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TENTAÇÃO

TENTAÇÃO
Foi uma noite intranquila. Suzete não conseguia dormir, já que, após a discussão, Raul saíra de casa e a deixara abandonada. Em sua cama, ela chorava copiosamente, pensando no único homem que significava alguma coisa para ela. Custou muito a pegar no sono. Era madrugada alta quando, vencida pela tristeza e pela solidão, Suzete adormeceu.

Quando deu por si, já passava do meio-dia e o sol já estava alto. Levantou-se e, ansiosa, correu até o quarto de Raul. Pura decepção! A cama estava arrumada, o guarda-roupas vazio e a cômoda também …, Raul havia partido! Desconsolada, Suzete caiu em um pranto sem fim, ajoelhada ao lado da cama do filho. Ela chorava e soluçava, alimentando o desespero que fluía em suas entranhas.

Sem forças, ficou ali, no chão do quarto de Raul por um bom tempo. Quando conseguiu levantar-se, caminhou até a sala, onde viu, sobre o sofá um bilhete de Raul. “Me perdoe. Preciso pensar em tudo o que aconteceu. Assim que der, nos falamos. Beijos”. Suzete viu, então, seu mundo desmoronar …

Nos dias que se seguiram, Suzete não comia, não bebia, não dormia …, apenas pensava em Raul; ligou em seu celular, várias vezes, mas em nenhuma delas obteve êxito. A chamada perdurava até cair na caixa postal. Em todas as ligações, ela deixou uma mensagem que, infelizmente, não resultou em retorno. Suzete era um farrapo humano …, louca de tesão por Raul, mas sozinha …, sem ninguém!

Duas semanas depois Suzete recebeu a visita de Viviane, sua irmã mais velha. Ela veio acompanhada de Bruno, seu filho. Viviane veio ter com a irmã para contar-lhe que Raul estava em sua casa. Ele havia pedido para ficar lá por alguns dias, até encontrar um lugar para ficar. Ao saber disso, Suzete desabou em lágrimas, sendo consolada por sua irmã.

Precisando desabafar, Suzete contou para Viviane o que acontecera entre ela e Raul; quando terminou a história, ficou esperando pela censura da irmã, e também por uma avalanche de críticas e reprimendas. Todavia, para sua surpresa, Viviane afagou seus cabelos e abraçou-a carinhosamente.

-Você não vai me criticar? – perguntou Suzete entre lágrimas e soluços.

-Claro que não, meu amor! – respondeu Viviane, carinhosamente – Eu sei o que você está sentindo e o que está passando.

-Sabe? – indagou Suzete com expressão de surpresa – Como é que você sabe?

Nesse momento, Bruno, o filho de Suzete levantou-se de onde estava e veio sentar-se ao lado da mãe, abraçando-a carinhosamente. Viviane olhou para ele e depois de um sorriso mútuo, eles se beijaram apaixonadamente. Suzete ficou embasbacada ao ver aquela cena surpreendente. “Minha irmã e meu sobrinho! Como pode!”, pensou ela, enquanto olhava para a cena apaixonada que se descortinava à sua frente. Quando terminaram, Viviane olhou para Suzete, deu-lhe um sorriso terno e prosseguiu.

-Eu te entendo, minha irmã …, e Raul também entende …, ele apenas precisa de um tempo para se acostumar com a ideia …

-Mas, e eu? – indagou Suzete, curiosa com aquela afirmação – Como é que eu fico! Sem ele …, sem nada!

Viviane abraçou a irmã e beijou seus cabelos, tentando tranquilizá-la. Elas permaneceram abraçadas por algum tempo, observadas pelo olhar atento de Bruno.

-Espere mais alguns dias – sussurrou Viviane no ouvido de sua irmã – Raul vai voltar …, eu sei, eu sinto …, confie em mim …

-Não tenho tanta certeza – afirmou Suzete ainda com lágrimas nos olhos.

Depois daquele encontro, Suzete tentou viver sua vida da melhor forma possível, retomando as coisas, pouco a pouco. E mesmo esforçando-se ao máximo, a ausência de Raul lhe fazia muita falta. Acordava no meio da noite, suada e cheia de tesão pelo seu filho, desejando-o mais do que antes. E a dor foi tão intensa que, certo dia, ela desmaiou! Ficou desacordada em sua casa por alguns dias, até ser socorrida.

Acordou em um leito de hospital, ainda um pouco tonta. O rosto de uma enfermeira surgiu com um enorme sorriso, enquanto lhe acariciava os cabelos.

-Fique tranquila, querida – disse a profissional afetuosamente – Agora, você está bem …, apenas descanse …

Suzete, ainda enfraquecida, voltou a adormecer. Alguns dias depois, acordou com a voz da enfermeira dizendo alguma coisa.

-Oi, linda, você está se sentindo melhor? Espero que sim, pois você tem uma visita.

-Visita? – indagou Suzete com uma voz tênue – Quem?

Foi, então, que ela viu o rosto de Raul. Seu coração disparou e ela teve ímpetos de levantar-se da cama e abraçá-lo. A enfermeira sorriu para ambos e saiu do quarto.

-Como você está? – perguntou Raul, enquanto acariciava os cabelos de Suzete.

-Agora, estou bem! – respondeu ela com um sorriso largo – Afinal, você está aqui!

-Me perdoe – pediu Raul, com voz embargada – Eu fui muito cruel com você …

-Não diga nada, meu amor! – interrompeu Suzete – Eu entendo você, mas é que …

Antes que ela pudesse continuar, Raul aproximou-se dela e seus lábios procuraram os dela. Eles se beijaram apaixonadamente. Depois disso, Raul afastou-se e mirou o olhar surpreso de Suzete.

-Eu te quero! – confessou ele – Eu demorei a compreender isso, mas você é a mulher que eu quero …, minha amante …, minha amada …

Suzete sorriu repleta de felicidade. Em poucos dias, recuperada e feliz, Suzete recebeu alta e saiu do hospital pelos braços de Raul. Foram para casa, onde o rapaz cuidou de sua mãe, enchendo-a de carinho e afeto.

Em uma tarde de outono, Suzete estava em sua casa, quando recebeu uma mensagem de texto em seu celular. Era de Raul. “Estou indo para casa. Quero você!”. Suzete ficou exultante. Tomou um longo banho, e não vestiu nada. Sentou-se no sofá da sala e esperou.

Quando Raul entrou e a viu nua à sua espera, ele, simplesmente, enlouqueceu. Correu até ela, tomou-a nos braços e encheu-a de beijos e carinhos. Segurou seus peitos nas mãos grandes e fortes e sugou seus mamilos, até ela gemer alto de tanto tesão. Suzete acariciou os cabelos dele e deixou-se à entrega daquele homem maravilhoso.

Empolgado, Raul quase rasgou a camisa ao despir-se, mas quedou-se sensibilizado, quando Suzete desafivelou o cinto, desabotoou sua calça, e desceu o zíper. Ela se ajoelhou na frente dele e tirou seus sapatos com gestos submissos e carregados de desejo. Livrou-o das meias e beijou seus pés. Puxou a calça e, em seguida a cueca, revelando o enorme membro duro que pulsava como louco.

Suzete segurou a rola com as duas mãos e deliciou-se com a glande inchada entre seus lábios, simulando uma lenta massagem com a língua. Raul jogou a cabeça para trás e gemeu alto, enquanto acariciava os cabelos de sua parceira.
Raul, incapaz de resistir aos carinhos de Suzete, tomou-a nos braços e levou-a para o quarto, depositando-a na cama e esgueirando-se entre suas pernas, até que sua boca encontrou a vagina já úmida e quente. Ele saboreou aquele sexo instigante, chupando e lambendo com dedicação. Brincou com os grandes lábios e mordiscou, entre os lábios, o clítoris inchado, fazendo Suzete enlouquecer, gemendo e se contorcendo de prazer.

Raul prosseguiu, lambendo e chupando e oferecendo uma sequência de orgasmos intensos em sua parceira que vibrava, gemia, gritava e pedia mais. Raul saciou sua sede pela vagina de Suzete, e quanto mais ela gozava, mais ele intensificava lambidas e chupadas.

-Ai, meu amor! – balbuciou Suzete, sem fôlego, ante a enxurrada de orgasmos a que era submetida – Vem me foder …, vem me preencher com essa sua rola enorme …

Raul subiu por sobre Suzete, segurou sua rola e apontou-a para a vagina, passando a enfiar lentamente aquela tora grande e grossa; a cada centímetro avançado, Suzete gemia alto e contorcia sua pélvis com o intento de acomodar aquela monstruosidade dentro de si. Raul prosseguiu cuidadosamente, avançando pouco a pouco.

No momento em que ele enterrou sua rola nas entranhas de Suzete, esta gemeu alto, segurando-os pelos ombros e o envolvendo com suas pernas, apertando-o contra si. Suzete queria sentir toda a voracidade máscula de Raul, que girou lentamente o corpo para um lado e, depois, para outro, fazendo sua parceira experimentar a mais sublime sensação de ser preenchida pelo macho.

Quando os movimentos de vai e vem se iniciaram, Suzete estava fora de si, correspondendo de forma síncrona aos ataques de seu parceiro, de tal modo que eles encontravam-se em perfeita harmonia, usufruindo de um prazer tão vigoroso, que os orgasmos sucediam-se em uma avalanche de prazer; Raul sentia essa correspondência, dado o volume de líquido que era secretado e que lambuzava sua rola, vazando pelas laterais.

Em breve, Suzete estava cavalgando seu parceiro, subindo e descendo sobre a rola que não dava qualquer sinal de esmorecimento. Raul segurava sua parceira pelos seios, e, vez por outra, levantava o dorso, chupando e lambendo os mamilos intumescidos, e apertando as nádegas de sua parceira quando esta apreciava outro gozo intenso.

Suada, trêmula e sem forças, Suzete jogou-se ao lado de seu parceiro, ficando de costas para ele; logo, ela percebeu que não fora uma boa ideia, pois, Raul, insaciável, voltou-se para ela, e abraçou-a, deixando que sua rola roçasse suas nádegas, tencionando algo ainda mais ousado.

-Você quer foder meu cuzinho? – perguntou Suzete com safadeza na voz, enquanto segurava a rola, pressionando-a contra suas nádegas.

-Claro que quero! – respondeu Raul, sussurrando no ouvido de sua parceira – Afinal, ele é meu, só meu!

-Então, vem! – incitou Suzete rebolando seu traseiro – Vem foder esse cuzinho que é teu!

Raul, empolgado, fez Suzete inclinar seu corpo, e com uma das mãos, segurou uma nádega, puxando-a para cima, e deixando o vale aberto para a invasão de sua rola que ainda estava lambuzada do mel de sua parceira. Suzete, abusada e insana, segurou a rola com a mão e puxou-a na direção de seu ânus, fazendo a glande roçar o pequeno orifício.

Sem aviso, Raul jogou sua pélvis para a frente e a pressão da rola fez o restante do trabalho, projetando a glande entre as preguinhas inocentes de sua parceira, rasgando a resistência inicial. Suzete soltou um grito involuntário, o que fez Raul interromper seu avanço.

-Não, meu amor! – asseverou Suzete – Não para, não …, fode meu cu, me rasga, me faz tua!

Com aquele novo incentivo, Raul seguiu em frente, penetrando lentamente no ânus de Suzete que resistia bravamente, gemendo, soltando gritinhos e apertando seus seios, mas, mesmo assim, deixando-se ser deflorada por aquela rola descomunal e cuja grossura assustaria qualquer outra mulher.

Em poucos minutos, a rola de Raul estava enterrada no cuzinho de Suzete que, por um breve momento, respirou aliviada, sendo surpreendida com os movimentos de vai e vem, que eram longos e demorados, impingindo um cerro sofrimento em seu corpo.

Todavia, Suzete resistia, respirava com dificuldade e continha-se ante a dor que era lancinante; ela entregou-se de corpo e alma ao seu macho, pois era o que mais desejava. Queria ser rasgada por aquele pau maravilhoso, com o qual sonhara várias noites …, nenhuma dor, nenhum receio fariam com que ela recuasse.

Em dado momento, Suzete ousou um pouco mais, jogando seu traseiro contra a rola de Raul, que segurou-a pelos peitos e intensificou os movimentos pélvicos.

Repentinamente, tudo mudou! A dor transformou-se em prazer sem medidas, e Suzete experimentou o mais doce sabor de uma foda anal. Raul, experiente e suscetível ao prazer de sua fêmea, buscou sua vagina com uma das mãos, dedilhando-a com afinco e permitindo que ela gozasse num amplexo sem dimensão.

Gemidos e suspiros tomavam conta do ambiente, e Suzete gozou como jamais gozara em toda a sua vida, sensação proporcionada pelo único macho de seus sonhos: seu filho!

Depois de muito tempo, Raul anunciou que estava prestes a gozar. “Goza na minha boca, meu macho!”, pediu Suzete dengosa e safada ao mesmo tempo. Raul puxou a rola para fora, e enquanto Suzete virava o corpo sobre a cama, Ele ficou de joelhos ao seu lado, masturbando-se com fúria.

Quando gozou, Raul ejaculou violentamente, projetando esperma quente e viscoso em todas as direções; Suzete achou que o volume não tinha fim, já que ela ficou completamente lambuzada de sêmen no rosto, na barriga e nos braços. Ao terminar, Raul urrou como um animal selvagem, desabando sobre a cama, vencido pelo esforço indômito. Suados, lambuzados e exaustos, Raul e Suzete adormeceram abraçados entre beijos e carícias sem fim.

Pela manhã, acordaram ainda abraçados e retomaram de onde pararam, fodendo um de frente para o outro, olhos nos olhos, lábios nos lábios, com as mãos explorando cada centímetro de pele quente e carregada de eletricidade. Outro gozo sobreveio, com uma nova onda de esperma preenchendo as entranhas de Suzete.

Mais tarde, Raul tomou um banho, vestiu-se e foi para o trabalho, não sem antes abraçar e beijar Suzete que o esperava, nua e oferecida, na porta da sala. Despediram-se com a promessa de que a próxima noite seria ainda melhor que a anterior, mas não tão intensa quanto a próxima.

Assim que Raul partiu, Suzete correu até o seu celular e contou tudo para Viviane que ficou muito feliz pela irmã. Combinaram de almoçarem juntas no fim de semana, com seus respectivos pares, inclusive com o intuito de revelar a Raul tudo sobre eles.

Após desligar o telefone, Suzete foi tomar um banho e quando retornou, viu a tela do celular piscando com uma mensagem recebida. Era de Raul, e dizia: “Hoje, sou o homem mais feliz do mundo!”.

“Eu sou a mulher mais feliz do mundo”, pensou ela depois de ler a mensagem. “Afinal, meu filho é meu homem, e eu sou sua mulher ...”

Enfim, Suzete sentiu-se recompensada pela vida. Encontrou seu macho e ele encontrou sua fêmea!.

Sobre este texto

Trovão

Autor:

Publicação:31 de dezembro de 2015 22:35

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Maduras

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