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NOVIDADE DUPLA!

NOVIDADE DUPLA!
Sempre achei aquela garota lindíssima …, olhos verdes cintilantes, boca de lábios carnudos, que exibiam sua sensualidade e, ao mesmo tempo, seu jeito de menina sapeca quando sorria; o corpo era um espetáculo digno de se ver e apreciar: peitos durinhos e apontados para a frente, provocantes e deliciosamente exibidos em blusa decotadas e, as vezes, transparentes. Bundinha arrebitada e um pouco mais proeminente sem parecer “produzida” por métodos artificiais. Pernas bem torneadas que suportavam o conjunto com graça e suavidade … e a barriguinha …, Ah! Era um show a parte, pois mesmo um pouco mais saliente apenas fazia dela uma mulher ainda mais desejável.

-Olha lá, seu trouxa! Ela é um travesti – diziam meus amigos repletos de chacota e maldade.

-Não, nisso vocês estão enganados – eu respondia convicto – ela é uma transsexual …, uma mulher presa em um corpo de homem.

Eles torciam o nariz e repetiam que eu estava mesmo era querendo me bandear para o “outro lado” …, outro lado?, eu pensava …, de que lado eles estavam falando …, Ah! Isso não importa …, o que importa mesmo é que eu estava muito a fim dela.

Fiz de tudo que estava ao meu alcance, mas ela, simplesmente, não tinha olhos para mim …, afinal, velho, careca e barrigudo, que atrativos eu tinha para chamar sua atenção? Fiquei chateado, mas decidi tocar a vida, porém, sem desistir de uma chance com ela.

Final de tarde, uma chuva caía sem dar trégua, obrigando a todos que saíam de seus trabalhos ficarem retidos em algum lugar esperando até que ela passasse. Eu, como de hábito, preferi parar para tomar um expresso com pouco leite em uma cafeteria próxima do meu escritório …, e, para minha surpresa, adivinhem quem apareceu do nada! Exatamente, ela! Vou chamá-la de Francesinha, se bem que isso não tem a menor importância.

Nos entreolhamos e eu pensei que seria rechaçado (ou melhor, desprezado), mais uma vez.

Mas, para minha total surpresa não foi isso que aconteceu; ao contrário do que eu imaginava ela sorriu para mim e caminhou até a mesa onde estava sentado. Cumprimentou-me com aquele sorriso de uma ingenuidade instigante e perguntou se eu estava sozinho. Respondi que sim, e, de pronto, convidei-a para sentar-se comigo. Ela agradeceu e sentou na cadeira em frente da minha.

Ofereci-lhe algo para beber ou comer e ela pediu um expresso puro. Enquanto nossas bebidas eram preparadas, procurei descontrair o clima entre nós, perguntando-lhe amenidades. Descobri que ela morava com os pais, que estudava direito à noite e que adorava música.

Sorvemos nossas bebidas quentes e depois de alguns instantes de silêncio absoluto, ela respirou fundo e perguntou se podia me confidenciar uma coisa …, é claro que eu me dispus a ouvi-la. Ela aproximou seu rosto o mais próximo possível do meu e perguntou com um tom de voz meio acanhado se eu sabia que ela era uma transsexual.

Sem perder o ritmo de nossa conversa, respondi que sim, e emendei que isso não a tornava uma mulher diferente. Quando eu disse “mulher” o rosto dela se iluminou e um sorriso franco e sincero despontou entre seus lábios …, ela prosseguiu dizendo que eu era o único que pensava assim e que ela sofria um enorme assédio por conta de sua opção sexual. Tentei confortá-la dizendo que isso era apenas falta de conhecimento sobre o assunto e que o preconceito não devia servir de barreira para que ela tivesse uma vida completa e realizada.

Francesinha sorriu mais uma vez e disse que eu era diferente dos demais. Eu respondi que não era diferente, mas sim consciente da sexualidade.

Afinal, enquanto ainda chovia a cântaros, eu e ela engatamos uma conversa animada e alegre. Rimos de algumas coisas que foram ditas e brincamos com a idiotice dos demais. Inesperadamente, Francesinha pousou sua mão sobre a minha …, senti um arrepio enorme percorrer a minha espinha, subindo e descendo até explodir em minha virilha, deixando-me excitado.

Com a outra mão, ele levantou o indicador sinalizando para que eu aproximasse meu rosto do dela …, fiz o que ela pediu e pude sentir seu hálito quente quando seus lábios quase encostaram em meu ouvido; ela confessou que gostara de mim, que eu era diferente das outras pessoas que ela conhecia e, finalmente, arrematou perguntando se eu faria sexo com ela. Tive vontade de gritar que era a única coisa que eu queria no mundo, mas procurei me conter, respondendo que sim, porém, incapaz de esconder minha exasperação.

Francesinha deu um sorriso safado e sem tirar a mão de cima da minha perguntou o que eu fazer naquela noite …, não pensei em mais nada e disse que estava disponível …, ela sorriu novamente, e buscando minha orelha com seus lábios perguntou se eu era bissexual …, hesitei …, hesitei …, até que, finalmente, respondi sinceramente que não sabia. Ela se divertiu com minha resposta e provocou-me questionando se eu queria descobrir essa nova faceta …, não hesitei e respondi que sim.

Paguei a conta e corremos até o meu carro. Pensei em rumar para o motel mais próximo, mas minha parceira tinha outra ideia. Antes que eu pudesse dar a partida, ela encostou-se em mim e acariciou minha coxa com uma das mãos, enquanto a outra me segurava pela nuca, puxando meu rosto para o dela. Nos beijamos com uma sofreguidão indescritível. Até a saliva dela era adocicada e eu me deliciava com sua língua esperta a ágil.

Quando nos separamos, eu, embasbacado, não sabia o que fazer, muito menos o que pensar. Francesinha olhou para mim cheio de malícia e sugeriu que partíssemos o mais rápido possível para um lugar onde pudéssemos ficar mais tranquilos. Não esperei por mais nada, apenas dei a partida e rumei para um motel que eu conhecia nas imediações.

Quando entramos na suíte, após um pequeno périplo para conseguirmos uma, Francesinha abraçou-me e nos beijamos novamente …, ela era um pouco mais alta que eu, mas isso parecia não importá-la. Eu a abracei, sentindo aquele corpo delicioso em minhas mãos e não perdi tempo, acariciando tudo o que estava ao meu alcance …, Francesinha desvencilhou-se de mim, e com uma risadinha nos lábios pediu que eu não fosse tão apressadinho.

Disse que ia tomar um banho e eu pedi para acompanhá-la; ela disse que não, mas que eu podia assisti-la, proposta que aceitei de bom grado. Ela despiu-se lentamente; primeiro a blusinha, revelando que aqueles seios deliciosos não precisavam de mais nada para sustentá-los; eram duas maravilhas de tamanho médio, bicos duríssimos e aureolas róseas que pareciam clamar por uma boca para lambê-los.

A seguir, ela se livrou da saia, mas manteve a calcinha, dizendo que precisava criar um clima entre nós (!). Tirou os sapatos e, finalmente, acionou o chuveiro, entrando debaixo dele e deixando que a águas escorresse por suas formas generosas e provocantes. Meu pau pulsava dentro das calças, tentando romper o tecido e mostrar-se para ela em toda a sua rigidez viril. Sem tirar os olhos dela, me despi o mais rápido que pude ficando nu e me deitando sobre a cama.

Francesinha terminou seu banho e depois de pegar uma toalha, olhou para mim, dizendo que era minha vez de fazê-lo. Corri para o chuveiro e tomei uma ducha rápida, pois o tesão era enorme.

Enquanto me enxugava, percebi que Francesinha havia diminuído a intensidade da iluminação da suíte, de tal modo que podíamos nos ver, mas não com muita clareza, em um jogo de luz e sombras. Ela me confidenciou que ainda sentia muita vergonha de seu corpo e que não se sentia a vontade com um parceiro, pedindo para que eu a compreendesse …, disse que estava tudo bem e caminhei em direção à cama onde ela havia se deitado languidamente, esperando para ser possuída.

Deitei-me ao seu lado e nos abraçamos e nos beijamos cheios de tesão; sentia os mamilos entumescidos dela roçarem o meu peito, causando um enorme arrepio que terminava no meu membro pulsante; Francesinha, por sua vez, me acariciava e, em dado momento, uma de suas mãos tocou meu pênis e eu fiquei ainda mais arrepiado.

Ela brincou com ele, massageando-o, apertando suavemente a glande a beliscando as bolas com as unhas longas; eu não conseguia parar de beijá-la e ela retribuía com uma sofreguidão de mesma intensidade, eu simplesmente, queria me perder naquele corpo, sem conhecer qualquer limite.

Ficamos assim, como dois namorados trocando beijos e carícias até quase perdermos o folego. Eu já não aguentava mais e queria dizer para ela o quanto ela me excitava …, mas antes que eu pudesse dizer ou fazer alguma coisa, Francesinha levantou-se e ficou de quatro sobre a cama.

-Vem …, vem me foder! Vem, que eu não aguento mais!

Como eu era mais baixo, fiquei em pé, ao lado da cama e posicionei-me atrás dela; afastei a calcinha para o lado e, com o dedo indicador, explorei o selinho dela …, incrível! Ele parecia um botão intacto! Aquilo me enlouqueceu completamente e quis enfiar minha rola dentro dela sem pensar em mais nada. Todavia, Francesinha, estendeu o braço até o apoio lateral da cama e trouxe até mim uma pequena bisnaga de gel.

-Aqui, passa isso em mim e em você …, eu sei que vai doer …, mas, por favor, seja carinhoso …, estou cansada de homens brutos.

Cuidadosamente, eu passei o gel, lambuzando meu instrumento todo e, depois, apliquei uma quantidade generosa no pequeno ânus dela; enfiei o indicador com a dedicação de um amante experiente e minha parceira gemeu dizendo que estava bom.

Enfim, segurei suas nádegas, afastando-as o suficiente para que a região interna fosse exibida para mim e para o meu pinto. Avancei e quando senti a glande tocar o orifício, empurrei com uma força controlada; quando rompi a resistência inicial, experimentei a sensação de ter penetrado o ânus de minha parceira que, imediatamente, gemeu e balançou o traseiro.

-Ai, que bom! Como você é carinhoso …, se eu soubesse disso há mais tempo, não teria te evitado tanto …

Incentivado, apertei ainda mais suas nádegas e avancei empurrando o resto de meu músculo peniano para dentro do selinho dela; o gel contribui muito para que a penetração acontecesse sem grandes transtornos físicos, e minha sensação era inédita, pois o cuzinho de Francesinha era muito mais apertado que muita vagina que eu havia saboreado em minha vida.

Quando meu pênis estava completamente introduzido no traseiro de minha parceira, ela levou uma das mãos para trás e acariciou minhas bolas, causando-me deliciosos espasmos que percorreram meu corpo e explodiram em arrepios na superfície da pele. E mais uma vez ele rebolou o traseiro.

-Agora, mexe … mexe gostoso e fode a sua vadia …, fode meu cuzinho …
Obedeci, incontinenti, avançando e recuando com meu instrumento, e tomando o cuidado de que cada movimento fosse longo e cadenciado para que Francesinha pudesse sentir o máximo de prazer que eu pudesse lhe proporcionar. Ela gemia, rebolava o traseiro e empurrava-o contra mim, impondo o ritmo dos movimentos que, pouco a pouco, foram se tornando mais intensos e acelerados.

Num dado momento, inclinei-me para a frente e procurei pelo seu baixo ventre, tateando em busca de algo que eu não sabia bem o que era …, mas não tardou para que eu achasse …, o pinto dela era algo incrível …, grande e grosso …, permanecia em posição de repouso, mas, instintivamente, eu senti vontade de estimulá-lo e passei a cingi-lo e masturbá-lo até acompanhar seu crescimento em minha mão, conservando sua calcinha onde estava. Francesinha, gemia ainda mais e olhava por cima do ombro com um olhar lânguido e insinuante.

-Ui, você não existe …, sabia que isso que você está fazendo ninguém jamais fez …, adoro isso!

Mais uma vez, minha parceira me elogiava de uma forma que mulher alguma havia feito …, e eu antegozava aquilo como um prêmio íntimo e pessoal. Continuei masturbando a benga de minha parceira, ao mesmo tempo em que socava minha rola em seu cuzinho, deliciando-me com ambas as ações e usufruindo de um prazer indescritível.

Por algumas vezes, Francesinha ameaçou chegar ao clímax, mas eu, com a experiência de macho que em épocas de vacas magras, sabe muito bem explorar os limites do prazer solitário, retinha o ímpeto da masturbação, impedindo que ela ejaculasse.

Depois de muito tempo – adorável e inesquecível tempo – eu disse a ela que ia gozar e ela, novamente, voltou seu rosto por cima do ombro e suplicou que eu não fizesse isso, ainda.

-Quero que você goze na minha boca … por favor …, eu quero!

Urrei algo incompreensível e tirei o pênis de dentro dela que, imediatamente, jogou-se sobre a cama pedindo para que eu ficasse sobre ela e a lambuzasse com meu esperma. Obedeci, sem discutir e depois de um pequeno estímulo manual, arremessei a enorme carga de sêmen sobre o rosto de Francesinha que gemia, sibilava e dizia o quanto estava saboreando aquele momento.

Quando terminei, caí prostrado ao lado dela, respirando com dificuldade e ainda experimentando as pequenas ondas finais de prazer que varriam todo o meu corpo.

Após alguns minutos, virei-me para o lado dela e fiquei olhando o volume protuberante que parecia querer rasgar a sua calcinha. Ela me olhou e sorriu carinhosamente.

-Se você não quiser …, eu não faço nada, tá.

Fiquei sem entender o que ela queria dizer, mas seu olhar foi mais elucidativo que qualquer palavra; confessei a ela que jamais havia experimentado algo igual e que não tinha medo, mas apenas receio da dor …, ela sorriu e me acariciou o rosto repetindo que ela faria apenas aquilo que eu concordasse em fazer.

Sem dizer palavra, virei-me de costas para ela e arrebitei meu traseiro, oferecendo-lhe em sacrifício. Francesinha me abraçou por trás e beijou minha orelha …, minutos depois senti quando ela tirou sua peça íntima e o bruto roçou minhas nádegas …, como era grande e grosso! Mesmo assim, relaxei e arrebitei meu traseiro na direção dele. Ela beijou meu pescoço e mordiscou minhas costas, enquanto deixava que sua rola se esfregasse descaradamente entre as minhas nádegas.

Era tão dura como o meu pau, apenas a grossura que intimidava …, era algo cujo diâmetro eu apenas havia visto em filme pornográficos suecos e americanos. Eu deixei que Francesinha agisse livremente; ela continuou beijando minhas costas e a parte detrás do pescoço, sussurrando em meu ouvido e deixando-me arrepiado. Seguindo alguma espécie de instinto natural, levei uma das mãos para trás e peguei mais uma vez naquele membro cuja dimensão destoava do corpinho sinuoso e bem feito de Francesinha.

Apertei-o com firmeza, porém tomando o cuidado para não causar dor, mas apenas tesão; ela gemeu em meu ouvido, enquanto suas mãos me apertavam contra ela. Puxei a rola na direção de meu selinho, e esfreguei a glande inchada, circulando a região oculta entre as nádegas; Francesinha gemeu novamente. Quando senti a glande forçando a entrada meu ser foi tomado por uma sensação atemorizante …, não …, a verdade é que eu não estava preparado para aquilo …

De uma maneira muito inexplicável, minha parceira pareceu perceber o medo que se apoderava de meu corpo e de meu espírito e, ato contínuo, recuou seu pênis, afastando-se de meu selinho. Com minha mão segurei o recuo, insinuando que ela não precisava afastar-se completamente de mim. Mais uma vez, seus lábios roçaram uma de minhas orelhas, arrepiando-me.

-Não precisa ter medo, meu querido …, como disse antes, se você não quiser …

Virei-me na cama ficando frente a frente com minha parceira; dei-lhe um sorriso e afaguei seus cabelos sedosos, enquanto minhas mãos desciam em direção ao instrumento dela que ainda pulsava duro e rijo. Acariciei as bolas e simulei uma masturbação suave, fazendo Francesinha gemer baixinho, dizendo que estava adorando meu gesto.

-Você é tão carinhoso …, hum …, nenhum outro me tratou assim …, faz mais, faz … eu gosto muito …

Sem perder o clima, continuei a masturbá-la, até o momento em que uma sensação irresistível invadiu meu interior e eu fui tomado por uma vontade incontrolável de ter aquele membro em minha boca. Lentamente, fui escorregando pela cama até meu rosto estar frente e frente com aquele exemplar incomum de anatomia masculina. Aproximei meus lábios e deixei que eles sentissem a textura aveludada da glande; não demorou para que minha língua atrevida desse uma lambida naquela chapeleta inchada e pulsante …, Francesinha gemeu e me acariciou os cabelos, pedindo que não parasse o que estava fazendo …, e a bem da verdade, eu não pretendia fazê-lo.

Lambi muito aquela glande, e sem qualquer sobreaviso, deixei que o membro duro escorregasse para dentro da minha boca; Francesinha gemeu mais alto e simulou foder com minha boca; eu peguei suas bolas e dei um apertão de leve, sinalizando que era eu quem comandava o espetáculo, e ela deveria ser apenas a espectadora …

Deixando de lado qualquer recato, qualquer barreira eu me entreguei àquela sessão de sexo oral em minha parceira, chupando e lambendo sua enorme rola e me deliciando com seus gemidos, seus sussurros e sua expressão corporal …

Quedei-me assim por muito tempo, chupando aquela peça de carne e sentindo o meu enrijecer-se novamente, acenando com a possibilidade de me permitir armar a barraca ainda mais uma vez; todavia, naquela noite aprendi que tudo que está bom, pode ficar ainda melhor …

-Vem cá, vem, meu fofo … – a voz de Francesinha estava lânguida e carregada de sensualidade – vem aqui que eu também quero te chupar gostoso …

Em poucos minutos estávamos fazendo um sessenta e nove repleto de tesão! Eu saboreava aquela rola do mesmo modo que sentia a boca de Francesinha deixando-me a beira da loucura … estava tão bom, tão excitante que não queríamos mais parar … era como se estivéssemos tomados por uma força além de nosso controle que nos impelia a prosseguir naquela doce insanidade sexualizada.

No entanto, Francesinha começou a contorcer-se emulando um controle que estava além dos seus limites; eu pressenti que ela estava muito próxima de um orgasmo; continuei sem pensar nas consequências, mesmo quando ela tentou tirar seu pau de dentro da minha boca; eu precisava dar a ela tudo que ela merecia …, e aquele momento não era o momento de recuar.

Os primeiros jatos foram fortes e intensos, inundando minha boca com o esperma quente e viscoso de minha parceira que, por sua vez, gemia engasgada pelo meu membro em sua boca. E o volume foi tanto que não tardou para que o líquido transbordasse pelos cantos deixando-me todo lambuzado. Mesmo que eu quisesse eu não seria capaz de explicar o que eu sentia naquele momento; eu me entregara de corpo e alma para Francesinha e ela para mim …, e apenas isso importava!

Os primeiros estertores fizeram meu corpo vibrar de uma maneira tão intensa que não tive qualquer condição de reter meu orgasmo que também veio com uma intensidade indescritível; Francesinha foi muito mais hábil que eu e engoliu todo o meu líquido, tomando o cuidado de lamber minha rola para deixá-la limpinha.

No momento seguinte, estávamos deitados um ao lado do outro e depois de um breve e merecido descanso, nos abraçamos, ensaiando mais uma seção de intensa atividade; eu olhei para Francesinha e confessei-lhe que jamais havia feito aquilo, mas que mesmo assim eu havia me deliciado. Ela olhou candidamente para mim e depois de um longo sorriso, seus lábios buscaram meu ouvido e sussurraram uma frase que me deixou completamente arrebatado.

-Pois fique sabendo, meu querido, que essa também foi minha primeira vez …, jamais encontrei um homem de verdade para chupá-lo até gozar …, e quer saber de uma coisa? Foi deliciosamente lindo!

Olhei para ela e novamente nos beijamos …, de fato, foi uma novidade …, uma novidade dupla e também deliciosa como inesquecível.

Sobre este texto

Trovão

Autor:

Publicação:12 de maio de 2014 00:04

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Gays

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