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VICIADO EM SEXO!

Olavo era um verdadeiro tarado! Pensava em sexo vinte e quatro horas por dia! Adorava vídeos pornográficos, livros eróticos, contos, … enfim, tudo que se relacionava com sexo, … era a sua praia. Costumava dizer ao amigos mais chegados que sua geração (dos nascidos no fim dos anos cinquenta), valorizavam três coisas: carros velozes, boa comida e mulheres! E ainda arrematava que se alguém conhecesse algo melhor que sexo, que não lhe contasse, pois ele não acreditaria.

E ainda mais; Olavo tinha duas fixações em especial: sexo oral em uma mulher e ser masturbado. Adorava pensar em uma vagina quente e úmida sendo lambida por sua língua cujo talento aprimorara-se com o passar do tempo, … afinal, pensava ele, quando nada mais restasse, ainda assim ele poderia satisfazer uma mulher proporcionado-lhe incontáveis orgasmos! De outro lado, sentia-se realizado quando uma mulher lhe masturbava a rola com técnica e maestria, … sentia-se mais macho, mais homem, … mais feliz.

Para essas duas fixações, Olavo não abria qualquer exceção; se a oportunidade surgisse, logo ele tratava de aproveitá-la, sem medos, sem receios e sem qualquer escrúpulo. E houveram muitas estórias a serem guardadas na memória para um outono da idade em que restariam apenas as lembranças e suas doces emanações de prazer. E nos dias de hoje, dois fatos relacionados com o tema ainda encontram-se no topo da lista de fatos inesquecíveis pelos quais Olavo passou e buscou aproveitar ao máximo.

O primeiro deles aconteceu em seu trabalho (!), … Havia alguns dias que ele prestara atenção em uma das mulheres responsáveis pela faxina do andar onde ele trabalhava. Não que ele desprezava mulheres, … muito ao contrário, … prestava atenção em todas, perdendo-se em fantasias onde elas eram as protagonistas de aventuras sexuais incríveis e inesquecíveis, … e, a bem da verdade, algumas delas acabaram por concretizar suas construções mentais repletas de sexo e de tesão. E essa mulher era uma delas. Seu nome era Luíza, e mesmo trajando o indefectível uniforme clássico de cor azul celeste das empresas prestadoras de serviços terceirizados, ela se destacava, fazendo com que Olavo imaginasse o que havia por debaixo daquelas roupas desengonçadas e sem graça que mesmo sendo funcionais, não possuíam qualquer atrativo sensual.

Certa noite, quando o expediente já havia acabado, Olavo, que estava cansado após uma longa semana de dura labuta, decidiu que o melhor a fazer era ir para casa, apreciar uma boa refeição, um bom seriado enlatado da TV à cabo e dormir ao lado de sua esposa, Ivete, uma quarentona cheia de curvas, com peitos grandes e bunda ainda maior, cujo tesão resumia-se a algumas trepadas mensais que obedeciam apenas à sua vontade de mulher casada e cujas atribulações diárias eram mais que suficientes para preencherem sua mente. E assim o fez, descendo para a garagem subterrânea do edifício e pegando seu carro para dirigir-se de volta para casa.

Todavia, qual não foi a sua surpresa quando, saindo pela rampa que conduzia à saída lateral dos veículos estacionados no prédio, ele viu um grupo de funcionárias da empresa contratada retirando-se após cumprirem seus expedientes diários. E entre elas, uma destacava-se pelas formas bem delineadas e pelas roupas ousadas e provocantes. Quando Olavo concentrou seu olhar na direção da tal mulher constatou que se tratava de Luíza, … e que delícia era ela sem o maldito uniforme: corpinho esbelto, pernas bem feitas, um busto insinuante e uma bundinha que fazia qualquer sujeito ter ideias obscenas e muito molhadas.

O rosto não carecia de comentários, pois ele já observara aqueles olhos grandes, negros e cintilantes que pareciam esconder um fogo intenso que seria capaz de queimar o macho mais ousado, como uma labareda reprimida por sabe-se lá que experiências infelizes que a vida havia lhe proporcionado. Os cabelos ruivos (tingidos, provavelmente), eram curtos e bem cuidados. Realmente, era uma belíssima fêmea, um espécime com algo rude e algo doce ao mesmo tempo. E qual não foi a surpresa de Olavo que ele percebeu que Luíza também o estava fitando discretamente! Era exatamente aquele olhar que escondia um fogo incontrolável, … um desejo de ser possuída por uma macho, de sentir uma rola invadindo seu ser e fazendo-a sentir-se mulher, amante e fêmea ao mesmo tempo e com a mesma intensidade.

Olavo hesitou por um instante, ponderando que o melhor seria não misturar prazer com trabalho, … afinal, Luíza era funcionária da empresa que prestava serviços no local onde Olavo também trabalhava, … isso poderia tornar-se complicado. Todavia, aquele olhar parecia tão provocante, tão convidativo, que ele optou por continuar olhando para ela, imaginando o que ela estaria pensando enquanto deixava seu trabalho junto com suas amigas. E enquanto elas se afastavam em direção à rua que conduzia à estação do metrô, Olavo persistiu em seguir Luíza com o olhar. Ele tinha um hábito de imaginar que quanto mais olhasse para uma mulher – especialmente fixando-se na sua nuca – se ela estivesse mesmo interessada por ele, mais cedo ou mais tarde voltaria seu olhar para ele. Enquanto olhava sonhava em estar beijando-lhe o pescoço enquanto suas mãos acariciavam seus ombros, … era uma forma de “atiçar” a fêmea quase como uma sintonia fina (uma “internet mental”), …

Repentinamente, Olavo foi surpreendido ao ver que Luíza, mesmo a certa distância dele, voltou seu olhar para trás procurando-o para saber se ele ainda estava lá (!), … e não é que aquela “mania” que ele chamava de hábito havia surtido o efeito desejado! Olavo ficou exultante. Finalmente, … ele entendera aquilo como uma espécie de “sinal”, … ele ia transar com Luíza! Arrancou com o carro sentindo-se o sujeito mais sortudo do mundo (aliás, era sempre assim quando ele vislumbrava a possibilidade de conseguir uma boa trepada com uma boa mulher). Não tardou a chegar em casa onde Amélia – sua esposa – o esperava como de sempre: uma comidinha frugal, um papo descompromissado e uma sessão de televisão descontraída.

Mas a verdade é que Luíza não saía da cabeça de Olavo. Naquela noite flagrou-se por várias vezes pensando nela; nua, sensual, oferecida, sedenta por sexo e por prazer, … Nossa! Que loucura! Olavo precisava conter-se, … não dar bandeira para ninguém (especialmente para Amélia, que não era trouxa!). De qualquer forma, Olavo era um macho e como tal não tinha total controle sobre seu instinto, e naquela noite, tudo estava pior, mais difícil, mais incontrolável. Eram ereções inoportunas, uma sensação de pinto molhado, … e os pensamentos, … e que pensamentos! Ele precisava livrar-se de tudo aquilo e sossegar até o dia seguinte – ou quando a oportunidade, filha da sorte lhe sorrisse – e concluiu que o melhor a fazer era ir dormir.

Mal havia deitado e sentiu outra ereção, … mas, firmou seu pensamento em alguma coisa bem inútil, virou para o lado e tentou adormecer. Mesmo com dificuldade, em alguns minutos Olavo estava dormindo. Dormiu e sonhou. Ou melhor, delirou, … ele e Luíza, nus e abraçados, … ela roçando o ventre na rola dura dele e beijando seu peito. Os braços enlaçados, acariciando a pele macia e quente. Aqueles olhos grandes e cintilantes olhando para ele e clamando por uma trepada inesquecível. Beijaram-se sofregamente, enquanto Olavo sentia a mão de Luíza tocar seu mastro duro como pedra e massageá-lo com carinho e com desejo, … ele a queria, e ela queria ser dele. Aquela sensação parecia tão, … tão, … real! Ou será que era real?

Acordou sentindo a mão de Amélia masturbando seu cacete duro e pulsante. E ninguém sabia fazer aquilo melhor que ela, … depois de tantos anos casados, depois de tanto lugar comum, do cotidiano, da mesmice, … mesmo depois de tudo isso, ela sabia exatamente como satisfazer seu macho. Sua mão macia e quente envolvia a rola e a movimentava com uma maestria única. Olavo olhou para ela. Estava nua ao seu lado, deitada quase sobre o seu peito, com aquele olhar lânguido e sensual que sempre o cativara por demais. Abraçou-a para aproveitar melhor a “tarefa” da esposa, vez por outra olhando para ela e ela, por sua vez, devolvendo o olhar repleto de carinho e de desejo. E assim ficaram por algum tempo. Olavo aproveitando ao máximo aquela masturbação absolutamente oportuna e deliciosa.

Jogou a cabeça para trás e pediu que Amélia lhe oferecesse os seios fartos para que ele pudesse saciar a sua sede pelo corpo dela. Ela assim o fez, e sem perder o ritmo aproximou os mamilos entumescidos da boca ávida do marido que os lambeu e chupou tal qual um recém-nascido que precisa do leite materno para sobreviver. E o clima esquentou, e foi esquentando, até que Olavo sentiu que ia gozar, … estava prestes a ter um orgasmo.

Todavia, o sujeito não queria que tudo terminasse daquele jeito. Segurou a mão de Amélia e delicadamente empurrou-a para o lado, fazendo com que ela ficasse deitada com o ventre para cima. Com a habilidade característica do macho sedento por sexo, Olavo pulou para cima de sua esposa e foi descendo até que sua boca encontrasse a vagina quente e molhada da parceira, passando a lambê-la e chupá-la com a dedicação de um eterno aprendiz. Fez sua língua passear pelos grandes lábios, invadindo os pequenos até encontrar seu prêmio: um clítoris inchado e pulsante. Tomou-o entre os lábios fingindo engoli-lo e depois expeli-lo provocando enormes ondas de excitação em Amélia que se retorcia envolvendo o marido com suas pernas e implorando para que ele não parasse com o que estava fazendo. Balbuciava palavras repletas de tesão e gemia dizendo que ele era o seu macho, o seu dono, … o seu eterno amante.

Nessas horas a experiência e a habilidade comprovam que a juventude pode ser boa, mas que o tempo é um excelente professor. Olavo chupou e lambeu aquela boceta por muito tempo, como se tempo e espaço simplesmente não existissem. Eram apenas eles, dois seres querendo se tornar um. A vagina de Amélia parecia uma cachoeira com cheiro de jasmim e sabor de pêssego, … Olavo estava em êxtase, pois adorava proporcionar o máximo de prazer para as mulheres, e com Amélia o mesmo ocorria, apenas com a detalhe de que isso podia acontecer todas as noites (!).

Não houve mais tempo. Amélia gemeu mais alto anunciando que estava gozando, retorcendo-se como uma figura etérea enquanto sentia as ondas de prazer inundarem o seu corpo indo e vindo em sucessivos estertores deliciosamente apreciados. Refestelou-se, … estava vencida pela língua hábil de seu macho. Olavo deitou-se sobre o ventre de Amélia respirando pausadamente. Estava cansado, porém satisfeito, … sentia sua rola dura pulsar, suplicando por um orgasmo, ele precisava de uma boa gozada, … mas sentia-se muito bem consigo mesmo – e se tivesse que dormir de rola dura, … tudo bem, ainda havia a possibilidade de um novo delírio com Luíza.

Gentilmente, Amélia desvencilhou-se de seu parceiro e ajudou-o a deitar-se de barriga para cima, tomando na mão a pica pulsante de Olavo e retomando a “tarefa” anterior. Massageou aquele músculo duro e levemente umedecido pela gotículas de sêmen que saltavam pelo orifício da glande, sentindo-lhe toda a extensão e fazendo com que os movimentos fossem medidos, controlados o suficiente para que o orgasmo viesse no tempo certo. Agora era Olavo que gemia e balbuciava palavras sem sentido, acariciando os seios de Amélia e implorado que ela não parasse, que persistisse até que ele, … gozasse! E o orgasmo veio, com uma ejaculação poderosa que lançou jatos em direção ao teto, retornando para melecar completamente o peito do macho que respirava ofegante, sentindo a onda de prazer subir e descer por todas as extremidades de seu corpo e fazendo seus músculos contorcerem-se, para depois, relaxarem em uma indescritível sensação de bem-estar. Amélia deitou-se por sobre seu marido e ambos adormeceram, vencidos pelo embate, porém plenamente realizados como homem e mulher.

Olavo saiu para o trabalho no dia seguinte, imaginando como podia ser tão safado! Havia tido uma noite simplesmente fantástica com a esposa, mas mesmo assim, continuava pensando em Luíza e nas possibilidades que se descortinavam para ele se houvesse uma chance (mesmo mínima) de Luíza dar-lhe “um mole”, algo que, naquele momento parecia ser apenas um sonho distante, e que, mesmo assim não deixava de ter suas razões para vir a tornar-se uma realidade. E qual não foi a surpresa de Olavo quando, chegando ao trabalho e dirigindo-se até a copa situada no mesmo andar em que ele trabalhava, abriu a porta e deu de cara com Luíza em seu típico uniforme azul celeste! A surpresa atingiu ambos que se entreolharam com olhares mesclados de indecisão e satisfação.

Olavo não via mais Luíza com aquele uniforme, pois em sua mente, a imagem que ficara fora a da noite anterior, onde as roupas destacavam as formas bem feitas daquela mulher simples e cheia de sensualidade. Luíza por sua vez, olhou para Olavo para, em seguida, desviar seu olhar em uma franca demonstração de que o que o clima que havia ocorrido antes ainda permanecia impregnado em sua mente. Aquele desviou, para Olavo, significava que uma pequena chama havia sido acesa, … e estava queimando, … lentamente, … provocante e repleta de tesão, … quanto a isso ele não tinha qualquer dúvida, e, portanto, precisava aproveitar aquele breve sorriso da sorte! Era agora ou nunca!

Aproximou-se dela como o predador que se lança à caça, pronto para abater sua presa. Olavo tinha os olhos fixos em Luíza, enquanto esta sequer dirigia seu olhar na direção dele. Ele se encaminhou até a cafeteira elétrica que ficava sobre o balcão próximo da pia onde Luíza estava lavando alguns utensílios de cozinha e depois de pegar uma xícara que repousava no descanso ao lado dela colocou-a abaixo da máquina e acionou a pequena torneira deixando o líquido quente e aromático cair. Ali mesmo ele saboreou a bebida, sentindo o calor do corpo de Luíza, … ela estava tão próxima, tão disponível, … ele não conseguia controlar o ímpeto de tomá-la nos braços e beijá-la com furor de um colegial.

E foi nesse momento mágico que Luíza se virou tencionando afastar-se da pia e enfrentando a parede constituída pelo corpo de Olavo que segurava a xícara e a olhava intensamente. Havia uma certa eletricidade no ambiente, … tudo parecia estar indo em uma direção para qual os dois não tinham qualquer meio de evitar. Luíza levantou o olhar e encarou os olhos faiscantes de Olavo que, por sua vez, sentia um “volume” crescer dentro de suas calças. Luíza olhava para ele sem nada dizer, sem nada fazer. As mãos e os braços caídos ao longo do corpo denotavam uma postura de entrega de uma fêmea para o macho alfa que estava ali, disponível, excitado e pronto para o que desse ou viesse. Olavo não hesitou nem por um minuto em abaixar sua cabeça levando seus lábios na direção dos lábios de Luíza; ela estava cada vez mais rendida ao assédio silencioso daquele homem e ao perceber que o inevitável estava por acontecer, arcou seu rosto e fechou os olhos esperando por aqueles lábios tocando nos seus.

O beijo que se seguiu foi uma explosão de luz e cor que irradiou os corpos de Olavo e Luíza, … aquela energia que carregava o ambiente eclodiu em um beijo úmido, quente e profundo, onde línguas passeavam descaradamente sugando, sorvendo e proporcionando um prazer reprimido e ansiado. Olavo envolveu Luíza com seus braços puxando seu corpo para ele e sentindo o coração dela saltar dentro do peito pulsando descontrolado e insano. Luíza não reagia, não tinha forças, pois estava completamente entregue ao beijo daquele macho gostoso e tesudo. E quando ela ousou levantar seus braços para envolver o parceiro um barulho na porta fez com que eles se desvencilhassem de forma abrupta e desesperada. Olavo voltou-se para a mesa onde haviam alguns pacotes individuais de salgadinhos e procurou disfarçar o volume que parecia querer explodir para fora de suas calças.

Luíza voltou-se para a pia fingindo executar alguma tarefa relevante. A porta abriu-se e um colega de Olavo entrou cumprimentando o amigo e a funcionária que lhe responderam cordialmente. Em seguida, um vigilante interno também entrou, e logo depois outros dois funcionários chegaram tornando aquela copa quase uma extensão das salas de trabalho. Olavo olhou de soslaio para Luíza que também o observava discretamente e depois de uma despedida fria e impessoal, saiu dali indo para sua área de trabalho. Sentou-se à mesa e depois de recuperar-se do susto pelo qual havia passado, enxugou a testa com o lenço, pensando que loucura ele fizera, … justo no trabalho! E se eles fossem surpreendidos? Que merda daria! Uma enorme cagada que poderia custar o emprego de um ou de ambos. Mas, mesmo assim, estava satisfeito, … aquele beijo era o sinal de que Luíza ia ser dele, … aquele fogaréu reprimido iria queimar nas mãos e na pica de Olavo, e sem qualquer demora!

Foi um dia tenso, … muito trabalho, muita correria, … Luíza entrando e saindo da sala (para apanhar os descartáveis, recolher o lixo da manhã, limpar algumas estantes, recolher o lixo da tarde, … ufa!), e a cada vez que isso acontecia Olavo perdia a noção das coisas e punha-se a observar aquela mulher caminhar pela sala o mais discretamente possível, sentindo sua virilha tremer e suas mãos ficarem suadas, … era tesão mesclado com receio, insegurança quase colegial misturada com medo corporativo, … tudo estava intenso, mas também inseguro. Ele pensou que precisava dar um jeito naquela situação antes que a coisa desandasse e frustrasse todas as suas expectativas; depois de algumas ideias mirabolantes e impossíveis de serem praticadas (inclusive a de trancar-se com Luíza num dos banheiros no fim da tarde e esperar todos irem embora!), Olavo pegou um pedaço de papel e escreveu um bilhete que dizia simplesmente “me espera na esquina depois do expediente”; dobrou-o cuidadosamente e voltou ao trabalho esperando pela melhor oportunidade.

Ela surgiu no momento em que Luíza entrou novamente na sala trazendo uma garrafa térmica com café fresco. Antes que ela saísse, Olavo pediu-lhe que retirasse alguns papéis que estavam sobre sua mesa e que podiam ser jogados no lixo reciclado. No momento em que ela se aproximou da mesa dele inclinando-se para apanhar os tais papéis ele, discretamente, colocou o pequeno pedaço de papel no bolso superior do jaleco de Luíza que ficou petrificada com o gesto, olhando para os lados tentando conferir se alguém havia percebido a ação tresloucada de Olavo. Afastou-se da mesa dele com um andar titubeante e inseguro e depois disso ele não mais a viu até o final do expediente. Olavo ficou tenso e preocupado com sua iniciativa, … afinal, aquilo tudo poderia ter dado uma enorme merda que poria a perder qualquer possibilidade dele trepar com Luíza. E quando o expediente havia terminado, e a maioria dos colegas haviam se retirado, Olavo, levantou-se, dirigindo-se para a copa, … queria ver Luíza e certificar-se de que ela, pelo menos, havia lido o bilhete.

O enorme vazio reinante na copa fez com que Olavo perdesse completamente todas as esperanças. Sua iniciativa tinha redundado em um enorme desastre e, agora, somente restava a ele ir para casa e esquecer-se de Luíza. Imaginou que ela deveria estar em um dos subsolos onde ficavam as instalações destinadas a troca de roupas e guarda de objetos pessoais do pessoal da limpeza e também da segurança, e, por um breve momento, pensou em ir até lá e inquirir Luíza, tencionando saber se ela estava chateada com ele, ou apenas com medo de toda aquela ousadia. E ele teria ido de fato, não fosse a chegada inesperada de outra das mulheres que trabalhavam na limpeza; ele a conhecia. Seu nome era Rosinha e era amiga íntima da Luíza, pois por várias vezes Olavo as vira juntas. E do jeito que ela entrou (olhando desconfiada para os lados), parecia que o assunto era com ele. Rosinha aproximou-se de Olavo e depois de cumprimentá-lo com a alegria que lhe era característica, baixou o tom de voz dizendo que Luíza estava muito a fim dele e que o esperaria no lugar combinado.

O rosto de Olavo iluminou-se de uma forma que ele mesmo desconhecia, … a sorte não havia apenas lhe sorrido, ela estava colocando um oportunidade bem à sua frente, … um chance de trepar com Luíza. Olavo agarrou Rosinha e abraçou-a esfuziante e fora de si, tendo uma vontade enorme de gritar e pular. Ainda bem que a euforia foi rápida e passageira, … ele beijou Rosinha na face e saiu da copa como um desesperado, … afinal, havia o encontro com Luíza! Como um sujeito que parecia estar tomado por uma loucura momentânea, Olavo, encerrou seu trabalho, guardou suas coisas, correu para o banheiro onde escovou os dentes, “reciclou o desodorante” e passou um pouco de perfume (!). Pegou o celular e ligou para Amélia dizendo que tinha uma reunião de “última hora” e que não sabia muito bem que horas ela terminaria, despedindo-se sem esperar por qualquer resposta ou comentário da esposa.

Desceu para a garagem e pegou seu carro saindo rapidamente, não sem manter certo controle para não cometer algum incidente que poderia por tudo a perder. Contornou todo o quarteirão no sentido oposto ao do edifício em que trabalhava e em poucos instantes estava próximo da esquina em que vira Luíza pela última vez. E lá estava ela! Olavo olhou e mal pode crer no que seus olhos estavam vendo, … Luíza estava deslumbrante, trajando uma saia jeans curtíssima, blusa colante de malha branca presa ao pescoço por uma espécie de alça, sapatos de salto alto também brancos e os cabelos ruivos soltos chegavam apenas a altura do pescoço. Sua pose era a da mulher caçadora a espera de sua presa, … e Olavo estava ali, pronto para ser devorado por aquela fera de garras pintadas e olhos faiscantes. Rodou em velocidade reduzida, e quando estava bem próximo dela, Olavo de um sinal com o farol do carro. Luíza deu uma rápida olhadela para, em seguida, caminhar em direção do veículo. Olavo abriu-lhe a porta e ela entrou, sentando-se no banco de imediatamente enlaçando o sujeito e beijando-lhe com um ardor quase de colegial iniciante. Luíza estava literalmente, endiabrada, … possuída pelo desejo que a consumia por dentro de ter um macho que trepasse com ela e a fizesse sentir-se fêmea outra vez!

Olavo apertou-a para si e sorveu aquele beijo com a mesma sofreguidão com que a beijara na copa horas antes. Suas mãos passeavam pelas costas desnudas dela sentindo sua a pele arrepiar-se ao toque másculo e sedento sinalizando que eles estavam perdendo tempo demais. E foi Olavo que interrompeu o beijo arrancando com o carro sem esperar mais um minuto sequer. Rumaram em direção ao bairro do Pari onde Olavo conhecia um hotelzinho aconchegante e onde – segundo pedido feito por Luíza durante o trajeto – ninguém os reconheceria.

Mal ele havia estacionado o carro na garagem do tal hotel, Luíza agarrou-o mais uma vez com outro beijo quente e tesudo. Olavo teve vontade de despi-la e fodê-la ali mesmo, … estava tudo fora de controle. Mas ele sabia que alguém precisava manter a cabeça (de cima) no lugar, e desvencilhando-se do assédio quase incontido de sua parceira tomou-a pela mão conduzindo-a até a recepção onde uma negra madura e muito bonita os atendeu prontamente. Olavo pegou as chaves do quarto e correu para o pequeno elevador acionando o botão do andar correspondente. Luíza contivera seu ímpeto no breve período em que estiveram na recepção, mantendo seu olhar abaixado e os ombros curvados para dentro (ainda era uma mulher pudica!). Mas esse recato desapareceu no exato momento em que eles entraram no quarto e Olavo chaveou a porta acendendo uma iluminação indireta.

Agarraram-se como dois animais em pleno cio. Luíza segurou as nádegas do seu macho e apertou-as com força puxando para si aquele corpo quente e cheio de tesão. Olavo já passeava suas mãos pelos peitos de Luíza que eram de tamanho médio e muito firmes (algo que o deixou ainda mais excitado) e não via a hora de arrancar aquela blusa deixando-a nua para seu deleite. Luíza largou-o para, em seguida, livrar-se da blusa e desabotoar a saia que caiu aos seus pés revelando um corpo de formas delicadas e que mesmo o tempo e o sofrimento não foram capazes de diminuir sua beleza extrema e sutil. Olavo ficou embasbacado, sem saber o que fazer, apenas ficou ali, parado, olhando (ou melhor, admirando) para aquela mulher “mignon” cujos poros exalavam tesão descontrolado.

Olavo foi tirado do transe em que se encontrava quando sua parceira saltou sobre ele agarrando-se ao seu pescoço e envolvendo-o com suas pernas permitindo que todo o seu corpo tivesse contado com o dele. Olavo passeou as mãos pelo corpo nu de Luíza detendo-se na fina e pequena calcinha rendada, último baluarte de resistência aos avanços do macho que imediatamente puxou-a para baixo procurando o cuzinho da pequena. Passou o dedo em volta dele e delicadamente enfiou a ponta fazendo Luíza gemer e tremer descontroladamente. A boca da fêmea procurou a orelha de Olavo lambendo-a para depois chupá-la violentamente, deixando seu parceiro em pleno estado de êxtase apertando-a ainda mais contra si.

Olavo, repentinamente, jogou-a sobre a cama e depois de certa dificuldade para livrar-se de suas roupas (sim, ainda estava vestido!), pulou sobre ela penetrando-a com tanta ferocidade que Luíza soltou um gritinho misto de dor e de tesão. Ele hesitou, mas ela olhou para ele com olhar de fêmea raivosa e gritou com as palavras entre os dentes: “Não pára, seu filho da puta! Me come, … me come logo! Seu macho caralhudo! Me fode, … agora! Eu quero!”. O sujeito sentiu-se como um objeto sendo usado para a satisfação pessoal da fêmea dominante, e contrariamente ao que se poderia pensar ele adorou ser manuseado daquele jeito. Agindo como o escravo que cumpre fielmente suas ordens, Olavo enfiou sua rola grossa e dura dentro da vagina úmida de Luíza de uma só vez. Ela quis gritar mas ele posou sua mão forte sobre a boca dela, mostrando uma súbita inversão de papéis, … ele podia ser o escravo, mas quem controlava a situação não era ela! Olavo iniciou movimentos frenéticos de vai e vem aumentando progressivamente a velocidade e deixando sua parceira completamente fora de si. Luíza estava enlouquecida com tanto sexo e tão bem feito; ela gritava, gemia, esbravejava e tornava a gemer, implorando que Olavo não parasse de fodê-la, … ela queria aquela pica dentro dela para sempre!

E foi nesse clima de absoluta selvageria que Luíza gozou, uma, … duas, … três, … quatro vezes! E a cada uma delas Olavo cerrava-lhe a boca com uma das mãos impedindo que os gritos dela pudessem causar algum inconveniente para os demais hóspedes do hotel (se é que havia mais alguém ali!). Nesses momentos, Luíza lambia e chupava a palma da mão de Olavo como uma cachorrinha querendo agradar seu dono. E mais orgasmo vieram, todos intensos, desmedidos e cada vez mais longos e deliciosamente obscenos. Olavo – que valera-se da ajuda de um comprimidinho de CIALIS – já sentia os efeitos de todo aquele esforço, prevendo que o seu orgasmo estava muito perto de eclodir. Contraiu o esfincter mais uma vez, tornando com movimentos pélvicos intensos e contínuos, até que todo o seu ser deu sinais evidentes que tudo estava consumado. Agora foi ele que gritou para Luíza que ia gozar, ao que ela acolheu carinhosamente. E a explosão foi desmedida! Olavo gozou com tanto vigor que podia sentir os jatos de esperma serem lançados dentro do ventre de sua parceira inundando-a com uma onda quente e viscosa, quase como “esvaziando” seu corpo de pura energia vital.

Olavo desfaleceu sobre Luíza que arfava ante tanto esforço e tanto prazer. Ficaram assim por alguns minutos, até que Olavo deitou-se ao lado de sua parceira deixando-a livre para poder recompor-se após aquela sessão de selvageria sexual sem limites. Luíza olhou para seu parceiro agradecendo aquele “presente” e dizendo que fazia muito tempo que ela não se sentia tão bem assim, … Olavo olhou para ela e sorriu docemente, retribuindo com um beijo para depois dizer-lhe que ele também estava sentindo-se muito bem depois de dar prazer a ela (e nisso ele sempre dizia a verdade!). Viraram-se um para o outro e tornaram a beijar-se intensamente. Enlaçaram-se novamente, e não demorou para que Luíza sentisse o “ânimo” de seu parceiro renascer das cinzas (!). Ela ficou surpresa e excitada ao mesmo tempo. “Isso é pra mim!”; Olavo olhou para ela, sorriu um sorriso maroto e depois puxou a perna de Luíza para cima de si, aproximando sua pica da bocetinha dela. Mais uma vez o “encaixe” foi perfeito.

Luíza movimentava-se com tesão, ora empurrando seu quadril na direção de Olavo, ora retrocedendo, permitindo uma penetração com movimentos mais suaves e cadenciados, os quais eram plenamente embalados pelo parceiro cuja rola grossa e dura era abocanhada pela segunda boca daquela mulher fenomenal. Olavo não conseguia conter-se de tanto tesão. Intensificou os movimentos tornando a enlouquecer a sua parceira que gozou com a mesma intensidade de antes, gemendo e mordendo a orelha dele.

O macho dominante retirou a pica de dentro de Luíza e levantou-se da cama trazendo-a consigo. Luíza pulou no pescoço dele enlaçando sua cintura com as pernas e permitindo uma nova e inesperada penetração.Olavo segurou-a pelas nádegas fazendo com que ela descesse e subisse em seu mastro pulsante com movimentos fortes e cadenciados. Luíza era puro tesão, esfregando-se no macho suando com ele, refestelando-se com aquela pica deliciosa entrando e saindo de seu interior tão lubrificado que ela parecia escorregar. E mais orgasmo sucederam-se, repletos de furor e de êxtase. Olavo, então, cessou seus movimentos segurando Luíza pelas nádegas e apertando-as com uma masculinidade ímpar. Ela olhou para ele, pensando que mais um round havia terminado, quando inesperadamente ela foi jogada sobre a cama. Olavo virou-a de costas, fazendo com que ficasse de costas para ele. Puxou-a com uma certa brutalidade, impondo que Luíza ficasse de quatro.

As mãos dele passeavam pelas nádegas pequenas, mas bem feitas de sua fêmea. Ela olhou por sobre os ombros imaginando que ideias obscenas estavam passando pela cabeça de Olavo, … será que ele queria o que ela estava pensando. “Vai, seu puto gostoso, … come meu cu! É o que você quer, não é? Vai, … fode meu cu, … ele é todo seu!”. Os olhos de Olavo faiscaram denunciando que as palavras tresloucadas de Luíza havia surtido o efeito desejado. Ele aproximou-se dela e com os dedos de uma das mãos vasculhou cuidadosamente o vale entre as nádegas, até encontrar o botãozinho intocado e contraído ante o receio fundado da fêmea. Ele umedeceu um dos dedos com a boca para depois forçar aquele buraquinho até que sentisse sua penetração, … Luíza gemeu baixinho, ao mesmo tempo em que pedia para que ele prosseguisse em suas intenções.

Olavo, então, apontou a rola grossa para o pequeno intocado, cuspiu na glande e depois de melá-la com sua saliva segurou as nádegas pequenas de Luíza puxando-a para si. A cabeça entrou provocando um delicioso espasmo no corpo de Luíza que rebolou a bunda como que pedindo que Olavo enfiasse o resto. Mas ele queria saborear o momento, … e assim o fez, penetrando lenta e cuidadosamente, provocando mais espasmos e fazendo com que Luíza sentisse cada centímetro de sua rola. Suas mãos apertavam a carne das nádegas como quem segura uma potranca durante a montaria. Luíza deliciava-se com a penetração calculada de seu macho de plantão, gemendo e gritando baixinho completamente enlouquecida com a sensação de ser enrabada. Queria mais, … queria que Olavo enfiasse tudo dentro dela.

Finalmente, o cacete do macho invadiu por completo o cuzinho de sua vítima, fazendo com que ele sentisse suas bolas roçarem a pele suave entre as nádegas. E os movimentos iniciaram-se, … tímidos a princípio, estocando com força medida para que a fêmea sentisse o máximo tesão que fosse possível. Mas, pouco a pouco, Olavo intensificou seus avanços e retrocessos, até o ponto em que ele mais parecia um fauno ensandecido perfurando o ânus de Luíza com tanta ferocidade que ela gemia e gritava descontroladamente, rebolando os quadris e pedindo mais, … Olavo inclinou-se para que sua mão pudesse alcançar a vagina de sua parceira passando a brincar com o clítoris, provocando-o, excitando-o e fazendo com que Luíza provasse mais alguns orgasmos não menos intensos que os anteriores.

A cavalgada persistiu por algum tempo. Olavo sentia-se muito macho (e não era para menos, … efeito CIALIS!), e jamais cessava os movimentos de vai e vem, apenas diminuindo ou aumentando a velocidade e provocando gozos sucessivos em sua parceira que parecia afogar-se em seus próprios líquidos. Era o sexo mais insano que ele já fizera em toda a sua vida! Aquela mulher valia cada segundo de safadeza que eles estavam usufruindo naquela noite que parecia não ter qualquer dimensão, … eram apenas eles e seus corpos suados, possuídos por uma força maior que eles, … uma força universal que faz homens e mulheres buscarem a satisfação contida em tesão e orgasmos que jamais parecem ter fim. Para eles havia apenas um para o outro, um corpo, um desejo e um tesão incontrolável, … Olavo queria que aquilo jamais acabasse, e que eles ficassem naquele quarto para sempre, …

Todavia, tudo que é muito bom, querendo ou não, tem que acabar, … e acabou quando Olavo, urrando como uma fera, anunciou mais um gozo descontrolado. Luíza, muito habilmente, puxou suas nádegas para trás, libertando o bruto que havia causado um enorme estrago em seu cuzinho para, em seguida, virar-se para seu macho segurando a pica entre as mãos e provocando uma punheta enquanto pedia que ele gozasse no rosto dela (!). Olavo ficou maluco! Adorou o pedido e deixou que ela conduzisse o espetáculo, que acabou por uma ejaculação intensa e volumosa que espalhou-se pelo rosto e pelo peito da fêmea que sorria ao sentir aquele líquido quente pousando sobre sua pele suada. E quando tudo acabou, Olavo sentiu as pernas bambearem, obrigando-o a cair de joelhos em frente a Luíza que o abraçou carinhosamente.

Ficaram naquela posição por alguns minutos, usufruindo as últimas ondas de prazer que ainda percorriam seus corpos suados, extenuados, derrotados pelo tesão, mas, mesmo assim, plenamente satisfeitos e recompensados. Olavo abraçou Luíza que retribuiu o gesto, deixando claro que ela estava imensamente agradecida pela deliciosa noite proporcionada por ele. Olavo queria dormir, queria muito deitar-se naquela cama e somente acordar no dia seguinte, … porém, ambos sabiam que aquilo era impossível, … a noite era uma crisálida prestes e explodir ante as badaladas de uma relógio interior que denunciava a necessária separação.

Alguns minutos depois, Olavo e Luíza estavam despedindo-se na entrada do conjunto habitacional em que ela residia. Beijaram-se com o mesmo ardor de antes, e Luíza agradeceu a ele, pedindo que ele fosse discreto sobre o que acontecera naquela noite (especialmente no ambiente de trabalho), ao que Olavo respondeu tranquilizando-a com a certeza de que aquela noite ficaria apenas na memória deles e de mais ninguém. Olavo acompanhou a silhueta de Luíza, vendo-a desaparecer entre os pequenos prédios do conjunto. Ligou o carro e partiu em direção de sua casa onde Amélia já estava dormindo, deixando um bilhete carinhoso para ele dizendo que lhe deixara um lanche pronto dentro do forno, ao que ele agradeceu interiormente, pois estava faminto! E não era para menos!

EPÍLOGO.

No dia seguinte, Olavo estava completamente tomado por suas tarefas e atribulações diárias, mas vez por outra, surpreendia a si mesmo rindo sozinho (algo que ninguém era capaz de entender).

Nesse momento, viu Luíza entrar na sala. Trajava o costumeiro uniforme azul celeste e assim como ele, também tinha um delicioso sorriso iluminando sua face. Seus olhos brilhavam cada vez que olhava para Olavo, o que era plenamente correspondido por ele, mantendo a discrição imperiosa e necessária para o ambiente e momento.

Quando aproximou-se da mesa dele para colher o lixo do cesto não resistiu e acariciou sua perna por cima da calça, fazendo com que a rola do sujeito ficasse em alerta imediatamente, … ela sorriu para ele e antes que ele pudesse perceber, ela depositou um pequeno pedaço de papel sobre a mesa saindo rápida e discretamente da sala.

Olavo abriu o papel, não sem antes certificar-se de que ninguém havia percebido o que ocorrera, e passou os olhos pelas palavras escritas com uma caligrafia primária, porém com um conteúdo extremamente excitante e promissor e depois de lê-las com atenção, sentiu-se o melhor homem do mundo, … afinal, não era todos os dias que alguém agradecia por algo como o que ocorrera na noite anterior.

“Muito obrigado, … você me fez mulher outra vez! Nunca vou esquecer, … e se quiser, quando quiser, é só dizer, ...”

Olavo sorriu, dobrou novamente o bilhete enfiando-o no bolso da calça como quem guarda um pequeno e valioso troféu.

Sobre este texto

Trovão

Autor:

Publicação:31 de maio de 2013 23:23

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Pulando a Cerca

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