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LAMBUZADO A BEÇA!

LAMBUZADO A BEÇA!
Sabe aqueles dias, em que tudo que você mais quer na vida é trepar, dormir, e depois, trepar novamente? Pois é, eu já tive alguns dias assim. Dias em que nada mais importava a não ser, estar junto com uma parceira fogosa, carinhosa e cheia de amor para dar. E eu estava exatamente assim, naquela manhã em que vi Elaine na sala de espera aguardando sua audiência. Nossos olhares se cruzaram apenas por alguns segundos, tempo suficiente para que meu pau saltasse dentro da calça, pulsando como um louco e eu sentisse as chamas ardendo no olhar de minha parceira.

E foi tudo muito rápido, já que, em seguida, o microfone anunciava a instalação de uma nova audiência, obrigando Elaine a deixar-me na saudade. Nervoso e excitado fui até a cafeteira e preparei um expresso intenso para mim. Tomei o café em duas goladas rápidas e voltei para minha mesa, tentando, de todas as formas, concentrar-me no trabalho, esforço esse que percebi ser inútil.

Volta e meia, eu olhava para o balcão de atendimento, tentando saber se Elaine já havia saído da audiência, mas, lamentavelmente, isso não acontecia. Precisei ir ao banheiro, e quando retornava pelo corredor interno, vi uma silhueta feminina parada na porta de acesso à Secretaria …, era ela!

Tive uma vontade enorme de correr até ela, abraçá-la e beijá-la, mas me contive o quanto pude; Elaine sorriu para mim e perguntou se eu podia ver o andamento de um processo para ela. Peguei a folha de acompanhamento de suas mãos e entrei na sala, pedindo que ela me esperasse no corredor externo, além da sala de espera. Elaine sorriu para mim e assentiu com a cabeça.

Em alguns minutos, eu e Elaine nos encontramos. Trouxe-lhe a informação solicitada, entregando em suas e sentindo um pouquinho do seu calor e da sua maciez. Elaine sorriu para mim e agradeceu o atendimento. Permanecemos por algum tempo um em frente ao outro, com nossos olhares voltados para o chão e um desejo enorme gritando em nossos interiores.

-A que horas você vai almoçar? – perguntou-me ela, fazendo com que nossos olhares tornar-se a se encararem.

-No horário de sempre, minha querida – respondi com a voz baixa e comedida.

-Posso ir com você? – perguntou ela, abrindo um pequeno sorriso.

-Claro que sim! – respondi quase eufórico.

-Então – disse-me ela – te espero no restaurante …

Parecendo controlar seus gestos, Elaine sorriu para mim e deu de costas, seguindo pelo corredor. Voltei ao trabalho, quase sem acreditar que meus anseios haviam sido atendidos.

No restaurante, eu e Elaine tentamos nos comportar sem despertar a atenção alheia …, se bem que isso parecia ser um sacrifício desmedido. Eram olhares, gestos, sorrisos disfarçados …, tudo o que fazíamos, traía nossa verdadeira intenção. Estávamos tomando café, após o almoço, sentados próximos um do outro, quando tudo explodiu em frases ditas sem controle. E começou quando lhe ofereci um docinho!

-Preciso voltar para o escritório – disse Elaine com voz pausada – Será que você …

-Eu, o que? – perguntei com o coração pulando no peito.

-Será que você poderia passar lá, mais tarde? – continuou ela ainda com um tom de voz pausada e suplicante.

Instintivamente, toquei a mão de minha parceira. Elaine olhou para mim e compreendeu qual era a resposta. Nos despedimos repletos de ansiedade e de tesão!

Voltei para o escritório, porém não fui capaz de executar uma tarefa sequer; minha mente e meu corpo desejavam outra coisa …, desejavam Elaine. Enfim, repleto de ansiedade, realizei minhas tarefas do jeito que foi possível, olhando para o relógio a cada cinco minutos e rezando para que o expediente terminasse o mais rápido possível.

Passava um pouco das cinco horas da tarde quando desci a escadaria principal do fórum, caminhando apressado em direção ao escritório de Elaine que fica a poucos metros dali. Entrei no hall do conjunto de edifícios comerciais e fui direto para os elevadores da torre onde ficavam instalados os escritórios. Enquanto o elevador subia eu olhava para o mostrador, procurando um resquício de paciência que não sabia onde estava.

Quando, finalmente, a porta de abriu, respirei aliviado e fiquei alguns instantes, parado no corredor, tentando recuperar meu folego e algum controle sobre minha ansiedade. Caminhei a passos curtos até a porta do escritório de Elaine e, no instante em que me prostrei ante ele, não hesitei em tocar a campainha.

-Oi! – disse uma voz doce vinda do interior do escritório – Quem é?

-Sou eu – respondi cordialmente.

-Oi, amor! – prosseguiu ela, enquanto se ouvia o som de um destrancar de fechadura – espere um pouco e depois entre.

Respirei fundo, contei até dez e, em seguida, girei a maçaneta, abrindo a porta. Entrei e fechei a porta; a antessala estava vazia. Eu chamei por Eliana e, em seguida, ouvi ela me chamar com a voz vindo do seu escritório pessoal. Quando entrei, tive a mais linda visão do mundo: Elaine estava sentada em sua poltrona, nua! Seus mamilos estavam intumescidos e sua pele parecia arrepiada. Quando me aproximei dela, ouvi o mais sublime dos pedidos.

-Vem, meu amor …, vem me chupar, por favor!

Sem pensar em nada, atirei-me entre as pernas de Elaine, deixando que minha boca encontrasse sua vagina úmida e quente. Aprimorei o trabalho com a língua, lambendo toda a região e extraindo gemidos enlouquecidos de minha parceira. E quando encontrei o clítoris, saboreei aquele pequeno músculo como quem saboreia uma iguaria.

Elaine não demorou em gozar, gritando baixinho e saracoteando seu corpo sobre a poltrona, acariciando minha cabeça e denunciando cada orgasmo que eu propiciava a ela. Perdi, por completo, a noção de tempo, preocupando-me apenas em me deliciar com aquela mulher deliciosa. Foram tantos orgasmos, que eu e Elaine perdemos a conta, apenas esperando pelo próximo.

-Ai, amor! – suplicou Elaine com intensidade – Espera um pouco …, agora eu quero te chupar.

Levantei-me e, atabalhoadamente, soltei minhas calças e deixei escorregar a cueca, exibindo minha ereção retumbante. Elaine ajoelhou-se diante de mim e passou a chupar minha rola com tanto sofreguidão que os ruídos provocados me deixavam ainda mais excitado.

Por várias vezes eu cheguei ao limite do orgasmo, mas sempre que isso acontecia, Elaine interrompia as chupadas e lambidas, apertando a base da rola e impedindo que isso viesse a acontecer. Eu estava achando tudo aquilo descaradamente sublime e queria que não tivesse fim. Mas, após algum tempo, Elaine largou a rola e inclinou-se sobre a mesa, exibindo seu traseiro exuberante para o meu deleite.

-Vem me foder! – implorou ela para mim – Enfia essa rola grossa na minha bocetinha que está louca por você!

Posicionei-me e sem perda de tempo, encaixei a rola na direção dos grandes lábios e, segurando minha parceira pelas ancas, enterrei a rola com um único movimento, fazendo minha parceira gritar.
-Ai, que delícia! Tesudo! Isso, enfiou tudo …, agora mexe …, mexe essa pica grossa dentro de mim!

Passei a estocar minha rola naquela boceta quente e alagada, fazendo movimentos de vai e vem rápidos e profundos, causando um alvoroço em minha parceira que retribuía, gingando seu enorme traseiro, a fim de facilitar a penetração.

E mais uma sequência de orgasmos tolheram o corpo e a alma de Elaine que gemia, soltava gritinhos e rangia os dentes enquanto pedia mais. Estoquei aquela vagina o máximo que me foi possível, alternando movimentos rápidos e intensos, com movimentos mais lentos, chegando mesmo a ensaiar a retirada da pica de dentro dela. Elaine, inicialmente, reclamava, mas quando eu tornava a enfiar a rola, ela gemia e agradecia.

-Ai, Elaine! – disse eu com voz embargada – Acho que não aguento mais! Preciso gozar!

-Goza, meu amor! – pediu ela quase em súplica – enche minha boceta de porra quentinha!

Aquela frase operou o resultado esperado, pois eu ejaculei aos borbotões, sentindo cada jato sendo projetado para dentro das entranhas de Elaine. Quando tudo acabou, deixei que a rola escorregasse para fora do buraquinho, e antes que Elaine pudesse esboçar qualquer reação, ajoelhei-me atrás dela e comecei a lamber a vagina dela, sugando parte do líquido viscoso que vazava pelos grandes lábios.

-Ai, meu tesão! – exultou ela para mim – Você é um doce …, chupando a sua própria seiva …, que delícia! Adorei!

Saboreei aquela mistura de sêmen com o líquido agridoce da vagina de Elaine e quando tudo acabou ainda tive a ousadia de beijar e lamber seu cuzinho. Ela tremelicou com o gesto e arrebitou ainda mais a sua bunda exuberante, permitindo que eu me satisfizesse um pouco mais com seu anelzinho.

Era tarde quando, vestidos, nos despedimos na porta do escritório dela. Nos beijamos e eu agradeci a ela por um fim de tarde surpreendente. Elaine sorriu e disse que eu estava enganado.

-Foi um final de tarde surpreendente para ambos …, e eu espero que outros possam acontecer.

-Se depender de mim, minha querida – respondi com um sorriso – quantos você quiser!

Fui embora, crente de que aquele tinha sido um dia maravilhoso, um dia em que eu me lambuzei o quanto pude!

Sobre este texto

Trovão

Autor:

Publicação:7 de setembro de 2015 22:25

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Pulando a Cerca

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