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TRANSOU COM A FILHA, MAS QUERIA A MÃE (PARTE 2)

TRANSOU COM A FILHA, MAS QUERIA A MÃE (PARTE 2)
Acordei pela manhã com uma estranha sensação de culpa. Afinal, minha mulher havia chupado a mesma rola abocanhada por Penélope, fazendo de mim um sujeito sem escrúpulos... todavia, não demorei em racionalizar com a constatação de que eu não era o primeiro e, sem dúvida, jamais seria o último a agir desta forma. Naquela manhã eu e Penélope nos encontramos por mero acaso, já que nossos horários não eram muito regulares. Ela veio até mim, beijando-me nos lábios e sorrindo alegremente. Perguntou se poderíamos almoçar juntos, convite que foi por mim prontamente aceito.

Após dispensar meus colegas habituais desci até o térreo onde a jovem já esperava por mim. Nos dirigimos a um restaurante de comida por quilo e depois de nos servirmos do necessário, sentamos em uma mesa de canto, no fundo do salão. Penélope não perdeu tempo com rodeios e depois de repetir alguns elogios acerca da minha performance, disse-me que sua mãe precisava de um homem como eu e que cabia a mim a iniciativa para arrebatá-la. Disse ainda que poderia me ajudar, mas não muito, apenas criando algumas situações para que nós pudéssemos ficar a sós, seja na casa delas, seja em qualquer outro lugar que pensemos juntos.

Mesmo depois de agradecer os elogios e concordar com a proposta, redargui que esse encontro talvez não fosse possível, primeiro porque eu era casado e não tinha tanta disponibilidade de tempo para sacanagens; e em segundo, porque eu não conseguia supor uma situação em que eu e Amanda pudéssemos ficar a sós na casa dela (!). Penélope me criticou, dizendo que eu era um sujeito pessimista e sem criatividade, mas que, mesmo assim, ainda estava disposta a me ajudar. Combinamos que nos dias que se seguissem, nos comunicaríamos por meio eletrônico a fim de trocar ideias e sugestões para que o meu “encontro” desse certo.

Lamentavelmente, os dias se passaram sem que uma ideia criativa surgisse tanto da parte de Penélope como também da minha. Já tinha perdido completamente as esperanças de levar Amanda para a cama e pensei que o melhor a fazer era deixar tudo aquilo de lado e seguir em frente. Mas como eu bem costumo afirmar, o destino, algumas vezes, sabe ser mais irônico que sarcástico... e, deste modo, tudo aconteceu naturalmente.

Era uma tarde quente de outono e uma chuva torrencial caiu sobre a cidade bem no início do horário de pico do retorno para casa. Olhei pelas janelas do escritório e conclui que o melhor a fazer era esperar aquela borrasca perder intensidade para, somente depois, tentar arrastar-me pelo trânsito enfadonho até minha casa. Penélope havia me ligado alguns minutos antes, dizendo que estava de saída, pois um colega de trabalho lhe oferecera uma carona (!), e que ainda pensava nas possibilidades entre mim e sua mãe. Despedi-me dela, grato por saber que ela ainda pensava no assunto (enquanto eu já o havia esquecido quase que por completo!).

Trabalhei por mais algumas horas, pesquisando assuntos na internet e preenchendo algumas análises jurídicas solicitadas e quando olhei para o relógio assustei-me ao saber que já passava das oito e meia da noite. Peguei meu celular e liguei para casa. Tocou até cair e ninguém atendeu. Liguei, em seguida, para o celular de minha esposa que após alguns toques atendeu dizendo que estava presa em um engarrafamento monstruoso na marginal e que pensava em ir para a casa de sua irmã que ficava ali perto até conseguir chegar.

Disse-lhe que ainda estava no trabalho e que estava prestes a sair, quando ela respondeu dizendo que talvez fosse melhor ela dormir na casa de sua irmã, já que, no dia seguinte, deveria retornar ao mesmo cliente daquele dia. Concordei com ela, principalmente pela preocupação de seu cansaço e esforço inútil para enfrentar mais um engarrafamento decorrente do aguaceiro do final da tarde. Despedimo-nos, comigo afirmando que iria para casa dormir (bem, pelo menos essa era a intenção!).

Cheguei ao térreo por volta das nove horas, constatando que a chuva havia cessado o seu “ataque”. Caminhei calmamente até o estacionamento onde costumava deixar meu carro, e quando estava chegando na sua entrada, vi algo do outro lado da rua que me fez ficar em estado de choque; meus olhos não podiam crer no que estavam vendo; era Amanda que esperava o semáforo de pedestres permitir que ela atravessasse a avenida movimentada. E ela estava simplesmente deslumbrante em um vestidinho preto justo e de tecido não muito pesado com alças finas que concediam ao seu busto um destaque deliciosamente provocador. Pude perceber que ela estava molhada, talvez porque tivesse sido pega desprevenida pela pesada chuva da tarde, ao mesmo tempo em que minha libido foi ativada pela visão daquele corpo molhado, com o vestido colado, realçando suas formas exuberantes e enaltecendo os detalhes anatômicos que mais atiçam o desejo de um homem.

Ela me viu e imediatamente sorriu, acenando com uma das mãos. Parei e esperei que ela atravessasse a avenida. Ela chegou tão perto de mim que pude sentir seu cheiro delicioso... mescla de um perfume suave e o cheiro característico dela própria. Ela me beijou na face, fazendo com que eu ficasse ruborizado de pronto. Respirei fundo e tomei coragem perguntando o que ela estava fazendo ali, perdida após uma chuva torrencial. Amanda me respondeu que viera encontrar-se com a filha para que, juntas, pudessem voltar para casa, mas foi surpreendida pelo aguaceiro ao mesmo tempo em que sua filha passou uma mensagem dizendo que já havia ido embora.

“Ai, minha nossa! Acho que essa é uma oportunidade imperdível”, pensei enquanto sorria para ela como um adolescente meio idiota e meio embasbacado. Sem perder o ritmo da conversa ofereci-lhe uma carona para sua casa. Amanda ficou muito grata, mas disse que não desejava me desviar do caminho para casa (mal sabia ela que eu já estava desviado há muito tempo!); emendei de pronto dizendo que não seria problema, já que ela morava na mesma direção que eu; ela deu-me um olhar meio surpreso e meio curioso, perguntando como eu sabia onde ela morava. Sem perder a linha, respondi que já havia dado carona para Penélope, razão pela qual sabia muito bem onde elas residiam (e como sabia!).

Amanda sorriu descontraída, dizendo que se era assim, ela aceitava a minha carona. Saímos do estacionamento rumando na direção da casa dela. Dentro do carro ofereci-lhe uma toalha que eu costumava levar para o parque nos fins de semana quando ia praticar esportes, e que sempre ficava ali mesmo para a próxima vez. Enquanto ela enxugava delicadamente seu rosto, cabelos e o corpo por cima do vestido ainda muito úmido, eu saboreava aquela visão desejando despi-la ali mesmo e foder com ela a noite inteira.

Conversamos alguns assuntos variados, até que ela olhou para mim com um ar de curiosidade incontida, e depois de alguns segundos de total silêncio perguntou-me se eu a achava uma mulher bonita e desejável (!).

-Claro que acho! Você é linda e muito atraente! – respondi de pronto quase emendando o quanto eu a desejava. Agora, foi a vez dela ficar ruborizada com minha pronta resposta à sua pergunta, e baixou o olhar para o chão.

-Mas os homens não gostam de mulheres gordinhas e de meia-idade... – ela disse, porém, sem qualquer firmeza na sua própria afirmação.

-Olhe, Amanda, creia no que vou lhe dizer agora: primeiro essa história de que homem não gosta de mulheres “cheinhas” é pura lenda urbana... e em segundo, quem gosta de osso é cachorro! – minha voz era clara e determinada, e eu aproveitei um semáforo favorável para encará-la ao dizer isso.

-Você tem certeza disso, ou apenas é a sua opinião? – ela retrucou voltando a olhar-me nos olhos.

-Não só tenho certeza como sei que é a mais pura verdade – devolvi de pronto – É a mesma coisa de homem que diz que não faz sexo com puta... se ele gostar dela, vai trepar, dando e obtendo prazer! – esta última frase quase ficou entalada na garganta, pois achei que tinha ido longe demais. Esperei por uma reação bastante negativa por parte de Amanda, e pressenti que minha chance estava indo por água abaixo (Que burrice! Que estupidez!).

Para minha sorte, Amanda caiu na gargalhada, concordando com o que eu havia dito, ao mesmo tempo que uma de suas mãos pousava suavemente sobre a parte superior da minha coxa direita, causando um pequeno choque elétrico que subiu ao longo de minha espinha.

Chegamos em frente a casa de Amanda que achou estranho as luzes interiores ainda estarem apagadas. Imediatamente, eu procurei limpar a barra de Penélope, dizendo que, talvez, ela tivesse saído para divertir-se com os amigos. Amanda concordou com um aceno de cabeça enquanto, mais uma vez, sorria para mim. Não tive certeza, mas aquele me pareceu um sorriso encabulado, de quem ainda tinha alguma coisa para dizer, porém não tinha coragem para fazê-lo. Senti um impasse se avizinhando de nós, e, sem saber o que fazer, ponderei que aquele era o momento do “tudo ou nada”.

Olhei para Amanda e perguntei-lhe se ela estava com muita pressa ou se tinha tempo para tomarmos uma bebida em algum lugar. O novo sorriso passou do encabulado para o amarelo sem graça (típico de quem quer responder com um sim, porém não sabe se deve fazê-lo). A tensão se fez presente, e eu supus que tudo havia ido por água abaixo e, então, devolvi o sorriso preparando-me para uma despedida sem gosto. Mas Amanda me surpreendeu, dizendo que muito embora não pudéssemos ir para algum lugar ela adoraria que eu entrasse e tomasse alguma coisa em sua companhia, convite esse que além de irrecusável era inacreditável. Saímos do meu carro e em poucos instantes estávamos na sala de estar que já era minha conhecida de antes.

Acomodei-me no sofá enquanto Amanda, pedindo-me licença para livrar-se daquela roupa ainda úmida, desapareceu em direção ao seu quarto, deixando-me ali com milhares de pensamentos passando pela minha mente pervertida. Imaginei, por exemplo, ela se despindo … ficando nua e procurando algo excitante para vestir e retornar para minha companhia, exibindo-se para o meu deleite e esperando que eu faça aquilo que a natureza espera de todo o macho. Após decorridos alguns minutos, supus que ela estivesse no quarto, nua, deitada sobre a cama, esperando que eu surgisse na porta, pronto para possuí-la de todas as formas possíveis.

Quando, finalmente, Amanda retornou para a sala, o que senti não foi exatamente uma decepção, mas algo entre a surpresa e a expectativa. Ela estava vestindo um shorts largo e confortável, e seu busto (que não era pequeno) estava acomodado em um bustiê preto. O conjunto realçava suas formas exuberantes, e aquela “barriguinha” à mostra era o suficiente para que eu tivesse mais “ideias”.
Ela passou pelo sofá, caminhando em direção à cozinha, perguntando-me se eu aceitaria uma café, já que ela não tinha o hábito de beber álcool em sua própria casa. Aceitei a sugestão de bom grado, perguntando-lhe se podia lhe fazer companhia na cozinha. Amanda hesitou por uma instante, mas, logo em seguida, concordou dizendo que seria ótimo esse clima descontraído.

Sorvemos o café sentados à mesa da cozinha, conversando sobre assuntos variados e rindo um pouco de alguns comentários engraçados. Não sei se Amanda percebeu que meus olhos não desgrudavam do seu bustiê e das delícias que estavam dentro dele, mas a bem da verdade, seu olhar denunciava discretamente que ela não só percebera os olhares como também estava se deliciando com eles. Não tardou a olhar para seu próprio busto e depois voltar seus olhos para mim perguntando se eu gostara deles. Respondi prontamente que sim, pois ela era uma mulher muito atraente.

Amanda levantou-se de onde estava e aproximou-se de mim, deixando que seu busto ficasse o mais perto possível do meu rosto. Pôs as mãos para trás e em poucos segundos seus deliciosos peitos estavam desnudos e expostos ao meu olhar guloso e repleto de tesão. Ela acariciou meus cabelos e com um gesto suave puxou minha cabeça em direção deles. Mergulhei meu rosto naquele vale cheiroso e aveludado e não tardei em tomar aquelas delícias em minhas mãos, passando a chupar e lamber os seus mamilos que já estavam eriçados e sedentos de uma boca máscula para possuí-los.

Agarrei Amanda pela cintura, puxando-a para mim em uma clara demonstração de que eu queria ela todinha para mim. Ela sentou-se em meu colo envolvendo-me com suas pernas e permitindo que eu sentisse o calor que emanava de sua virilha … ela estava, definitivamente, excitada e louca para trepar (e a recíproca era mais que verdadeira!). Em poucos minutos, Amanda estava nua em meus braços, pois eu fui rápido o suficiente para, aproveitando-me da sua total excitação, despi-la do shorts constatando que, por baixo dele não havia mais nada!

Estávamos em pé no meio da cozinha e nos beijávamos como dois animais selvagens em pleno cio. A boca dela era ávida e sua língua descontrolada me deixava cada vez mais excitado. Minhas mãos percorriam aquele corpo delicioso, sentindo a textura acetinada de pele levemente aquecida pelo tesão que a fêmea exalava por todos os poros. Eu brincava com os mamilos entumescidos com uma das mãos, enquanto a outra vasculhava as nádegas dignas de rainha de Amanda. Minha rola, dura e grossa, pulsava como louca projetando a glande contra o baixo-ventre da minha parceira e lambuzando-a com as pequenas gotas translúcidas do líquido que escorria discretamente da minha uretra, denunciando o meu estado quase insano de excitação.

Eu queria trepar com Amanda, queria fodê-la até não conseguir mais mover um músculo sequer. Minhas mãos percorriam o seu corpo denunciando meu estado de excitação descontrolada, enquanto minha rola pulsava chamando pela bocetinha daquela mulher madura, sensual e desejável. Ela, por sua vez, deixava claro que também queria trepar e ao que parecia era algo que ela não fazia a algum tempo, pois em alguns minutos ela estava ajoelhada a minha frente, engolindo meu pau e chupando-o com uma sofreguidão quase enlouquecedora. Ela estava gulosa e louca por um pau que me chupava com tanta intensidade que eu parecia sentir-me sugado para dentro dela.

Descontrolado, puxei a cabeça de Amanda pelos cabelos e fiz com que ela se levantasse sugando sua língua para dentro da minha boca e agarrando seu corpo pela cintura puxando-o para mim, sentindo seu calor excitante e sua pele quente e macia. Amanda, não conseguindo mais controlar-se, pegou-me por uma das mãos caminhando em direção ao seu quarto … era chegada a hora de fodermos até não podermos mais!

Deitados na cama dela nos acariciamos como loucos sentindo cada centímetro de nossas peles e provocando o que estava por vir. Subi sobre ela e a penetrei com meu pau duro e pulsante. Ela me pediu que eu fosse cuidadoso, pois, afinal, fazia muito tempo que ela não sentia uma rola dentro da sua boceta. Enfiei a cabeça da rola com o cuidado de um cavalheiro, mas com a voracidade de um estuprador para, em seguida, avançar para dentro dela, lentamente, permitindo que ela sentisse cada pedacinho da minha pica invadindo suas estranhas. Amanda gemia baixinho, pedindo mais, e gemendo ela projetava sua pélvis na direção do meu cacete até que ele estivesse inteiramente introduzido em sua boceta que se ajustava como uma luva.

-Ai, que delícia de pinto … que gostoso sentir seu pau dentro de mim … me fode gostoso, vai … me faz mulher outra vez … – a voz de Amanda estava entrecortada e sua respiração era quase ofegante, mas seus movimentos denunciavam que ela queria ser mesmo fodida por mim … de algum modo senti-me realizado, pois, aquela era a mulher dos meus sonhos e eu precisava fazer dela a fêmea que seria satisfeita por mim.

Copulamos por muito tempo; eu estocava aquela vagina com vigor, porém sem parecer brutal. Chupava os mamilos entumescidos de Amanda enquanto sentia suas mãos passearem pelo meu dorso, vez por outras fincando suas unhas em minha carne demonstrando o quão prazeroso estava sendo aquela trepada ansiada e esperada. Amanda gozou … não uma ou duas vezes, mas várias, gemendo e gritando baixinho enquanto sussurrava em meu ouvido seu temor de que Penélope chegasse a qualquer momento e nosso pequeno idílio tivesse um final indesejável.

Sem que Amanda pudesse reagir saí de dentro dela e deitei-me ao seu lado, empurrando seu corpo para que ela ficasse de costas para mim, puxando seu traseiro para cima e enfiando minha rola em sua vagina em uma posição em que a penetração ocorria com mais intensidade. Ela adorou minha iniciativa, enquanto jogava seu traseiro na direção da pica dura que estocava com tenacidade surpreendente até mesmo para mim.

Amanda gozou mais algumas vezes e em cada uma delas o volume de líquido que seu corpo liberava parecia maior, inundando meu ventre e me fazendo sentir molhado e satisfeito ao mesmo tempo. Eu queria que aquela noite não tivesse mais, fim, … que eu pudesse ficar trepando com aquela mulher deliciosa o resto dos meus dias, mesmo isso pudesse significar meu perecimento.

Mas tudo que é bom acaba, e meu pau anunciei que estava prestes a liberar uma enorme carga de sêmen. Avisei minha parceira, perguntando-lhe se podia enchê-la com meu suco quente e viscoso. Amanda respondeu imediatamente que não, pois ela queria que eu gozasse em sua boca! Fiquei extasiado com aquelas palavras que soaram com um prêmio para mim e mal percebi quando ela desvencilhou-se de minha rola e deitou com o rosto posicionado bem próximo da rola, enquanto que, com suas mãos terminava de estimular meu cacete, masturbando e brincando com minhas bolas.

Gozei com um vigor tão intenso que os jatos projetaram-se na direção do rosto de Amanda que tentava, inutilmente, sorver o líquido com sua boca e língua. Por um instante pensei que aquela gozada não ia ter mais fim, até que uma sensação de “esvaziamento” tomou conta das minhas entranhas deixando claro que eu havia terminado. Puxei Amanda para perto de mim e mesmo com seu rosto todo melado de porra, procurei sua boca e a beijei ainda excitado e cheio de tesão. Estávamos no limite da resistência de nossos corpos e somente não adormecemos de imediato porque Amanda alertou-me da possibilidade de Penélope chegar de surpresa. Afinal, ela não queria ser flagrada pela filha – muito embora ela não soubesse do que acontecera entre mim e Penélope dias antes – principalmente com um homem trepando em sua própria casa e em sua própria cama (!)

Ficamos abraçados, juntinhos, por algum tempo (tempo esse que me pareceu curto demais), e logo em seguida, fiz menção de levantar-me e ir embora. Mas quando ergui meu corpo, sentando-me na beirada da cama, Amanda segurou minha mão e com um olhar suplicante e envergonhado, perguntando seu eu tinha gostado de transar com ela. Olhei para ela e tive vontade de rir, mas contive meu ímpeto, pois isso poderia soar grosseiro e inconveniente, e respondi que não apenas tinha gostado, mas tinha também adorado e que gostaria de repetir muitas e muitas vezes.

-Você quer fazer de mim a sua puta? – a pergunta de Amanda me pegou completamente desprevenido – pois saiba que eu quero ser a sua puta, … quero servir você como uma puta serve o seu cafetão …

Olhei para ela e com uma das mãos acariciei seu rosto, dizendo-lhe que se esse fosse o desejo dela, eu concordaria sem relutância. Amanda sorriu para mim e levantou-se sentando-se ao meu lado. Acariciou minha coxa, caminhando despudoradamente em direção ao meu pau. Pegou no membro ainda desfalecido ante o esforço a que fora submetido e com o carinho típico da mulher experiente, passou a massageá-lo tentando renovar-lhe a energia afim de que ele pudesse, ainda mais uma vez, proporcionar-lhe outra onda de prazer e orgasmos infindáveis.

Eu mal pude crer quando o “companheiro” deu sinais de que estava sendo revitalizado pelos carinhos gostosos de Amanda, pensei que aquilo tudo poderia ser apenas um sonho … mas, a verdade era que não se tratava de um sonho. Amanda persistiu em suas massagens até que a rola ficasse mais uma vez em posição de alerta total, pulsando e com a glande inchada e eu percebi que podia retomar as atividades de macho ainda mais uma vez. Todavia, a mamãe Amanda ainda me reservava algumas surpresas, já que, olhando para mim confessou que sentira um desejo incontrolável desde a primeira vez em que me vira junto com sua filha e que nutria um tesão enorme de trepar comigo (!).

Eu lhe disse o quanto ficava lisonjeado com aquelas palavras e mesmo sabendo que eu não as merecia, agradeci a ela por ser tão dócil e sensual.

-Vem me foder mais uma vez, tesudo … mas agora, eu quero uma coisa diferente, … uma coisa especial! – eu tive certo receio em perguntar que coisa seria aquela, porém a curiosidade era maior do que o recato e acabei por verbalizar minhas cogitações.

-Fode meu cu … será que você topa tirar minha virgindade anal? Se não quiser, tudo bem, vou entender … – Amanda disse aquelas palavras com o olhar baixo e envergonhado, temendo que minha resposta fosse uma dolorosa negativa. Eu, que acima de tudo adoro algo novo na cama, e ainda não tinha experimentado os prazeres do sexo anal, peguei seu rosto pelo queixo obrigando Angélica a em encarar, pois eu precisava que ela ouvisse e sentisse a minha resposta.

-Sem dúvida é o convite mais delicioso e excitante que já recebi em toda a minha vida, … claro que aceito minha linda!.

Amanda sorriu como uma menina sapeca e imediatamente inclinou seu rosto sobre o meu colo e engoliu minha pica lambendo-a até sentir que ela estava suficientemente lubrificada. Em seguida, ela ficou de quatro sobre a cama, pedindo que eu fizesse o que deveria ser feito! Fiquei em pé atrás dela e acariciei suas nádegas com suavidade, descendo minhas mãos na direção do vale formado por elas.

Toquei o anel com meu polegar direito e exerci uma pequena pressão sobre ele, provocando um espasmo em minha parceira que gemeu e rebolou o traseiro dizendo que eu devia fodê-la sem rodeios. Afastei as nádegas deixando que o vale se revelasse inteiramente para minha rola e com um movimento cuidadoso pressionei minha glande com força até sentir que ela rompera as pequenas pregas do ânus da minha parceira.

Amanda gemeu para, em seguida, soltar um gritinho contido demonstrando um recato mais que instigante. Por minha vez, segurei com firmeza as ancas da fêmea puxando-a para mim obrigando meu pau a prosseguir em sua investida dolorosa. A medida em que a pica (que não era muito grande, mas, em compensação, muito grossa!) avançava, Amanda resistia com bravura, respirando profundamente enquanto seus gestos corporais demonstravam o esforço em manter-se descontraída afim de permitir que a penetração se desse da forma menos dolorida. Prossegui resoluto, determinado a sentir minha rola inteiramente enfiada naquele orifício de fêmea até então intocado, e, em poucos minutos, minha intenção tornava-se realidade. Senti quando minhas bolas roçaram a parte interna das coxas de Amanda, sinalizando que toda a extensão do meu pau havia penetrado no ânus dela.

Aquela mulher exuberante resistiu bravamente às minhas investidas até o ponto em que meu cacete tornou seu ânus a luva que o aconchegava. Senti-me realizado, estava enrabando a mulher dos meus sonhos e agora enfiava e retirava minha rola de dentro dela, provocando, gritinhos, gemidos e espasmos que faziam o corpo dela vibrar e o meu arrepiar à beira da total satisfação carnal. Minhas estocadas, que inicialmente eram realizadas com o devido cuidado, foram, pouco a pouco, intensificando-se, tomando ritmo e exponenciando as sensações e vibrações em nossos corpos, até o momento em que parecíamos uma única pessoa. Os meus movimentos eram recebidos e respondidos com a mesma cadência e cada penetração do meu pau naquele ânus eram acolhidos com graça, tesão e sensações que explodiam em arrepios, espasmos e respirações ofegantes e entrecortadas.

Amanda gozou várias vezes e cada orgasmo era seguido por uma onda caudalosa de líquidos que escorriam de sua vagina e molhavam meu ventre, escorrendo por minhas coxas, efeito que me causava sensações que jamais havia experimentado … sentir o líquido quente escorrer do ânus e da vagina de uma mulher umedecendo seu corpo é algo que não cabe em palavras … sentia-me homem, sentia-me macho, sentia-me dono daquela mulher não com o sentimento de posse material, mas sim com a convicção de que eu estava proporcionando a ela um prazer único que seria guardado para sempre.

Resisti até o limite que meu corpo permitiu e no momento em que não tinha mais qualquer resquício de energia suficiente para persistir naquela trepada anal, gritei com voz entrecortada, anunciando para minha parceira que estava prestes a descarregar um nova onda de esperma quente e viscoso em suas entranhas.

-Soca esse pau até não poder mais! E depois, … depois explode na minha pele, na minha bunda … me molha com sua porra! Me faz sua cadelinha, seu puto, gostoso … tesudo! – as palavras de Amanda eram tão intensas e carregadas que eu fui incapaz de resistir, tomando-as como uma ordem. Acelerei minhas estocadas até o ponto em que, sem qualquer aviso, tirei a pica para fora e deixei que os jatos de esperma saltassem na direção do corpo da fêmea lambuzando suas nádegas, costas, pescoço e até mesmo os cabelos (!); é preciso confessar que eu não tinha ideia de que ainda me restava tanto esperma retido e de que a sua onda fosse tão intensa.

Sem saber que horas eram, muito menos há quanto tempo fodíamos como loucos, eu desabei sobre a cama de Amanda e em poucos minutos estava sob o domínio de um sono pesado e sem sonhos. Apenas as primeiras luzes da manhã não foram suficientes para fazer com que eu despertasse daquele sono quase beirando ao desfalecimento. Virei-me na cama e senti o corpo morno e macio de Amanda que também estava abduzida pelo deus Hipnos. Ela estava de costas para mim e mesmo ainda atordoado pelo cansaço não resisti a tocar aquela pele de pêssego desenhando suas curvas deliciosas com a ponta de meus dedos.

Amanda moveu-se na cama arrebitando seu traseiro e encostando-se em mim, permitindo que meu ventre colasse no dela. Suspirei com aquela doce sensação de contato sensível que inadvertidamente fez com que minha rola ensaiasse uma ereção. Deixei a situação correr naturalmente e não tardou para que a glande inchada pulsasse contra a carne macia das nádegas da minha parceira.

Amanda colocou uma de suas mãos para trás e segurou meu pau com delicadeza massageando-o com o intuito de sentir sua pulsação. Meu cérebro alertou para a possibilidade de acontecer o inevitável: mais uma foda estava por vir. Amanda arrebitou ainda mais seu traseiro oferecendo sua boceta para minha rola, que de pronto, avançou em sua direção. Ajustamos nossos corpos de uma maneira tão natural e desinibida que a penetração deu-se rapidamente.

Senti meu pau escorregar para dentro daquela boceta divinal e, em seguida, passei a estocar projetando meu corpo por sobre o de Amanda. Naquela posição – “de conchinha” – os movimentos eram mais ritmados e precisos e eu me deliciava com a recepção calorosa de minha parceira que gemia e arfava em sinal de pleno cio.

-Hum … adoro ser fodida logo pela manhã … é a melhor refeição do dia! – a voz de Amanda soava macia e suave deixando-me ainda mais excitado.

Todavia, uma sensação de estar sendo observado tomou conta dos meus sentidos e quase esmoreci quando dei pela silhueta de Penélope que estava parada ao lado da porta do quarto que estava entreaberta. Olhei para ela e percebi de imediato que a menina tinha abaixado as calças e estava se masturbando sofregamente. Eu não sei explicar, mas aquela visão deixou-me ainda mais excitado e meu pau pareceu inchar dentro da boceta de Amanda que de pronto sentiu o vigor da penetração tornar-se algo mais profundo e volumoso.

Ai, o que é isso! Essa pica parece inchar dentro de mim … Ai, como é possível, … que macho! Que foda mais deliciosa! – Ela dizia isso em voz alta sem imaginar que sua filha estava nos espreitando e usufruindo coletivamente daquela foda matinal.

Amanda gozou mais de uma vez, e eu pude sentir o seu líquido escorrendo e lambuzando meu pau e meu ventre. Olhei para Penélope que persistia em sua masturbação solitária e no exato momento em que ela também estava gozando eu não resisti e descarreguei minha carga dentro da vagina de Amanda. Repentinamente, os gemidos, uivos e exclamações soaram uníssonos, tornando flagrante para mãe e filha a surpresa do momento orgásmico que havia tomado conta de todos.

Amanda ficou estática, gélida como um cadáver recém-falecido e por alguns minutos o silêncio sepulcral tomou conta daquele quarto. Eu, mero espectador do susto mútuo, fiquei ali de pau amolecido escorrendo para fora da boceta encharcada da minha parceira, imaginando o que viria a seguir. Pensei em uma crise digna das melhores cenas de novela mexicana, ou ainda, de uma tomada de filme pornô “hardcore” que anuncia um final feliz em que os três participantes parte para uma suruba geral e irrestrita.

Foi Penélope quem tomou a iniciativa de aproximar-se da cama e sentar-se ao lado da mãe, acariciando seus cabelos em total desalinho e tentando confortá-la pela vergonha que ela estava sentindo naquele momento em que fora flagrada pela filha fodendo com o seu melhor amigo.

-Não fica triste não, mamãezinha … ele é um bom sujeito e você merecia tirar esse atraso todo … então, não foi gostoso … sua filhinha não vai te reprovar, pelo contrário, espero que você tenha gostado, pois parece que ele adorou! – Amanda ouviu as palavras da filha com um ar mesclado de vergonha, tristeza e desespero, … mas, logo ela ensaiou um sorriso que foi reciprocamente acolhido por Penélope que a abraçou, enquanto com uma das mãos – e sem que a mãe visse – tocava na minha pica amolecida acariciando-a com afeto.

Repentinamente, um alarme soou em minha mente, … eu estava deitado na cama de Amanda em pleno dia! E minha mulher, certamente, já devia ter chegado em casa! Pensei no desastre que estava por vir.
Saltei da cama como um tresloucado, dizendo para ambas que precisava partir. Penélope olhou para mim assustada e, em seguida, deu uma gargalhada gostosa, dizendo que se minha preocupação era com a “patroa” que eu podia relaxar.

-Há algum tempo atrás, sua esposa ligou para mim perguntado de você e eu disse que você tinha tido problemas com a chuva de ontem e decidira dormir em um motel e que de lá você iria direto para o trabalho.

-E ela? Acreditou? – perguntei estupefato com a presença de espírito da garota.

-Claro! Tanto que ela me pediu para avisá-lo que ela tinha que visitar outros clientes fora da cidade e que vocês se veriam à noite … portanto, meu querido, relaxa, está tudo sob controle … aliás se quiser pode foder com minha mãezinha mais um pouco se quiser, … se bem que eu acho que você já causou geral com ela, não é mamãezinha? – a voz de Penélope não soava com ironia, mas sim com o escárnio típico da menina sapeca.

Não demorou para que todos nós caíssemos na risada farta e gostosa e depois de alguns minutos para que pudéssemos nos recompor, recobrei minha espirituosidade e convidei, mãe e filha, para tomarmos um café da manhã em algum lugar.

Entramos em meu carro e enquanto rumávamos para algum lugar para saborearmos um café da manhã digno, olhei para Penélope que ainda guardava no rosto o sorriso safado e sapeca de menininha levada. Ela olhou para nós – eu e sua mãe – e depois de abraçar Amanda que estava no banco da frente, sussurrou algo em seu ouvido, deixando-me curioso em saber do que se tratava. Ela olhou para mim e rindo com sua mãe, revelou o segredinho que tinham acabado de compartilhar.

-Da próxima vez, quero assistir tudinho, hein … ou melhor, acho que vou querer participar … mas antes, preciso convencer minha mamãezinha de que não sou mais criança … e você vai me ajudar nisso, não vai?

Arranquei com o carro imaginando o mundo de possibilidades que mãe e filha estavam me oferecendo a partir daquele dia, e, não apenas por um momento, torci para que a proposta de Penélope fosse plenamente aceita por Amanda …

Sobre este texto

Trovão

Autor:

Publicação:20 de outubro de 2013 22:30

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Pulando a Cerca

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