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O GINECOLOGISTA, PARTE UM

O GINECOLOGISTA, PARTE UM
Parte 01: Quando a experiência supera as próprias expectativas.

É comezinho comentários acerca da função profissional do médico ginecologista, nos quais grassam extremos que vão do escárnio à ironia; existem aqueles que dizem que ele é o responsável por cuidar da “área de lazer masculina”, como também outros afirmam que ele trabalha onde outros se divertem; porém, comentários à parte, todos sabemos que incumbe a ele o exercício de uma especialidade médica das mais importantes para a saúde humana. E há alguns deles que vão além dos limites de sua profissão, atuando como verdadeiros conselheiros na terapia do casal, como ainda atuando como analistas da personalidade das pacientes.

Mais particularmente ainda, existe um desses profissionais que, ao longo do tempo em que exerce seu mister, acabou por tornar-se mais que um conselheiro, para revestir-se também da função de terapeuta sexual. Seu nome é Alfredo e sua história me foi contada por um amigo comum, o Doutor Evilásio, um proctologista cujo consultório situava-se no mesmo edifício e no mesmo andar que o Doutor Alfredo que, inclusive, tinha sido seu colega dos tempos de faculdade.

Tudo teve início quando, em uma certa tarde, uma paciente compareceu no consultório do Doutor Alfredo para a sua primeira consulta. Era uma linda descendente da raça oriental (pais japoneses) cujo corpo era alguma coisa digna de relevância; tinha um corpo de formas bem delineadas, até mesmo com uma generosidade que não lhe retirava a sensualidade, com seios fartos e ainda dotados de certa firmeza, quadris roliços que denunciavam uma bunda excepcionalmente grande para a etnia e pernas que pareciam ter sido moldadas ao longo de anos de prática de exercícios físicos dedicados. O rosto era doce e meigo, característico das mulheres orientais, com uma aura de jovialidade quase pueril que funcionava como elemento instigador da libido masculina.

Após uma breve conversa sobre o que havia trazido Letícia (esse nome, claro, é fictício) até o seu consultório, o Doutor Alfredo emitiu algumas guias para a realização de exames de rotina, muito embora ele achasse por demais prematuro uma mulher ainda tão jovem (na casa dos trinta e poucos anos) preocupar-se com as doenças típicas da meia-idade, e depois de mais algumas frases técnicas, pediu que ela retornasse assim que os exames estivessem prontos. O restante do dia transcorreu sem qualquer anormalidade, e o Doutor Alfredo, embora perturbado com a beleza de Letícia, deixou de lado eventuais devaneios para prosseguir em seu trabalho diário.

Dias depois, Alfredo foi premiado com o retorno de Letícia que trazia consigo os exames que ele havia solicitado. Após uma breve análise dos resultados colhidos, ele perguntou para Letícia se ela já havia se submetido a exames de toque e apalpação de mamas, ao que ela respondeu negativamente. O doutor, então, tornou a perguntar se ela desejaria que ele os realizasse ali mesmo, naquele dia. Letícia, levemente ruborizada, abaixou a cabeça, emudecendo por alguns instantes, para, em seguida, responder que seria o melhor a fazer.

Alfredo pediu a ela que se dirigisse ao reservado que ficava na sala contígua, reservada para as pacientes, despisse toda a sua roupa, vestindo, em seguida um avental descartável, retornando ao consultório para que ele pudesse realizar os exames mencionados. Letícia levantou-se da cadeira e entrou no pequeno reservado de lá saindo, alguns minutos depois, vestindo o avental e nada mais. O médico, procurando controlar sua excitação que, com aquela mulher, havia se revelado implicitamente em uma inesperada e espetacular ereção, pediu a ela que se deitasse sobre a maca dotada de apetrechos destinados aos exames ginecológicos de praxe e esperasse.



Ele caminhou até ela e depois de calçar suas luvas de látex, abriu o avental, descortinando a mais impressionante visão de um corpo feminino que ele jamais havia visto em toda a sua vida – profissional e pessoal – revelando uma lindíssima pele branca como o leite e dotada das formas mais lindas que a natureza poderia ter concedido a um espécime da raça humana.

Alfredo respirou profundamente, e procurando reunir o máximo de resistência que lhe era possível ante tal situação, no mínimo, inusitada, pensou em sua ética profissional e depois de alguns minutos iniciou o exame. Apalpou os seios de Letícia vasculhando em busca de possíveis nódulos nocivos, constatando que, além da deliciosa firmeza daquelas mamas fenomenais, nada de errado havia com elas. Em seguida ele posicionou-se no mocho e puxando para si o braço lateral onde repousavam os instrumentos cirúrgicos, aproximou-se da vagina de Letícia, pedindo que ela levantasse as pernas descansando-as sobre os apoios laterais.

Em alguns minutos ele havia vasculhado a parte externa da genitália de Letícia, prosseguindo com a introdução do dedo indicador da mão direita procurando por eventuais sinais de problemas. Nesse exato momento, Alfredo teve a nítida impressão de ter percebido Letícia contorcendo-se discretamente sobre a maca, ao mesmo tempo em que lhe pareceu ter ouvido um gemido quase inaudível. Todavia, ainda pensando no seu profissionalismo, Alfredo concluiu o exame pedindo que Letícia se levantasse e viesse a ter com ele ao redor de sua mesa de trabalho.

Letícia, deixando de lado qualquer pudor, entrelaçou as alças do avental e sentou-se na cadeira em frente ao médico olhando atentamente para ele. Alfredo, um pouco mais controlado, discorreu com certa tranquilidade sobre o exame que havia sido realizado, afirmando que não encontrara qualquer evidência de que Letícia teria algum problema em sua saúde.

Repentinamente, Alfredo foi surpreendido pelo choro contido e copioso de sua paciente que, inclinando-se para a frente, escondeu o rosto entre as mãos soluçando baixinho. O médico levantou-se de sua cadeira e apoiando-se sobre a mesa prostrou-se em frente a Letícia acariciando-lhe os cabelos e perguntando o que havia de errado com ela.

-Isso era exatamente o que eu queria saber! —respondeu a jovem com a voz embargada pelas lágrimas e pelos soluços – Quando eu lhe procurei, fiz isso porque pensei que havia algo de errado comigo... algo que me torne indesejável para os homens... ou, pelo menos, indesejável para o meu marido!

O médico, completamente surpreendido pelas palavras de sua paciente, puxou o mocho até eles e depois de sentar-se bem ao lado de Letícia, perguntou-lhe o porquê daquela afirmação. A jovem lhe confidenciou que há algum tempo seu marido não a procurava sexualmente e que aquilo tinha se tornado um martírio para ela, pois além de gostar muito de sexo, não compreendia as razões pelas quais seu marido havia, simplesmente, lhe relegado ao plano do pleno descaso, deixando de procurá-la na cama e quando o fazia parecia mais o cumprimento de uma obrigação imposta pelo casamento e não o desejo de um homem por uma mulher.

Depois de conversar com algumas amigas, ponderou que poderia ter ela própria algum problema de saúde, algo que causasse desconforto em seu marido, afastando-o dela e tornando o sexo entre eles um martírio indesejável. E quando o médico lhe disse que não havia qualquer problema, ela simplesmente entrou em colapso, pois sua vida havia desmoronado completamente.

Alfredo, que estava muito próximo de Letícia, envolveu-a em seus braços e, acariciando-lhe os cabelos longos e sedosos, procurou tranquilizá-la, dizendo que talvez isso fosse apenas uma fase do casamento e que, mais cedo ou mais tarde, tornar-se-ia passado e que ela e seu marido (cujo nome era Fernando, se bem que isso pouco importa!) voltariam a ter uma vida sexual ativa e feliz.
Com certa rispidez, Letícia desvencilhou-se dos braços do médico e levantando-se da cadeira, soltou as alças do avental, deixando que ele escorregasse por seus ombros, caindo ao chão e revelando ao seu espectador surpreso e transtornado seu corpo escultural e provocante.

-Diga o Senhor para mim! Mas seja sincero! Eu não sou atraente? Não desperto o seu tesão? Diga-me, doutor, eu preciso saber! O Senhor treparia comigo? – as frases, ditas quase como um jorro repleto de revolta e ódio, soaram aos ouvidos do médico mais como uma provocação do que um convite … afinal, Letícia estava revoltada e infeliz e tudo o que dizia ou fazia era fruto dessa revolta eloquente. Ele não queria aproveitar-se dela em um momento tão delicado, mesmo sentindo um enorme tesão nascendo em sua virilha.

Todavia, quando o médico levantou-se de onde estava, caminhando em direção à sua paciente para protegê-la com seu jaleco que ele já havia despido para tanto, Letícia atirou-se sobre ele e com a boca ávida de quem sabe o que deseja, procurou os lábios de Alfredo e não titubeou em desferir-lhe um beijo sequioso de desejo e de tesão.

Alfredo, tomado de surpresa e rendido pelo tesão desmesurado que crescia em seu interior, viu-se tomado e vencido pela sensualidade voraz de sua paciente e num instante ambos estavam emaranhados em um abraço coroado por diversos beijos quentes e molhados. As mãos de Alfredo percorriam a pele nua de sua paciente, sentindo sua textura macia e firme, ao mesmo tempo em que delineava suas curvas generosas e deliciosamente provocantes que instigavam ainda mais a sua libido de macho excitado.

Descontrolado e com imenso temor pela situação – afinal, estavam em seu consultório, e na sala ao lado estava a sua secretária e demais pacientes a espera de um atendimento – Alfredo agiu com a impaciência de um adolescente, porém com a destreza de um amante experiente (Ah! Que delícia a experiência aliada à insensatez!). Ele tomou Letícia nos braços e com cuidado colocou-a sobre a maca de exames, ajoelhando-se entre suas pernas e permitindo que seus olhos vislumbrassem a vagina dilatada de sua parceira e cujo brilho denunciava uma excitação úmida e convidativa.

Imediatamente, o médico levou sua língua até a vagina e passou a lambê-la com sofreguidão desmedida, alternando momentos em que seus lábios beijavam a sugavam os grandes lábios, com outros em que brincava com o clítoris inchado, fazendo sua parceira vibrar e gemer baixinho, escondendo seu rosto entre as mãos, ou ainda, chupando e mordiscando o indicador de Alfredo que passeava entre seus lábios.

Letícia gozou intensamente por várias vezes e houve um momento em que desejou gritar de verdade, sendo impedida pela mão hábil do médico que pousou sobre seus lábios e com um aperto forte porém gentil, impediu-a de tal desatino. No momento seguinte, Letícia levantou-se da maca e segurando seu parceiro pelos ombros implorou que ele a fodesse ali mesmo.

-Por favor, Doutor Alfredo, … eu estou suplicando que me foda! Me faz mulher, por favor! Eu não suporto mais essa ausência de desejo e de tesão … vem, meu macho! Vem me foder bem gostoso, agora! Eu quero!

Completamente fora de si e enlouquecido pelo tesão que vibrava em sua virilha, Alfredo correu até a porta do consultório e depois de trancá-la assegurando a mínima privacidade, despiu-se por inteiro mostrando para Letícia todo o tamanho de sua excitação. Ela, por sua vez, olhou para aquele pênis enorme e cuja grossura incitava pensamentos obscenos e luxuriosos, e voltou a deitar-se na maca chamando pelo médico.

-Vem, meu macho, vem me foder gostoso … me faz mulher outra vez, … me dá aquilo que meu marido não me dá!

Alfredo caminhou até a maca e depois de subir por sobre sua parceira, iniciou a penetração, tomando cuidado para que seu desconforto fosse mínimo; mas, a bem da verdade, Letícia estava tão lubrificada pela sua excitação que a glande penetrou em um único movimento, impingindo a ela uma vontade incontrolável de gemer alto ou mesmo gritar, ato que ela mesmo conteve, procurando a boca ávida de seu parceiro em um beijo profundo desatinado.

Alfredo, por sua vez, prosseguiu com sua investida, avançando lentamente até sentir que toda a extensão de seu mastro estava acondicionada no interior de Letícia, que contorcia-se embaixo do macho sentindo-se completada por aquele membro deliciosamente descomunal e duro. O médico, ao perceber que tudo estava consumado, passou a estocar aquela vagina com movimentos cadenciados e intensos, provocando sucessivos espasmos em sua parceira que gemia em sua orelha cada vez que um orgasmo se avizinhava para, logo, tornar-se um evento satisfatório e providencial.

Alfredo sentiu que poderia permanecer naquele idílio sexual por horas a fio, sentindo-se cada vez mais viril e excitado; entretanto, ele também sabia que isso não era possível, já que aquela “consulta” prolongara-se tempo demais (demais o suficiente para atrair a atenção e a preocupação de todos que, provavelmente, estavam na sala de espera); por essa razão e depois de constatar que sua parceira havia sido premiada com vários orgasmos intensos e profundos, decidiu deixar a resistência de lado, anunciando no ouvido dela que ele iria gozar, mas que iria fazê-lo fora dela, já que não pretendia um eventual inconveniente dali a nove meses (!).

Letícia riu baixinho para depois dizer-lhe que isso não seria preocupante, já que ela adotara métodos contraceptivos a pedido do marido, mas mesmo assim concordou com o parceiro, apenas pedindo que ele gozasse sobre ela, espalhando seu sêmen em sua pele, pois ela queria sentir mais uma vez, aquela porra quente escorrendo. Alfredo, mesmo surpreso com o pedido da parceira, concordou de pronto, já que ele também adorava fazer isso.

Com um movimento profundo, ele a penetrou pela última vez, extraindo um gemido rouco de sua garganta, retirando o pênis enorme e inchado de uma só vez e iniciando uma vigorosa masturbação com o intuito de atingir o ápice o mais rapidamente possível. Letícia, em uma clara demonstração de sua presença de espírito, tomou o mastro poderoso com uma das mãos e olhando fixamente para o médico prosseguiu com o exercício sexual, sorrindo docemente para ele.

Em poucos minutos, Alfredo estava ofegante e com a respiração entrecortada, anunciando para a parceira que estava prestes a atingir o orgasmo. Letícia, sem perder o ritmo dos movimentos intensos e dinâmicos, sorriu de volta.

-Goza, meu macho … goza em mim … você me fez mulher outra vez … me lambuza com sua porra quente e gostosa, seu fodedor gostoso!

Alfredo não sabia se foram as palavras de Letícia, aliadas à intensidade dos movimentos praticados por ela, ou ainda se toda aquela situação insólita em que ele estava envolvido, mas a verdade é que quando o orgasmo chegou ele foi tão profuso e abundante que os jatos, além de potentes, vinham carregados de sêmen, lambuzando por completo o peito e o ventre de sua parceira que depois de sentir o prazer dos primeiros, passou a esfregar suas mãos por sobre o corpo, gemendo e sorrindo, como se aquele líquido possuísse alguma propriedade que o médico desconhecia.


Quando tudo terminou, Alfredo levantou-se e caminhou em direção às suas roupas, procurando por uma toalha para limpar o suor que gotejava incessante por todos os seus poros. Porém, mais uma vez ele foi surpreendido por Letícia, que como uma felina ágil e sensual, saltou da maca e ajoelhou-lhe em frente dele, tomando seu pênis entre as mãos e lambendo-o em todo a sua extensão, dizendo que precisava “fazer o serviço completo”, deixando que sua língua limpasse o restante de esperma que ainda teimava em escorrer pela glande.

Alfredo gemeu mais algumas vezes, acariciando os cabelos sedosos de sua parceira e quando ela terminou, ele fez com que ela se levantasse e, tomando seus peitos entre as mãos, sugou e lambeu os mamilos entumescidos, enquanto Letícia ainda tinha entre as mãos seu pênis meio endurecido, revelando estar se preparando para “outra eventualidade”.

Poucos minutos depois, ambos estavam vestidos e comportados. Antes que Alfredo conduzisse sua paciente até a porta do consultório, Letícia tomou sua mão, olhando-o fixamente. Alfredo retribuiu a intensidade do olhar com a vontade de pedir perdão pelo excesso cometido, ao que foi contido pela voz doce e suava de Letícia.

-Muito obrigado, Doutor. O Senhor não faz ideia do bem que me fez hoje … voltei a me sentir viva graças ao Senhor … muito obrigado, mesmo!

Alfredo foi tomado por uma absoluta ausência de palavras, até mesmo porque não sabia bem o que dizer ou o que pensar de tudo aquilo.

Eles se abraçaram mais uma vez e, por fim, Alfredo abriu a porta do consultório, conduzindo Letícia até o hall dos elevadores. No último momento, antes que as portas do equipamento se fechassem ele pode ouvir a frase provocativa de sua paciente.

-Semana que vem? … no mesmo horário?

Por óbvio ele não teve tempo de responder, mas em sua mente havia a certeza de que Letícia retornaria para uma nova “consulta”.

Quando ele retornou ao seu consultório, por algum motivo inexplicável, ele pode sentir uma dezena de olhos acusadores sobre ele. Olhou em volta e viu suas pacientes inquietas e algo agitadas em uma clara demonstração de desconforto mesclado com a curiosidade característica das mulheres. Olhou para sua secretária que também tinha uma expressão dúbia no rosto e depois de respirar fundo, pediu que ela fizesse entrar a próxima paciente.

Por todo os resto do dia, Alfredo sentiu-se confuso … preocupado e premiado com aquela experiência inusitada … de ginecologista passara também a ser terapeuta sexual! Se que isso seria possível de conceber … de qualquer forma, após o término do expediente, ele tomou sua bolsa tiracolo e despediu-se de Rosana, sua secretária, desejando-lhe uma boa noite.

Mal sabia ele que aquilo era apenas o começo de uma nova fase em sua vida pessoal, … e também profissional …

Sobre este texto

Trovão

Autor:

Publicação:4 de março de 2014 10:18

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Casal

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Comentários

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  • Carla Juliana Silva
    Postado porCarly Greenem11 de março de 2014 17:37
    Carly Green é uma autora no História Erótica

    Ah.. Com um medico desses fica fácil...
    ;)
    Beijo

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