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O GINECOLOGISTA - PARTE 02 (GRANDE FINAL)

O GINECOLOGISTA - PARTE 02 (GRANDE FINAL)
Aquele dia (e noite) foram inesquecíveis para o Doutor Alfredo; durante algumas semanas ele sentia seu pau endurecer toda a vez que se pegava lembrando da trepada fantástica que tivera com sua esposa, Eunice. Ele simplesmente ficara arrebatado com tudo que eles fizeram juntos …, principalmente o sexo anal (o primeiro de todo o relacionamento), e não queria esquecer-se de uma aventura tão saborosa, excitante e deliciosamente obscena.

Todavia, o mais curioso de tudo que havia acontecido era o fato que, depois daquele dia (e noite), nada mais foi igual ao que era antes; todas as noites em que chegava em casa, Alfredo era surpreendido por alguma novidade de Eunice …, uma noite ela o esperara totalmente nua, sentada no sofá da sala saboreando um delicioso vinho branco …, e podemos fazer ideia de qual foi o cardápio! Em outra, Alfredo estava no chuveiro quando Eunice entrou e disse que queria ensaboá-lo!

E houve ainda o dia em que a esposa dedicada deixou um bilhete exigindo que ele se despisse antes de entrar em casa; Alfredo obedeceu mesmo sentindo-se um tanto quanto ridículo com aquela situação. Obedeceu a ordem da esposa e quando viu-se nu na garagem as luzes do carro de Eunice acenderam-se e ele viu que sua esposa saltou dele nua, calçando altíssimos sapatos e dizendo que era chegado o momento de eles recordarem suas aventuras estudantis!

Enfim, o médico sentia-se plenamente realizado com a “nova Eunice” e mesmo sem ter coragem de confessar-lhe isso, tentava compensar essa falha trazendo-lhe presentes e mais presentes. Parecia uma segunda lua de mel, porém sem data para terminar, recheada com muito sexo e com muito prazer …

Certa tarde, logo após o almoço, Denise, a secretária, informou-lhe que teve que fazer um “encaixe”, pois Norma, a paciente havia implorado por um horário naquele dia e tal foi sua insistência que ela não viu outra opção senão esticar a agenda de atendimento; Alfredo bufou com ar de irritação, mas depois de ver o olhar tristonho e encabulado de Denise, resignou-se assentindo que estava tudo bem. Entrou no consultório e preparou-se para uma longa tarde de trabalho

Quando teve tempo de olhar para o relógio, Alfredo viu que já passava das sete horas da noite, e foi nesse momento que Denise bateu à porta, entreabrindo-a cuidadosamente; olhou para seu chefe e disse que precisava ir, pois era dia da sua aula de inglês … Alfredo perguntou se Norma, sua última paciente do dia já havia chegado, recebendo uma negativa como resposta; revirou os olhos, para somente depois, despedir-se de sua secretária com um muxoxo. Denise fechou a porta com o mesmo cuidado com que a abrira e Alfredo viu-se ali, sozinho, ansioso para voltar ao lar (e para Eunice), esperando por uma paciente que insistira com a consulta naquele exato dia!

Eram quase oito da noite, quando a campainha da recepção soou por todo o ambiente, fazendo o médico quase saltar da cadeira com a sonoridade incomoda; ele caminhou (ou melhor, arrastou-se) até a porta principal e assim que a abriu tomou um respeitável susto; a sua frente estava Norma, vestindo um longo sobretudo de couro e portando uma maquiagem fortíssima, com tons escuros que concediam-lhe uma aura de sensualidade e mistério …

Antes que ele pudesse tomar qualquer atitude, Norma tocou seu peito com uma mão enluvada, empurrando-o para dentro do consultório; fechou a porta atrás de si e, imediatamente, abriu o sobretudo, revelando que por baixo dele havia apenas …, uma lingerie preta extremamente sensual e provocante que realçava ainda mais as formas voluptuosas daquela morena de parar o trânsito. Alfredo estava tão surpreso com a presença daquela mulher exuberante, que exalava sensualidade, tesão e mistério, seminua e com um olhar repleto de insinuações parada em frente a ele, que não sabia o que fazer.

Para sorte dele, Norma sabia exatamente o que queria e tomou a iniciativa sem esperar que o médico fosse capaz de digerir a surpresa. Ela caminhou até ele em seus sapatos de saltos altos e com um movimento brusco e firme, abriu sua camisa, fazendo seus botões estourarem para todos os lados; acariciou seu peito másculo e firme, apertando-o fortemente, vez por outra, beirando a intenção de causar-lhe alguma dor.
Alfredo sentiu aqueles apertos provocativos com uma pontinha de curiosidade atiçada, mas, mesmo assim, ainda permanecia em um estado de letargia temporária. Norma, por sua vez, continuou em seu assédio, obrigando o médico a livrar-se da camisa e depois ajudando-o a desfazer-se também de suas calças e, finalmente, a cueca! Nu, ele sentiu-se indefeso e dominado (uma estranha sensação que, por razões que ele desconhecia, havia causado muito excitação, já que sua rola tornara-se dura como pedra!).

Norma, que já havia se livrado do sobretudo, continuou empurrando o médico em direção ao consultório, mantendo um olhar firme e duro que causava um enorme tesão no médico; Alfredo seguiu, caminhando de costas, como se entendesse que sua função naquele momento era obedecer à sua cliente que parecia disposta a propiciar-lhe alguma sensação nova e desconhecida!

O médico parou seu recuo quando viu-se encostado na maca ginecológica com sua parceira estonteante esfregando-se totalmente nele; o olhar de Norma transmutou-se, e um ar de desejo e de submissão tomou conta dela; ela ajoelhou-se na frente dele e depois de livrar-se das luvas de couro, tomou a rola dura com uma das mãos, segurando-a firmemente pela base e apertando-a com certa firmeza. Alfredo fez uma expressão de azedume, mas conteve-se nas gesticulações, pois sabia que Norma não estava para brincadeiras.

Norma abocanhou a rola, enfiando-a em sua boca até que a glande inchada atingisse sua glote, passando a chupar aquele instrumento com a sofreguidão de uma esfomeada. Alfredo jogou a cabeça para trás e cerrou os olhos, apreciando aquela chupada vigorosa e insistente que sucedia-se em movimentos longos e demorados com outros curtos e rápidos; a destreza de Norma era algo inexplicável, mas capaz de deixar qualquer homem dominado por ela …, e era assim que Alfredo estava se sentindo …, dominado por uma boca safada!

Do mesmo modo que havia começado, Norma interrompeu a chupada homérica, tornando a ficar em pé na frente do médico embasbacado; tocando nos ombros dele, a paciente fez com que Alfredo ficasse de costas para ela, conduzindo seus movimentos como um senhorio faz com seu escravo e depois de esfregar seu ventre nas nádegas do médico, ela afastou-se o suficiente para surpreendê-lo mais uma vez; os primeiros golpes com o pequeno chicote que Norma trazia na mãos, serviram apenas para “esquentar” o clima, mesmo com o médico não sabendo de onde havia aparecido aquele apetrecho fetichista; todavia, os que se sucederam, foram impactantes o suficiente para Alfredo sentir dor …, uma dor forte, porém, suportável … uma dor que ele estava gostando!

A medida em que os golpes se tornavam mais intensos, Alfredo percebia que sua rola também se tornava mais dura! Ele não entendia os motivos, mas o fato inconteste era de que a dominação exercida por sua paciente estava lhe causando um enorme tesão. E do mesmo modo como começou, Norma cessou as agressões, aproximando-se de sua vítima e acariciando suas nádegas com as mãos quentes e macias; no momento em que Alfredo achou que podia relaxar, mais uma surpresa o atingiu em cheio; Norma enfiou o dedo médio entre as nádegas avermelhadas do sujeito, e cutucou seu ânus com certa violência.

A princípio, a sensação não foi nada boa, mas quando ela ajoelhou-se atrás dele, entreabrindo o vale entre as nádegas e prescrutando seu interior com uma língua hábil e marota, Alfredo saboreou uma sequência de pequenos choques elétricos percorrendo todo o seu corpo, de dentro para fora, e causando uma excitação ainda maior e mais pungente, que fez com que o médico sentisse longos estertores que retesavam ainda mais seus músculos e lhe impunham um tesão quase descontrolado.

Norma levantou-se em um único movimento e com a mesma rapidez enfiou seu dedo médio no cu ainda virgem do ginecologista que contraiu voluntariamente tentando, em vão, impedir o avanço daquela mulher dominadora. A outra mão de Norma beliscava os mamilos entumescidos do macho, ao mesmo tempo em que sua língua divertia-se no interior de sua orelha, pronunciando palavras obscenas e frases escabrosas.

-Hum …, parece que meu novo escravinho está pronto para foder com a sua ama, não é – sussurrou Norma no ouvido de Alfredo – Então? Está ou não está pronto, seu puto? – ela insistiu com um tom autoritário e impositivo, exigindo uma resposta por parte de Alfredo.

-Sim …, digo, sim …, minha ama …, estou pronto para fodê-la quando a senhora quiser … – o tom subserviente na voz de Alfredo era suficientemente convincente para que Norma soubesse que ele estava dominado por ela.

-Muito bem, Alfredinho …, gostei de ouvir isso! – ela redarguiu ainda mais autoritária e impositiva – mas, isso somente vai acontecer quando eu quiser …, você entendeu? – e nesse momento, Norma enfiou seu dedo mais profundamente no ânus desvirginado de seu submetido. Alfredo gemeu e acenou afirmativamente com a cabeça, dando a entender que ela era quem decidia o que iria se seguir.

Norma, então, retirou o dedo maldoso das entranhas do seu parceiro e com um olhar ordenou-lhe que se deitasse sobre a maca que estava a sua frente. Assim que Alfredo obedeceu, Norma correu até a recepção, dela retornando trazendo consigo uma pequena valise de couro. De dentro dela, a morena retirou, primeiramente, um par de grilhões, com os quais prendeu as mãos do médico por sobre sua cabeça, fixando-as nos apoios metálicos da maca; fez o mesmo com os pés e, em seguida, tomou um pequeno torniquete peniano entre as mãos, que imediatamente tratou de aplicar na rola dura do submisso.

Alfredo sentiu um enorme desconforto, seguido de uma pequena dor aguda, enquanto observava sua pica inchar, quase duplicando em tamanho e volume, ao mesmo tempo em que sua glande parecia querer explodir, pulsando dolorosamente. Norma sorriu maldosa enquanto seu rosto descia até o ventre do macho submisso, passando a lamber toda a extensão daquela rola inflada, detendo-se, vez por outra, na glande, e mordiscando-a com certo vigor; Alfredo gemia e controlava-se ao máximo para não gritar, tanto de dor como também de tesão … aquilo estava se tornando uma loucura fora de controle para ele.

O médico não sabia explicar o que ele estava sentindo, porém, uma coisa era certa: ele estava sentindo um enorme tesão com aquela fêmea dominadora fazendo de sua rola um objeto de prazer para o seu paladar … Norma continuou lambendo e chupando o pau inchado de Alfredo e depois de algum tempo afastou-se, passando a chicoteá-lo com golpes curtos e de intensidade controlada; a cada golpe, Alfredo sentia um choque elétrico percorrer toda a superfície de sua pele, exigindo que seus músculos se contorcessem para, em seguida, relaxarem, transformando o choque inicial em uma onda de prazer indescritível.

Subitamente, Norma interrompeu seu castigo e pôs-se a despir da minúscula lingerie que ocultava a enorme beleza de suas formas provocantes e sensuais. Nua, ela caminhou para perto de seu escravo, passando a esfregar seus mamilos entumescidos nos lábios dele, sem, no entanto, permitir que ele os apreciasse com mais cuidado e carinho. Alfredo estava enlouquecido …, fora de si, desejando livrar-se das amarras que o impediam de deliciar-se com o corpo sensual de sua dominadora, mas sentindo que isso não era possível, mesmo depois de ter tentado inutilmente.

Norma, por sua vez, deliciava-se ao ver o seu prisioneiro tentando desvencilhar-se para atacá-la e seu sorriso era a encarnação da volúpia e do tesão de uma mulher que sabia muito bem como deixar um homem fora de si de tanto tesão; ele continuava com a tortura de esfregar seus mamilos nos lábios do médico enquanto sua mão ora acariciava, ora estapeava a rola dura e apertada pelo torniquete. Repentinamente, a porta do consultório abriu-se e uma pessoa adentrou … era uma mulher …, e estava nua!

Alfredo voltou o rosto na direção da porta e sentiu o coração pular descontrolado dentro de seu peito, enquanto seus olhos arregalados eram a mais pura expressão da surpresa e do choque; parada ao lado da porta entreaberta, estava Eunice, nua e linda, sorrindo para seu marido e com os olhos faiscando de desejo! Com passos medidos, ela caminhou na direção de Norma, e assim que ambas se encontraram, trocaram um beijo quente e sensual, cujo visual estimulava ainda mais o médico amarrado que sentia cada centímetro do seu corpo vibrar ao ver aquelas duas mulheres deliciosas trocando carícias e beijos bem na sua frente!

Em seguida, ambas se aproximaram de Alfredo, cada uma de um lado da maca; ele podia sentir o perfume dos corpos nus de suas parceiras, enquanto seu pau pulsava dolorosamente apertado pelo torniquete que tornava a ereção um ato de dor e prazer ao mesmo tempo.

Eunice acariciou os cabelos do marido para, em seguida, beijá-lo apaixonadamente, sendo retribuída pela boca sequiosa do médico que queria muito poder abraçá-la, sentindo a maciez e o calor de seu corpo. Todavia, a mão firme de Norma fez com que ele voltasse à realidade quando ela apertou vigorosamente seu pau, fazendo uma dor quase lancinante subir por suas entranhas, explodindo em sua garganta em um urro contido pelo beijo de Eunice.

Norma, como uma dominadora experiente, tomou a cabeça de Eunice pelos cabelos, obrigando-a a conduzir sua boca em direção ao mastro do marido e fazendo com que ela o sugasse, enquanto simulava movimentos de vai e vem orientados pela mão controladora de Norma. Eunice obedecia aos comandos manuais da dominadora, sugando e expelindo o pau duríssimo de seu marido com dedicação e afinco, enquanto sua mão passeava pelo peito másculo de Alfredo que, por sua vez, arfava com a respiração forçada e com os músculos de seu corpo contorcendo-se de todas as formas possíveis.

Antes que acontecesse o orgasmo inevitável, Norma puxou os cabelos de Eunice, forçando-a a liberar a rola dura de sua boca. A rola brilhava pela saliva babada que escorria por toda a sua extensão, enquanto a glande latejava ameaçadoramente, demonstrando que Alfredo estava no auge de sua excitação. Com um movimento rápido e inesperado, Norma subiu na maca, posicionando sua vagina na direção daquele espetáculo feito de carne dura, apoiando-se nos ombros de Alfredo que mal conseguia controlar sua respiração, tal era a expectativa daquele momento …, ele estava prestes a trepar com sua paciente cobiçada sob os olhos vorazes de sua esposa!

-Nicinha, meu doce … – disse Norma olhando languidamente para o rosto da esposa que parecia estar em transe, hipnotizada pela visão da mulher prestes a enfiar o pau de seu marido e usufruí-lo descaradamente – porque você não me dá uma ajudinha aqui, hein? Pega nessa rola dura e aponta na direção certa …, afinal, não queremos errar …, não é, meu doce?

Eunice levantou o olhar que também parecia estar tomado por uma submissão peculiar, e depois de fitar o rosto suado e ansioso de seu marido, tornou a fitar a dominadora, acenando afirmativamente com a cabeça, enquanto uma de suas mãos, segurava a rola pela base com firmeza, apontando-a na direção da vagina da conviva que, por sua vez, sentia um prazer extremo com aquela situação.

Norma fez um movimento de agachamento que começou tímido, mas que, inesperadamente, tornou-se rápido e brutal, fazendo a rola desaparecer em suas entranhas e extraindo um gemido alto e profundo de seu parceiro que, mais uma vez, contorceu-se violentamente. Alfredo queria golpear aquela vagina, queria castigar aquela Domme poderosa, cujo olhar e os gestos vinham sempre carregados de vigor e de malícia. Norma passou, então, aos movimentos de subida e descida sobre o pau do médico que ora gemia, ora arfava, ora proferia palavrões e desaforos, desejando ser libertado de suas amarras …, mas tudo isso era inútil …

Eunice persistia em seu olhar hipnotizado, olhando atentamente enquanto a Domme divertia-se com a rola dura de seu marido; Norma pediu que ela lambesse seu mamilos, e Eunice obedeceu, chupando-os com sofreguidão, detendo-se em cada um deles e dedicando toda a sua atenção …, Norma gemia alto e gritava ordenando que ela não parasse o que estava fazendo e dizendo como era bom foder com o macho dela …

A dominadora gozou várias vezes, deixando a rola de Alfredo totalmente lambuzada com seu líquido quente, enquanto ordenava que Eunice olhasse para ela toda a vez que um orgasmo se avizinhava, dizendo para ela como o pau de seu marido era potente e gostoso …, Eunice olhava para ela ainda em transe, e depois de conter-se, mordiscou os lábios ousando sussurrar um pedido encabulado:

-Depois que a Senhora terminar …, será que eu posso! – Eunice perguntou com voz fraca e hesitante, apontando um dedo na direção do pinto meio enfiado em sua vagina e temendo pela resposta.

Vamos ver, minha querida … – respondeu-lhe a dominadora, com um sorriso quase sarcástico nos lábios – vamos ver se você vai merecer isso …

Norma retomou os movimentos alucinantes, lançando-se acima e abaixo por sobre a rola cuja dureza era tão intensa que chegava a doer em Alfredo que desejava chegar ao ápice o mais breve possível, pois não sabia por quanto tempo mais seria capaz de resistir. A dominadora gozou mais algumas vezes, gemendo e gritando como louca …, subitamente, cessou os movimentos, enfiando a rola inteiramente em suas entranhas e deixando-a lá por algum tempo, saboreando o prazer que ela havia lhe proporcionado.

Norma saltou para o chão e tomou Eunice entre os braços, olhando ameaçadoramente para Alfredo e acariciando os peitos da sua escrava, brincando com os mamilos e exibindo seu controle para o macho amarrado. Com uma indescritível agilidade ela fez com que Eunice rodopiasse sobre o próprio eixo exibindo suas nádegas firmes e roliças; em seguida, fez com que ela se inclinasse para a frente, ordenando que Eunice abrisse suas pernas, exibindo seu ânus.

A dominadora lambeu o dedo indicador de uma das mãos, olhando provocativamente para Alfredo e, em seguida, acariciou o orifício de sua parceira, fazendo que ela gemesse baixinho, dizendo como aquilo era bom …

-Você quer esse cuzinho para foder, seu puto! – a voz de Norma parecia ecoar pelo ambiente tal era a sua impositividade, deixando Alfredo transtornado de desejo, acenando a cabeça como um sedento que implora por um pouco de água. Norma gargalhou com um brilho maldoso no olhar para logo em seguida encarar os olhos suplicantes do médico – Nada disso, seu puto …, você vai foder ela sim, mas não no cu …, o cuzinho dela é meu! Entendeu?

Alfredo resignou-se, acenando humilhado enquanto Norma empurrava Eunice para o lado e estendesse as mãos até os grilhões que prendiam o médico sobre a maca; ela os soltou das laterais metálicas para, em seguida, prendê-las uma à outra, deixando claro que ele ainda era seu submisso. Fez o mesmo com os pés dele, permitindo apenas passos curtos e controlados. Ordenou que ele se levantasse e dizendo para Eunice posicionar-se sobre a cama como se fosse passar por um exame clínico, com as pernas separadas e apoiadas sobre os braços laterais.

Em seguida, puxou o médico pelas mãos colocando-o frente a frente com a vagina de sua esposa e ordenando que ele copulasse com ela; Alfredo aproximou-se de Eunice e com certa dificuldade, segurou-a pelas coxas, projetando seu mastro para dentro da vagina que estava totalmente azeitada para receber o invasor ansiado.

Os movimentos de Alfredo eram frenéticos e carregados de tesão; ele estocava a vagina de sua esposa como se fosse a primeira vez, e, vez por outra, levantava o olhar para Norma que ralhava com ele, ordenando que ele não a encarasse e que continuasse com o que estava fazendo …

Eunice estava tão excitada que não tardou a gozar várias vezes, enquanto suas mãos tentavam segurar a rola que a penetrava com uma potência jamais vista; Norma apreciava a cena, agindo apenas como uma expectadora voraz e controladora, tomando as mãos de Eunice e fazendo com que ela acariciasse ora sua vagina, ora seus peitos de mamilos duros, ao mesmo tempo em que beliscava maldosamente o clítoris da parceira que gemia e gozava sem qualquer pudor ou hesitação.

No momento seguinte, Norma ordenou que Alfredo interrompesse a sua cópula, exigindo que Eunice se levantasse e ficasse de costas para o marido; assim que ela obedeceu, Norma ordenou ao sujeito que ele retomasse a sua tarefa de foder com a mulher …

Alfredo estocava com movimentos curtos e rápidos, porém, um golpe doloroso do chicote da dominadora em suas nádegas fez com que ele interrompesse a penetração, sob o olhar metálico de Norma que segurou-o pelo pescoço, exigindo que ele fosse mais meticuloso em seu “trabalho”.

-Assim não, seu safado! – Norma tinha um tom de comando bastante ameaçador na voz – Fode essa boceta direito …, soca a rola devagar … faz ela sentir o quanto isso é bom … – Alfredo assentiu com a cabeça e depois de acariciar as nádegas de Eunice retomou o vai e vem com mais meticulosidade.

Enquanto o médico dedicava-se a estocar a vagina de sua esposa, Norma afastou-se do casal por alguns minutos retornando logo em seguida e trazendo nas mãos um enorme pênis de silicone cuja proximidade com o real chegava a ser assustadora! Ela balançou o brinquedinho para os olhos arregalados de Alfredo que temeu em pensar o que a dominadora faria com aquela “coisa brutal”. Norma deu uma risadinha safada e antes que o médico pudesse proferir uma palavra, ela quebrou o silêncio com um tom de voz quase sussurrante.

-Olha só este brinquedinho …, não é bonito – Ela perguntou sem esperar por qualquer resposta – Sei que não é tão bom quanto o seu, mas vai servir direitinho para aquilo que eu pretendo fazer …, já imaginou, seu puto …, ser corneado por uma outra mulher! Não é o máximo!

E antes que Alfredo tivesse qualquer chance de argumentar com Norma, ela untou o instrumento com óleo mineral e com a ajuda da outra mão, tateou pelas nádegas suadas de Eunice a procura do ânus que seria sacrificado por ele. Habilmente, ela entreabriu as nádegas da mulher que estava sendo possuída pelo marido e depois de algum esforço conseguiu vencer a resistência do cuzinho de Eunice, fazendo com que a glande de borracha invadisse seu interior, rasgando e ocupando espaço sem qualquer delicadeza.

Eunice gemeu alto, mas, ao mesmo tempo, balbuciou dizendo que estava adorando aquela penetração inesperada; Norma deliciou-se com a aquiescência da parceira e não perdeu tempo, penetrando ainda mais o instrumento de borracha nas entranhas da mulher que balançava o traseiro, demonstrando que quanto mais ele a invadia, mais tesão e prazer ela sentia!

Em poucos minutos, Eunice estava sendo duplamente penetrada: no ânus pela destreza de Norma, que manipulava a rola artificial socando com profundidade e extraindo gemidos e gritinhos tresloucados de sua parceira, e na vagina, pela pica monumental de seu marido que de tão dura e inchada parecia alargar sua esposa, com movimentos longos e demorados; Alfredo, por sua vez, deliciava-se com aquela visão; afinal, aquela trepada a três representava a realização de seu sonho …, foder com outra mulher na presença de sua esposa …, se bem que …, aquilo era muito melhor!

Ele penetrava sua mulher, mesmo sentindo seu pau latejar num misto de dor e tesão, já que o torniquete chegava a estrangular as veias fazendo-as saltar pulsantes, demonstrando que ele havia atingido o limite. Mesmo assim, o médico persistia, estocando a vagina de sua mulher que parecia estar nadando em seu próprio líquido, gemendo, contorcendo-se e pedindo mais! Norma, que também deliciava-se em participar daquele pequeno bacanal privado, olhava para o médico e sorria cheia de safadeza, empurrando e recuando o pinto de borracha para o interior do ânus de Eunice.

A certa altura, Norma procurou o clítoris de Eunice e passou a dedilhá-lo com movimentos de sobe e desce, propiciando mais uma onda de orgasmos na mulher que gemia ainda mais, porém, não se contentava, suplicando que aquilo tudo não tivesse fim …, todavia, Alfredo sentiu que seu limite havia chegado …

Ele passou a respirar mais fundo e mais rápido, anunciando que estava prestes a gozar …

-Não! Ainda não …, espera! – Norma vociferou com um tom de voz ameaçador, deixando claro que era ela quem controla tudo e todos – Vem cá, tira essa pica daí …, vem gozar aqui, no rosto da sua esposa putinha …, vem que é assim que eu quero! Vem agora!

Norma segurou a rola de Alfredo pela base impedindo que ele prosseguisse com seus movimentos, causando-lhe um enorme desconforto que foi em um crescendo, enquanto ela puxava a pica para fora da vagina de Eunice, até atingir uma dor aguda que ele mal conseguiu suportar, imaginando que poderia desfalecer vencido pelo sacrifício. No momento em que Norma viu a rola de Alfredo sacada da vagina de Eunice, seus olhos brilharam de tanto tesão; a pica do macho estava esfolada eme razão do atrito e pulsava intensamente ante a pressão exercida pelo torniquete.

Imediatamente, ela desfez o nó que amarrava o torniquete em torno do pau de Alfredo que sentiu o alívio da pressão e da dor operada pelo instrumento de prazer sádico …
Norma pegou Eunice pelos cabelos e fê-la ajoelhar-se na frente de seu marido, enquanto puxava a rola de Alfredo para bem próximo do rosto de sua parceira. Em seguida, a Domme começou a masturbar a rola do macho com movimentos que, de início, pareciam quase carinhosos, mas que, paulatinamente, foram tornando-se mais agressivos, chegando a beirar uma fúria desmedida, indicando o quanto a dominadora estava saboreando a possibilidade de ter um macho em suas mãos, rendido ao seu poder e submisso à sua vontade.

Alfredo estava sentindo-se em transe, incapaz de esboçar qualquer reação, dominado e submisso à vontade desmedida de Norma que o encarava com um olhar superior …, o olhar de uma mulher que sabia como usar e abusar de um homem, deixando-o aos seus pés; Norma era poderosa e sabia disso; exalava domínio, tesão e desejo num jorro voraz de maniqueísmo sexual, energizando-se a partir da volúpia pela qual dominava e submetia homens e também mulheres.

Em certos momentos, a dominadora refreava a velocidade da masturbação exercida sobre o macho, deliciando-se com a angústia refletida nos olhos suplicantes dele, quase implorando por um orgasmo libertador e irrefreado; de outro lado, ela fitava o rosto submisso e piedoso de Eunice que permanecia ajoelhada, imóvel com um olhar pleno de satisfação ansioso pelo ápice de seu parceiro, que seria proporcionado por uma Domme hábil e experiente.

Norma prosseguiu, ora acelerando, ora diminuindo o vai e vem aplicado sobre a rola dura cuja glande pulsava, expelindo pequenas gotículas brilhantes pelo esfincter, em uma clara demonstração de que o orgasmo apenas não acontecia dada a habilidade exímia de sua executora.

-Agora, seu puto …, goza para mim …, goza …, lambuza o rosto da minha putinha, vai …, agora! Vamos! – Norma dizia isso intensificando ainda mais os movimentos na pica dura do macho e exigindo que ele gozasse no rosto de Eunice, enquanto sua outra mão brincava com a sua própria vagina que chegava a pingar de tão úmida que se encontrava.

Alfredo contraiu todos os músculos esticando-se dolorosamente, em uma clara evidência de que ele estava prestes a atingir o ápice …, e, finalmente, ele gozou! Foi um orgasmo poderoso e descontrolado, cujos jatos de esperma projetavam-se na direção do rosto e dos cabelos de Eunice sob os olhos gulosos e satisfeitos de Norma, que não havia parado de masturbar o sujeito, mas apenas segurado firmemente o instrumento direcionando-o como quem direciona uma mangueira de água para apagar um incêndio.

Quando a ejaculação de Alfredo cessou, Norma, que ainda mantinha o controle sobre ele e sua esposa, ordenou mantendo o tom solene e controlador na voz:

-Vai, sua vadia! Lambe a rola, lambe …, quero ver ela limpinha …, e trata de engolir tudinho, entendeu!

Eunice obedeceu com um olhar doce e meigo para seu marido que, por sua vez, foi acometido de pequenos espasmos musculares a medida em que a língua quente e úmida de sua esposa percorria toda a extensão de seu pinto que amolecia lentamente. Eles terminaram aquela “sessão de terapia sexual”, nus, sentados nos sofás da sala de espera do consultório de Alfredo, saboreando uma deliciosa taça de vinho que Norma tinha tido o esmero de trazer consigo.

Depois de algum tempo, o trio ria solto, sob o efeito da imensa onda de prazer que invadira seus corpos, aliada aos efeitos benfazejos do néctar fermentado de uva. Em dado momento, Alfredo ousou perguntar à Eunice quem havia tido aquela ideia maravilhosa; ela olhou por um momento para Norma e, em seguida, ambas desabaram em uma gargalhada gostosa. Alfredo, sem entender nada, ficou com o olhar perplexo na direção daquelas duas lindas mulheres. E foi Eunice quem, retendo o riso, explicou com voz marota.

-Meu amor …, você se esqueceu que você ainda tem o hábito de falar enquanto dorme …, especialmente quando está com tesão! - E todos riram a valer daquela aventura inesquecível.

Sobre este texto

Trovão

Autor:

Publicação:8 de abril de 2014 23:56

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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