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O SEGREDO DE ALICE

O SEGREDO DE ALICE
-Alô? – a voz de Alice estava trêmula e hesitante ao telefone – Quem está falando?

-Você sabe muito bem quem é, sua putinha !– respondeu uma voz máscula e viril do outro lado da linha.

Alice continuou hesitante, sem coragem de prosseguir com aquela ligação telefônica, no mínimo, insólita; por mais de um momento, ela teve vontade de desligar, livrar-se daquela opressão que vinha do outro lado da linha …, mas, mesmo temerosa e um pouco assustada, Alice permaneceu, sentindo-se dominada pela excitação que aquela voz rouca e forte provocava em seu âmago. Ela não tinha ideia de onde aquilo tudo ia descambar, e, mesmo assim, optou pela emoção, pela adrenalina e pelo tesão!

-O que você quer de mim ? – ela perguntou, mesmo sabendo que a resposta poderia ser indesejada.

-O que eu quero? Quero você! Sua vagabunda! Quero te foder até não poder mais!

-O que? Agora? Não, não posso …, meu marido …

-Aquele frouxo de pinto mole! Ele não dá conta do recado com uma puta fogosa como você …, vem logo, vem que eu estou te esperando. E não se esqueça, venha sem calcinhas …, estou te esperando, vadia.

Alice desligou o telefone e permaneceu estática, inerte, sem saber o que pensar e, principalmente, o que fazer. Havia um lado dela que dizia ser impossível prosseguir com aquela loucura, pois, afinal, ela era uma mulher casada, e seu marido era um bom homem …, é verdade que ele “não dava conta do recado” havia algum tempo; mas, mesmo assim, ainda era um bom homem.

Todavia, Alice tinha um outro lado, uma faceta que até pouco tempo ela própria desconhecia a existência …, um alter ego concupiscente, vulgar e libidinoso que mostrava-se insaciável, promíscuo e chegado a cometer insanidades imperdoáveis …, e, naquele momento, era esse lado que gritava em seu interior, exigindo que ela tomasse uma atitude o mais depressa possível.

Parecendo sair de um estado de coma, Alice tomou sua bolsa entre as mãos, e saiu de casa, entrando em seu carro e rumando para o encontro com o dono daquela voz máscula e provocante. Ela dirigia pelas ruas da cidade como se estivesse em uma pista de competição; cruzou semáforos alertando em amarelo-ouro, e fez conversões sem preocupar-se com quem vinha ao seu lado …, apenas aquela voz comandava sua vontade, seu desejo e seu tesão …, ela precisava saciar sua vontade carnal, sentindo-se possuída como uma fêmea precisa sentir-se para ter a certeza de que estava viva e de que precisava viver intensamente.

Estacionou o carro em uma rua próxima do edifício onde o desconhecido a esperava …, sentia-se como uma presa sendo espreitada pelo predador. Um predador poderoso, repleto de vigor sexual primal, pronto para fazer dela seu objeto de desejo; usá-la, desfrutá-la até que sua saciedade estivesse completa. Um macho pronto para fazer dela uma fêmea satisfeita e realizada.

Alice saltou do carro e mal teve tempo de acionar o controle remoto, pois seus passos descoordenados impunham-lhe um caminhar tresloucado e apressado. Ela sentia uma hesitação dentro de seu interior, porém, seu “outro lado” falava mais alto …, aliás, ordenava aos gritos que ela continuasse naquela aventura descabida e profana.

Desceu do elevador assim que este estacionou no andar apontado; o corredor, imediatamente, iluminou-se ante o sensor de presença. Alice olhou para o fundo do corredor, identificando o número do apartamento indicado: número treze (!). Ela caminhou na direção da porta com passos lentos e medidos, pois ainda sentia uma ponta de hesitação piscar em seu íntimo; pensava em seu marido, e na loucura que estava fazendo …, sentia-se uma vadia buscando sexo barato para satisfação de seu instinto animal e culpava-se pela ausência de coragem para recuar, voltar atrás e desistir de tudo.

Alice empacou em frente da porta do apartamento; não tinha forças para fazer mais nada. Incapaz de levantar o braço e tocar a campainha; incapaz de recuar …, incapaz de decidir.

Todavia, tudo aconteceu sem que ela pudesse ter controle da situação. Alguém destrancou a porta, deixando-a entreaberta …

-Entre logo, vadiazinha! – disse a voz que vinha do interior do recinto. Alice sentiu aquela voz percorrer seu íntimo deixando-a ainda mais excitada. Sentiu também uma umidade entre as pernas que, mesmo incômoda, era excitante – estava esperando por você, putinha …

Alice entrou e fechou a porta atrás de si. O ambiente estava em meia penumbra de tal modo que ela podia perceber apenas vultos e sombras. Quando, finalmente, seus olhos habituaram-se àquela luminosidade empobrecida, ela confirmou suas suspeitas: ela não estava só naquele ambiente …, ele também estava lá como um predador à espreita, esperando o momento oportuno para fazer dela sua mais nova presa.

O sujeito estava sentado em uma poltrona que estava no fundo da ampla sala do apartamento, onde a única luminosidade disponível emanava de um pedestal com spot indireto. Alice não tinha absoluta certeza, mas ela sabia o que ele queria. Os minutos transcorreram com um enorme silêncio entre eles e somente foi rompido quando ele vociferou uma ordem.

-Venha cá, vadia. Quero você aqui, perto de mim.

Alice caminhou com passos trêmulos e inseguros até perto da poltrona e estancou quando viu-se frente a frente com seu algoz.

-Aqui, putinha. Quero você aqui, do meu lado. Vamos logo! Não tenho a noite inteira!

Alice posicionou-se como ordenado.

-De costas, porra! Mostra esse traseiro gostoso para mim …

Alice obedeceu sem pestanejar, e não tardou em sentir a mão dura, quente e máscula penetrar por baixo do vestido e acariciar suas nádegas, apalpando-as descaradamente.

-Hum …, assim que eu gosto, sem calcinha …, aposto que você está só de vestido, não é?

Dizendo isso, o sujeito levantou-se e com um movimento brusco e quase agressivo, tratou de arrancar as vestes dela, rasgando o vestido e deixando-a nua em pelo. Alice sentiu sua pele ficar eriçada ante o choque de temperatura, pois o ambiente estava um pouco frio demais.

O homem colou seu corpo ao dela, denunciando também sua nudez; ela sentiu o membro duro roçar suas nádegas e pulsar violentamente, enquanto as mãos fortes e duras seguravam-na pelos ombros. Com outro movimento indelicado ele fez com que ela ficasse de frente exibindo sua nudez para os olhos gulosos do macho excitado.

As mãos dele pegaram os seios sentindo seu volume e apertando-os sem qualquer cerimônia.

-Hum, que peitões deliciosos, hein putinha …, aposto que aquele seu marido de merda sequer sabe o que tem nas mãos …, de fato, ele é um idiota!

O anfitrião não estava com intenção de perder tempo e, imediatamente, fez com que Alice ficasse de joelhos em frente de sua monumental rola dura e grossa; Alice olhou para aquele enorme pedaço de carne rija e de glande inchada e sentiu o coração acelerar, enquanto seu rosto aproximava-se da rola, ensejando o que estava por vir.

Alice abocanhou aquele membro enorme sem qualquer cerimônia, chupando e lambendo com tanta sofreguidão que, mais de uma vez, quase engasgou com a intenção de tê-lo inteiro dentro de sua boca.
Ao mesmo tempo, suas mãos hábeis massageavam as bolas que estavam inchadas, denunciando uma enorme carga de sêmen reprimido dentro delas. Alice saboreava aquela pica com o mesmo prazer que alguém saboreia uma iguaria especial. Sugou e chupou a rola sem cerimônia, apertando as bolas com cuidado e fazendo seu algoz gemer de tesão.

Repentinamente, ela a tomou pelos cabelos, obrigando-a de liberar o mastro de sua boca; ele forçou para que ela se levantasse, e assim que o fez, recebeu dois tapas no rosto que ardeu imediatamente. O sujeito, jogou Alice sobre o sofá, ajoelhou-se e empurrou as coxas delas com as mãos, revelando sua vagina brilhante e umedecida; ele mergulhou sua cabeça entre as pernas dela, deliciando-se com o sabor quente e viscoso de seu sexo que ardia de tesão e desejo.

Alice, em pleno descontrole, não se conteve, gozando sucessivas vezes, preenchendo o ambiente com gemidos, sussurros e gritinhos. Mesmo assim, o sujeito não se dava por vencido, e persistia em chupar e lamber a vagina que mais parecia um pequeno riacho pelo qual escorria o delírio líquido do tesão uma mulher.

Da mesma forma abrupta como começou, tudo terminou; o sujeito levantou-se, puxando Alice consigo e obrigando-a a ficar de quatro sobre o sofá; ela pressentiu que algo estava por vir, algo assustador, mas também excitante. Sentiu os dedos grossos do macho explorando sua vagina e subindo em direção ao seu ânus (!). Logo, eles foram substituídos pela língua do sujeito, que lambeu o pequeno anel, deixando-o empapado de saliva.

Alice também sentiu quando ele enrijeceu a língua, empurrando-a para dentro do orifício … foi uma sensação deliciosa, provocante, insinuante … Alice sentia-se excitada com a possibilidade de ser currada. E antes que ela pudesse prosseguir naquele insidioso delírio, foi mais uma vez tomada pela violência de seu parceiro que, sem qualquer cuidado, tomou uma pequena corda de juta, amarrando suas mãos para trás, e obrigando-a a apoiar-se sobre o rosto afundado no sofá com o traseiro ousadamente arrebitado.

O sujeito aproveitou-se da ocasião para aplicar vários tapas nas nádegas roliças da mulher que, mesmo sentindo muita dor, também sentia muito tesão! Alice foi amordaçada antes que seu algoz segurasse suas nádegas com violência, afastando-as ainda mais e aproximando sua rola em riste do anelzinho a ser deflorado. Ele empurrou com força, fazendo com que a glande rasgasse a resistência inicial do pequeno selo, e impondo uma dolorosa sensação em sua vítima; Alice gritou um grito abafado, chorando copiosamente ante a dor quase insuportável que atingia suas entranhas.

O homem não se preocupou com as lamúrias de sua vítima, divertindo-se com o sofrimento a ela imposto; estocou com mais violência, enterrando sua rola no interior do ânus de Alice que sentiu uma dor insuportável, querendo gritar a plenos pulmões; mas, a dor e o controle animalesco de seu algoz não deixavam espaço para que ela pudesse esboçar qualquer reação.

As horas passaram; frias e dolorosas … até o momento em que a dor foi, pouco a pouco, substituída por uma enorme sensação de prazer … Alice não era capaz de compreender o que estava acontecendo, mas a curra a ela imposta transformara-se em uma deliciosa sessão de sexo anal exitosa. Os golpes aplicados por aquele membro duro, grande e grosso a cada penetração faziam o âmago de Alice pedir por mais … ela queria que ele a fodesse a noite toda … que estocasse seu cu com a habilidade de um macho experiente, não deixando que ela restasse insatisfeita.

-Ai, putinha ! – disse ele quase urrando – Acho que está na hora de gozar … vem, vem …

Dizendo isso, o sujeito tirou sua rola de dentro de Alice e fez com que ela ficasse de joelhos a sua frente, enquanto ele masturbava vigorosamente a rola dura; não tardou para que ele ejaculasse … os jatos projetaram-se na direção do rosto de Alice, já que o homem manipulava seu pau como quem maneja uma mangueira. O sêmen, quente e viscoso, lambuzou o rosto e os cabelos de Alice.

Quando, finalmente, ele terminou, empurrou-a ao chão, desabando sobre o sofá …

Quando Alice acordou a manhã já avançava resoluta, anunciando um novo dia. Ela sentia dores pelo corpo, e ao levantar-se deu conta de que ainda jazia no apartamento de seu violador. Ficou horrorizada ao olhar para o relógio e ver que horas eram … era tarde … precisava correr … e rápido.

Limpou-se como pode, constatando que não haviam roupas disponíveis. Quando dirigiu-se ao quarto a fim de procurar algo para cobrir-se, foi surpreendida por um lindo vestido, sapatos e roupas íntimas depositadas sobre a cama. Não demorou para conferir que eram do seu manequim …

Vestiu-se, ganhou a rua e pegou seu carro dirigindo como uma desesperada em direção à sua casa.

Quando lá chegou, viu que estava só. Pedro, seu marido, já havia saído para o trabalho … desesperou-se … Como explicar para ele uma noite fora de casa? O que lhe dizer?

O celular tocou … ela olhou para a tela … era Pedro! Hesitou por um instante, mas rendeu-se ante a impossibilidade de recusar a ligação. Disse alô e recebeu de volta uma melosa saudação de bom dia. Achou tudo muito estranho …

Conversaram por alguns minutos e, ao final, Pedro convidou-a para almoçarem juntos. Alice concordou ainda achando tudo muito estranho.

Eram treze horas quando Alice entrou no pequeno restaurante próximo do trabalho de Pedro que veio encontrá-la sorridente e afável. Beijou-a nos lábios e levou-a até a mesa. Alice sentou-se e antes que pudesse dizer algo, foi Pedro que falou.

-Obrigado, meu amor – disse ele com voz macia e calma.

-Obrigado? – perguntou ela de volta – Obrigado pelo quê?

Neste momento outro homem aproximou-se e sentou-se à mesa com eles … era ele!

-Ora! – respondeu Pedro – obrigado por cuidar do meu pai ontem a noite … ele me disse que, se não fosse você ele teria passado muito mal …

Alice levantou o olhar na direção do convidado, observando seu sorriso, meio sarcástico, meio irônico. Respirou fundo e tencionou responder. Mas “ele” não deixou, tomando a palavra para si.

-É verdade! – disse – Obrigado minha nora querida! Devo minha vida a você!

Ele estendeu a mão e pegou na mão de Alice, trazendo-a para perto de seus lábios e beijando-a carinhosamente … Alice sentiu o hálito quente do macho que, poucas horas atrás a havia currado e um arrepio elétrico, mas também gostoso percorreu sua espinha …

Quando terminaram de almoçar, despediram-se na porta do restaurante. O sogro, mais uma vez, tomou a mão da Nora e beijou-a, tomando o cuidado de depositar algo sob a sua palma. Pedro abraçou Alice e depois de um beijo demorado, despediu-se dizendo que se veriam mais tarde.

Alice caminhou até o carro e somente depois de entrar nele, tomou o pequeno pedaço de papel que seu sogro havia lhe dado para conferir seu conteúdo. Era um bilhete. Lacônico, mas muito excitante e sedutor.

“A partir de hoje você me pertence, minha putinha. Vou te foder sempre que puder. E não se preocupe com o banana do meu filho. Ele não sabe a mulher que tem nas mãos. Beijos do seu Dono”.

Alice partiu, sentindo que aquela história estava apenas no começo …

Sobre este texto

Trovão

Autor:

Publicação:27 de maio de 2015 22:57

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Pulando a Cerca

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