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Do fundo do baú

Perdendo a virgindade com a prostituta(ou pelo menos era esse o objetivo)

Perder o cabaço numa cidade de interior nos anos oitenta não estava sendo fácil para mim. Eu realmente não transcendia muito a média das pessoas do meu ambiente -era de certo modo um idiota- , mas, focalizando nas garotas, o excesso de igreja na cabeça delas deixava os seus hímens petrificados contra qualquer investida. Você começava a dar uns beijinhos nelas e as moças já se burocratizavam: chegavam com papeladas, documentos, chamavam um padre, a família, o cachorro e o caralho a quatro. Para piorar, com a morte do meu pai, minha mãe assumiu a postura de patriarca coçador de saco e grosseiro: '- Já perdeu o cabaço, Rafa? Ó você tem que ir bombando, coloca a pica toda, tira, coloca de novo e assim vai." -dizia ela, enquanto manuseava um pau imaginário. "- Mas vê se quando sentir que vai gozar, você tira o pau fora, hein?!". A Dona Rute sempre foi muito invasiva, parecia uma daquelas matronas judias do Philip Roth. Me lembro do início da minha puberdade, quando ela me colocou dentro do banheiro com uma revista playboy e insistiu que eu me masturbasse e "gozasse dentro do vazo", certamente achando que seria a primeira vez que eu faria isso.

O fato de minha mãe ter toda essa desenvoltura tanto comigo quanto com as outras pessoas, fazia com que ela tivesse amizade com todo tipo de gente; logo, o assunto da minha virgindade em foco deveria corresponder a um tipo específico de amizade.

-Quer que a mãe te leve pra comer a Chica? A mãe vai junto com você, te apresenta ela. A mãe só não pode meter a piroca nela; aí é com você. Hahahah.

Foda-se. Eu já estou desesperado. Vou deixar os princípios pra quem come buceta e pegá-los de volta quando eu puder comer também. Uma puta é uma mulher como qualquer outra e nela o meu pau entraria todo, não seria esganado por uma buceta trêmula de medo de sentar no colo do capeta por causa de umas pirocadas. Eu aceito.

A Chica atendia os seus clientes na sua própria casa, que ficava numa rua sem saída meio deserta. Quando a minha mãe e eu chegamos lá e tocamos a campainha, eu fiquei surpreso com o que eu vi. Ela era uma mulher grandalhona de meia idade, estava com um vestido preto curto e justo e tinha um certo olhar que era um misto de deboche e desafio que mais tarde eu percebi ser comum em putas que estão diante de virgens como eu era.

-Esse é o franguinho?
-É ele sim, Chica. Vê se arregaça o moleque.
-E num vô? Vô tirar todo o leite dele. Vai ficar de ovo seco.

Em meio a risada das duas, entramos na casa da Chica. O lugar era até bem razoável para os padrões da época: sofás bonitos, televisão, rádio, um enfeite aqui e alí. Só o fato das luzes estarem apagadas -exceto a do quarto- dava um ar moribundo ao ambiente. No caminho até o quarto me veio a mente todas as referências que eu tinha sobre sexo -e não eram muitas. Era como se fosse um desses casos onde dizem que a vida da pessoa passa toda na frente dela quando ela acha que vai morrer. Apareceram obviamente as minha punhetas; um peito ou outro; um casal fudendo em baixo do lençol que eu vi em um filme; a buceta peluda da vizinha do lado que eu consegui ver pulando o muro e espiando pela janela do banheiro dela; um casal fodendo no mato como animais...

-Tira a calça, meu menino. Vamo logo.
-Mas a minha mãe tá aqui. Eu não posso fazer na frente dela...
-Por que não? Eu já te dei banho, já vi o seu piru muitas vezes, menino. Tá com medo de eu ver ele duro? Como você acha que a mãe te fez? E eu também quero ver o meu filho sendo macho. Vai, filho, mete a rola nessa puta.

O jeito era encarar. Enquanto a Chica já tirava o vestido pela cabeça e se revelava sem nada por baixo, e fui retirando as minhas roupas tensa e lentamente. Quando eu terminei, percebi que havia algo muito errado. O meu pinto estava mais encolhido do que nunca. Parecia que eu tinha tomado um banho frio ou enchido a minha cueca com gelo. "-Olha o piruzinho dele, Rute. É assim mesmo?". Minha mãe só fez rir enquanto a puta me posicionou de barriga pra cima na cama a fim de começar os seus trabalhos. Ela subiu na cama, pegou o meu pau, arregaçou a pele, balançou como se quisesse fazer com que minha mãe notasse ainda mais o estado de flacidez do órgão e colocou na boca. Ela chupava babava e depois continuava chupando. Era uma puta de respeito que trabalhava com afinco, mas pouco adiantou. Sempre que ela descia a boca e escondia aquele pouco de carne, eu nutria a esperança de que ele enrijecesse um pouco e se pusesse pelo menos um pouco de pé quando a boca dela levantasse- mas não. Estava mole. Tão mole que as vezes ele escapava da boca dela em meio às chupadas.

- Ê diabo de pica murcha! -disse a Chica contrariada depois de desistir de seu esforço- Tua mãe disse que você era cabaço, mas eu não sabia que era tanto. Muleque novo. Tinha que chegar aqui com a pica já apontando pra frente dentro da calça.
- Se ele não botar essa merda em pé e mostrar que é macho, vai levar uma surra de espada de São Jorge pra aprender! Chica, abre essas pernas e deixa ele montar por cima. Quem sabe com o cheiro de buceta subindo no ambiente esse pau endurece.
Nada adiantou. Eu tentava empurrar de tudo quanto é jeito, mas a buceta da Chica era uma parede impenetrável. Não deu outra: depois do fracasso cheguei em casa e apanhei da minha mãe com espada de São Jorge.

Sobre este texto

urinado

Autor:

Publicação:8 de fevereiro de 2015 20:11

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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Comentários

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  • Rhy
    Postado porRhyem27 de janeiro de 2016 03:53

    Denise quer me ajudar?

  • Denise
    Postado porDeniseem5 de setembro de 2015 20:10

    Fiquei com pena se soubesse disso na época ti ajudava. E ai com foi o dia D (da foda)?

  • Rodrigo
    Postado porRodrigoem5 de setembro de 2015 20:08

    Amigo, que Mãe é essa?? Agora fiquei curioso como resolveu a situação?

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