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UMA LINDA VINGANÇA, CHAMADA BRIGITTE! (UMA DIFÍCIL ESCOLHA)

UMA LINDA VINGANÇA, CHAMADA BRIGITTE! (UMA DIFÍCIL ESCOLHA)
Em poucos minutos eu estava tocando a campainha do apartamento; quando a porta se abriu, pude perceber o olhar sonolento de Brigitte transformando-se em um olhar de espanto. Não deixei que ela dissesse qualquer coisa. Tomei-a em meu colo, empurrei a porta com a perna e a levei para o quarto. Brigitte me fitava ainda tomada pela surpresa do meu reaparecimento, mas, ao mesmo tempo, eu podia perceber aquele brilho nos olhinhos azuis, denunciando que ela havia realmente gostado do meu retorno.

Depositei aquele corpinho lindo sobre a cama e tratei de me despir o mais rápido que pude. Brigitte ficou apreciando aquele strip-tease particular, deleitando-se com tudo o que eu fazia. Deitei-me ao lado dela. Nós nos abraçamos e nos beijamos …, depois de alguns minutos, pedi a ela se podíamos apenas dormir juntos …, Brigitte fitou meus olhos, sorriu e concordou; virou-se de costas para mim e dormimos de conchinha.

Além da demora em adormecer, eu também estava assombrado pela imagem de Rebecca, pedindo para que eu fosse vê-la; me perguntava o que havia acontecido; o que ocorrera entre ela e o Gustavo? Porque os dois haviam se separado? E porque Dona Cicera estava com ela? As perguntas somavam-se à imagem dela em minha mente e um desejo reprimido crescia dentro de mim, pressionando meu corpo e fazendo nascer uma ereção indesejada (pelo menos naquele momento). Forcei o sono e adormeci.

Fui acordado pelos beijos carinhosos de Brigitte que sorria para mim com aquele rostinho lindo e quase angelical. Abracei-a e nos beijamos. Senti uma ereção matutina surgir, e Brigitte a recebeu em suas mãozinhas delicadas. Minha rola endureceu rapidamente, acompanhada pela de minha parceira.

Brincamos um com o outro, nos divertindo com nossas ereções, até que fiz com que Brigitte se virasse para mim. Mas, como era de costume, ela preferiu lambuzar minha rola com sua saliva, chupando avidamente meu instrumento até ele ficar devidamente azeitado. Ela deu-me as costas e curvou-se deixando que sua bundinha roçasse ousadamente a rola pulsante.

Segurei-a com delicadeza e avancei, deixando que minha rola escorregasse para dentro de seu cuzinho. Foi uma penetração suave, e em poucos minutos, eu estava com minha benga introduzida no traseiro de minha parceira. Passei a golpear com movimentos de vai e vem cadenciados e retribuídos pelo movimento pélvico de Brigitte.

Segurei seus peitos com uma das mãos e brinquei com os mamilos, estimulando e provocando; mas, o que eu queria mesmo estava próximo. Desci a mão até encontrar a rolinha de minha pequena e passei a masturbá-la com um vigor controlado, pois eu queria que ela gozasse junto comigo. E foi o que aconteceu quando um espasmo percorreu o meu corpo e chocou-se com o dela. Senti o estertor da contração involuntária de meu pau explodindo dentro dela em uma onda caudalosa de sêmen quente, enquanto a rolinha dela pulsava em minha mão, ejaculando em pequenas golfadas de um sêmen quente e pouco viscoso.

Fiquei onde estava, esperando que minha rola amolecesse e escorresse para fora de Brigitte que fazia de tudo para que isso demorasse o máximo possível. Corremos para o banheiro e tomamos banho, juntinhos, nos ensaboando e brincando debaixo da água morna do chuveiro.

Saímos para tomar café da manhã e, em seguida, rumamos para o trabalho. No caminho, dentro do meu carro, Brigitte pousou sua mão sobre minha coxa e apertou-a carinhosamente.

-Eu sei que você ainda gosta dela – disse ela com voz suave, porém hesitante – E também sei que você veio para minha casa, mas que queria mesmo era correr para ela …

Eu parei o carro e encarei minha pequena sereia; seus olhos estavam marejados, mas antes que eu pudesse esboçar qualquer gesto de carinho ou consolo, ela prosseguiu em seu pequeno discurso.

-Não se preocupe – seguiu Brigitte, controlando sua tristeza como podia – Eu te compreendo, meu amor …, mas, eu não quero um homem dividido …, aliás, eu quero sim, mas não desse jeito.
Ela respirou fundo e buscou um pequeno lenço em sua bolsa; enxugou as lágrimas que rolavam por pelo seu rosto e depois de um minuto para inspirar, ela continuou.

-Eu quero que você vá vê-la – pediu ela – Vá e só volte para mim quando tiver resolvido essa indecisão que pesa em seu coração …, e se você não voltar …, eu vou compreender …, posso não aceitar, mas vou compreender.

Antes que eu pudesse tecer qualquer argumentação, Brigitte abriu a porta do carro e saltou para a calçada, tomando sua caminhada com passos acelerados e sem olhar para trás. Eu fiquei onde estava, letárgico e perplexo com as palavras dela …, ponderei que, em nenhum momento até ali, a ideia de magoar Brigitte havia sondado minha mente; mas, por outro lado, eu não podia negar o desejo que queimava dentro de mim ante a possibilidade de tornar a ter Rebecca entre meus braços. Eu, realmente, não sabia o que fazer …, muito menos o que pensar.

O dia no trabalho foi duro, estafante e doloroso, pois eu sabia que Brigitte estava perto de mim, mas que não me procuraria, a não ser que eu o fizesse com uma escolha que eu ainda sentia ser impossível fazer. No final do expediente, fui para casa, remoendo uma dor inexplicável, aliada a um profundo sentimento de culpa. Não consegui jantar e muito menos prestar atenção na TV. Minha mente estava enevoada e eu queria fugir …, me esconder em algum lugar e deixar que o destino fizesse a escolha que cabia exclusivamente a mim. E isso não aconteceria, pois eu sabia que era uma escolha que, mais cedo ou mais tarde, deveria ser feita, mesmo causando dor em alguém …

Acordei no meio da madrugada, tomado por uma excitação atroz que revelou-se em uma ereção assustadoramente dolorosa. Minha rola pulsava e parecia querer esgotar todo o sangue de minhas veias, clamando por uma satisfação sem medidas. Levantei-me e desci até a sala; tomei água, fumei um cigarro …, aliás dois …, aliás três!

Eu tentava controlar aquele tesão inaudito, quando meu celular vibrou sobre a mesa de centro. Eu o peguei nas mãos e ele tornou a vibrar; haviam duas mensagens do Whatsapp. Hesitei muito em lê-las, pois, dentro de mim calava um sentimento de que, fosse o que fosse, eu estaria sendo testado pelo destino; mas, mesmo assim, criei coragem e abri o aplicativo para lê-las.

A primeira era de Brigitte. Era uma foto com legenda. A foto era dela; estava em seu apartamento, na sua cama, nua, exibindo sua beleza juvenil. E o texto era alarmante: “Sei que o que vou dizer vai fazer você sofrer mais ainda, mas …, sem você, eu prefiro morrer ...”

Reli aquela mensagem várias vezes e senti um calafrio percorrer minha espinha, acompanhado de uma dor no estômago; era um profundo sentimento de culpa.

A segunda mensagem era de Rebecca. Também era uma foto com legenda. Nela, Rebecca tinha nas mãos um copo de cristal; sobre a mesa havia uma garrafa de Vodca e, ao lado dela, um frasco de comprimidos. O texto que se seguia era tão alarmante quanto o de Brigitte: “Estou muito ferida por dentro, e acho que chegou a hora em por fim a todo esse sofrimento”.

Meu coração disparou e eu caí em desespero; o destino fora por demais cruel comigo, impondo a mim uma escolha de Sophia; como escolher entre duas mulheres amadas e desejadas de formas tão diferentes, mas, ao mesmo tempo, tão necessárias para mim? E, pelo teor das mensagens, não importava muito o que eu escolhesse, pois essa escolha redundaria na perda de alguém.

Sem muito pensar, teclei a tela do aparelho e liguei para Brigitte. A espera foi angustiante e meu coração batia desordenado. Quando achei que a ligação seria perdida, ouvi a voz doce de minha pequena sereia. Era uma voz chorosa, quase um sussurro. Antes que ela pudesse dizer algo, eu lhe implorei que não fizesse nada que a magoasse e também declarei o quanto ela era importante para mim. Depois de alguns minutos de um desesperador silêncio, ela balbuciou algo.

-Tudo bem, meu amor – disse ela com ternura – Não vou fazer nada que me machuque ou que me magoe, pois você já me deixou amargurada …, desculpe …, conversamos amanhã, está bem?

E o telefone ficou mudo …, eu queria muito consolá-la, mas meu pensamento estava voltado para Rebecca; liguei para o seu celular e depois de tocar insistentemente, caiu na caixa postal. Um desespero sem medidas tomou conta de mim e sem pensar em mais nada, vesti a primeira roupa que encontrei e corri até a garagem. Em poucos minutos, eu estava a caminho do apartamento de Rebecca.

Foi extremamente difícil convencer o porteiro a permitir minha entrada, já que fazia muito tempo que eu não vinha vê-la; ao ver minha enorme preocupação, ele, finalmente, acabou cedendo. Tudo pareceu demorado demais: o elevador, o corredor e a porta. Toquei a campainha e esperei ansiosamente. Nada aconteceu! Pensei no pior!

Quando eu pensei em partir para a violência e tentar arrombar a porta (ato que eu, certamente, não conseguiria fazer), ouvi o girar da chave pelo lado interno e a lingueta da fechadura abrir-se, deixando a porta escorrer em uma fresta. Respirei fundo e segui em frente.

A sala de estar estava imersa em uma penumbra suave, banhada por um luar brilhante que explodia através das janelas protegidas por finas cortinas e espalhando-se pelo chão em um quase tapete iluminado. Rebecca estava sentada no sofá e mesmo com a parca iluminação eu podia ver seu rosto abatido e entristecido. Ela não olhava diretamente para mim, mas também não me evitava.

Fechei a porta atrás de mim e caminhei até ela. Sentei-me ao seu lado e fiquei em silêncio. Toquei seu rosto e fiz um carinho suave; Rebecca não resistiu e caiu em meu colo, chorando copiosamente. Era um choro profundo, soluçado e ininterrupto. Acariciei seus cabelos e lhe pedi perdão por algo que eu tivesse feito.

-Não, meu amor! – disse ela entre soluços e suspiros – Eu é que fui uma idiota …, acreditei que alguém, além de você, poderia gostar de mim e me desejar como eu realmente sou …, e isso custou um preço muito alto …

Tentei descobrir o que havia causado tanta mágoa em minha querida, mas ela preferiu calar-se. Depois de mais algum tempo, ela se levantou do meu colo, olhou-me nos olhos e perguntou:

-Você está feliz com aquela garota?

-Feliz? – argumentei eu, fitando aqueles olhos lindos – Não, porque eu ainda te desejo …, e muito!

Rebecca sorriu para mim e pediu que eu a abraçasse. No momento seguinte estávamos nos beijando de um modo descontrolado …, quase enlouquecedor. O corpo nu de Rebecca estava em minhas mãos novamente, e eu não desejava outra coisa senão possuí-la como antes. Como um adolescente na primeira transa, despi-me da forma mais atabalhoada possível e em poucos minutos minha rola estava na boca de minha parceira.

Ela me chupou com uma dedicação inebriante e que me fez gemer insano; quando dei por mim, eu e ela estávamos em um sessenta e nove carregado de muito tesão. Gozamos juntos, com uma ejaculação caudalosa e quente. Desesperado, procurei os mamilos dela e os chupei com sofreguidão. Rebecca me acariciava e suspirava, deliciando-se com minha boca em seu corpo.

Corremos para a cama e Rebecca ficou de quatro pedindo que eu a enrabasse; lambi seu cuzinho lindo até que ele ficasse bem lambuzado para que pudesse minha rola quase explodindo de tesão. Segurei-a pelas ancas e enterrei o mastro em suas entranhas com um único movimento. Rebecca gemeu de tesão, rebolou seu traseiro e suspirou profundamente.

Inclinei-me e tomei sua rola na mão, aplicando uma vigorosa punheta, enquanto estocava seu traseiro com movimentos carregados de desejo e, ao mesmo tempo, de realização. Fodemos como se não houvesse amanhã; senti uma energia revigorada invadindo meu corpo e concedendo-me a oportunidade de usufruir do corpo de minha parceira por muito mais tempo que outrora …, foi algo surpreendente e de uma exuberância alucinante.

Tanto eu como ela não sentíamos qualquer ânimo para atingir o clímax …
Queríamos apenas usufruir da delícia de nossos corpos, em pleno êxtase inigualável e interminável. Eu suava às bicas, mas prosseguia estocando minha parceira e masturbando-a com uma intensidade crescente. No momento em que nossa resistência chegava ao final, eu intensifiquei meus movimentos e incitei minha parceira a gozar comigo.

Foi um gozo cuja explosão não poderia jamais ser descrito em palavras, pois não havia como explicar uma sensação composta por sons, cheiros, toques, espasmos, arrepios, suores incontidos e tudo o mais que compõe uma quase pintura renascentista de corpos em êxtase e almas em pura conspiração. Rebecca desabou sobre a cama e eu quedei-me inerte ao seu lado; abracei-a e beijei sua nuca, enquanto adormecíamos, vencidos pelo mais sublime dos cansaços.

Pela manhã, fui acordado com os beijos carinhosos de Rebecca e com suas mãos macias acariciando minha rola; ela tinha um olhar sapeca de quem queria mais …, muito mais! Retribui os beijos de minha parceira, enquanto minhas mãos acariciam sua deliciosa bunda. Em poucos minutos, ela estava chupando e lambendo minha rola dura e, em seguida, deu-me as costas, oferecendo-se sem qualquer pudor. Enterrei meu pau naquele cu que novamente voltara a ser meu e estoquei com ginga, saboreando cada movimento como se fosse o primeiro.

Com uma voz doce e sensual ela me pediu que a masturbasse; peguei naquela rola dura e iniciei uma punheta vigorosa, até que os movimentos de minha mão estivessem sincronizados com minhas estocadas; Rebecca gemeu, rebolando seu traseiro e apertando a carne de minhas nádegas com uma de suas mãos. Quase uma hora depois, gozamos juntos, com a mesma intensidade de sempre. Permanecemos abraçados um ao outro, tentando recobrar as forças que foram deliciosamente desperdiçadas.

Dormitei por alguns minutos, e quando acordei, disse a ela que precisava tomar um banho. Fui ao banheiro e entrei no box, ligando o chuveiro e deixando que a água morna escorresse pelo meu corpo como um bálsamo relaxante e revigorante.

Estava de costas para a porta de vidro do box, com os braços cruzados sobre a parede, sentindo o jato de água descer ao longo de minhas costas e nádegas, tão abstraído que não percebi a chegada de Rebecca; ela me surpreendeu, colando seu corpo ao meu, e empurrando com certa força. Senti o volume crescer entre minhas nádegas e sua voz rouca sussurrando em meu ouvido a frase que qualquer um desejaria jamais ouvir: “calma, meu amor, vou meter apenas a cabecinha”; mas, não foi isso que aconteceu.

Rebecca ajoelhou-se atrás de mim, abriu as nádegas delicadamente com suas mãos e saboreou meu ânus, lambendo com sofreguidão; foi uma sensação explosiva, quente e que me deixou todo arrepiado. Impossível não gostar daquela carícia íntima; impossível não sentir-se desejado por aquela forma de expressão sensual.

Minutos depois, Rebecca colou seu corpo ao meu, segurando sua rola dura e apontando-a para meu traseiro; eu abri as pernas e empinei um pouco meu traseiro a fim de facilitar o “trabalho” de minha parceira; senti a glande roçar meu cu, pressionando-o com certa força. Quando Rebecca abraçou-me com carinho, senti que a pressão tornou-se mais vigorosa, e, alguns segundos depois, engoli em seco quando a glande de minha parceira, finalmente, rompeu a resistência de minhas pequenas pregas, rasgando meu ânus para que a glande pudesse penetrar.

Confesso que foi uma dor muito incômoda e deveras lancinante; mesmo assim, resisti ao assédio de minha parceira, deliciando-me com sua língua em minha orelha e pescoço. Como havia prometido, Rebecca limitou-se a manter a glande introduzida em meu cu, apenas rebolando suavemente, vez por outra, causando-me uma sensação totalmente nova: a dor fora substituída por um tesão repentino, seguido de uma poderosa ereção que parecia comprimir todas as veias e artérias de meu corpo.

Um choque elétrico percorreu meu corpo, quando Rebecca pegou meu pau e começou a masturbar-me com movimentos lentos e longos. A água que escorria entre nossos corpos, tornava aquele momento quase etéreo e quando dei por mim, estava tendo um orgasmo sem dimensões. Os jatos de esperma projetavam-se com uma velocidade inigualável, enquanto todo o meu corpo se contorcia em um espasmo sem fim.
Por fim, Rebecca pediu que a fizesse gozar, e eu obedeci pegando aquela rola dura e aplicando-lhe uma punheta carregada de tesão. Ela gozou entre minhas nádegas, onde eu enfiara seu pau quando anunciou a chegada do gozo extremo. Respiramos aliviados, e terminamos nosso banho.

Na cozinha, enquanto tomávamos um café da manhã frugal, tornei a perguntar para Rebecca o que Gustavo havia feito para magoá-la; ela disse que preferia esquecer tudo que dissesse respeito ao Gustavo, limitando-se apenas a afirmar que fora uma escolha infeliz. Perguntei sobre sua mãe e ela me respondeu que Dona Cicera viera para confortá-la. Por fim perguntei se ela sentira saudades de mim. Rebecca fitou-me com seus olhas grandes e lindos e depois de um sorriso franco, confessou:

-Eu jamais te esqueci – disse ela – E quando vi você com aquela garota, tive vontade de morrer, pois pensei ter perdido o único homem que me compreende, me respeita e me deseja sem qualquer restrição …, me perdoe …, você me dá uma nova chance?

-Não, não de lhe dou, não! – respondi sério e seco.

Rebecca olhou para mim e seus olhos brilharam anunciando que, em breve, lágrimas rolariam por sua face.

-Vamos aproveitar a mesma chance – prossegui, sorrindo – Vamos ser felizes …, é isso que eu quero!

Rebecca sorriu e me abraçou; enquanto segurava as lágrimas, sussurrou em meu ouvido uma pergunta sobre Brigitte: “E aquela menina, o que vai ser dela?”; “Não se preocupe”, respondi, “Vou conversar com ela, hoje mesmo”. Rebecca me encarou e sorriu; nos beijamos e prosseguimos com nosso desejum.

Fui para o trabalho e quando cheguei, encontrei Susana, a chefe de Brigitte, sentada em minha cadeira. Antes que eu dissesse algo ela quis saber o que havia acontecido com a menina, pois ela, simplesmente, não comparecera ao trabalho naquele dia e o setor de recursos humanos havia informado que ela desistira do estágio.

Atônito, fiquei sem palavras e depois de alguns segundos, respondi a Susana que investigaria o acontecido e a manteria informado. Liguei dezenas de vezes para o celular de Brigitte, mas, lamentavelmente, não logrei qualquer êxito. Pedi ajuda a um colega para controlar meu setor enquanto eu me dirigia ao apartamento de Brigitte.

Quando cheguei lá, fui informado pelo porteiro que ela havia partido; pela manhã, descera com malas e pedira um táxi. Antes de partir, ela entregou a ele um envelope que, segundo suas próprias orientações, deveria ser entregue a mim. Ele estendeu o pequeno envelope cor-de-rosa e eu o peguei com a mão trêmula. Abri e tirei de seu interior uma folha de papel de carta que dizia o seguinte:

“Não vou suportar a sua ausência, sabendo que você está com ela. Foi muito bom enquanto durou, mas, agora, preciso partir, pois não quero sofrer mais …, fique bem e saiba que você é um homem maravilhoso. Sempre vou me lembrar de você. Beijos da sua Brigitte”.

Respirei fundo para não chorar e agradeci ao porteiro. No caminho de volta, recebi um whats de Rebecca que queria saber se eu estava bem; respondi-lhe que sim. Em seguida ela me enviou uma foto dela, vestindo uma linda lingerie, com os dizeres: “Isso é para você. Te espero à noite, meu amor!”. Desliguei o aparelho e, mesmo triste, descobri que ainda era feliz …, pois, afinal, o mundo e a vida não são perfeitos.

NOTA: Peço desculpas aos amigos por essa parte final ficar tão longa e melosa, mas eu curti demais contar essa história. Se Rebecca existe? Sim, e está feliz ao lado do seu amante. Se eu gostaria de conhecer uma Rebecca? Adoraria e faria de tudo para fazê-la feliz. Comungo da ideia Aristotélica sobre o que é belo: Belo é tudo que enriquece a alma, faz o coração sorrir e causa imenso prazer, independentemente de etnia, gênero, classe social, credo religioso ou qualquer outra forma de discriminação criada pela ignorância humana (adaptação livre do pensamento filosófico).

Sobre este texto

Trovão

Autor:

Publicação:8 de novembro de 2015 21:43

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Gays

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