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Do fundo do baú

SEDUÇÃO

SEDUÇÃO
No dia seguinte, pela manhã, Suzete levantou-se mais cedo que o usual e foi para a cozinha, esperando que Raul viesse tomar café ou qualquer outra coisa …, demorou algum tempo para que ela desse conta de que Raul não estava mais em casa …, aquilo deixou seu coração aos pulos. “Será que ele percebeu alguma coisa?”, pensou ela em pleno desespero.

Correu até o celular e ligou para ele; o telefone tocou …, tocou …, e tocou …, nada! Suzete ficou aterrorizada. Seu excesso redundara na perda definitiva de Raul …, mas ela ainda o desejava mais que tudo na vida. Tomou um susto, quando o celular tocou. Era ele.

-Oi, tudo bem? – perguntou ele com voz preocupada – Aconteceu alguma coisa com você?

-Não! – balbuciou ela, tentando se recompor – Porque você saiu mais cedo?

-Tinha um compromisso – respondeu ele, despreocupadamente – Mas, para compensar, chego mais cedo hoje para jantarmos juntos, certo?

-Ah, que bom! – exultou ela – Vou cozinhar algo especial para você.

Despediram-se amavelmente. Suzete desligou o aparelho e teve ímpetos de gritar de alegria …, Raul não havia percebido nada do que acontecera na noite anterior. Era preciso comemorar. E Suzete teve uma ideia de gênio. Seria uma oportunidade para tentar seduzir Raul. Suzete, então, correu com os preparativos. Fez um delicioso jantar com tudo que ele mais gostava de comer.

Gelou um vinho, aliás, dois. E depois tomou um longo e delicioso banho. Perfumou-se; vestiu uma lingerie vermelha que tinha guardado para uma ocasião como aquela que se avizinhava. Pôs um vestido curtíssimo, de alças finas, realçando ainda mais seu busto exuberante e generoso.

Depois, foi só esperar pela chegada de Raul.

Assim que ele entrou, Suzete levantou-se e exibiu-se para ele. Raul ficou letárgico por alguns minutos, e seu olhar parecia faiscar. “Ele está com tesão!”, comemorou mentalmente Suzete, com uma vontade imensa de rir. Raul saiu daquele momento hipnótico e caminhou até ela, beijando seu rosto. Imediatamente, sentaram-se à mesa e desfrutaram da deliciosa refeição que ela havia preparado com muito esmero.

Algumas horas depois, não apenas as duas garrafas de vinho foram consumidas, como outras duas seguiram o mesmo destino. Suzete, ainda seguindo o roteiro de seu ardil, bebeu menos que Raul, pois a intenção é que ele ficasse à sua mercê. Eles riram, divertiram-se e aproveitaram a noite, que acabou com ambos sentados juntinhos no sofá da sala, assistindo um velho filme em preto e branco.

Raul havia envolvido Suzete com seu braço, e ela, por sua vez, aninhara-se junto ao seu peito largo e firme como rocha, mas também quente e insinuante. Em dado momento, Suzete pousou sua mão sobre a parte superior da coxa de Raul, que deixou-se tocar sem intenções. Depois de algum tempo, ela deitou-se no colo de Raul e pediu que ele acariciasse seus cabelos. Raul concordou.

Suzete conseguia sentir a rola de Raul sob sua cabeça, como também sentia um leve pulsar, denunciando que ele estava ficando excitado. Suzete arriscou e sentou-se no colo de Raul, de frente para ele e encarou seu olhar. Havia uma química rolando …, Suzete podia sentir uma onda de tesão rolando …, e, então, eles se beijaram. Foi um beijo quente, úmido e longo.

Suzete sentia a rola descomunal de Raul pulsando embaixo dela. Ela esfregou seu traseiro, tencionando provocá-lo ainda mais. Em minutos, a camisa de Raul estava aberta, e as mãos dela passeavam por aquele peitoral apolíneo. Suzete lambeu e mordiscou os mamilos de Raul, fazendo o rapaz uivar de tanto tesão.

De repente, tudo se transformou em um torvelinho frenético e insano. Impaciente e excitado, Raul quase rasgou o vestido e o sutiã de Suzete, deixando à mostra os peitos enormes com mamilos duros e aureolas largas, que foram, imediatamente, abocanhados por ele. Raul sugou os peitos de Suzete com uma sofreguidão sem limites, enquanto apertava seu corpo, demonstrando que ela estava sob seu domínio de macho.

Suzete gemeu, deixou-se levar pela onda de macho dominante. Raul deixou Suzete nua, e depois tomou-a em seu colo; levantou-se e caminhou em direção ao quarto. Depositou-a, gentilmente, sobre a cama e, em seguida despiu-se, exibindo sua virilidade imponente. Suzete olhou gulosa para aquela rola dura que apontava ousadamente para a frente, provocante e excitante.

Suzete ficou de quatro sobre a cama, e, com as duas mãos, segurou a pica de Raul. Ficou extasiada ao constatar que mesmo envolvida por suas mãos, ainda restava um pedaço de rola sobrando! Beijou a glande, envolveu-a em seus lábios e começou a chupá-la bem devagar. Raul gemeu, enquanto jogava a cabeça para trás, cerrando os olhos. Ele acariciou os cabelos de sua parceira, e entregou-se àquela chupada deliciosa.

Raul estava completamente seduzido por Suzete. O álcool, o clima …, tudo colaborara no sentido de deixá-lo prostrado ao desejo de possuir Suzete. Era o que ela mais queria, o que mais ansiava. Impetuosa, Suzete tentou engolir a rola de Raul, mas lembrou-se que isso não seria possível, já que sua boquinha e garganta não eram suficientes para acomodar aquela monstruosidade tesuda.

O clima tornara-se ainda mais tenso, na medida em que Raul saboreava o sexo oral proporcionado por sua parceira, mas, ao mesmo tempo, nutria o desejo de possuí-la inteiramente. Com movimentos bruscos e firmes, Raul fez com que Suzete ficasse de quatro sobre a cama e de costas para ele. Suzete sentiu-se submissa ao seu macho e balançou seu traseiro, recebendo, em troca, vigorosas palmadas, cujo ruído eclodiu dentro do quarto.

Suzete sentiu dor …, mas também sentiu tesão …, ela queria que Raul fizesse tudo que lhe desse vontade, e cravou em sua mente que pertencia a ele e, assim, estaria a sua disposição. Mais um balanço do traseiro e mais uma saraivada de palmadas fortes e sonoras.

Suzete estava tão empolgada que mal deu conta quando Raul segurou-a pela cintura e enfiou a glande em sua vagina. “Nossa! Ai, que …, coisa grande e grossa!”, disse ela, com voz embargada. Raul deteve-se por um momento, mas não tardou em seguir em frente, tentando enterrar sua rola enorme na vagina de Suzete. Seguiu-se um momento, misto de dor e um pouco de sofrimento, mas, mesmo assim, Suzete manteve-se firme e resoluta em agasalhar dentro de si aquela deliciosa tora de carne.

Com a mesma intensidade que tudo começara, e para seu infortúnio e infelicidade, o sonho de Suzete foi desmoronando; De um momento para o outro, Raul tirou sua rola de dentro de Suzete, e com movimentos bruscos, fez com que ela ficasse em pé. Ambos estavam frente a frente, e o olhar de Raul guardava um misto de desejo, hesitação, medo e tristeza.

-Não podemos fazer isso! – gritou ele, enquanto a segurava pelos ombros – Isso é errado!

-O que é errado? – interpelou ela, desvairada – Eu sentir tesão por você!

-Você é minha mãe! – gritou Raul, sacudindo Suzete pelos ombros – E você me seduziu!

-Seduzi, porque te quero! – bradou ela, já tomada pela insanidade do momento – Eu quero você, meu filho! Quero você como meu macho …, meu homem …

-Não, mãe! – berrou Raul, ainda segurando Suzete pelos ombros.

Depois de dizer isso, Raul jogou Suzete sobre a cama e deu-lhe as costas, caminhando em direção à porta do quarto.
(Continua ...)

Sobre este texto

Trovão

Autor:

Publicação:31 de dezembro de 2015 22:34

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Maduras

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