que balançavam no mesmo ritmo da música que fluía pelo ambiente incendiando meu interior e explodindo em arrepios e pulsações do meu membro enrijecido.

Com outro movimento mais imperceptível do que o anterior, Fernanda livrou-se do short, ficando nua para mim, com sua pele alva a leitosa, que brilhava uma luminescência opaca, assemelhando-se a uma escultura renascentista.

Naquele momento, dei por encerrado meu show particular e parti para cima dela, abraçando-a e acariciando sua pele acetinada e sentindo a textura macia e levemente aquecida. Fernanda retribuiu minhas carícias, mas, não tardou para que ela me empurrasse de volta para o sofá, ajoelhando-se ante mim e engolindo minha rola dentro de sua boca quente e ousada.

Ela me chupou e lambeu até não poder mais e eu senti que tinha coisa melhor para fazer, mesmo achando que poderia passar o dia todo sendo chupado por aquela beldade. Peguei-a em meus braços e coloquei-a de quatro sobre o sofá. E novamente algo mágico aconteceu: posicionei-me para uma penetração e minha rola escorregou para dentro daquela boceta alagada com uma mão que se encaixa perfeitamente na luva (e que luva!); Fernanda gemeu alto e suplicou para que eu a fodesse sem parar.

Estoquei aquela vagina com movimentos inicialmente lentos e longos, deixando que ela sentisse toda a extensão da pica entrando e saindo de suas entranhas e usufruindo cada gemido, cada frase mal balbuciada e cada suspiro que minha parceira exalava como se fosse uma iguaria única e muito apetitosa.

Pouco a pouco, passei a intensificar os movimentos fazendo meu pau entrar e sair com mais velocidade e proporcionando vários orgasmos em minha parceira que deliciava-se com aquela foda única e quase mágica.

-Nossa! O que é isso! Que macho é esse! Onde você estava esse tempo todo? – a voz de Fernanda estava embargada e as palavras saíam com dificuldade, entrecortadas por gemidos e espasmos corporais que dominavam os sentidos dela.

Fiz Fernanda gozar tantas vezes que ambos perdemos as contas e somente parei quando minhas forças estavam no limite. Ela deitou-se no sofá e eu, como um fauno, saltei entre suas pernas, abocanhando sua vagina e chupando-a com sofreguidão. Tomei seu clítoris entre meus lábios, apertando-o cuidadosamente e fazendo ela enlouquecer de tesão. Introduzi minha língua dentro da vagina, simulando que ela era um pequeno pênis que entrava e saía, tornando a propiciar a ela outra sequência de orgasmos contínuos.

Houve um momento que Fernanda me suplicou para parar, pois sentia as pernas bambas e o corpo todo tremelicar involuntariamente. Concedi um descanso a ela enquanto me deliciava com seus mamilos durinhos que eu chupava e mordiscava alternadamente.

-Se eu pedir, você faz uma coisa para mim? – perguntou minha parceira enquanto tentava retomar o controle sobre seu corpo.

-E o que a minha princesa deseja? – perguntei com um tom de voz bastante safado.
-Você come meu cu …, por favor? – a voz de Fernanda adotou um tom quase infantil pedindo para que eu a fodesse por trás.

Sem tempo para uma resposta convincente, preferi agir. Fiz com que ela ficasse novamente de quatro para presentear-lhe com uma vigorosa penetração anal.

No entanto, Fernanda voltou para a posição original e depois de colocar uma almofada embaixo das nádegas, gingou o corpo até que seu ânus ficasse posicionado de forma a acolher minha rola.

-Quero que você foda meu cu assim, de frente …, olhando para mim. – Ela disse olhando para mim com um olhar lânguido e carregado de tesão.

Me coloquei em posição de ataque, segurei as pernas de Fernanda o mais alto que pude e com um movimento único e preciso, introduzi a glande inchada do meu pau; Fernanda arfou para, sem seguida, soltar um gritinho quase sufocado. Hesitei em prosseguir, mas ela me incentivou.

-Vai, meu macho …, não para, não …, fode esse cu que é todo teu!

Sentindo-me o homem mais realizado do mundo, avancei sem temor, enfiando centímetro por centímetro da minha rola dentro do cuzinho de minha parceira que, bravamente, resistia ao meu assédio, rebolando sutilmente o corpo a fim de acomodar o novo invasor.

E quando, finalmente, minhas bolas roçaram a parte inferior das nádegas de minha parceira, senti-me vitorioso, pois havia completado o meu intento; segui com movimentos de vai e vem vigorosos e profundos. Fernanda resistia, não demonstrando se estava sentindo prazer, mas procurando aproveitar aquela oportunidade.

Depois de algum tempo, percebi que o prazer havia contagiado minha parceira e aquela penetração anal ganhara, por fim, contornos de algo a ser usufruído com muito prazer. Eu me deliciava com aquela foda que parecia um presente precioso dado exclusivamente para meu deleite.

Fernanda gozou outras tantas vezes que a lubrificação ficou mais que perfeita, enquanto eu prosseguia estocando o ânus com movimentos de um macho em pleno êxtase, realizando uma fantasia única e especial. Mas, como tudo que é bom, senti os primeiros estertores anunciando que meu orgasmo se aproximava de forma inexorável.

Segurei o máximo que pude, mas ao fim de mais alguns minutos, fui obrigado a me render e anunciar a plenos pulmões que estava prestes a gozar. Fernanda sorriu para mim e perguntou-me como eu queria gozar. Tive vontade de dizer a ela que desejava inundar aquele cuzinho, mas, depois de alguns minutos, tive ideia melhor.

-Quero te lambuzar toda com minha porra quente, você deixa?

-Claro que sim, meu amor …, comigo e depois de tudo isso, você pode tudo!

Intensifiquei meus movimentos até o limite e quando senti uma enorme pressão pélvica, tirei a rola para fora e com uma “ajuda manual” terminei o trabalho.
A ejaculação veio como uma enorme onda de prazer que subia por minhas entranhas, explodindo em uma sequência de jatos de sêmen quente e muito viscoso; eram jatos vigorosos que se projetavam pelo ar, vindo a cair sobre a barriga e ventre da minha parceira que deliciava-se também com aquela massa lambuzando sua pele.

Quando terminei, fiquei olhando para Fernanda que, com as mãos, espalhava o esperma quente sobre seu corpo, deixando claro o quanto aquilo era apreciado por ela. Por minha vez, senti meu corpo fraquejar e desabei descontrolado sobre minha parceira, arfando e suspirando como um adolescente que tivera sua primeira foda na vida.

Sem nos preocuparmos com mais nada, inclusive com nossos corpos melados e suados, adormecemos deitados um sobre o outro, trocando carícias e beijos apaixonados.

Não sei quanto tempo passou, mas fui acordado pelas mãos quentes de minha parceira acariciando minhas costas enquanto seus lábios beijavam minha testa. Olhei para ela e sorri, recebendo outro sorriso iluminado. Fernanda perguntou se eu gostaria de tomar um banho; eu lhe respondi que apenas se fosse acompanhado. Ela ficou surpresa com minha proposta e ao sentir meu pau pulsar sobre seu ventre deu uma risada gostosa.

-Você não sossega, não, menino gostoso? – disse ela enquanto fazia carinhos em minha face.

-Impossível sossegar com você ao meu lado, gata …

Fomos para o banheiro e debaixo da ducha quente e reconfortante, trocamos mais carícias, até que eu me ajoelhei e passei a lamber aquela deliciosa bocetinha. Fernanda deliciou-se com minha língua brincando com sua vagina e clítoris até gozar mais algumas vezes.

Ela tomou meu pau duro nas mãos e passou a masturbar-me com um esmero indescritível; Apoiei minhas costas na parede do box, enquanto minha parceira aprimorava a deliciosa punheta fazendo com que eu chegasse, mais uma vez, à beira de um orgasmo. E gozei, enquanto Fernanda persistia nos movimentos até murchar por completo minha rola.

Em seguida, ela ajoelhou-se à minha frente e lambeu o cacete, sorvendo gota a gota, os últimos jatos fracos de esperma.

Nos enxugamos e voltamos para a sala. Pedi permissão a ela para fumar um cigarro, ao que não houve qualquer resistência; enquanto fumava tranquilamente olhei para minha parceira que me fitava com um olhar plácido e singelo.

-Me responda uma coisa, se você quiser, é claro! – a voz dela era doce e suave demonstrando seu pleno estado de satisfação pessoal.

-Tudo que você quiser, princesa! – respondi sem titubear.

-Você realmente gostou de foder comigo? Ou foi apenas uma diversão ocasional com uma mulher velha e carente?

-E quem disse que você é velha! – protestei de modo resoluto, prosseguindo – Olhe, Fernanda, vou te dizer uma coisa: idade e aspecto físico não dizem nada sobre tesão e desejo.
-Creia no que digo! – continuei – você é uma mulher sensacional, boa de cama e muito, mas muito sensual …, e duvide se alguém disser o contrário.

-Ah, você está dizendo isso apenas para me agradar! – retrucou ela com uma risada gaiata nos lábios.

-De modo algum! – protestei novamente – Se seu marido prefere deixá-la assim, desprotegida e insatisfeita, tenha certeza de que eu sei valorizar a mulher enquanto mulher e não apenas enquanto um esteriótipo vulgar e socialmente correto.

-Mulheres são seres especiais! – prossegui sem hesitar – sem os quais seríamos um bando de nômades, faunos desesperados por uma sexo barato e sem sentido, apenas porque a parceira tem curvas delineadas em consultórios de cirurgia plástica e elementos artificiais que lhe são impostos por um bando de pessoas insatisfeitas consigo mesmas.

Quando percebi, os olhos de Fernanda estavam marejados e aquilo me sensibilizou profundamente. Tomei-a nos braços e beijei carinhosamente. Ela aninhou-se em me peito e disse que jamais pensara que encontraria um homem assim …, assim como eu!

Passamos o resto da tarde, conversando e nos divertindo com piadinhas socialmente indiscretas. E quando o manto da noite chegou sorrateiro, disse a ela que precisava ir embora. Ainda com os olhos umedecidos, Fernanda me perguntou se nos encontraríamos novamente, ou se aquela era uma despedida. Sorri para ela e respondi sem rodeios:

-Apenas se essa for a sua vontade …, mas lhe garanto uma coisa: não é a minha! Sorrimos um para o outro enquanto eu procurava minhas roupas.

Nos despedimos na porta de sua casa com a minha promessa de retornar sempre que ela quisesse e pudesse.

Fui embora com a nítida sensação de que havia feito uma mulher feliz e, ao mesmo tempo, me tornado uma pessoa melhor e também mais feliz. Fernanda não era mais a mesma pessoa, assim como eu também não era …, nos tornáramos parte um do outro, independente de nosso estado civil e de nossa condição social. Lamentei pelo seu marido, que não faz a menor ideia do tesouro que tem em casa.

NOTA: Termino esse conto com um convite. Se você se sente infeliz e não amada saiba que ainda há homens que, como eu, desejam dar e receber prazer, sem preconceitos, sem restrições, sem exigências e com o máximo de dedicação. Sou um eterno admirador de todas, as mulheres e tenho a convicção de que não há barreiras etárias ou sociais capazes de impedir alguém de ser feliz, mesmo que seja por alguns momentos …, doces e inesquecíveis momentos como esses que passei ao lado dessa mulher sensual e formidável. (Isso não é um convite, mas …, que importa; fique à vontade para sonhar e libertar-se daquilo que lhe aflige).

Dedicado aos amantes, apaixonados ou não, que querem algo mais que um sexo casual e sem compromisso …, querem a experiência de sentir-se desejados e capazes de desejar novamente.

Sobre este texto

Trovão

Autor:

Publicação:11 de novembro de 2014 23:46

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Maduras

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