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O MONTADOR DE MÓVEIS E A CLIENTE ASSANHADA!

O MONTADOR DE MÓVEIS E A CLIENTE ASSANHADA!
Jurandir estava muito feliz com seu emprego; há quase três anos ele era montador de móveis de uma grande rede de varejo da capital; quando olhava para trás não se arrependia nem por um minuto ao ter feito tal escolha. Depois de péssimas oportunidades como auxiliar de mecânico de motocicletas, serviço de entrega com moto e outros que mais pareciam subempregos, ele sentia-se realizado; afinal, para quem viera da Paraíba “com uma mão na frente, e outra atrás”, Jurandir, finalmente, podia dizer de boca cheia que tinha um trabalho decente; o salário era muito bom, os benefícios melhores ainda e a atividade era algo que lhe dava muito prazer.

É bem verdade que houve alguns percalços, como, por exemplo, o dia que o consumidor frustrado com a impossibilidade de ver seu guarda-roupa montado por falta de uma peça, prendeu Jurandir dentro de sua casa e soltou seu cão pitbull de estimação para que fizesse guarda (mas isso é uma outra história). De qualquer modo ele gostava muito do que fazia.

E houve uma ocasião que ele adorou, pois o que aconteceu, além de inesperado, foi delicioso! Tudo teve início quando ele foi executar o primeiro atendimento daquele dia de fevereiro. Tratava-se da montagem de uma cômoda e um armário de cozinha em uma cliente que residia em um bairro de classe média alta, inserido na região destinada a Jurandir. Como de hábito ele checou o endereço no seu aparelho de GPS e ligou para o telefone anotado na ordem de serviço a fim de confirmar se haveria alguém em casa para recepcioná-lo.

Assim que a ligação completou, uma voz feminina, doce e suave, atendeu do outro lado. Jurandir ficou extasiado com aquela voz, mas um segundo depois ele tomou tento e continuou, informando quem era e para que ligara. A voz confirmou que estava a espera dele para a realização da montagem. Jurandir agradeceu e desligou o telefone informando que logo estaria no local.

Subiu em sua moto e acelerou na direção do endereço do trabalho. Em poucos minutos ele estava em frente à casa da cliente; era um belo sobrado protegido por altos portões cegos de metal. Ele desceu da moto e aproximou-se do porteiro eletrônico, apertando a campainha para ser atendido. Subitamente, a mesma voz atendeu o aparelho …. Jurandir respirou fundo – até mesmo porque aquela voz o deixava excitado – e, em seguida identificou-se como sendo o montador de móveis.

O portão social foi acionado e abriu-se em seguida; Jurandir empurrou-o com cuidado (sempre havia a surpresa do “animal de estimação da família”) e esperou que alguém viesse ter com ele. No momento em que ele viu a porta da casa abrir-se, ele sentiu-se arrebatado. Do seu interior, emergia a mais linda figura na forma de mulher que ele já havia visto na vida; era uma lindíssima descendente de japoneses, com o corpo mais sinuoso que ele já vira e com detalhes anatômicos avantajados na proporção exata (não chegava a ser uma “plus size”, porém ficava no mais delicioso limite!); o rosto era quase angelical e assim que ela sorriu para ele, Jurandir sentiu-se “nas nuvens”.

Cumprimentou o montador estendendo-lhe a mão e dizendo chamar-se Sumie … Jurandir, enlouquecido com aquela visão deslumbrante, mas conseguia pronunciar uma sílaba sequer, mas, contendo-se no que lhe foi possível, tocou aquela mão frágil, macia e quente, devolvendo o cumprimento. Sumie estava vestindo um vestido de alças finas de tom azul-claro e cuja transparência revelava detalhes que tornavam a situação do montador ainda mais complicada; explica-se: Jurandir pôde perceber pela transparência do tecido que Sumie não vestia nada mais por baixo, exceto uma delicada e minúscula calcinha.

Depois de alguns momentos constrangedores para ele, Sumie convidou-o a entrar para que ele pudesse dar prosseguimento à sua visita. Virou-se de costas para ele, caminhando em direção da porta de entrada. O sujeito ficou ainda mais perplexo ao ver que a tal calcinha era do tipo fio dental e a silhueta das nádegas rechonchudas e firmes da sua anfitriã, provocaram uma imediata e pujante ereção! Procurando se controlar ao máximo, Jurandir entrou na casa e subiu as escadas em direção ao quarto principal. Sumie abriu a porta exibindo as caixas que continham a cômoda a ser montada. Jurandir olhou para elas e perguntou se não seria melhor montar o armário da cozinha em primeiro lugar.

Sumie sorriu afável respondendo que ele tinha razão pedindo, então que ele a acompanhasse até a cozinha que ficava no ala inferior da casa. Eles desceram com o rapaz ainda tendo aquela visão inebriante do traseiro roliço de sua cliente.
Assim que lhe foi possível, Jurandir colocou sua mochila no chão a tratou de por-se a montar o móvel da cozinha, enquanto Sumie, sentada em uma cadeira à sua frente observava tudo em silêncio com um olhar que o montador não conseguia decifrar … e tudo ficou mais nebuloso ainda quando, inadvertidamente, ela cruzou as pernas, deixando parte de sua coxa à mostra para ele (e que coxas! Que pernas!). Jurandir esforçava-se em manter sua concentração na montagem do móvel, mas a presença daquela mulher deliciosa e provocante o perturbava de tal modo que algo fácil parecia extremamente dificultoso.

E quando ele, finalmente, deu por terminada aquela tarefa, Sumie levantou-se de onde estava, pulando de alegria e dizendo que ele merecia um prêmio por ter feito o seu trabalho(!) Quase colando seu corpo ao dele, Sumie perguntou se ele gostaria de tomar um café. Meio sem jeito, Jurandir hesitou, mas acabou por aceitar a oferta. Sumie preparou dois expressos na cafeteira automática e depois convidou o montador para sentar-se à mesa com ela; Jurandir disse que não era necessário, mas ela insistiu, deixando-o novamente, encabulado.

Sentados à mesa, o montador e a cliente sorviam seus cafés, e, muito embora, Jurandir estivesse com vontade de sorver outra coisa, ele procurava controlar-se a todo o custo, até mesmo quando sua rola teimou em endurecer, pulsando e esticando-se dentro das suas calças. Jurandir mudou de posição pelo menos uma três vezes, tentando evitar que sua ereção fosse denunciada; todavia, ele estava sem sorte porque, em dado momento, o montador percebeu o olhar curioso de sua anfitriã pousado sobre o volume desobediente sem sua virilha.

Ele decidiu terminar o café um pouco mais rápido, levantando-se e dizendo que ia até o quarto montar a cômoda faltante; no mesmo instante em que Jurandir caminhou em direção à escada que dava acesso aos quartos na parte superior da casa, percebeu que Sumie o acompanhava discretamente. “Será que ela vai querer subir também?”, pensou o montador, imaginando o que poderia acontecer se sua pica continuasse dura daquele jeito com a razão do endurecimento permanecer ao seu lado.

Delicadamente, Jurandir pediu a Sumie que se sentisse a vontade para continuar com seus afazeres, pois ele montaria o móvel mais rapidamente se pudesse trabalhar com certa liberdade e que ela nada tinha a temer com relação aos seus bens pessoais.

-Oh! Desculpe-me! Eu não quis parecer chata … - respondeu Sumie com um olhar terno e submisso que quase fez o sujeito desabar de tanto tesão. Ele disse que ela não tinha do que se desculpar e subiu as escadas, entrando no quarto e pondo-se a trabalhar o mais depressa que lhe era possível.

Tudo parecia estar bem … até o momento em que, terminando de montar o móvel, Jurandir percebeu uma pequena peça íntima jogada sobre a cama do casal … era uma deliciosa calcinha de rendas tão bonita e excitante que o sujeito, quase que imediatamente, sentiu sua rola endurecer furiosamente, pulsando como louca! Ele caminhou até a cama e pegou a calcinha, cheirando-a e sentindo aquele doce aroma de mulher … “bem, afinal ninguém é de ferro”, pensou o montador e aproveitando-se da solidão reinante na parte de cima da casa, correu até o banheiro, onde, continuou cheirando a calcinha, ao mesmo tempo em que libertava sua pica, impondo a ela uma masturbação feroz e solitária.

Jurandir massageava sua rola com um força alucinante, pensando em Sumie nua na sua frente, apenas apreciando o macho tesudo em ação … ele se masturbava cada vez mais rápido, tencionando gozar assim que fosse possível, pois ainda havia o receio de ser flagrado naquela cena inexplicável e insólita … ele jamais fizera algo parecido na casa de uma cliente … se bem que nenhuma cliente lembrava aquela oriental deliciosa e excitante.

Em dado momento, o sujeito semicerrou os olhos, controlou ao máximo sua respiração arfante e irregular, esperando pelo orgasmo que se aproximava, e intensificou o manuseio do membro, ansiando por uma ejaculação abundante. E foi nesse momento que ele quase caiu de costas; com uma desconfortável sensação de ser observado, Jurandir entreabriu os olhos e percebeu um reflexo no enorme espelho de parede logo à sua frente … era Sumie!

A dona da casa estava em silêncio, encostada em um dos batentes da porta de acesso ao banheiro que Jurandir esquecera de trancar devidamente, olhando fixamente para a rola dura com um olhar misto de curiosidade e espanto! De imediato, o montador parou o que estava fazendo e voltou-se na direção dela … era uma cena desconcertante … ele de pau duro em uma mão e com a calcinha dela na outra!

Jurandir pôs-se a pensar em uma desculpa, mas seu cérebro, embotado pelo tesão e pela surpresa, não era capaz de conjecturar qualquer explicação minimamente plausível para aquela situação. Sumie o encarou com um olhar hesitante, e pela primeira vez em sua vida, Jurandir teve medo que a mulher saísse correndo chamando a polícia porque havia um tarado em seu banheiro.

O que ele não sabia – ou não esperava – era que Sumie, endireitando-se, libertasse as alças de seu vestindo deixando que ele escorresse ao longo de seu corpo, caindo ao chão à sua volta … nua, pois Jurandir percebeu que a calcinha que ele havia visto na entrada já não estava mais lá, Sumie caminhou na direção dele e sem qualquer cerimônia, tomou sua rola nas suas mãos quentes e macias, massageando-a com carinho, enquanto esfregava seus peitos de mamilos entumescidos na camisa do montador. Jurandir respirou fundo e pensou no que fazer … esse pensamento não durou mais que alguns segundos, até o momento seguinte em que ele tomava aqueles peitos em suas mãos, lambendo e chupando os mamilos, mordiscando-os com suavidade e, vez por outra, engolindo-os até a área das aureolas.

Sumie estava arrebatada; ela gemia e se contorcia enquanto brincava com a pica dura do montador que, em dado momento, livrou-se atabalhoadamente de suas roupas pondo-se nu e pronto para o ataque! Juntos, montador e cliente, enroscaram-se como dois gatos siameses, chupando e lambendo cada centímetro disponível de pele … Sumie parecia uma mulher sensual, porém carente, como se há algum tempo não trepasse com alguém e essa insinuação deixava Jurandir ainda mais louco de tesão.

No calor do embate, Jurandir tomou Sumie nos braços e carregando-a no colo foi em direção à cama, tencionando foder aquela mulher em uma posição mais confortável.

-Não! Aqui não! —gritou ela, subitamente, enlaçando Jurandir com seus braços e levando sua boca até a orelha do sujeito – Não quero trepar aqui … vamos para a sala de televisão, … lá podemos fazer o que quiser …

Jurandir pareceu não compreender a razão do pedido da sua anfitriã, mas ponderando que ela era a dona da casa, acenou concordando e saindo do quarto na direção do outro, logo ao lado, onde haviam, entre outras coisas, várias almofadas jogadas em um canto da parede. Jurandir caminhou até aquele local, e depois de depositar cuidadosamente sua parceira sobre as almofadas, cobriu-a com seu corpo enorme deixando que a pica roçasse os grandes lábios da vagina úmida de sua parceira. Sumie não esperou por mais nada, apenas segurou o cacete pela base orientando-o na direção de sua vagina e puxando seu parceiro contra ela.

-Vem, … mete essa pica em mim … me fode bem gostoso que eu preciso muito disso!

Jurandir, obediente, fez o que Sumie lhe pediu, estocando a pequena vagina com a sua glande inchada, invadindo-a em um movimento … a mulher gemeu enquanto suas mãos seguravam os ombros do macho puxando-o ainda mais contra ela. Jurandir controlou o impulso de sua parceira, rebolando sua pélvis e permitindo que sua glande ficasse lambuzada do pequeno jorro vaginal de Sumie, até o instante em que percebeu que poderia avançar sem causar muito desconforto.

-Puta que pariu, Sumie! Que boceta gostosa você tem … molhadinha e apertadinha … muito gostosa, você é uma delícia! —Jurandir elogiava sua parceira ao mesmo tempo em que avançava com seu mastro nas profundezas daquela mulher exuberante. Sumie não disse nada, apenas jogou seu ventre para cima, arrojando-se na direção daquele pinto grosso e comprido, forçando que ele a penetrasse por inteiro em apenas mais uma estocada.

Jurandir gemeu, enquanto Sumie o enlaçava com seus braços e pernas, prendendo-se a ele e jogando sua pélvis contra a dele.

-Ai, seu cavalo pauzudo! Levanta! Me fode de pé … faz isso, faz …

Jurandir obedeceu de imediato, levantando-se com Sumie colada a ele e pondo-se em pé segurando-a pelas nádegas firmes e roliças. No instante seguinte, Jurandir apertava e puxava contra si as nádegas de Sumie, fazendo com que os movimentos de penetração acontecessem o mais profundamente possível, enlouquecendo sua parceira que gemia e se contorcia como doida!

Não para! Não para, seu puto … me fode, … fode minha boceta e mostra que está gostando de comer a sua cliente … se fizer direitinho, ligo para o SAC fazendo um elogio … Ahn …
Jurandir apertava as nádegas de Sumie, jogando o corpo dela contra o seu e fazendo com que sua rola penetrasse sua vagina com um vigor inédito e profundo. Ambos gemiam e suavam aos borbotões, mas não demonstravam qualquer sinal de fraqueza … para eles, aquela foda podia durar o dia todo! Copulavam em pé como dois criminosos compartilhando do mesmo saque, esgotando toda a sua energia em movimentos de pressão que se tornavam um pouco mais difíceis à medida em que o suor de seus corpos os fazia escorregar; Jurandir apertava as nádegas de Sumie com muita força com o intuito de evitar que ela caísse e quando fazia isso a fêmea gemia ainda mais …

-Isso! Fode gostoso, fode … não tenha dó, não … fode essa boceta suculenta o quanto você puder!

As palavras carregadas de obscenidade e desejo de sua parceira serviam para que Jurandir se sentisse ainda mais estimulado e excitado, ampliando seus movimentos e apertando ainda mais as nádegas cobiçadas de sua parceira. E então, Sumie gozou … foi um gozo intenso e repleto de espasmos corporais, acompanhados de gemidos e suspiros aprofundados em uma respiração quase ofegante. E depois desse veio outro … e mais outro … e mais outro … e mais outro, até o momento em que ambos perderam a conta de quantos orgasmos aquela fêmea havia experimentado.

Vencida pelo esforço Sumie fraquejou enquanto seus braços e pernas afrouxaram perigosamente o enlace em torno do corpo de seu macho … Jurandir ajoelhou-se com todo o cuidado que lhe era possível e depositou a fêmea sobre as almofadas, sem, no entanto, retirar sua pica de dentro dela. Ele continuou a estocar aquela vagina, impondo à Sumie outra sequência de orgasmos que tornavam sua vagina caudalosa um pequeno riacho escorrendo líquido continuamente.

Jurandir sentiu o peso de todo aquele esforço quando os músculos de sua pélvis tornaram-se superaquecidos, sinalizando uma lactose muscular indesejada; subitamente, ele cessou com a penetração e retirando sua rola ainda dura de dentro de Sumie, jogou sobre as almofadas ao lado dela. Os dois respiravam ofegantes enquanto seus corpos reluziam o suor que protuberava por todos os seus poros. Por um instante, Jurandir supôs que o embate havia terminado e que nada mais restava senão um merecido descanso …

E qual não foi sua surpresa dele quando sentiu a vagina despelada de Sumie roçando seus lábios com aquele aroma de tesão reprimido pedindo para ser chupada, ao mesmo tempo em que podia sentir a língua dela passeando em torno da sua glande vermelha e inchada.

-Chupa minha boceta, chupa! Eu quero … eu preciso, por favor!

Jurandir achou graça de Sumie, pois ela não precisava pedir por algo que ele adorava fazer … e o montador pôs-se a lamber e chupar o grelinho de sua parceira com toda a destreza que lhe era possível … engolia os grandes lábios, chupando-os com força e provocando espasmos no corpo de sua parceira … explorava maliciosamente o clítoris protuberante de Sumie, pressionando-o com a língua para, em seguida, mordiscá-lo entre os lábios … Jurandir se gabava de saber proporcionar a uma mulher todo o prazer de um sexo oral bem-feito … e os longos gemidos de sua parceira confirmavam sua expectativa.

Enquanto gozava como nunca, Sumie deliciava-se com o pau duro e grosso de seu parceiro, lambendo a glande e introduzindo-a lentamente em sua boca até que pudesse ter boa parte daquele respeitável instrumento dentro dela, expelindo-o com um vagar alucinante que fazia Jurandir estremecer e contorcer-se em espasmos seguidos de longas contrações musculares que aumentavam o volume de sua rola.

Vencida pelas numerosas ondas de prazer que seu corpo experimentava a cada orgasmo proporcionado pela boca hábil de Jurandir, Sumie virou-se de costas, deitando-se ao lado de seu parceiro, em uma clara demonstração de que ele era muito macho para ela; mas ainda assim ela não deixava de acariciar a rola ainda dura saboreando aquela virilidade provocada e plenamente correspondida. O montador, ao seu turno, ainda excitado e de rola dura, sentiu o peso do esforço sobre seu corpo, adormecendo pesadamente …

Quando entreabriu os olhos, Jurandir tinha a mente turvada e o raciocínio lento, razão pela qual demorou a atinar onde estava e porque estava nu deitado sobre almofadas … olhou para o lado e viu que sua parceira não estava mais ali; pensou por um instante que, talvez, tudo tivesse sido um sonho engendrado pelo aroma encantador da calcinha que encontrara sobre a cama no quarto principal, mas, olhando para sua rola que já dava sinais de um novo enrijecimento, ele concluiu que tudo havia realmente acontecido. Um pouco tonto, ele se levantou e foi cambaleando até o quarto principal, pensando em pegar suas roupas e ir embora o mais rápido possível, antes que algo pudesse acontecer … mas, … aconteceu!
Subitamente, o montador estancou seu caminhar na entrada do quarto ao ver Sumie saindo do banho e indo para perto da cama, secando seu corpo delicioso com o esmero característico das mulheres orientais. Ele sentiu-se hipnotizado ante aquela visão excitante de uma mulher nua secando seu corpo após um delicioso e reconfortante banho. E Jurandir viu-se novamente tomado por uma enorme onda de tesão, no exato momento em que – quase de forma sincronizada – Sumie inclinou-se para a frente, exibindo seu traseiro perturbador e a rola do macho pulsou forte informando que ainda não havia concluído sua missão.

Jurandir corre até a mulher e agarrou-a por trás, pressionando seu corpo contra o dela e fazendo com que seu pau duro roçasse o vale formado pelas nádegas firmes e roliças; com uma calma típica da etnia, Sumie olhou para trás e sorriu, enquanto largava a toalha e com uma das mãos procurava o instrumento duro de seu parceiro.

-Nossa! A barraca ainda está armada, Jurandir! —A voz de Sumie estava suave, porém com uma entonação sapeca e marota, enquanto ela tomava a pica na mão, massageando-a com carinho – Que macho, hein! Então … vamos continuar de onde paramos?

Dizendo isso, Sumie puxou a rola dura, apontando-a na direção de seu traseiro e esfregando a glande inchada no vale de suas nádegas, até que o instrumento encontrasse um anelzinho piscante. Jurandir foi à loucura, sentindo que todo o seu corpo vibrava com a possibilidade insinuada pela sua conviva.

-Vem, seu roludo … vem foder esse cuzinho ainda virgem com essa benga enorme … me rasga com sua macheza … me fura como você quiser … vem …

Jurandir foi tomado por um arrebatamento que lhe retirou qualquer noção de autocontrole, e num ímpeto másculo e viril, empurrou Sumie para a cama, fazendo com que a fêmea ficasse de quatro sobre ela; mas antes que ele pudesse dar início ao sacrifício do cuzinho virgem de sua parceira, ela, muito habilmente, voltou-se para ele, abocanhando a rola a chupando-a com vigor … Jurandir percebeu que a intenção de Sumie era untar o instrumento a fim de facilitar a penetração e não ofereceu qualquer resistência ao gesto de sua parceira, deixando que ela “trabalhasse” em seu pau até que este estivesse todo lambuzado com sua saliva.

Em seguida, Sumie retornou à posição original, chamando seu macho para que ele prosseguisse no “sacrifício anal” que ela tanto ansiava. Jurandir pegou Sumie pelas ancas, segurando-a firmemente e fazendo com que ela gemesse de tesão; olhando para aquele lindo traseiro ele aproximou a rola dura do vale entre as nádegas, espremendo a carne da fêmea e puxando-a dolorosamente em direções opostas, forçando a abertura do vale e revelando um anelzinho piscante que se contraía temeroso e excitado ao mesmo tempo.

O montador, então, golpeou com força, valendo-se do formato de sua glande inchada e umedecida para, com um movimento, vencer a resistência inicial da invasão … e quando a glande penetrou o pequeno orifício, Sumie gemeu alto, soltando um gritinho cheio de tesão selvagem. Jurandir teve que reconhecer a valentia de sua parceira que não recuou quando seu cuzinho foi invadido, mantendo-se firme no lugar e esperando pelo restante que ainda estava por vir.

-Vai, seu puto! Soca essa rola com vontade … come o meu cu, seu pintudo! Vai … fode a japonesa putinha que está de quatro se oferecendo para você! Vai! Mete logo! —Jurandir desatinou com aquelas palavras e agarrando com firmeza a sua parceira, passou a avançar sua rola para dentro do seu anelzinho, fazendo isso com movimentos lentos e decididos, fazendo sua rola ser enterrada centímetro por centímetro naquele traseiro brioso.

Ao sentir suas bolas roçarem a carne quente e macia do vale que servia de proteção ao cuzinho sob ataque, Jurandir não perdeu tempo com firulas, pondo-se a estocar violentamente, avançando e recuando sua rola e fazendo sua parceira gemer, gritar e sibilar como uma vadia sendo castigada por sua própria vontade. E a cada movimento dele, ela gemia mais alto, chegando mesmo a dar gritinhos que chegaram a preocupar o montador.

-Está doendo muito, Sumie? Quer que eu pare? —A voz de Jurandir parecia uma súplica, pois, afinal, ele não queria maltratar quem o havia tratado tão bem.

-Está sim … mas, só um pouquinho! – respondeu ela, arfando - … Ai! Vai … não para não, me fode bem gostoso … fode essa putinha casada louca por um pinto de verdade!
Jurandir prosseguiu no castigo ao ânus de sua parceira, sentindo a pressão que o pequeno orifício exercia sobre a circunferência de sua rola, causando-lhe uma enorme sensação de prazer. Ele persistia na invasão impiedosa, apertando a carne quente das nádegas dela entre seus dedos rijos enquanto projetava sua pélvis para frente em movimentos longos e precisos. Sumie, as vezes gemia, as vezes gritava, enfiando o rosto nos lençóis a fim de sufocar o som evitando o percebimento indesejado.

O montador não queria esmorecer, e houve um momento em que ele decidiu por um de seus pés sobre a cama, posição essa que ampliava os movimentos, permitindo que sua pélvis se projetasse ainda mais para dentro do traseiro de sua fêmea. Sumie gemia e implorava para que seu parceiro não interrompesse a penetração, penalizando-a com o vigor de sua masculinidade. Subitamente, Jurandir inclinou seu corpo para a frente, escorregando uma das mãos na direção do baixo-ventre de sua parceira, até que seus dedos encontrassem o grelinho sedento passando a acariciá-lo de forma bem provocante.

A habilidade do sujeito em dedilhar sua parceira, não apenas contribuiu para que a sensação dolorosa diminuísse, como também propiciou que Sumie experimentasse mais uma sequência de novos orgasmos que transformaram a sua vagina em uma lagoa quente e borbulhante de imenso tesão!

-Ahn …. seu puto! Como isso é bom …. continua brincando com a minha bocetinha …. está muito bom, …. eu não sabia que podia ser tão bom …. —A voz de Sumie estava entrecortada, mas, mesmo assim, Jurandir percebia que havia nela uma sinceridade elogiosa, …. algo que qualquer macho recebe muito bem.

Ele preferiu não dizer nada ... apenas fazer! Intensificou seus movimentos sem perder de vista as brincadeiras manuais com o grelinho liquefeito de sua parceira. Sumie gozou várias vezes, contorcendo-se e rebolando seu traseiro oferecido para que Jurandir se deliciasse ainda mais, prosseguindo naquela cópula ensandecida, com corpos suados, porém satisfeitos.

Muito depois de iniciada a nova sessão entre o montador e a sua cliente, Jurandir sentiu os primeiros estertores musculares sinalizando que um orgasmo ansiado se avizinhava de seu ser; ele intensificou ainda mais seus movimentos, sussurrando no ouvido de sua parceira que estava prestes a gozar …. Sumie arfou profundamente, jogando seu traseiro contra o membro rígido de seu parceiro, em uma clara demonstração de que ela não queria que aquele jogo de sacanagem terminasse.

-Ai …. ainda não, meu macho! Eu quero mais! Quero você para mim todos os dias …. —Sumie balbuciava as palavras em uma clara demonstração da dificuldade que enfrentava ante o “ataque” incessante da rola de Jurandir em seu cuzinho.

-Desculpa, ... mas, não dá! Eu não consigo segurar mais! Ahn!!!! Acho que vou gozar, minha putinha …. vou te encher com minha porra quente! —Jurandir não conseguia mais reter o seu orgasmo e as contrações musculares involuntárias deixavam isso bem claro.

-Então espera um pouco! —Suplicou Sumie com voz embargada e submissa – Tira a sua pica para fora e deixa eu engolir toda a sua porra quente ….

Mal Jurandir cessou seus movimentos, Sumie rebolou seu traseiro, recuando de forma estratégica e obrigando que seu parceiro deixasse a rola escapar de dentro de seu ânus. Imediatamente, ela ajoelhou-se na frente do montador, enquanto uma de suas mãos massageava as bolas inchadas e a outra aplicava uma vigorosa masturbação naquela rola impoluta, apontando o ureter na direção de sua boca. Jurandir contraiu todos os músculos de seu corpo, sentindo o gozo aproximar-se com uma pujança compatível com o tesão que estava sentindo.

E ele, finalmente, gozou …. ejaculou intensamente, com jatos lançando-se na direção do rosto de sua parceira que não era capaz de reter em sua boca todo aquele volume quente e viscoso, deixando-se lambuzar onde quer que aquele jorro se esparramasse. Jurandir contorcia-se em total descontrole corporal, acariciando os cabelos de sua parceira e deixando que sua rola murchasse completamente.

Quando cessou o jorro, Sumie tratou de lamber cuidadosamente a rola enquanto ele dava sinais claros de perder a rigidez, deixando-a limpa e brilhante com sua saliva. Jurandir sentiu as pernas flexionarem-se dolorosamente, sendo obrigado e cair de joelhos no chão em frente de Sumie. Os dois se abraçaram e beijaram-se intensamente. Logo depois, os dois levantaram-se para, em seguida, desabarem sobre a cama adormecendo pesadamente.
Apenas quando o som quase estridente do celular pipocou pelo ambiente, Jurandir foi capaz de entreabrir forçadamente os olhos, mal conseguindo ver mais que borrões em sua frente. Sua cabeça parecia um balão cheio de gaz que não tinha senso de orientação ou mesmo noção do que estava acontecendo; e não fosse uma dolorosa lembrança do dever profissional, provavelmente, Jurandir ainda estaria estirado e nu sobre a cama de Sumie.

Ele deu um salto no ar, atinando para onde estava e porque ainda estava na casa da primeira cliente do dia! Tomou o celular na mão e o susto ampliou-se desproporcionalmente; haviam diversas ligações perdidas de seu supervisor e outras tantas mensagens de texto sempre com a mesma pergunta: “onde você está, porra!”. Jurandir achou que sua sentença de morte havia sido proferida e que ele estava no olho da rua, demitido por deixar de fazer aquilo para que era remunerado.

Desesperado, ele ligou para seu irmão e teceu uma enorme ladainha de súplicas, pedindo-lhe que aliviasse sua barra, pois não queria e muito menos podia perder aquele emprego. Seu irmão ouviu tudo atentamente e depois de passar-lhe uma reprimenda dura e agressiva, tranquilizou-o, pois percebendo sua ausência incomum, pôs outro profissional para atender suas ordens de serviço, com a condição de que Jurandir recompensasse o colega. Por fim, disse a ele para correr para um pronto-socorro e tratar de arrancar um atestado por todo o dia, pois fora essa a “história” que ele havia contado ao supervisor.

Jurandir agradeceu imensamente o irmão e depois de desligar o celular, reuniu suas roupas jogadas no chão do quarto, vestindo sua cueca e correndo escada abaixo. Somente então, ele se deu conta de que não vira Sumie. Examinou a sala, verificando que ela não estava ali, e foi tomado de surpresa pelas mãos carinhosas dela enlaçando-o por trás. Ele se voltou e viu que Sumie ainda estava nua, deliciando-se com aquela visão paradisíaca. O montador envolveu-a em seus braços inclinando seu rosto em direção ao dela para um longo beijo cheio de excitação.

Enquanto ele se vestia, Sumie ficou sentada no braço de uma das poltronas da sala, olhando para ele com um olhar enternecido; Jurandir terminou de vestir suas roupas e olhou para ela, dizendo que precisava ir. Sumie levantou-se e caminhou até ele, olhando no fundo de seus olhos e sorrindo com uma docilidade especial.

-Tudo bem, eu entendo … - ela disse enquanto tocava o antebraço do rapaz – Mas eu preciso te dizer que foi a melhor foda da minha vida! E pelo menos a primeira com sexo anal … obrigado, e espero poder te ver outra vez …

Jurandir fitou-a e sorriu, correndo em direção à porta de saída e montando o mais rápido possível em sua motocicleta, partindo em direção ao pronto-socorro mais próximo. E por incrível que pareça, tudo se resolveu a contento: Jurandir conseguiu o atestado depois de choramingar muito para o médico plantonista e foi para casa, retornando ao trabalho no dia seguinte com o valioso documento que livrou seu pescoço da guilhotina.

Muitos dias depois, quando a aventura com Sumie tornara-se apenas uma lembrança marcante, Jurandir foi surpreendido pela convocação do seu supervisor logo ao entrar no escritório. O sujeito, um homenzarrão enorme e de fala grosseira olhou para ele e com um riso de escárnio no rosto e um tom de ironia na voz disse que tinha um serviço para ele.

-Eu não sei que merda você fez, mas tenho uma solicitação de montagem aqui que a cliente exigiu, … deixa que eu repito: exigiu a sua presença, não aceitando qualquer justificativa em contrário … tome, essa é a ordem de serviço … e trata de ir logo, porque a cliente encheu meu saco até não poder mais …. vai, Jura, rapa fora!

Saindo da sala do supervisor, Jurandir olhou para a OS e seus olhos brilharam ao ver que o endereço nela constante era o endereço de Sumie. Já nas ruas, ele tomou o celular, ligando para o telefone que ficara na memória do aparelho. Ouviu a doce voz de Sumie e ficou extasiado … afinal ela também estava esfuziante.

-Oh! Você está vindo, então? Ai, que bom! Então, venha … estou te esperando … preciso de você para me foder bem gostoso … vem logo, OK! Ah! E quando chegar, pode subir, … estarei te esperando, … peladinha e cheia de tesão, meu Jurandir! —O sujeito desligou o telefone e arrancou como louco … afinal, tinha “serviço” a fazer!

Sobre este texto

Trovão

Autor:

Publicação:20 de março de 2014 23:40

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Pulando a Cerca

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  • EU
    Postado porEUem22 de março de 2014 15:32

    Adorei sua história, sou madura e corpulenta. Separada com filhos já adultos moro em um apartamento duplex na zona sul do Rio. Tenho os meus preferidos, mas na rua transversal a minha tem um flanelhinha de uns vinte e poucos anos que lava meu carro. Esse garoto é uma delícia na primeira vez estava sentada no banco do carro e negociando com ele percebi que não tirava os olhos das minhas pernas. Peguei sua mão áspera e grossa e coloquei entre minhas coxas...Seu olhos se arregalaram e o rapaz ficou assustado, mas eu o acalmei e hoje sou sua personal sexy trainer. O garoto vai longe. bjos

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