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Do fundo do baú

VIOLENTADA E SUBMISSA

Lentamente, Gisele abriu os olhos percebendo sua visão embaçada e sem foco que mais parecia um olhar vindo de uma outra realidade. Aos poucos procurava adaptar sua visão turvada ao ambiente onde estava, … tudo parecia enevoado e coberto por uma escuridão suave, mas intimidadora. Sentia seu corpo todo doer muito, como se tivesse sofrido algum tipo de acidente que açoitara cada músculo e cada nervo de todo o seu ser. Era uma dor que alternava entre momentos de profundo mal estar com outros em que apenas uma letargia pulsante fazia com que seu corpo todo se retesasse num espasmo sem fim e cujo resultado era outra onda de sensações quase alucinantes.

Aos poucos percebeu que estava caída no chão frio e úmido de um lugar desconhecido e quase sufocante. O contato de sua pele com o piso fez com que ela percebesse de imediata que estava completamente nua prostrada naquele ambiente totalmente desconhecido. Tentou levantar a cabeça, pois estava de bruços, mas o simples movimento do pescoço denunciou uma pontada aguda que mais parecia a lâmina de uma faca penetrando em seu cérebro. Com uma lentidão medida – quase calculada – Gisele puxou as mãos em direção ao seu rosto e quando o tocou com elas sentiu o suor frio que escorria de suas têmporas. E mesmo não sabendo o porque de sua atual situação, procurou anuviar seus pensamentos a fim de compreender como chegara até ali e quais as razões que a deixaram tão magoada tanto física como mentalmente.

Por algumas vezes tentou se levantar, esboçou movimentos que sua mente haviam previamente desenhado em sua memória, mas tudo isso fora em vão. Não sabia porque, mas descobrira em pouco tempo que havia sido vítima de alguma forma de agressão que lhe pusera inapta e atordoada por certo tempo que ela mal sabia imaginar quanto durara. Tentou curvar seu corpo para um dos lados quando sentiu uma pontada dolorosa florescendo no interior de suas nádegas. Fazendo um esforço que não supunha possuir, levou uma das mãos até o local e sentiu uma umidade quente e pegajosa que imediatamente vazou em seus dedos.

Trouxe a mão até próximo dos lábios e procurou lamber aquele líquido estranho, percebendo em uma fração de segundos que se tratava de sangue, … seu sangue! Gisele desesperou-se, … teve vontade de chorar, ao mesmo tempo que sentiu uma onda de ódio e rancor crescer dentro do seu corpo, … quem teria feito aquilo contra ela? Um Malfeitor? Um criminoso? Mas, principalmente, ela se perguntava, porque havia feito aquilo, … e porque contra ela? Milhares de perguntas rondavam sua mente sem que qualquer resposta lhe ocorresse. Uma tristeza enorme preenchia sua alma deixando-a temerosa ante o fato de encontrar-se naquela situação: estava nua, indefesa, agredida e atordoada, … pensou por um momento que a morte seria um ato de misericórdia, ao mesmo tempo que explorava o seu ânus percebendo que ele foram externamente agredido, porém ainda continuava intacto quanto a penetração, … que sevícia fora aquela que apenas lhe causara dor sem a humilhação de uma vergonhosa curra.

Repentinamente, um fio de luz surgiu em um dos lados do comodo onde Gisele estava aprisionada. Em princípio era apenas um filete de luz branca intensa e penetrante, mas, pouco a pouco, ele foi se ampliando e tornando mais amplo o espectro que inundava o ambiente trazendo luz para aquele local frio, úmido e chocante. Em poucos instantes, o que parecia ser uma porta abriu-se por completo fazendo com que a luminosidade invadisse o ambiente. Mesmo atordoada e com a consciência parcialmente prejudicada, Gisele percebeu que estava em uma espécie de cela dotada de alguns móveis de metal com o piso e as paredes revestidas por uma cerâmica fria e sem cor.

Antes que a jovem pudesse esboçar qualquer reação, um vulto surgiu à porta interrompendo a luminosidade pelo entalhe de sua silhueta poderosa e ameaçadora. Gisele fitou o vulto sem ser capaz de vislumbrar-lhe o rosto. Apenas as formas másculas e bem delineadas denotavam que aquele deveria ser o seu algoz; a figura parecia ser de um homem alto – mais alto que o usual – e musculoso de uma forma incomum, daquela espécie de indivíduos que frequentam uma academia com regularidade exagerada. Gisele tremia sentindo um enorme temor tomar conta de seu ser, … mas, ao mesmo tempo, sentia-se estranhamente excitada, … uma excitação instintiva, porém dotada de um certo grau de sentimento quase animalesco, o mesmo sentimento da fêmea que sabe que será submetida pelo macho bruto e agressivo, mas, mesmo assim, anseia por sê-lo além dos limites do socialmente aceitável.

O indivíduo aproximou-se de Gisele, caminhando com passos longos e medidos, denotando que ensejava tornar sua presença mais assustadora do que já representava na mente da jovem submissa prostrada ao chão, nua e com o corpo em frangalhos. Não tardou para que ele estivesse em pé bem em frente à sua vítima. Gisele tentou levantar a cabeça para esboçar alguma reação, porém a dor que lhe açoitava o corpo ainda era mais forte que a sua vontade. E antes que alguma coisa pudesse ser feita, Gisele percebeu quando aquele homem enorme, abaixou-se em sua direção e tomou-a nos braços com vigor e cuidado ao mesmo tempo.

Os braços fortes a levantaram com facilidade, mas ela era capaz de sentir que aquele toque não estava carregado de qualquer agressividade; pelo contrário, era um toque gentil e suave sem movimentos abruptos ou que demonstrassem qualquer intenção visceralmente brutal ou maldosa. O contato com o corpo do visitante desconhecido permitiu que Gisele percebesse que ele estava nu e sua pele era firme, quente e cheirosa, … e mesmo sentindo-se abatida pela dor que lhe percorria o corpo ela não foi capaz de refrear o desejo que imediatamente aflorou em seu interior por aquele que poderia ser seu salvador, mas que, ao mesmo tempo, poderia também ser seu agressor. Mas, não demorou para que ela concluísse que o desejo era mais forte que o receio.

Com o devido cuidado ele a conduziu até a pequena cama de metal que ficava mais ao fundo daquele catre imundo e depositou-a com cuidado e também com carinho. Ele retornou até a porta e saiu por alguns instantes, retornando em poder de algumas coisas nas mãos que Gisele não conseguia distinguir exatamente do que se tratava. Ele sentou-se ao seu lado na cama e após embeber as próprias mãos com algum líquido viscoso iniciou uma delicada, cuidadosa e reconfortante massagem por todo o corpo da jovem. O líquido, quente e viscoso, mais se assemelhava a alguma espécie de óleo, e o seu contato com a pela da moça provocava uma imediata sensação de bem-estar, afastando sutilmente a dor que tomara conta dela e proporcionando um reconfortante estado de recuperação tão eficiente e rápida que, em poucos minutos, Gisele sentia-se recuperada de toda agressão que sofrera.

A penumbra modulada do ambiente impedia que Gisele pudesse ver o rosto daquele homem bom e carinhoso, tendo que conformar-se com o toque másculo e gentil de suas mãos percorrendo-lhe todo o corpo. O cuidado era de tal grandeza que o tal sujeito evitava os detalhes anatômicos mais belos de Gisele, limitando-se a circundar aquelas “regiões” diminuindo a intensidade do toque sempre que delas se aproximava. E embora ele não pudesse perceber aquele gesto deixava Gisele ainda mais excitava, acurando uma sensação de desejo que crescia em seu interior. Após tanta agressão e dor, o toque daquele homem era algo tão deliciosamente provocante que ela imaginava se ele poderia ser um pouco mais ousado ao explorar seu corpo. Por um momento ela sentiu-se uma idiota, pois, embora não parasse de pensar no desejo que surgira em seu ser, também receava tomar qualquer iniciativa neste sentido, já que seu parceiro estava apenas lhe reconfortando, não demonstrando em momento algum que houvesse qualquer outro interesse por ela.

Com a mesma gentileza do início, ele virou-a na cama colocando-a de bruços e iniciando uma nova massagem em suas costas, dorso e pernas – evitando, é claro, as nádegas e suas curvas bem delineadas – oportunizando a mesma sensação reconfortante que permitira a Gisele recuperar-se da agressão que havia sofrido. E assim que deu sua tarefa por encerrada, o homem levantou-se e tornou a sair da cela, demorando-se um pouco mais para retornar, para, aproximando-se dela mais uma vez, tomou-a em seus braços levando-a para fora daquele lugar frio e imundo.

Deram em um longo corredor de paredes escuras e cuja iluminação indireta ainda tornava difícil para Gisele reconhecer seu herói; apenas alguns detalhes ficaram mais evidentes. Ele era alto e forte, com uma musculatura contida e sem exageros; sua pele era escura, mas não negra e seu peito era largo e bem torneado. Quando passaram próximo à uma lâmpada, Gisele pode perceber que ele tinha no rosto uma máscara idêntica àquela utilizada para simbolizar a tragédia no teatro e seus olhos eram negros e profundos, com um brilho enigmático e algumas vezes intimidador, que mesmo assim não lhe causavam uma má impressão; pelo contrário, Gisele sentia-se ainda mais excitada e atraída por aquele homem forte e carinhoso que havia cuidado dela com o carinho de um amante apaixonado.

Detiveram-se ao final do corredor, onde ele abriu uma grossa porta de madeira que dava para uma ampla sala de banho, equipada com chuveiro, banheira do tipo “jacuzzi”, e todos os demais confortos necessários para asseio e higiene pessoais. Ele depositou-a cuidadosamente dentro da banheira que já estava repleta de água quente e cujo contato provocou em Gisele arrepios que percorreram todo seu corpo, revezando uma leve sensação dolorida com um estado de plena satisfação ante o efeito quase medicinal daquele banho previamente preparado para ela. Com o mesmo cuidado de sempre, o indivíduo tomou nas mãos sabonete e uma esponja macia, passando a ensaboar o corpo de sua hospede ainda evitando as “áreas mais delicadas” ensejando apenas e tão somente aplacar a dor que havia tomado conta do corpo de Gisele.

Durante aquele ato quase ritualístico, Gisele pode sentir uma certa hesitação por parte de seu cuidador, cujas mãos, vez por outra, davam sinais evidentes que a mera aproximação das zonas erógenas tornavam seus movimentos tensos e com certo ar de desejo contido. A jovem, percebendo que essa hesitação merecia ser correspondida, provocava seu parceiro toda a vez em que ele se aproximava de seu busto ou ventre curvando seu corpo para frente de uma forma oferecida e sensual. Mas todos os gestos eram carinhosamente evitados, como uma forma inequívoca de reprimir o que não pode ser contido. Gisele sentia-se recuperada e excitada ao mesmo tempo, e seu corpo correspondia àquela sensação, deixando claro que algo estava por vir. Foi então que ela estendeu uma das mãos na direção do rosto de seu parceiro ensejando fazer-lhe uma carícia.

A reação que se seguiu, além de imediata, foi também dolorosa e agressiva. O homem não apenas desviou a mão de Gisele, como também aplicou-se um tapa no rosto cuja intensidade fez com que a moça quase perdesse completamente a noção de onde estava. Ficou aparvalhada, sem conseguir entender o porque daquela reação bruta e violenta. O indivíduo, imediatamente, puxou Gisele para fora da banheira aplicando-lhe seguidos tapas no rosto e grunhindo alguma coisa inaudível. Gisele estava atordoada pelos golpes e sentia-se incapaz de reagir, já que a agressão partia, agora, daquele que fora até então, o seu salvador!

Com uma rudeza exemplar, o homem virou Gisele de costas para ele empurrando-a na direção do lavatório e fazendo com que ela ficasse com o corpo arqueado oferecendo seu traseiro para ele que o golpeou com vários tapas seguidos, cada vez mais forte, cada vez mais bruto e cada vez mais doloroso. Gisele, que em princípio havia sido tomada de surpresa, tomou pé de sua situação e sentiu-se mais excitada ainda com aquela agressão praticada contra ela. Era como se aqueles tapas fizessem emergir de seu interior uma pessoa que ela, até então, desconhecia por completo, … uma mulher que estava no auge do tesão por ser tratava como uma vadia!

Os vigorosos golpes foram substituídos por chibatadas aplicadas em seu traseiro por meio do instrumento apropriado e, mais, uma vez, Gisele sentia-se com um tesão enorme e indescritível! Algo que ela imaginara jamais ser capaz de sentir, … era o tesão de uma fêmea submissa sendo vítima de seu algoz, que além de forte e musculoso também sabia aplicar aquele castigo de forma exímia. Gisele não era capaz de conter a sua excitação, sentindo sua vagina ficar completamente úmida e quente e seus mamilos entumescerem de tal forma que chegavam a doer um pouco. Ela estava pronta para o sexo, … como uma vadia que precisa se entregar e dar seu corpo em oferenda ao seu agressor, não apenas para satisfazê-lo, mas também a ela que estava no ápice da excitação que a potência de seu algoz denotava em cada golpe que era aplicado contra o seu corpo.

Subitamente, Gisele sentiu algo quente e duro procurando pela entrada de seu ânus, … algo pulsante e vivo cuja intensidade vibrava de um ser para o outro. E ela não se fez de rogada procurando abrir um pouco mais as pernas para receber aquele volume descomunal em seu pequeno orifício anal. A penetração, além de inevitável, ocorreu com enorme dificuldade para ela, pois o membro de seu algoz era algo imensurável e de proporções quase alarmantes! Quando a glande forçou sua entrada penetrando o ânus da moça, ela sentiu uma dor muito maior do que aquela que sentira anteriormente, (pelo menos ao que se permitia lembrar), até mesmo porque o invasor agia sem qualquer dó ou piedade, forçando seu mastro impoluto de modo agressivo, quase que rasgando o ânus da jovem que nada mais podia fazer senão resistir o quanto pudesse. Não era uma entrega, mas uma submissão, … as mãos do homem seguravam Gisele pelas ancas empurrando seu pênis na direção do ânus e puxando o corpo da jovem para perto de si, deixando evidente quem estava no controle da situação, … quem era o macho poderoso e quem era a fêmea servil e dominada.

Muita dor depois, Gisele percebeu que o membro do seu parceiro havia invadido por completo o seu ânus, e que agora iniciava um movimento de vai e vem muito ritmado e constante, ampliando a sensação de dor, ao mesmo tempo em que provocava ainda mais a libido feminina, deixando que a excitação falasse muito mais alto. Ela podia sentir sua vagina tão úmida que mais parecia uma lagoa borbulhante e quente enquanto seus mamilos persistiam em seu entumescimento que era estimulado pelas mãos hábeis de seu agressor que vez por outra, soltava as ancas da jovem para brincar com eles, beliscando-os e apertando-os desavergonhadamente, mostrando para ela que ele dominava a situação e podia fazer o que quisesse com seu corpo.

Gisele estava tão excitada que o mundo à sua volta parecia haver desaparecido, … haviam apenas ela e seu algoz cercados pela aura do tesão sem limites, com aquele cacete brutal golpeando o pobre ânus dela e fazendo dele um mero objeto de prazer e de dor, … dor e prazer que se sucediam na mesma intensidade e com a mesma pujança. Tudo o mais havia se diluído em uma imagem borrada e sem foco, … apenas Gisele empurrando suas nádegas na direção do pênis agressor que, por sua vez, repetia seus movimentos de penetração sem esboçar qualquer sinal de esmorecimento, sem qualquer menção ao clímax, … apenas a rudeza de sua potência!

E Gisele gozou, … gozou com uma intensidade que jamais havia experimentado, um gozo fluido, poderoso, demorado e avassalador, … uma experiência única e inesquecível, … uma experiência que ela almejava repetir eternamente, sem medo ou receio, apenas aproveitando aquela estranha e obsessiva mistura de dor e prazer, cuja imiscuidade era tão complexa e confusa que ela preferia apenas o sentir ao pensar. E mais uma vez Gisele gozou, … não menos intensamente do que a anterior, mas com uma plenitude mais ampliada que deixava claro que dor e prazer importam apenas para aqueles que a sentem em sua integralidade. Antes que ela pudesse saborear aquele gozo movido pela novidade, outro sobreveio, também intenso, também amplo, … e outro, e outro, … e outro!

Tudo perdera a razão de ser, … Apenas Gisele, seu macho dominante e aquela sucessão deliciosamente interminável de orgasmos que, gradativamente, lhe proporcionavam prazer e um doce cansaço pela divina derrota dela ante a potência do seu algoz que mostrara a ela o quanto a dor e o prazer podem suceder-se sem hesitação ou temor, … o prazer! Apenas o prazer, …

Gisele estava completamente extenuada, sentia seu corpo tremer de cansaço, pedindo para que houvesse uma pausa, um momento de descanso, descanso esse que seu agressor não parecia ter interesse em conceder, ampliando os movimentos e tornando-os mais vigorosos em uma cadência de enlouquecer qualquer mulher. As mãos dele seguravam firmemente suas ancas puxando-as em sua direção e mostrando o pleno exercício do seu poder sobre ela, do dominador sobre a submissa que nada mais podia fazer senão resistir o quanto pudesse antes que e exaustão invadisse seu corpo e sua mente, conduzindo-a em direção ao entorpecimento absoluto e, consequentemente, à total perda dos sentidos.

Gisele já havia se dado por vencida (e dominada) há muito tempo e apenas lhe restava torcer para não desmaiar ante o macho impoluto cuja pujança havia deixado seu ânus em frangalhos e sua vagina completamente tomada por fluidos que não paravam de jorrar de seu interior deixando-a ainda mais enfraquecida e submetida aos desejos quase animais de seu algoz. Achou que o melhor era entregar-se e deixar que o destino cumprisse a sua tarefa, mesmo sob pena de deixá-la sem sentidos, atordoada ou jogada sob aquele chão frio, destruída, mas repleta de satisfação e de prazer.

Repentinamente, os movimentos do macho foram se intensificando, perdendo a cadência e dando lugar ao desvario, … Gisele concluiu que ele estava próximo do orgasmo, e ponderou que valia a pena resistir um pouco mais apenas para aproveitar ao máximo aquelas sensações deliciosamente excitantes que ainda reverberavam por todo o seu ser. O macho movimentava-se com rapidez e violência, sem se importar com sua parceira – aliás, escrava dominada – e pela forma com que seu corpo gingava incessantemente, Gisele teve certeza de que ele estava prestes ao clímax. Deixou-se levar pela dominação que fazia dela um objeto de prazer e que, curiosamente, também recebia prazer na mesma intensidade como um pagamento pela sua dedicação ao seu senhor e amo que, naquele momento, estava por se render a algo maior e mais pulsante que ele ou que ambos.

E o orgasmo veio! Intenso, repleto, completo, inundando as entranhas de Gisele como uma onda quente, viscosa e volumosa, demorando a concluir sua tarefa, e provocando estertores no enorme pênis que parecia aumentar de tamanho a medida em que seu conteúdo escorria para dentro da jovem. Gisele sentiu aquela onda quente e gostosa tomar conta de suas entranhas e desejou que aquilo não parasse tão cedo, … desejo esse que não foi concretizado, posto que seu agressor, retirando e enorme verga do seu interior, fez com que ela ficasse de frente para ele, sendo, em seguida, obrigada a ajoelhar-se tendo que encarar a pica ainda endurecida e completamente molhada de sêmen. Gisele olhava fixamente para aquele membro descomunal que ainda resistia a recolher-se à sua posição de descanso, pulsando suavemente vez por outra, e sentiu-se muito inclinada a tê-lo em sua boca, podendo sentir aquela maravilha sendo apreciada por sua língua gulosa.

E ao que parece, o desejo da jovem parece ter sido interpretado pelo macho diante dela que tomando-a pelos cabelos, obrigou-a a engolir o enorme pedaço de carne que sendo plenamente recebido e devidamente acariciado pela língua de sua vítima deu claros sinais de enrijecimento imediato, mostrando que ainda havia uma tarefa a ser cumprida. Gisele chupou e lambeu aquele mastro poderoso de formas bem feitas e glande inchada, permitindo-se a oportunidade de sentir um enorme prazer com isso e constatando que aquele objeto enorme ainda tinha pujança para enrijecer-se e tornar-se tão imponente quanto antes. Ela sugava aquele instrumento com volúpia e com sofreguidão, enquanto suas mãos brincavam com as bolas que também eram grandes e pesadas, demonstrando que sua função era a de propiciar o máximo de prazer ao seu macho dominante.

Aquela “sessão de língua” prolongou-se por algum tempo, até que o macho começou novamente a grunhir e gemer acabando por soltar outra “carga” de sêmen que foi totalmente engolida pela jovem que parecia deliciar-se com aquele líquido quente e viscoso que escorria garganta abaixo. E ela sorveu até a última gota, passando a “limpar” o membro com sua língua hábil e veloz.

O macho fez com que ela se levantasse, e tomou-a nos braços deixando a sala de banho e retornando pelo mesmo corredor mal iluminado, fazendo mesmo caminho. Gisele estava abraçada ao seu agressor e o cansaço havia, finalmente, tomado conta de seu corpo, … naquele momento, ele podia fazer com ela o que quisesse, … podia satisfazer todas as suas vontades e desejos ocultos, … podia servir-se dela como bem entendesse, pois, Gisele já não mais pertencia a este mundo, … estava vencida e derrotada pelo prazer seguido da absoluta ausência de vontade e de energia, … ela era o objeto de prazer dele e assim o seria para sempre.

Imaginou que ele a levaria de volta para aquela cela fria e úmida, que a jogaria ao chão e depois partiria, abandonando-a à sua própria sorte e deixando-a à mercê de sua própria fraqueza, vencida pelo cansaço e dominada pela dor, … muito embora, depois de tanto prazer, Gisele achava que isso seria o menor do males, já que a compensação fora absolutamente plena e satisfatória. Fechou os olhos esperando o contato de sua pele com o chão frio do calabouço que passaria a ser o reduto de sua própria sorte, … a sorte de ser dominada e de ser possuída por um macho vigoroso e sem escrúpulos que a violara e fizera dela seu mero objeto de satisfação pessoal.

Todavia, ao invés do chão duro e frio, Gisele sentiu o contato macio e gostoso de lençóis limpos que ornavam uma cama ampla de colchão confortável e acolhedor. Ele a depositou sobre a cama com o cuidado de quem deposita a coisa mais importante que possui e depois de cobri-la com um cobertor também macio e quentinho, voltou-se caminhando em direção à porta. Gisele olhou à sua volta, percebendo que estava de volta ao seu quarto e que a pouca luminosidade que emanava da janela de folhas amplas denotava que o dia estava dando seus últimos sinais de vida, esperando a chegada do manto escuro de mais uma noite que se seguiria.

Ele estancou depois da porta e segurando a maçaneta com uma das mãos e sem voltar-se para ela disse com uma voz rouca, respingada de tons de comedimento e certa hesitação: “Boa noite, … durma bem, … amanhã iremos passear um pouco, … quero que você vista um vestido bem bonito, mas que não abuse da maquiagem, … se o fizer, … bem, você já sabe qual será o castigo, não sabe?”.

“Sei, sim senhor, … não se preocupe, … vou ser uma boa menina, ...” - a voz de Gisele soou quase que infantil, com um tom de obediência e servidão, demonstrando que ela desejava muito satisfazer aquele homem em todas as suas vontades. Ele voltou-se para ela e pelo olhar, Gisele percebeu que ele havia sorriso sutilmente. Disse-lhe boa noite e saiu do quarto fechando a porta atrás de si.

Gisele ficou olhando enquanto a porta de fechava e pensou que o melhor a fazer seria dormir para que a noite passasse rapidamente e que o dia chegasse afinal, trazendo de volta seu amo e senhor. E enquanto adormecia, balbuciou a última frase em resposta ao cumprimento de seu algoz:

“Boa noite, meu amo, … boa noite, … Papai, ...

Sobre este texto

Trovão

Autor:

Publicação:28 de março de 2013 13:25

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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Comentários

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  • Crisali Romero Alencar
    Postado porCrisAlliem7 de abril de 2013 22:31
    CrisAlli é uma autora no História Erótica

    Seus textos são muito bem escritos e são muito "excitantes". Parabéns.

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