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UMA LINDA VINGANÇA, CHAMADA BRIGITTE!

UMA LINDA VINGANÇA, CHAMADA BRIGITTE!
Nas semanas seguintes à minha aventura com a exuberante Ivone (“Afogando as mágoas”), eu cultivava um desejo incontrolável de vingar-me de Rebecca; não se tratava de uma vingança para prejudicá-la, mas sim uma forma de mostrar a ela que sua presença não me fazia falta e que o fato de ela ter me trocado pelo Gustavo não havia me deprimido …, mas, a bem da verdade, sua ausência doía muito dentro de mim.

Fiquei maquinando uma forma de deixar Rebecca enciumada ou mesmo arrependida de ter me abandonado, e por mais que eu pensasse nada ocorria! Até que, um dia, concluí que o melhor a fazer nesse sentido seria envolver-me com outra travesti mais jovem e mais bonita que ela …, algo meio pobre de criatividade, mas que serviria ao meu propósito.

Todavia, eu não conhecia ninguém que pudesse me ajudar …, até que …, um certo dia …

Uma amiga de minha filha ligou e perguntou se eu sabia de alguma vaga para estágio em meu setor. Lembrei-me que a “alegria” dos meus funcionários, uma estagiária gostosíssima, havia concluído seu estágio e, assim, havia uma vaga. Disse para Letícia (amiga de minha filha) que havia uma vaga; ela ficou muito feliz e disse que ia encaminhar uma amiga …, porém, uma frase no final do diálogo deixou-me intrigado; “Olha, tio, não esquenta se a Brigitte parecer meio …, diferente, pois mesmo assim ela é muito legal e também muito competente”.

“O que será que ela quis dizer com 'diferente'?”, pensei eu. De qualquer modo, decidi que o melhor a fazer era esperar …

Na manhã do dia seguinte, fui surpreendido pela aparição de uma lindíssima sereia; era uma menina, de corpo esguio e sinuoso, pernas bem torneadas, e um rosto angelical, ilustrado por lábios suculentos e lindos cabelos loiros. Ela vestia uma saia de cintura alta e muito justa, o que destacava seu traseiro proeminente e perfeito no conjunto. Vestia também uma blusa vermelha de alças que enfatizavam seus seios generosos, firmes e roliços, balançando enquanto ela caminhava com um gingado delicado, deixando claro que estavam livres, leves e soltos dentro da blusa.

Ela caminhava resoluta, com atitude, evidenciando tratar-se de uma garota com verve; chegou perto da minha mesa e se apresentou: “Oi, tio, eu sou a Brigitte …, acho que a Letícia falou sobre mim e sobre a vaga de estágio!” Aquela lindeza era Brigitte! Levei alguns segundos para retomar o controle da situação, pois Brigitte era avassaladoramente linda e desejável.

Convidei-a a sentar-se para que conversássemos um pouco; fiquei sabendo que, embora aparentasse idade entre quinze e dezesseis anos, Brigitte tinha vinte e cinco anos (incrível!) e que estava no último ano da faculdade. Enquanto nossa conversa progredia pelo ambiente profissional, minha mente vagava pela zona obscura de uma libido despertada pela beleza daquela garotinha com ar de mulher muito sensual.

Depois de algum tempo, apresentei o restante da equipe para ela, e pedi a um dos colaboradores que indicasse o local de trabalho dela e orientasse quais eram suas tarefas; Brigitte agradeceu com um lindo sorriso iluminado e acompanhou meu colega para sua área de trabalho. Enquanto ela se afastava, eu ainda pensava no significado do adjetivo “diferente” usado por Letícia em nossa conversa telefônica …, mas algo me dizia que, em breve, eu descobriria seu significado.

Na hora do almoço, convidei Brigitte para sairmos juntos e ela aceitou de pronto. Enquanto caminhávamos pela rua eu podia sentir os olhares gulosos que os passantes destinavam para minha jovem acompanhante, e, por um momento, senti-me altivo em desfrutar de uma companhia tão bela e atraente. Fomos a um restaurante de comida por quilo que costumo frequentar, e, mais uma vez, milhares de olhos fulminavam com interesse espúrio, minha doce a jovem acompanhante.

Durante o almoço conversamos amenidades, nada mais comprometedor; Brigitte me disse que estava a procura de uma vaga de trabalho, mas que, por enquanto, o estágio lhe serviria muito bem.

Fiquei sabendo ainda que Brigitte viera do interior do estado e morava só em um apartamento que pertencera ao seu pai, já que ele e sua mãe eram separados. Enquanto eu ouvia aquela vozinha juvenil contar um pouco de sua parca experiência de vida, quedei-me a imaginar com seria delicioso foder com ela; mesmo magrinha, Brigitte era uma garota sinuosa e seus atributos anatômicos eram, por demais, atraentes e excitantes, obrigando qualquer mortal a imaginá-la nua, cheia de desejo, a sua espera.

Quando perguntei-lhe sobre sua vida afetiva, os olhinhos verdes dela se entristeceram e perderam o brilho, ao mesmo tempo em que ela abaixava a cabeça; percebendo que tinha tocado em um assunto delicado, pedi-lhe desculpas e disse que ela não estava obrigada a me responder.

-Não, tudo bem tio – respondeu ela com a voz embargada – É que eu nunca tive ninguém, sabe …

Brigitte não prosseguiu, e eu compreendi que isso a deixava muito mal; desconversei, trocando de assunto e tentando deixá-la um pouco mais à vontade. Após o almoço, voltamos para o escritório e deixei Brigitte entretida com seus afazeres. Mais para o final da tarde, um burburinho de corredor, e alguns comentários de “cocheira”, me deixaram intrigado. Fui até a copa para tomar um café e encontrei um grupo animado fazendo comentários jocosos e rindo à toa.

Servi-me de um café expresso e fiquei ali, apreciando o grupo, até que, repentinamente, eles deram conta de minha presença e emudeceram por completo. Chamei o Gabriel, um dos meus colaboradores e perguntei-lhe o que estava acontecendo. Ele bem que hesitou e ainda por cima tentou desconversar, porém minha postura incisiva e meu tom de ameaça, acabaram por fazer com que ele desse com a língua nos dentes.

-Sabe o que é, chefe – começou ele titubeante – É aquela “pessoa” que o senhor contratou para a vaga de estagiário …

-Quem? – interceptei eu – A Brigitte …, o que tem ela?

-Bem … – prosseguiu ele ainda mais temeroso – É que “ela” é “ele”!

-Como assim! – exclamei perplexo – Explique-se.

-Poxa, chefe! – lamentou Gabriel – Na boa …, a Brigitte é um traveco!

Por alguns instantes, fiquei atônito, confuso e sem saber o que dizer; Brigitte era uma “trans”? “Impossível!”, pensei …, procurei me recompor e deixei a copa sem dizer palavra. Passei o resto da tarde remoendo aquele comentário feito por Gabriel, enquanto olhava em direção da mesa de trabalho de Brigitte. Eu não conseguia crer que aquela afirmação fosse verdade. Naquele exato momento, meu celular vibrou …, era uma mensagem de Rebecca. Na verdade era uma foto dela, vestindo uma roupa extremamente sensual com os dizeres: “ainda penso em você!”. Furioso, joguei o aparelho sobre a mesa, sem perceber que havia alguém ao meu lado.

-Nossa, tio! – disse Brigitte com um sorriso nos lábios – Que mulher bonita! É sua esposa?

-Não – respondi baixinho – Mas é alguém que eu amei …, muito …

-Puxa, tio! – lamentou a menina – Eu lamento isso …, será que eu posso ajudar de alguma forma?

E de repente, um clarão explodiu em minha mente …, parece que o destino conspirava a meu favor. Percebi que aquela era uma oportunidade de esclarecer uma dúvida e, ao mesmo tempo, de obter uma forma de me vingar de Rebecca. Olhei para Brigitte e fiz cara de cão sem dono, perguntando se ela queria ser minha confidente.

-Claro que quero, tio – respondeu ela alegremente.

Convidei-a, então, para sairmos e saborearmos uma café.

Brigitte ficou pensativa por um instante e, logo depois, topou, dizendo que os estudos podiam esperar. Terminei alguns afazeres para, em seguida, tomar Brigitte pelo braço e sairmos juntos do escritório sob os olhares maldosos e os pensamentos maledicentes de todos.

Em meu carro, eu e minha acompanhante, rumamos para um shopping próximo e levei-a até uma cafeteria, onde pedimos bebidas e algo para comer. Calmamente, contei para Brigitte de meu envolvimento com Rebecca, para, no final, contar-lhe que Rebecca era uma “trans”. Brigitte esbugalhou os olhos quando lhe contei esse “detalhe”; por alguns minutos, pensei que ela explodiria de raiva, supondo que eu descobrira seu “segredinho” e estaria me usando dele para algo escuso.

Todavia, a reação dela foi diametralmente oposta: ela sorriu para mim, enquanto seus olhos ficaram marejados, deixando-me aturdido e sem ação. Foram minutos tenebrosamente silenciosos, tensos e assustadores …, até que, finalmente, Brigitte decidiu falar.

-Mas, o senhor realmente amou essa moça? – perguntou ela com voz miúda.

-Amei – respondi entre suspiros – E não sei se ainda amo …, mas quero e preciso esquecê-la …

-Mesmo ela sendo “diferente”? - tornou ela a perguntar com certa curiosidade.

-Diferente! – exclamei – Não existe isso de “diferente” …, ela é uma mulher …, sente e age como tal, e é isso que importa …, só isso.

-Acho que o senhor precisa saber de uma coisa a meu respeito – disse ela com um tom embaraçado.

-O que é? – perguntei eu com cuidado no tom de voz para não me trair.

-Eu sou como a Rebecca – disse ela titubeante.

-Como a Rebecca! – redargui – Como assim …, você é …

-Sim – respondeu ela, ainda hesitante.

Imediatamente, peguei em sua mão e toquei seu queixo, forçando que ela me encarasse; sorri com ternura e prossegui dizendo: “Não, você não é como Rebecca …, você é muito mais linda e doce do que ela …, e jamais deixe que alguém renegue isso …, especialmente você própria!”

Brigitte não suportou minhas palavras e desabou em um choro miúdo que eu, imediatamente, procurei consolar, trazendo-a entre meus braços. Ficamos assim por algum tempo, até que ela levantou o rosto e olhou para mim; era um olhar doce, terno e ingênuo que me arrebatou por inteiro. Quase num sussurro inaudível, ela pediu para que saíssemos dali; perguntei-lhe para onde queria ir …, e a resposta foi surpreendente.

-Vamos para o meu apartamento – disse ela em tom suave – Isto é, se o senhor não se importar.

-Só vou me importar – disse – se você continuar a me tratar por “senhor” …

Rimos das minhas palavras e saímos dali em direção ao apartamento de Brigitte. Era um lugarzinho simples, mas acolhedor em um prédio antigo do centro renovado da cidade, ainda com elevadores de porta pantográfica e cheiro de carpete lavado com água. O ambiente interior era íntimo e bem aproveitado: uma pequena cozinha, um quarto com cama de casal e guarda-roupas embutido e uma diminuta sala onde Brigitte operara milagres, distribuindo em seu interior um sofá confortável, um rack para TV e outros eletrônicos, uma poltrona de couro marrom, mesinha de centro e um enorme espelho cuja posição dava a impressão do ambiente ser maior que realmente era.

Brigitte foi realmente criativa. Sentamos no sofá e emprestei meus ouvidos para que ela contasse sua história que, segundo ela, não tinha muitos segredos ou aventuras intrigantes. Descobriu cedo sua sexualidade inversa, mas sempre escondeu de todos essa inclinação, que somente veio a revelar-se em uma paixão inoportuna por alguém muito próximo que acabou deixando vazar a “notícia” para todos.

Foi uma comoção enorme; a mãe a abandonou, os irmãos não queriam mais vê-la e os amigos (se é que eles existiram) tornaram-se estranhos que corriam dela como quem foge da peste. Apenas seu pai ficou ao seu lado e a apoiou, especialmente quando ela decidiu assumir essa sua sexualidade verdadeira; o resto …, bem o resto é a vida que tem hoje, com pouquíssimos amigos, nenhum namorado ou confidente e a esperança de dias melhores.

Quando Brigitte terminou, não pude esconder a tristeza que tomou conta de mim; fiquei perplexo, confuso e revoltado por saber que alguém poderia ser tão humilhado e ainda ser capaz de lutar pelo que acredita ser a felicidade. Ela não terminou de me contar, apenas aninhou-se entre os meus braços e pediu que eu a abraçasse bem apertado …, a pequena queria sentir-se acolhida, protegida …, desejada e amada.

O que aconteceu a seguir foi algo tão naturalmente delicioso que peço permissão para narrar com suavidade. Não demorou, e estávamos nos beijando sofregamente. Eu apertava aquele corpinho pequeno e firme entre meus braços e sentia um tesão indescritível. Brigitte, no início, pareceu insegura e hesitante, mas, em pouco tempo ela estava correspondendo como se nos conhecêssemos há muito tempo.

Apressadamente, tratei de despi-la, pois queria vê-la nua. Foi uma visão paradisíaca. Brigitte era pequena e esguia, mas seus peitos destacavam-se sem exageros, o mesmo ocorrendo com sua bundinha torneada em malhação de academia. Sua rola era algo tão singelo que tive vontade de rir; não era grande, mas estava durinha com a cabecinha inchada e avermelhada.

Quando ela me viu de olhar fixo em sua rola, Brigitte ficou encabulada e seu rosto foi tomado por uma vermelhidão característica. Peguei seu queixo e sorri para ela com amabilidade. Fiz com que ela se deitasse no sofá e posicionei-me entre suas pernas deliciando-me com aquela rola pequena, mas de uma firmeza intrigante.

Chupei e lambi o membro duro de Brigitte até que ela, entre gemidos e suspiros, ejaculasse em meu rosto; foi um gozo quente e viscoso, porém de pouquíssimo volume. Brigitte olhou para mim, sorriu e agradeceu enquanto as lágrimas teimavam em rolar pelo seu rostinho angelical. Puxei-a para mim, e fiz que ela se sentasse em meu colo, sentindo minha rola roçar sua pele quente e firme.

-Você sabe que sou virgem, não sabe? – perguntou ela dengosa.

-Sim, sei – respondi com carinho.

-Então, por favor – pediu ela com tom suplicante – seja carinhoso comigo, sim …, quero que isso seja inesquecível …

-Te prometo que será inesquecível – completei – tanto para você como também para mim.

Inclinei-me até que meus lábios encontraram os seus mamilos intumescidos e durinhos como frutinhas maduras, e comecei a chupá-los com sofreguidão; Brigitte gemia enquanto acariciava meus parcos cabelos, elogiando meu jeito de tratá-la. Minhas mãos passeavam por sua bundinha roliça e cuja firmeza era impressionante. E foi aí que nos demos conta de que eu ainda estava vestido.

Brigitte saltou e pediu para despir-me o que aquiesci imediatamente; enquanto me despia, ela confessava que sua fantasia erótica era ser uma escravinha submissa de um homem mais velho, quase um bichinho de estimação …, respondi com tom de safadeza, que isso poderia ser facilmente providenciado. Brigitte livrou-me da cueca boxer, deixando que minha ereção surgisse impoluta e pulsante.

-Nossa! – exclamou ela – que rola grossa …
Antes que eu pudesse dizer ou fazer algo, Brigitte abocanhou minha rola, chupando e lambendo vigorosamente. Sua boquinha de anjo engolia e cuspia a benga com uma maestria impressionante. Eu estava em pleno êxtase com aquela pequena e sensual menina mulher fazendo do meu pau seu doce mais saboroso. Suas mãozinhas apertavam suavemente minhas bolas, e sempre que eu sentia um arrepio percorrer minha espinha, ela apertava a base da rola, retendo qualquer eventualidade de um orgasmo indesejado naquele momento.

Muito tempo se passou até Brigitte saciar sua fome de rola; eu tomei-a nos braços e, novamente, coloquei-a sobre o meu colo, deixando seu rabinho para cima; acariciei as nádegas e comecei a explorar, despudoradamente, o vale entre elas, procurando pelo seu dote mais precioso. Assim que o encontrei, iniciei uma massagem ao redor das preguinhas, pressionando-o cuidadosamente.

Lambuzei meu dedo indicador com saliva e tornei a bolinar aquele selinho intocado; Brigitte gemia e rebolava seu traseiro, dizendo que estava adorando minha ousada exploração. Por um momento fiquei preocupado com o estrago que eu poderia fazer naquele cuzinho virgem e achei por bem procurar algo para minimizar o sofrimento de minha iniciada. Deixei-a no sofá, enrolada como uma gata no cio e fui até a cozinha.

Retornei de lá com um pote de margarina nas mãos sob o olhar curioso de minha parceira. Fiz com que ela ficasse de quatro sobre o sofá e depois de lambuzar seu selinho com uma boa dedada de margarina, fiz o mesmo com meu pau, deixando-o bem azeitado e pronto para o combate. Posicionei-me e segurei Brigitte pelas ancas, apontando a rola na direção de seu selinho. As primeiras estocadas foram um pouco incomodas e sem qualquer sucesso.

Todavia, Brigitte arrebitou ainda mais seu traseiro e abriu suas pernas, incitando que eu prosseguisse em meu intento. Quando, finalmente, a glande rasgou as preguinhas do ânus de minha parceira, ela soltou um grito estridente e doloroso, enfiando seu rosto no assento do sofá, buscando sufocar a dor que eu estava impingindo em seu corpinho.

Mantive a posição, sem avançar ou recuar, apenas esperando que ela suportasse aquele momento doloroso e me permitisse prosseguir com meu ataque. Depois de alguns minutos, Brigitte balançou o traseiro, olhou por sobre o ombro e sorriu para mim.

-Tudo bem, meu lindo – confortou-me ela com a voz insegura e titubeante – Vai em frente …, me fode bem gostoso que eu quero …

Respirei fundo e comecei a avançar, introduzindo a rola lentamente, centímetro a centímetro, sob os suspiros, respirações entrecortadas, murmúrios e breves lamentações de minha pequena parceira. Os minutos seguintes pareceram séculos de uma tortura comum; por meu lado, enquanto deflorava aquele ânus virgem, sentindo-me pressionado pelo esforço exigido, continha meu afã para que Brigitte não sofresse em demasia. Ela, por seu turno, reprimia sofrimento que lhe era impingido por uma penetração anal que, mesmo com todo o cuidado, certamente, naquele momento, causava mais dor que prazer.

Cessei minha invasão quando minhas bolas roçaram as nádegas firmes e roliças de minha parceira, e, por um instante, quedei-me imóvel, deixando que ambos, minha rola e o cuzinho dela, se acostumassem àquela nova situação.

-Ai, por favor! – balbuciou Brigitte – mexe essa rola gostosa dentro de mim …, mexe, meu macho …, meu dono …, mexe …

Imediatamente, eu comecei a estocar aquele traseiro de formas delicadas e alucinantes, com movimentos longos e vigorosos, deixando que minha parceira sentisse toda a pujança da rola em suas entranhas. Na medida em que eu intensificava os movimentos, inclinei-me para a frente e tomei na mão a pequena rola, que já estava durinha, passando a masturbá-la com movimentos sincronizados com a minha penetração.


Permanecemos entronizados nesse idílio sexual esquecendo-nos de tudo mais; não havia mais nada, nem ninguém, apenas um casal deliciando-se um com o outro. Brigitte era uma garota de uma sensualidade ímpar e seu jeito de menininha me cativava e me dominava sem qualquer pudor.

Depois de horas, meu esforço físico começou a cobrar seu preço …, arrepios percorriam minha espinha dorsal e pequenos espasmos insinuavam que eu estava prestes a ceder ao prazer. Até o momento em que, um arrepio mais forte deixou claro que o orgasmo se avizinhava.

-Ai, minha preciosa! – disse eu com voz sumida em meio a uma respiração arfante e insegura – Não aguento mais …, acho que vou gozar …

-Goza, meu dono – suplicou ela também com voz incerta e tom fraco – Goza dentro de mim …, me enche com essa porra quente e gostosa …, enche o buraquinho da sua putinha …

Aquela expressão “goza, meu dono”, causou um rebuliço dentro de mim e o orgasmo explodiu em uma onda de esperma sendo bombeada para dentro do corpo delicado de Brigitte; eu ejaculava de uma forma quase animalesca, urrando e gemendo enquanto meu corpo era esvaziado, permitindo que uma onda de prazer tomasse conta de todo o meu ser. No mesmo momento, Brigitte também ejaculou, graças ao meu manejo hábil e dedicado. Por fim, estávamos exaustos e sem vigor …, acabamos por adormecer abraçados um ao outro.

Era alta madrugada quando acordei; estava com a pequena Brigitte em meus braços que ressonava baixinho com uma respiração curta e suave. Olhei para ela e pensei: “Como chegamos aqui? O que eu fiz para essa garota? Alimentar uma sexualidade agindo como se eu fosse um aproveitador era algo que me deixava desconfortável …, e triste.

Repentinamente, Brigitte abriu os olhinhos azuis cintilantes e fitou-me com um lindo sorriso. Eu sorri para ela e tentei pedir-lhe desculpas, queria dizer-lhe que não tinha a menor intenção de magoá-la; ela colocou o dedo indicador sobre meus lábios e impediu que eu disse qualquer palavra.

-Muito obrigado – sussurrou ela com a voz mais doce do mundo – Agora eu me sinto inteira, completa …, e você fez isso por mim …, mesmo que você não me queira …, que ainda pense na Rebecca, saiba que eu sou sua para sempre!

Podem achar brega, mas eu também tive vontade de chorar ao ouvir aquelas doces palavras; procurei os lábios de Brigitte e nos beijamos apaixonadamente. Adormecemos, novamente, enlaçados como dois recém-casados. Pela manhã, tomamos café juntos e antes de sairmos, eu disse a ela duas coisas que considerei importantíssimas para que nosso relacionamento desse certo.

-Olhe, pequena – comecei eu – Vou falar com um amigo e você vai prosseguir o estágio em outro setor …

-Porque? – exclamou ela assustada – Eu fiz alguma coisa errada?

-Não, meu amor – tranquilizei-a imediatamente – É que a partir de agora somos um casal e não podemos misturar trabalho com sentimentos …, não será bom para nenhum dos dois. Por outro lado …, saiba que ao dizer que será minha para sempre, você me conquistou de um jeito muito doce …

Brigitte não deixou que eu terminasse o que tinha para dizer; ela saltou sobre mim, envolveu-me com seus braços e beijou-me sofregamente. E a segurei bem apertada entre os braços e saboreei aquele beijo como quem prova o néctar dos deuses romanos. Fomos para o trabalho, abraçados como um casal cujo relacionamento era muito mais antigo que parecia.

Naquela noite, eu e Brigitte nos divertimos a valer, explorando nossos corpos e nossos pequenos segredos inconfessáveis … ao que parece, Rebecca havia, finalmente, caído no esquecimento …

(Fim da primeira parte)

Sobre este texto

Trovão

Autor:

Publicação:8 de novembro de 2015 21:40

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Gays

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