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VINGANDO A AMIGA DA VIZINHA

VINGANDO A AMIGA DA VIZINHA
Depois do primeiro encontro com Rosicleide, eu pensei que uma nova oportunidade jamais ocorreria, já que ela, assim como eu, era casada e mesmo com a ausência rotineira de Evaristo, qualquer chance dependia de pura sorte. Todavia, certa manhã em que eu voltava de minha corrida diária, voltei meu olhar quase que instintivamente para a casa dela e, para minha surpresa, vi Rosicleide, nua, parada junto à soleira da porta da sala, protegida pela sombra que o sol matinal fazia naquela direção.

Parei imediatamente e olhei fixamente para ela. Rosicleide sorriu para mim e virou-se de costas exibindo seu traseiro delicioso. Olhou novamente para mim por sobre os ombros e depois entrou. Em princípio, hesitei, pois não tinha certeza do que ela realmente queria – se exibir para mim ou algo mais – porém, ao vislumbrar sua silhueta através da janela da sala, senti meu pau enrijecer tão rapidamente que todo e qualquer temor desaparecerem por completo.

Caminhei em direção ao portão de entrada, que estava aberto, e em poucos minutos tinha aquela mulher deliciosa em minhas mãos, sentido a maciez e o calor de sua pele acetinada. Pedi desculpas a ela por estar completamente suado a malcheiroso, mas Rosicleide com sua espontaneidade habitual, apenas sorriu dizendo que adorava seu macho suado.

Despi-me com uma rapidez quase adolescente e, empurrando minha gostosa na direção do sofá, aconcheguei-me entre suas pernas, penetrando-a com movimentos longos e demorados. Rosicleide começou a gemer e rebolar debaixo de mim, enquanto eu sugava avidamente seus mamilos entumescidos, segurando-a pela cintura e elevando meu dorso para que os movimentos pudessem se tornar mais profundos.

Trepamos como dois insaciáveis durante mais de uma hora e cada movimento meu era plenamente correspondido pela minha parceira que, por sua vez, já havia experimentado alguns orgasmos intensos e anunciados com gritos e gemidos roucos. Ela pediu para que eu gozasse, porém minha vontade era outra. Saindo de dentro dela, ajoelhei-me ao lado do sofá e passei a chupar e lamber aquela boceta caudalosa, sorvendo o líquido quente como se ele fosse um néctar vital que pudesse me tornar ainda mais potente e viril para ela.

Rosicleide gozou em minha boca outras tantas vezes, mas, mesmo assim, eu não era capaz de para de chupar e lamber aquela boceta deliciosa e mesmo sem que ela esperasse, virei-a de costas lambendo não apenas o grelo dela como também o cuzinho que há muito já havia sido meu por completo. E ela gozou ... e gozou ... e eu não queria parar, muito embora sentisse meu pau latejar tão intensamente que chegava a doer. Eu não queria deixar aquela boceta deliciosa, pois saboreá-la era uma das melhores coisas da vida para mim. No entanto, minha rola dava o ritmo do momento e eu, mesmo resistindo bravamente, senti que a explosão estava muito próxima; fiquei de pé, gritando para minha parceira que ia gozar.

Rosicleide sentou-se no sofá e tomou a pica nas mãos exigindo que eu gozasse em seu rosto. Sua voz e suas palavras soavam com um tom imperativo que ao contrário de inibir minhas reações, apenas serviram para estimulá-las ainda mais, e, num gesto de puro descontrole, deixei a natureza seguir seu curso. Gozei tão intensamente que a medida em que ejaculava sentia que não havia mais fim, me fazendo pensar de onde vinha tanto sêmen … lancei jatos poderosos e contínuos que se projetaram não apenas para o rosto de minha parceira, como também espalharam-se soltos no ar caindo em todas as direções possíveis e imagináveis.

Eu não gritava, mas urrava, chamando minha parceira de minha mais deliciosa putinha e dizendo o quanto ela era gostosa e tesuda. Rosicleide retribuiu, dizendo que eu era o seu macho único e gostoso e que nenhum outro homem fora capaz de dar-lhe tanto prazer com eu! (que melhor elogio vindo de uma fêmea cujo cio e tesão eram indescritivelmente sensuais e excitantes!).

Quando terminamos nos prostramos sobre o sofá tentando por todos os meios recuperar alguma energia que nos pusesse novamente em marcha para nossas vidas repletas de rotinas e de infelicidades. A bem da verdade eu preferiria permanecer ali, ao lado dela, sentindo seu calor e ouvindo sua respiração tentando retomar o equilíbrio anterior ao nosso embate saboroso. Mas, eu bem sabia que nada poderia permanecer como estava, … afinal, tínhamos nossas vidas e nossos afazeres esperando por nossa intervenção.

Eu havia, finalmente, me levantado do sofá, e estava tentando me vestir quando senti o abraço quente e carinhoso de Rosicleide atrás de mim. Virei-me e abracei-a com força, enquanto ouvia sua voz miúda dizendo que precisávamos “dar um tempo”. Fitei-a nos olhos e eles me revelavam que algo a preocupava. Perguntei o porquê daquela afirmação, ouvindo Rosicleide dizer que Evaristo estava meio desconfiado e que ela temia que ele viesse a suspeitar de algo entre nós.

Procurei tranquilizá-la, dizendo que isso era impossível, já que seu marido sequer fazia ideia de minha existência e que, portanto, ele jamais poderia desconfiar de nós dois. Foi nesse momento que senti o corpo de Rosicleide estremecer e seu olhar descer ao chão. Toquei seu queixo forçando seus olhos na direção dos meus procurando compreender a razão de todo aquele medo. Ela hesitou muito até que, vencida pela minha insistência, confessou que sua preocupação tinha um nome: Cláudia!

Enchi-me de revolta ao suspeitar o que Rosicleide estava tentando esconder de mim; aquela “vaca” (sem ofensa ao animal), estava ameaçando minha delícia com a possibilidade de que Evaristo vir a saber de sua traição. Sentei-me com ela no sofá e pedi-lhe os detalhes “sórdidos”. Rosicleide ainda hesitante, confidenciou-me que Cláudia havia insinuado que seria muito perigoso se Evaristo, que era investigador de polícia, viesse a saber que sua esposinha estava trepando com um vizinho e que as consequências poderiam ser catastróficas, principalmente se ele soubesse isso através dela (a própria vagabunda estava fazendo papel de alcoviteira).

Em troca de seu silêncio, Cláudia queria que Rosicleide me entregasse para ela, pois ela queria se vingar da amiga trepando comigo (!). Enquanto contava aquela história repugnante, Rosicleide não conseguia esconder a vergonha e as lágrimas que teimavam em escorrer de seus olhos. Abracei-a com força e com carinho e disse a ela que não se preocupasse mais, pois eu ia dar “um jeito” naquela história definitivamente. Rosicleide olhou-me com um ar de preocupação e pediu que eu deixasse aquilo tudo de lado, bastando que não encontrássemos mais até que as coisas sossegassem e Cláudia desviasse sua atenção para outra situação.

Eu retorqui enérgico que aquela situação não podia mais perdurar e que alguma coisa tinha que ser feita. Ficamos algum tempo abraçados e quando eu ensaiei vestir minhas roupas suadas, Rosicleide quase implorou que eu ficasse mais um pouco, pois ela estava só e Evaristo havia saído em diligência para o interior do estado e demoraria alguns dias para voltar. E mesmo sabendo dos diversos compromissos que me aguardavam no trabalho, achei por bem aproveitar mais alguns momentos ao lado daquele tesão de mulher que estava ao meu lado.

Fiz com que Rosicleide sentasse em meu colo e ficamos ali no sofá nos beijando e nos acariciando como dois colegiais abandonados em seu próprio desejo. Eu me sentia muito bem em trocar beijos e carícias com aquela mulher de meia-idade que algumas vezes tinha um ar de adolescente repleta de promessas de tesão e de desejo. Não tardou para que Rosicleide me cavalgasse sentado de frente para mim, enquanto uma de suas mãos tomava meu pau já enrijecido e pronto para o “combate” orientando-o na direção de sua vagina umedecida e quente de tesão. Ela me cavalgou impiedosamente, subindo e descendo na minha rola e gemendo cada vez mais alto, dizendo que estávamos sós e que ela podia tudo o que quisesse e que o resto fosse para o meio do inferno!

Rosicleide gozou tantas vezes quantas fossem possíveis enquanto eu me deliciava com seus peitos deliciosos, chupando e lambendo os mamilos e as aureolas até que eles ficassem tão entumescidos que mais pareciam doces frutinhas que acabavam de ser esvaídas de seu néctar pela minha boca e língua insaciáveis. Minhas mãos corriam ao longo de seu dorso e, vez por outra, chegavam até sua bunda, onde um “dedinho safado” teimava em procurar o cuzinho, pressionando-o com força suficientemente intimidadora.

Rosicleide sabia o que eu queria e mesmo gemendo e gozando como uma fêmea enlouquecida, ela pulou para o lado, colocando-se de quatro e pedindo que eu a enrabasse ali mesmo, marcando seu traseiro com pertencendo somente a mim e a mais ninguém. Pus-me de pé com um único movimento e segurando-a pelos quadris, apontei minha “arma” na direção do cuzinho que ela própria havia desvendado segurando suas nádegas para os lados, e com um movimento rápido e preciso enfiei a benga por inteiro que praticamente escorreu para dentro dela.

Rosicleide gemeu e chegou a sufocar um grito de tesão enquanto rebolava a bunda como se quisesse que meu pau tocasse seu útero. Nos movemos como dois animais. Eu a estocava com vigor e energia dignos de um ator de filme pornográfico, enquanto ela rebolava e, vez por outra, contraía seu esfincter transformando seu ânus em uma boca sem dentes que apertava a circunferência da rola causando-me uma indescritível sensação de prazer mesclada com um pouco de dor suave (entendi o que significava “gemer sem sentir dor”, ao que o poeta de referira em sua canção tão oportuna para aquele momento).

Finalmente, gozei outra vez, e gozei com tal intensidade que achei que parte de minha essência vital havia sido projetada para fora de mim mesclando-se com os jatos quentes e viscosos que se projetavam para dentro do ânus acolhedor e inesquecível de minha parceira que, ao seu tempo, gemia e pedia mais. Acabamos por adormecer no sofá, nus e abraçados, lambuzados e suados, mas satisfeitos e felizes por termos usufruído um do outro com tanta energia e com tanto potência.

Quando acordei, algum tempo depois, Rosicleide ainda dormitava, ressonando suavemente. Decidi que era hora de partir e não quis acordá-la. Levantei-me com cuidado e depois de vestir minhas roupas, ajoelhei-me ao lado do sofá e beijei o rosto plácido de minha parceira. Depois, tomei um pedaço de papel e uma caneta na mesinha de canto onde ficava o aparelho telefônico e escrevi-lhe apenas uma frase: “essa não foi a última vez que eu tive você para mim. Confie no que te digo”. Fui embora, maquinando uma maneira de me vingar de Cláudia ao mesmo tempo em que pudesse proteger Rosicleide do assédio daquela loira vagabunda e oportunista.

E como a vingança deve ser pensada e a oportunidade aproveitada, eu dei início a uma maquinação, no mínimo, infernal, para vingar-me de Cláudia e de suas safadezas. Conversei com um outro vizinho amigo – que se chama Henrique e que conheço desde que me mudei – e pedi-lhe algumas informações sobre Cláudia. Henrique (que é um alcoviteiro de primeira ordem), me contou que os bens deixados pelo marido de Cláudia, na verdade, pertencem ao seu filho, Eduardo, os quais ela administra, já que o rapaz tem outra atividade. Contou-me ainda que o filho não admite que a mãe tenha outro homem após o falecimento do pai e que por várias vezes, ameaçou-a de retirar-lhe os bens se ela arrumasse um macho (!).

Por fim, Henrique me disse que, vez por outra, um dos seguranças das lojas de conveniência costuma “comparecer” na casa de Cláudia em horários “inadequados” (segundo o próprio Henrique) e que ele permanece até altas horas e que esses dias são os dias em que Eduardo está fora da cidade a trabalho. Quando Henrique terminou de me fornecer o “relatório” uma ideia “luminosa” brotou em minha mente. Com a ajuda de um grande amigo que trabalha em manutenção de redes a cabo, consegui que ele instalasse – durante um chamado forjado – duas câmeras de vídeo na casa de Cláudia, cujas imagens captadas eram enviadas para um link privativo que, por sua vez, estava hospedado em um sítio eletrônico de armazenamento de dados, o qual (claro!) eu tinha pleno acesso.

Não precisei esperar muito para obter o que queria: em alguns dias eu tinha vários vídeos de Cláudia sendo enrabada pelo tal segurança (um sujeito mal-encarado e sem graça que eu vira pelas redondezas e que depois da conversa com Henrique me chamou a atenção). Era uma sessão de verdadeiro sexo “hardcore”, onde a Loira vagabunda era penetrada por todos os orifícios e de todas as maneiras. Parte da minha vingança estava armada..., porém faltava uma coisa para que minha vingança fosse completa. E eu havia feitos os preparativos para que ela acontecesse do jeito que eu queria.

Sutilmente, aproximei-me novamente de Cláudia. De início, eu passei a cumprimentá-la sempre que nossos caminhos se cruzavam, e a cada vez eu era mais insinuante e provocativo. A loira, por óbvio, me esnobava sempre que possível, mas com o passar do tempo, o tesão a e vontade de poder estar comigo ainda mais uma vez (nem que fosse para tripudiar sua “amiga”) contribuíram para que nossos encontros fossem tornando-se, pouco a pouco, mais íntimo e tórridos, até o momento em que o bote estava armado.

Foi em uma manhã de sexta-feira que eu voltava da minha corrida habitual. Encontrei Cláudia toda acesa como uma “árvore-de-natal”, dependurada na grade da pequena varanda que ficava por sobre o teto da garagem. Vestia um curtíssimo shorts vermelho e uma camiseta regata branca que não era capaz de manter protegido todo o enorme volume de seus seios insinuantes. Assim que me viu, Cláudia sorriu e acenou. Parei em frente à sua casa e devolvi o cumprimento. Ela comentou como estava calor e perguntou se eu não estava com sede. Respondi que sim e, prontamente, ela me convidou para entrar e tomar uma limonada bem gelada que ela havia acabado de fazer (!).

Enquanto subia o pequeno lance de escadas que dava acesso à casa de Cláudia, certifiquei-me de que o link das câmeras estava ativo através do meu celular, bem como deixei em “stand by” o gravador de voz, pois precisava coletar o máximo de provas possíveis para foder aquela vaca (em todos os sentidos, claro!). Entrei na sala e ouvi a voz da loira dizendo que estava na cozinha.

Quando cheguei, Cláudia estava de costas para mim próxima da pia onde jaziam uma Jarra com a limonada e um copo que ela segurava nas mãos enquanto dizia que eu ia adorar aquela bebida refrescante. Caminhei lentamente até ela e sem esperar qualquer reação, pressionei minhas mãos naquelas nádegas opulentas apertando-as com certa violência viril. Para tornar a narrativa o mais real possível, os diálogos a seguir serão descritos apenas como “eu” e “ela”.

(Eu): Eta, putona gostosa! Eu estava com saudades dessa bunda deliciosa! Quero te foder todinha!

(Ela): Ai, só se for agora, ... eu estava mesmo querendo ser comida por você ... afinal, acho que sou bem melhor que a Rosi, você não acha?

Tive vontade de dizer-lhe que ninguém era igual à Rosicleide, e que ela me fazia muito feliz, mas preferi calar-me, pois vingança é um prato que se come frio.

Com um movimento brusco, puxei o shorts de Cláudia para baixo, descobrindo que ela não estava usando mais nada por baixo dele. Apertei aquelas nádegas deliciosamente insinuantes, ao mesmo tempo em que mordiscava seu pescoço fazendo a vaca gemer baixinho. Cláudia estava no ápice do tesão! Ela rebolava como louca, empurrando sua bunda contra a minha virilha, enquanto gemia ao ser mordiscada no pescoço. Suas mãos queriam me tocar, mas como ela estava de costas para mim isso tornava-se dificultoso.

Subitamente, Cláudia virou-se para mim e depois de me encarar com os olhos faiscando, ela se abaixou enquanto suas mãos hábeis puxavam para baixo meu calção, revelando a pica dura com cabeça inchada e pulsante, a qual a loira não perdeu tempo em lamber alucinadamente. Meu tesão estava mesclado com o desejo de vingança, razão pela qual, peguei-a pelos cabelos, empurrando minha rola para dentro de sua boca até fazê-la engasgar. Cláudia parecia gostar daquela grosseria, já que sugava o pau como uma esfomeada que jamais havia feito isso antes, ao passo que eu, ensandecido, puxava e empurrava sua cabeça, afundando minha pica dentro de sua boca e fazendo-a quase ficar sem ar.

Achei que estava prestes a gozar, porém, resisti o quanto pude, até o momento em que segurei firmemente os cabelos de Cláudia, obrigando-a a cessar a chupada em progresso e passando a esfregar o pau duro em seu rosto que imediatamente ficou lambuzado com a própria saliva da vagabunda. Puxei-a para cima e ainda com gestos brutos arranquei sua blusa quase rasgando-a e deixando aqueles peitões deliciosos à mostra totalmente disponíveis para mim. Cláudia esboçou uma expressão facial de espanto, mas assim que mergulhei meu rosto em seu busto, chupando e lambendo, alternadamente, cada um dos enormes mamilos entumescidos, os gemidos dela deixaram claro que a surpresa havia dado lugar ao tesão mais uma vez.

Apertei-a com força contra mim sem deixar de lamber e mordicar aqueles mamilos pontudos, enquanto minhas mãos apalpavam e apertavam as nádegas dela. Repentinamente, ela me empurrou e pediu que eu tirasse a roupa enquanto caminhávamos para a sala (Excelente! Era onde que queria que tudo acontecesse). Cláudia jogou-se sobre o sofá me chamando para fodê-la. Eu me despi, tomando o cuidado de, discretamente, deixar meu celular sobre uma mesinha próxima com o gravador de voz acionado.

Subi em cima dela como um animal selvagem no cio, enfiando minha benga rígida na vagina dela com o máximo de violência possível. Cláudia gemeu alto dizendo que havia doído, mas eu sequer dei atenção a ela, estocando aquela boceta com movimentos bruscos, curtos e vigorosos, enquanto minhas mãos amassavam seus peitos com os dedos beliscando os mamilos. Cláudia pedia que eu fosse mais devagar, mas eu, além de sequer dar-lhe qualquer atenção, fiquei com a coluna ereta, permitindo que minha penetração fosse o mais profunda possível.

A loira traíra gozou várias vezes e no momento em que ela me pediu mais, eu simplesmente levantei-me e puxei-a comigo, fazendo com que ela ficasse de costas para mim. Fiz com que ela se apoiasse sobre o sofá, deixando seu traseiro arrebitado e pronto para um “arremata”. Cuspi na cabeça do pau e segurando aquela vaca pelas ancas, enfiei meu pau no seu cu sem qualquer cerimônia ou piedade.

Penetrei o traseiro dela com um único movimento tão violento e inesperado que Cláudia gritou pedindo que eu parasse, pois ela não suportava a dor. Ignorei as lamúrias dela e passei a estocar o cu da vagabunda com movimentos ainda mais vigorosos que aqueles praticados minutos antes. Apertei suas ancas com as mãos até deixar a pele avermelhada e quando percebi que ela estava sentindo prazer com aquilo, passei a aplicar poderosas palmadas em suas nádegas opulentas.

Quanto mais ela gritava, mais eu espalmava a mão, de tal modo que em poucos minutos as nádegas daquela puta desclassificada estavam completamente vermelhas e doloridas. Ela gemia e gritava, as vezes dizendo que estava gostando e as vezes dizendo que suas nádegas doíam muito, e nestas oportunidades, eu aproveitava para bater ainda mais.

Repentinamente, tirei a pica para fora e vi que ela estava lambuzada de merda … a loira havia cagado no pau! (literalmente …) e eu não hesitei em colocá-la de joelhos diante mim oferecendo-lhe a pica pingando merda.

-Chupa, sua vagabunda! Cagou, não é! Agora chupa a sua merda! – disse isso olhando para ela com olhos duros e expressão agressiva. Cláudia hesitou, chegando até mesmo a balançar negativamente a cabeça, porém não resistiu quando peguei-lhe pelos cabelos empurrando sua boca na direção da pica. Ela abocanhou e chupou, aproveitando para brincar com as bolas e depois de algum tempo me divertindo com tudo aquilo, eu libertei a rola para ejacular no rosto dela. Foram jatos grossos e quentes que enlamearam por completo o rosto da loira que, mesmo assim, parecia estar gostando de tudo aquilo (!).

Quando terminamos, fui até o lavabo próximo e lavei a rola na pia, enxugando-a com uma toalhinha que estava disponível. Voltei para a sala e sentei-me ao lado dela que jazia meio inerte, respirando ofegante enquanto esfregava os restos de sua blusa na vagina, limpando-a dos excessos recentes. Acendi um cigarro e perguntei se ela havia gostado.

-Se gostei? Imagina, … eu adorei, seu puto, … você é gostoso demais para servir apenas aquela azeda da Rosicleide …

-Mais gostoso que o sujeito que vem aqui de vez em quando? – fiz a pergunta quase a queima-roupa e percebi que o assunto surpreendeu minha parceira que arregalou os olhos para, em seguida, desviá-los para baixo.

-Bem, … o Otávio é bom também, … tem uma pica enorme e grossa, … mas ele, … ele é apenas um empregado … olha, meu filho não pode saber disso tá? – a voz de Cláudia estava embargada e saíra com certa dificuldade, deixando claro quais eram os seus verdadeiros temores.

Foi nesse momento que eu achei por bem denunciar a trama que eu havia planejado. Peguei meu celular e mostrei a gravação de voz. Cláudia escutou tudo com uma expressão de puro pânico. Fez menção de pegar o aparelho, mas eu a alertei de que a gravação estava on line com um link externo e que mesmo que ela apagasse eu havia salvo uma cópia em segurança, juntamente com os vídeos.

-Vídeos? Que vídeos são esses? – enquanto ela ficava ainda mais prostrada, tomei o celular e acessei o link, mostrando-lhe tudo que eu havia gravado: as trepadas com o segurança e comigo naquela tarde, … todas guardadas em segurança.

-Mas, porquê você fez isso? É dinheiro que você quer? – imediatamente virei-me para ela e dei duas bofetadas em seu rosto, alertando que eu não era aquela espécie de homem que ela imaginava. Disse-lhe ainda que fiz tudo aquilo afim de proteger Rosicleide, pois se Evaristo viesse a saber alguma coisa sobre ela e eu, o filho de Cláudia receberia uma cópia dos arquivos para fazer o que bem quisesse.

Enquanto Cláudia me olhava com olhar embasbacado, vesti-me e caminhei em direção à saída. Parei na soleira da porta e, voltando meu olhar para ela disse-lhe adeus.

Naquela mesma tarde deixei um bilhete para Rosicleide na sua caixa de correio, contando-lhe tudo o que acontecera. No dia seguinte, ela me enviou uma mensagem de texto no celular: Muito obrigado, meu tesão. Aliás, se você quiser, estou só agora e acabei de tomar um delicioso banho. Estou nua e cheia de tesão. Beijos.

Saí de casa como um louco correndo até a casa de Rosicleide. O portão estava aberto e ela estava no seu quarto, nua, deitada sobre a cama esperando por mim. Livrei-me das roupas e penetrei-a sem demora. Fodemos a manhã inteira, e eu aproveitei para chupar aquela boceta deliciosa até que sentir minha língua doer. Rosicleide chupou meu pau e lambeu a cabeça como uma adolescente que chupa, gulosa, um sorvete. Enrabei minha amante e fiz com que ela gozasse até não ter mais energia para qualquer outra coisa.
E quando me despedi dela, tive a certeza de que nossa história ainda tinha muito que ser escrita. Fui embora feliz, satisfeito e realizado … afinal, eu havia vingado a minha vizinha tesuda!

Sobre este texto

Trovão

Autor:

Publicação:15 de dezembro de 2013 22:07

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Maduras

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