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OS PECADOS DA COSTUREIRA

OS PECADOS DA COSTUREIRA
Odete era uma mulher de meia-idade que vivia só desde que enviuvara de Nestor, seu marido por quase vinte anos. Seus afazeres atuais resumiam-se ao trabalho na oficina de costura que mantinha em um bairro próximo do centro da cidade e os cuidados com a casa que adquirira à custa de muito esforço e renúncia. Acostumara-se com aquela “vidinha insossa”, sem esperar por qualquer surpresa pelo caminho e tinha em mente que nada mais lhe restava a não ser esperar pelo dia de sua morte.

Todavia, a verdade era outra; Odete sentia um fogo consumir-lhe as entranhas, um desejo enorme de ser mulher outra vez, de sentir um macho possuindo-a com todo o vigor de um tesão descontrolado. Muitas eram as noites em que ela acordava no meio da madrugada, suada e sentindo sua vagina pulsar de desejo …, mas, como toda a mulher conservadora, Odete não sabia o que era produzir um orgasmo por seus próprios meios. Foi iniciada no sexo muito cedo – aos quatorze anos – e desde então sempre houve um macho disposto a trepar com ela (Algo que ela jamais recusou, … mesmo depois de casada!).

Preocupada com sua saúde neste sentido, Odete procurou um médico, mas depois de uma bateria de exames ele lhe vaticinou que não havia nada de errado com ela, apenas lhe recomendando algum exercício físico, já que seu trabalho era excessivamente sedentário. Odete saiu do consultório mais preocupada do que antes, pois se não havia nada de errado, de onde vinha tanto tesão?

De qualquer forma, os dias continuaram arrastando-se, um após o outro, sem qualquer coisa de novo ou de inesperado. Exceto por um acontecimento, no mínimo, inusitado; certa tarde, quando ela retornava de sua oficina, após haver feito algumas compras em um supermercado próximo de sua casa, Odete teve seu caminho interrompido pelo anúncio escabroso de um filme pornográfico na vitrine de uma sex shop; em princípio ela hesitou, mas a curiosidade de ver algo além da capa (que já era provocante por demais) fê-la avançar loja adentro, aproximando-se do display onde a pequena caixa com o vídeo estava sendo exibida; olhou com curiosidade, ávida pela possibilidade de assistir aquela fita erótica que falava sobre sexo anal e submissão.

Todavia, um outro olhar tão curioso quanto o dela chamou-lhe a atenção; era o atendente da loja, um rapaz magro e de sorriso duvidoso que olhava para Odete como um predador olha esfomeado para a sua presa. Aquilo deixou Odete ainda mais acanhada, obrigando-a a sair da loja sem olhar para trás. Continuando seu caminho, ela foi tomada pela nítida sensação de ser observada … era algo tão sensível que por várias vezes ela interrompeu seu caminho, olhando para os lados a fim de verificar se havia alguém lhe seguindo.

Em uma dessas paradas estratégicas, Odete foi surpreendida pelo esbarrão com um homem que caminhava em sentido contrário ao seu. Imediatamente, ela procurou se recuperar do susto, sentindo, então, uma mão forte segurando seu antebraço direito. Odete olhou para frente e deu de cara com um lindíssimo homem, cujo corpo e o rosto eram algo digno de ser apreciado como uma obra de arte. Era alto e musculoso, tinha um tórax avantajado, porém não obtido por meios artificiais, mas sim a custa de muita academia e treinamento rigoroso. Seus cabelos castanhos não eram muito curtos, mas também não exageravam na dose, ornando um rosto de traços fortes e certa ascendência europeia; olhos de um azul profundo e quase hipnotizante, eram acompanhados por um sorriso que ficava entre o provocador e o proibido.

Quando ele lhe pediu desculpas, Odete ouviu uma voz máscula e de timbre firme, mostrando que era alguém determinado e resoluto em suas escolhas e decisões (isso mais parecia descrição de escritora de fotonovela dos anos sessenta, mas era exatamente o que ela imaginava, enquanto sentia sua vagina ficar umedecida).

Odete devolveu as desculpas, dizendo que fora ela a responsável pelo incidente, pois não estava prestando atenção por onde ia. Nesse momento, ela percebeu que o tal homem ainda segurava o seu antebraço e parecia não ter qualquer intenção em soltá-lo; ela fez menção de pedir que ele fizesse isso, mas por algum motivo que ela desconhecia, não sentiu qualquer ímpeto em fazê-lo. Ele insistiu em suas desculpas, e depois de outro sorriso, disse também que somente aceitaria deixá-la ir se ela lhe convidasse para tomar um café em sua casa (!).


“Que ousadia desse sujeitinho!”, pensou a mulher, ensaiando uma resposta grosseira o suficiente para espantar aquele deus grego … mas, mesmo desejando fazer isso, aqueles olhos azuis penetrantes pareciam exercer alguma espécie de controle sobre a vontade de Odete, que sem compreender as razões para tanto, respondeu que o convite estava feito. O rapaz sorriu mais ainda e depois de mantê-la segura pelo braço, pediu que ela lhe mostrasse o caminho.

Em poucos minutos, eles estavam em frente a casa de Odete. Era uma residência de classe média, térrea e tímida, cuja garagem fora transformada em um pequeno jardim bastante colorido depois da morte de seu marido e a consequente venda do carro que possuíam. Odete abriu o pequeno portão e pediu que seu acompanhante entrasse na sua frente.

Com um sorriso discreto e enigmático, ele acatou a sugestão e em poucos minutos ambos estavam na pequena sala de estar ornada com sofás de tecido barato e alguns outros apetrechos típicos de uma casa habitada apenas por uma mulher solitária. Sentaram-se em um dos sofás e conversaram por alguns minutos, tempo suficiente para que Odete descobrisse o nome de seu novo amigo; ele se chamava Janos e tinha uma conversa afável a muito tranquila.

Odete não conseguia tirar os olhos daquele rosto cuja beleza era quase inebriante, mas houve um momento em que achou por bem ir até a cozinha preparar o café que havia sido o motivo para Janos estar ali com ela. Odete pediu-lhe licença e caminhou até a cozinha a fim de preparar um café fresquinho.

Odete não foi capaz de esboçar qualquer reação quando Janos apareceu na cozinha, abraçando-a por trás e demonstrando de forma inequívoca o tesão que estava sentindo, já que algo duro e firme pressionada suas nádegas por cima do vestido. Janos beijou e mordiscou o pescoço de Odete fazendo-a gemer de tesão. Em seguida, ele a girou sobre o próprio eixo revelando sua completa nudez. Odete não conseguia dizer ou fazer nada, apenas olhar fixamente para aquele pinto grosso e cuja dimensão era simplesmente devastadora! Ela jamais havia visto algo sequer parecido com aquela rola poderosa que parecia ter vontade própria.

Janos, cujos olhos haviam tomado uma estranha coloração avermelhada, faiscavam incessantemente, demonstrando que ele estava completamente ensandecido de desejo. Com suas mãos enormes, ele rasgou o vestido de Odete, revelando sua lingerie delicada e excitante … feito isso, ele agarrou-a pela cintura, fazendo com que ela se sentasse sobre a pia, enquanto com uma de suas mãos fortes arrancava sua calcinha rasgando-a do mesmo modo que fizera com o vestido.

Em poucos instantes, Janos estava saboreando a vagina quente e molhada de Odete, lambendo e chupando como um animal no cio; sua língua hábil passeava por todo o perímetro daquele sexo ardente, fazendo Odete gemer e, as vezes, gritar como uma louca. Janos chupava e mordiscava o clítoris inchado de sua nova parceira e cada vez que fazia isso, ela retribuía com palavras obscenas e provocações sensuais. E durante todo o tempo em que Janos deliciou-se com a vagina de Odete, ela perdeu a conta de quantos orgasmos teve, sentindo-se dominada e submetida à fúria sexual de seu parceiro.

Repentinamente e de maneira quase brutal, Janos puxou Odete, arremessando seu corpo em direção à mesa, empurrando-a com força para que seu traseiro ficasse disponível para ele. Odete imaginou o que estava por vir e tentou reagir, querendo impedir o inevitável, pois em pouco tempo, Janos estava esfregando seu pênis enorme no cuzinho intocado dela e mesmo quando houve um esboço de reação a resposta dele foi rápida, com dois tapas em seu traseiro e a ameaça de que ela não devia reagir, pois seria pior para ela.

Odete suplicou que ele não cumprisse a sua intenção, implorou para que seu cuzinho permanecesse intacto, mas tudo que ouviu em troca foi uma gargalhada assustadora e quase infernal …

-Você está implorando para não ser enrabada? Está suplicando pela minha decência, sua vadia! Você sonhou com isso … pediu por isso … noite após noite você pediu para ser possuída por um macho de verdade … e agora, vem com essa conversa fiada de complacência! Ora, vou foder esse cu, sua puta, e você vai gostar … Ah, vai sim!


Com uma rapidez quase alucinante, Janos pegou os trapos a que foram reduzidos o vestido de sua presa e amarrou-a fortemente pelos pulsos sobre a mesa da cozinha. Depois, com uma calma assustadora, ele caminhou até a geladeira, pegando um pequeno pote de margarina; lambuzou seu enorme pinto com a manteiga, deixando-o besuntado e pronto para o ataque. Voltou-se na direção de sua vítima e assim que estava perto o suficiente, segurou Odete pelo quadril e sem qualquer cerimônia, forçou a glande inchada contra o orifício proibido, exercendo uma pressão tal que, após uma estocada violenta, venceu a barreira, fazendo com que o selo virginal fosse rompido.

Odete berrou tão alto que pensou por um momento que alguém viria em seu socorro … mas, isso não aconteceria, ela estava dominada pelo desejo sádico da Janos, o homem que ela mesma havia posto para dentro de sua casa! Agora, submetida, humilhada e currada, Odete pensava em como era possível … mesmo sendo possuída de uma forma tão brutal, … ela estava adorando! “Era um sonho que se realizava”, pensou.

Após a “invasão inicial”, Janos prosseguiu em seu castigo, enfiando centímetro por centímetro de sua rola descomunal dentro do selinho vencido de sua vítima, fazendo Odete gritar, gemer, suplicar pelo término daquele sofrimento … mas, por sua vez, Janos apenas saboreava o momento, espalmando as nádegas dela que já apresentavam uma vermelhidão quase fulgurante, fazendo-o sentir ainda mais poderoso e dominador.

-Não era isso que você queria, vadia! Puta! Está sentindo? Meu pau no seu cu? Está doendo, não é? Mas, você gosta! Eu sei que você gosta … não gosta? Pois, assim mesmo vou te foder até sangrar, vadia!

Janos prosseguia no suplício, penetrando o rabo de Odete com vigor e fúria, e não parando até sentir que suas bolas roçavam a parte interna de suas nádegas … enfim, o trabalho estava consumado! Odete respirava com dificuldade, sentindo dor mesclada com um inexplicável tesão fora de momento. E Janos não deu por encerrada a sua investida, passando a estocar o traseiro de Odete com uma violência de movimentos cadenciados, porém rápidos e profundos, segurando-a firmemente pelos cabelos com um cavaleiro que domina sua montaria. A cada estocada, Odete sentia que aquela rola monstruosa ia lhe rasgar as entranhas e dividi-la em duas! Ela suplicava para que Janos acabasse logo com aquele sofrimento indescritível, mas o que ouvia de volta eram apenas gargalhadas e palavrões do mais baixo calão possível.

Repentinamente, tudo cessou … a dor, o sofrimento … a humilhação … tudo! O castigo a que estava sendo submetida, de uma hora para a outra, transformou-se em uma imensa onda de tesão e prazer; parecia que Odete estava usufruindo da penetração de Janos como jamais havia aproveitado uma trepada em toda a sua vida, … ela não sabia explicar, mas era como se aquilo fosse e mais espetacular sensação de prazer que já sentira em toda a sua vida!

E tão repentinamente como a sensação havia mudado de dor e sofrimento para tesão e prazer, os orgasmos se sucederam, um após o outro, … intensos, quentes e volumosos, fazendo com que ela arfasse de prazer, relaxando todo o corpo e deixando a energia máscula de Janos percorrer-lhe toda a extensão de seu ser, deliciando-se com cada movimento viril de seu algoz e saboreando uma experiência totalmente nova, inesperada e surpreendentemente completa!

Odete perdeu a conta dos orgasmos que Janos lhe proporcionou enquanto fazia seu cuzinho sofrer ante a submissão poderosa de uma rola de dimensões nunca antes conhecida por ela, e a cada um deles ela gemeu intensamente, querendo demonstrar ao seu punidor que quanto mais ele a castigava, mais ela gostava.

Do mesmo modo repentino como tudo começou, Janos anunciou que estava para terminar; ele estava prestes a gozar, … porém, não iria se satisfazer apenas em inundar as entranhas de Odete com sua porra quente. Não, ele queria humilhá-la ainda mais! E com a mesma brutalidade de antes, Janos cessou os movimentos de penetração e retirou sua benga ainda em riste do ânus sacrificado de Odete; soltou suas mãos e fez com que ele ficasse de joelhos frente a ele que segurava o membro massageando-o com a clara intenção de chegar ao orgasmo.

-Agora, sua puta, vou gozar na sua cara! Vou lambuzar seu rosto com minha porra quente, e no final, quero que você o coloque na boca, entendeu? Vai lamber e chupar gostoso, entendeu, vadia! Vai deixar ele limpinho para a próxima vez … entendeu, vagabunda!
Odete acenou afirmativamente com a cabeça, muito embora fosse incapaz de tirar os olhos daquele membro enorme pulsando e sendo esfregado vigorosamente pela mão de seu agressor que, por sua vez, não tirava os olhos dela. E foi num arroubo de desejo, que Odete tomou aquela rola com uma das mãos, chamando para si a responsabilidade de concluir o “trabalho” de Janos … parecia estranho, mas era com se ela quisesse premiá-lo pelo castigo que ele havia lhe impingido.

Ela massageou dedicadamente aquele pinto enorme, até o momento em que os espasmos corporais de seu parceiro denunciavam que ele estava prestes a gozar. E o orgasmo chegou … intenso, forte e com jatos enérgicos que se projetavam na direção do rosto de Odete, que cerrou os olhos usufruindo aquele momento único. Quando ela percebeu que a intensidade estava diminuindo, abocanhou o membro enorme que mal cabia em sua boca, sugando-o e lambendo-o com toda a maestria que lhe era possível; Janos gemia e segurava Odete pelos cabelos, empurrando sua cabeça em movimentos de vai e vem que deixavam claro quem estava no controle da situação.

Quando tudo estava terminado, Odete e Janos quedaram-se sobre o chão frio da cozinha, vencidos pelo cansaço e sugados de qualquer energia. Mesmo depois de tudo o que aconteceu, Odete não se fez de rogada e pousou sua cabeça sobre o peito largo do seu homem, adormecendo logo em seguida com um dos braços dele enlaçado-a gentilmente. Incomum, inexplicável, mas acima de tudo deliciosamente prazeroso.

Tudo estava escuro no momento em que Odete deu por si, acordando de um sono longo e profundo. Sentiu o contato frio do piso da cozinha em sua pele, percebendo de imediato que estava só … nada de Janos nem de um peitoril forte para confortá-la. Tentou levantar-se, mas viu-se impedida ante a dor que seu corpo experimentava … parecia que ela havia saído de uma sessão de espancamento … sentia-se dolorida e cansada. Com muita dificuldade, conseguiu levantar-se e arrastar-se até a sala, tateando pelas paredes ante a escuridão que dominava todo o ambiente.

Com muito custo, Odete conseguiu chegar até o interruptor da sala, iluminando-a por completo. O choque da luminosidade repentina chegou a cegá-la por alguns instantes, mas não demorou muito para que ela atinasse que era muito tarde e que ela estava completamente nua! Então, não fora um sonho, … a aventura com Janos havia acontecido realmente … “impressionante”, ele ponderou. Sentou-se no sofá por alguns instantes até sentir-se capaz de ir para o seu quarto tomar um banho.

A água morna escorria pelo seu corpo, enquanto Odete se ensaboava cuidadosamente, pensando em tudo que havia acontecido naquela tarde … algo inesperado e maravilhoso … repentinamente, todas as dores e incômodos haviam desaparecido e ela se sentia revigorada (prova de que o sexo é um excelente remédio, pensou consigo mesma); deliciava-se, então, com as memórias que restaram da aventura com seu deus grego. E houve um instante que ela foi capaz de comprovar que o que havia acontecido fora, de fato, real e verdadeiro … no exato instante em que passou a esponja ensaboada entre as nádegas e sentiu uma dor fina, profunda e cortante – seu orifício havia sido violado! Que outra prova ela precisava.

Secou-se com cuidado e depois de vestir apenas uma camisolinha e nada mais, voltou para a cozinha, pois estava esfomeada. Fez um lanche rápido e quando pensou que o melhor a fazer era ir para a cama, o seu telefone celular tocou. Odete achou estranhíssimo … quem poderia ser àquela da noite? Hesitou por alguns instantes enquanto o aparelho parecia berrar repetindo o toque de chamada. Caminhou até ele e tomou-o na mão. Olhou para a tela que sinalizava tratar-se de uma chamada privativa com número restrito.

Amedrontada e curiosa ao mesmo tempo, Odete acionou a tecla e recepção e levou o aparelho até seu ouvido. A voz do outro lado da linha soou conhecida e mesmo causando um impacto fortíssimo na ouvinte, ainda assim era algo surpreendente.

-E então, cadela … gostou de ser fodida por um macho de verdade … a – houve um pequeno intervalo silencioso e provocativo, para em seguida a voz continuar -Sabe de uma coisa: adorei esse seu cuzinho virgem, … muito melhor do que das garotas com que já trepei … aliás, pela manhã você vai receber um presentinho meu, … espero que goste … Ah! Ia quase me esquecendo, … quando quiser, basta pedir que eu apareço para brincar com você, sua cadela gostosa … beijos delícia!


Assim que o celular emudeceu, Odete quedou-se no sofá com uma expressão mesclada de surpresa, espanto e tesão … ela reconhecera a voz: era Janos! Como ele conseguira o número de seu telefone? “Sua imbecil, pensou, ele deve ter ficado aqui em casa sozinho tempo suficiente para descobrir essas e outras coisas!”; Odete não sabia o que pensar e ficou inerte no sofá sem saber o que pensar ou imaginar. Estava excitada, mas também preocupada … e se Janos fosse um agressor que depois de trepar com as mulheres, voltava para agredi-las ou extorquir-lhes dinheiro e outras benesses? E se ele fosse um sádico pronto para usar de suas vítimas até o momento em que o mais útil seria livrar-se delas?

A mente de Odete estava infestada de todo o tipo de pensamentos – inclusive aqueles sobre a rola colossal de Janos e de tudo que ela era capaz de realizar – afinal, ele ficou ali com ela e poderia ter terminado o que começou (se era isso que ele queria!) … Enfim, Odete não sabia o que pensar e depois de algum tempo perdido meditando sobre o imponderável, o sono e o cansaço após tanto esforço falaram muito mais alto e a costureira viúva acabou por adormecer ali mesmo, no sofá da sala.

Em um momento qualquer no meio da madrugada, Odete foi surpreendida pelo toque másculo de mãos em suas nádegas desnudas, acariciando-as com sofreguidão. Com certa dificuldade, ela entreabriu os olhos ainda sonolentos, e o que viu era apenas um vulto … um vulto másculo e forte que, empurrando-a para o lado deitou-se atrás dela, esfregando um pênis enorme e duro como pedra … “Janos!”, ela pensou …

-Sim, minha putinha … sou eu mesmo … não resisti … queria foder com você mais uma vez … vem, tira essa camisola que eu quero essa boceta todinha para mim …

Em poucos minutos, Janos estava sobre Odete, penetrando sua vagina completamente molhada com aquele pinto enorme e grosso. Janos era o mesmo de antes, brutal e vigoroso, mas Odete não se importou, já que seu membro valia o esforço. Copularam como loucos, com Janos estocando a vagina de sua parceira com movimentos rápidos e profundos, até o momento em que, levantando-se do sofá, trouxe ela consigo, fodendo de pé com as pernas de Odete enlaçando-o pela cintura.

Mais uma vez, Odete perdeu a conta dos orgasmos que teve, apenas gemia e se contorcia saboreando cada um deles como se fosse o primeiro do resto de sua vida …

E com a mesma aspereza de sempre, Janos jogou-a sobre o sofá, esfregando sua rola até ejacular sobre ela outro gozo intenso, quente e viscoso … adormeceram com o macho desabando ao lado da costureira e ressonando um sono pesado e reconfortante.

Pela manhã, Odete foi acordada pelo som estridente da campainha … levantou-se com dificuldade, percebendo, para sua surpresa, que estava em seu quarto, deitada em sua própria cama! Cambaleou até a porta, onde tomou nas mãos um roupão que sempre estava disponível e desceu as escadas valendo-se de um enorme esforço físico e mental.

Olhou pela janela lateral da porta da sala e viu que era um entregador. Procurou recompor-se do melhor modo possível e saiu para atendê-lo. Era uma encomenda endereçada a ela … um pequeno pacote acondicionado em um caixa de papelão. Depois de assinar o recebimento, sequer deu atenção para o cumprimento do entregador, retornando para dentro de casa.

Sentou-se no sofá e abriu o pacote … dentro havia um pequeno envelope e um DVD, cuja capa Odete reconheceu de imediato … era aquele filme que havia visto no dia anterior. Surpresa, abriu o envelope onde havia um bilhete … ela o leu com muita atenção e depois ficou embasbacada com o que estava escrito.

“Oi, minha vaquinha premiada, esse é um brinde para você se lembrar de mim. Aliás, quando quiser estarei por perto, … basta pensar e eu apareço para você … Ah! Quase ia me esquecendo, esse cuzinho me pertence … a mim a mais ninguém, … entendeu!

Odete olho a capa do DVD apenas para certificar-se, mais uma vez, que o ator principal era quem ela pensava; sim, era ele … Janos, o seu amante vigoroso … ela riu sozinha e pensou que, finalmente, seus pecados haviam se tornado realidade.

Sobre este texto

Trovão

Autor:

Publicação:6 de março de 2014 13:29

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 06/03/2014.

Comentários

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  • joao
    Postado porjoaoem15 de novembro de 2015 15:31

    Muito bom
    escreve muito bem sem palavras dificil
    leitura simples mas que prende a gente
    parabens espero que publique outros

  • Carla Juliana Silva
    Postado porCarly Greenem11 de março de 2014 17:21
    Carly Green é uma autora no História Erótica

    Ahhh Odete, discípula de Dona Flor... Kkkk
    Quisera eu ter essa força de pensamento!
    Adorei Trovão! Parabéns mais uma vez!

  • Waly
    Postado porWalyem10 de março de 2014 08:15

    Impressionante! Como você escreve bem cara! Queria ter o poder de pensar tão forte como Odete...seria demasiadamente prazeroso.

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