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A Gordinha Gostosa Filha do Chefe

A Gordinha Gostosa Filha do Chefe
Desde o momento que pisei naquela bendita empresa que havia algo no ar. Mas como bom samaritano que sou, resolvi não arriscar nada de muito ousado com ela. Além disso, pra complicar (ou melhorar) Sibele era a filha do chefe.

Mas tudo mudou numa festa de aniversário da empresa. Todos podiam levar a família e assim eu fiz com a minha. Já depois de muitos comes e bebes, o pessoal estava bem mais solto. Minha esposa ‘tricotava’ com outras damas, enquanto eu mantinha uma conversa calorosa com os amigos de trabalho. E falando sobre elas, claro. Mas não nossas esposas e sim sobre as colegas do escritório que estavam bem à vontade e completamente diferente do dia a dia. Pra completar, Sibele não ficava pra trás. O seu curto e decotado vestido deixavam todos admirados e as mulheres se mordendo de raiva. Ela tinha uma estatura mediana, seios fartos, boca carnuda, coxas grossas. Era o tipo gordinha e isso - meus amigos - me excitava demais.

Fui ao banheiro esvaziar a bexiga já lotada de tanta cerveja. Fiz o serviço e ao voltar topo com Sibele, também indo ao banheiro. O clima ficou meio desconfortável mas mesmo assim trocamos rápidas palavras. O suficientes para que meus olhos corressem por todo o seu corpo. O fato de ter bebido um pouco, lançou a minha vergonha pro mato e eu mais parecia um cafajeste de quinta categoria. Escorado na parede, o papo com a loira fluía naturalmente. Mas eu não podia marcar bobeira, senão a esposa me degolaria ali mesmo. Disse que depois conversaríamos e ela topou. Disse que me ligaria qualquer hora dessas. Piscou o olho direito e saiu rumo ao seu toilete. Estranho, mas gostei. Cheguei na minha mesa com meu membro teso. Indisfarcável nesse momento.

Dias depois, já quase no fim do expediente, recebo uma ligação do chefe. Uma turma de empresários de São Paulo aportariam na cidade para uma visita na empresa. E eles iriam chegar no comecinho da noite. Como ele estava também chegando de viagem, porém um pouco mais tarde, pediu quase que pelo amor de Deus que eu buscasse os engravatados e os levassem para algum lugar. Ele concluiu que Sibele me ajudaria e que ficaria na empresa até a hora de irmos pro aeroporto. Droga! A cerveja gelada ia ter que esperar. Liguei pra esposa que pacientemente tentou me acalmar.

Alguns minutos depois Sibele chega. Estávamos a sós no escritório. Eu estava na minha sala, cuidando de alguns documentos. A loira gostava mesmo de vestidos e isso me deixava fora de mim. O seu corpo parece que foi feito para usar tais peças de roupa. Seus seios ficavam enormes (haviam boatos de um implante, o que pra mim não era nada demais.). Sua bunda ficava maior ainda e a vontade que dava, era de justamente partir pra cima daquela putinha e trepar com ela ali mesmo. Mas eu tinha que manter a fama de bom moço, quietinho e rapaz tímido.

Ela se sentou na cadeira em frente da minha mesa. Conversamos um pouco, ela se levantou diversas vezes, caminhando em volta, bebendo água, cruzando as pernas. Até que eu fiz o mesmo. Levantei-me, mas sentei-me na beira da mesa. Quase que apenas apoiado. Ela olhava pro vazio enquanto falava e eu olhava descaradamente pro seu decote. Aqueles seios pareciam que iam saltar a qualquer momento. E caso isso acontecesse, eu cairia de boca neles, como um infante louco por sorvetes. O volume na calça foi inevitável. Estava em ponto de bala e antes que eu percebesse minha ousadia, ela olhou. Estava feito! Ela viu o membro quase pulsar dentro da calça. Seus olhos arregalados demonstraram sua surpresa. Não contente com o olhar, ela ainda solta:

- Nossa! Que foi que te deu?
- Ah, me desculpa. Fiquei aqui prestando atenção no que você falava. Me desculpe. - E tentei me recompor.

Sibele não conteve o riso. Não risada de achar graça. Mas riso de achar bom o que aconteceu. Voltei os olhos pra ela e ela passava a mão direita entre os seios e o pescoço, engolindo seco. Pelo jeito ela também ficou excitada. Então caminhei de volta pra ela. Subitamente abri o zíper da calça, tirei o tecido da cueca de lado e expus o membro pra fora. Sibele não se assustou, pelo contrário. Mordeu os lábios e abocanhou o pedaço de carne. Meus olhos viraram de prazer. Curvei o corpo pra trás, enquanto ela magistralmente mamava no cacete duro. Ela passava a ponta da língua na glande, punhetava de leve o mastro, me deixando louco. Então segurei sua cabeça, enquanto empurrava mais e mais fundo na garganta dela. Aos poucos fui descobrindo até onde ela aguentava o talo dentro da boca. Ela engasgava e quando eu tirava o pau, um fio grosso de saliva se formava. Meu pau estava completamente molhado, liso e brilhante. Segurei no seu pescoço, apertei até ela ficar vermelha. Dei um delicioso e safado beijo em sua boca, experimentando o gosto do meu próprio cacete na boca dela. Nossas bocas seladas e meladas pelo prazer.

Eu estava dominando a putinha safada. Dei um tapa de leve na cara dela, que me olhava com um intenso olhar de devoção e prazer. Voltei a beijá-la e vi que ela gostava. Então dei outro tapa, mais forte agora. E empurrei o pau goela adentro, fazendo-a lacrimejar e borrar aos poucos a maquiagem dos olhos.

Sibele não se segurou e enfiou a mão por baixo do vestido curto. Ajeitou os dedos e passou a se masturbar. Pedi seus dedos melados e ela trouxe até minha boca. Lambi os dedos molhados e gostosos, um a um. Ela voltou os dedos para sua xoxota ardente e me chupou com mais intensidade ainda. Sibele então começou a gemer mais alto e o gozo veio em seguida. Mas eu queria mais.

Levantei Sibele da cadeira e a joguei na minha mesa. De costas pra mim, com o vestido já todo amassado. Me ajoelhei por trás dela, levantei o vestido e comecei a dar tapas naquele rabo branco. Ela gemia alto, rebolava a cada tapa. Ela olhava pra trás com uma cara de satisfação do caralho, empinando mais ainda aquele rabo gostoso. Era isso que me atraia nela. O fato dela ser uma gordinha gostosa, me deixava maluco. Meu tesão por aquele rabo grande e suculento era incontrolável!


Sua bunda já estava toda vermelha, quando enfiei minha cara no meio de suas pernas. Suguei sua boceta melada, passando a língua por onde eu conseguia. Fui até o seu cuzinho rosado que piscava com as lambidas. Abria sua bunda mais, aprofundando meu rosto. Socava sem dó a língua em meio a tapas. Enfiei dois dedos na boceta escorregadia de Sibele, que gozou mais uma vez na minha boca. Eu sorvia do seu mel com todo o prazer do mundo.

Levante-me e deitei Sibele na minha mesa. Ver aquela mulher deitada na minha mesa completamente arreganhada me excitava demais. Coloquei suas pernas nos meus ombros, beijei seus pés e fui descendo lentamente pelas pernas. Beijei e lambi cada centímetro. Parei na virilha, coberto com pouquíssimos pelos macios. Deixei a região toda babada com a minha boca gulosa. Sibele não se controlava e gemia alto, pedindo mais da minha boca. Eu atendia aos seus caprichos, lambendo apenas ao redor. Judiando dela. Finalmente dei o golpe certeiro, abocanhando seu clitóris inchado. Passei a ponta da língua insistentemente, fazendo Sibele ter espasmos de prazer. Vieram vários orgasmos, um atrás do outro.

Voltei a colocar suas pernas nos meus ombros, encaixando minha pélvis na bunda dela. Coloquei a cabeça do pau na entrada e empurrei lentamente, sentindo o membro deslizar na gruta quente e molhada. Os movimentos eram lentos, mas logo se intensificaram. Entre gemidos de prazer, Sibele gozava fartamente e sem nenhuma timidez. Eu apertava seu pescoço, enquanto metia se dó na putinha filha do chefe.

Tirei Sibele de cima da mesa e a coloquei encostada, quase debruçada. Ela entendeu o recado, empinando seu rabo pra mim. Sem pena nem piedade, coloquei a cabeça na direção e soquei forte, fundo no seu útero. Sibele deu um pulo pra frente. Foi prazer e dor ao mesmo tempo, do jeito que ela gostava. Passei a fodê-la com intensidade, com força. Dei tapas e mais tapas na bunda dela, puxando seus cabelos pra trás com força, tal qual uma égua no cio. Era intenso, pegado, do jeito que eu gostava. Do jeito que ela também gostava. Em meio a isso tudo, não faltaram palavras de incentivo: "Isso putinha, rebola na minha vara! Vai cadelinha, sente o meu pau te rasgar! Toma vagabunda, toma rola! Ah, como é gostoso comer a filhinha do chefe!". Isso a excitava mais ainda e mais ela pedia pra ser xingada e humilhada.

Com Sibele de quatro, eu tinha uma perfeita visão. Adoro uma mulher de quatro e ver a bunda bater no meu quadril. Mas adoro também ver um cuzinho dando sopa, doido pra ser preenchido. E pensando nisso, deixei salivar um fio no cuzinho de Sibele e lentamente fui introduzindo meu dedo médio. No começo ela se esquivou, mas sem muita saída, o dedo foi entrando. Sibele gemia mais, com um pouco de dor eu presumo. Mas logo era apenas prazer. Ela rebolava com mais intensidade. Quando vi que ela já tinha se acostumado, coloquei outro dedo. Eram dois agora dentro daquele cuzinho, que mastigava meus dedos. Fui socando mais fundo e aumentando o ritmo. Quando vi que dois dedos eram suficientes, tirei-os e coloquei a cabeça do pau. Sibele não mostrou-se contra. Liberei outro fio de saliva, deixando bem molhado. Lentamente fui introduzindo meu pau, enquanto Sibele usava as duas mãos para abrir a bunda. A chapeleta entrou e logo o corpo do pau foi deslizando. Com todo o membro dentro, esperei alguns segundos pra que ela se acostumasse com o volume dentro de si. Depois fui aumentando o ritmo, estocando cada vez mais rápido. Aumentei ainda mais e logo eu fodia aquele rabinho gostoso. Sibele gritava de prazer, pedindo mais, enquanto seus dedos cuidavam da boceta ensopada. Estava muito gostoso, muito intenso e eu não aguentaria muito tempo. Então anunciei o gozo e jorrei porra quentinha dentro daquele cuzinho apertado. Sibele rebolava sem parar e mais, gozando junto comigo.

Já estávamos em cima da hora. Nos arrumamos e fomos direto pro aeroporto. Entramos no carro dela, importado de luxo, pra poder causar uma boa aparência aos gringos. Ainda bem, já que meu 'golzinho' não iria impressionar ninguém. Ela me pediu pra ir dirigindo.

Pegamos a via expressa rumo ao aeroporto. Seria uma viagem de pelo menos 20 minutos até lá. Mas com o trânsito atual, a viagem demoraria um pouco mais. E nosso temor era de chegarmos atrasados para pegarmos o pessoal no desembarque. Mas não poderíamos fazer nada, afinal, não podíamos sair dali voando. Pra complicar, um infeliz resolveu bater na traseira de um caminhão, causando um engavetamento de outros quatro carros. Ninguém ferido gravemente pelo menos. Mas teríamos que esperar e o atraso parecia inevitável.

Conversávamos sobre a loucura que havíamos feito lá no escritório e estávamos como dois adolescentes que descobrem o sexo pela primeira vez. No começo um pouco sem graça, mas depois estávamos rindo descontraídos. Enquanto falávamos meu pau dava sinais de vida, ficando rígido por baixo da calça. Sibele percebeu e passou a mão na minha coxa. Foi subindo e começou a alisar meu membro, que estufou a calça com o volume. Sibele fazia de novo aquela mordidinha de canto de boca que me deixou louco anteriormente. Lentamente ela foi abrindo o zíper e tirou o cacete pra fora. O pau faltou saltar. Olhei pros lados, mas lembre-me que o carro tinha fumê. Impossível de ser visto do lado de fora. Sibele não pensou duas vezes e caiu de boca no meu pau. Ela chupava e punhetava com uma maestria suprema. Babava no pau, batia com ele no rosto. Eu apertava sua cabeça, atolando o pau no fundo da garganta dela. Ela adorava, olhando pra mim com cara de 'quero mais'. Estiquei meu corpo o máximo que pude, deixando as pernas mais à vontade pra que ela me chupasse sem problemas. Graças a Deus era um carro automático, o que livrava o console de marchas tradicionais. Ela então pode se deitar com tranquilidade.

Sibele passou a pôr seus seios no meu pau, batendo com ele nas tetas e depois chupando. Logo o pau tava completamente molhado, cheio de tesão por ela. Antes que eu gozasse, puxei Sibele pra cima de mim. Por isso eu adoro mulheres que usam vestidos e saias. Foi tão fácil encaixa-la em mim! Ela sentou e o pau escorregou pra dentro. Seus seios à mostra eram um convite para a minha boca. Eu chupei, mamei, mordisquei e suguei forte aquelas tetas siliconadas. Apertei bastante, arrancando gemidos altos de Sibele, que cavalgava sem parar na minha vara. O carro balançava muito e com toda certeza quem estava de fora, sabia o que tava rolando ali. Era nítido na cara das pessoas que estavam nos carros ao lado, olhando fixamente pro nosso carro, rindo da situação. Com certeza pelo menos uma meia dúzia estava louca pra entrar naquele carro. Sibele continuou suas investidas e gozou no meu pau deliciosamente, junto comigo. A putinha gostava de foder e eu ia explorar isso ao máximo.

Depois de fodermos gostoso no carro, fomos pro aeroporto. Completamente desarrumados, mas com a missão cumprida. E depois das reuniões e de deixarmos os gringos no hotel, ainda fomos terminar a noite magistralmente num motel. No próximo conto eu digo como foi. Grande abraço e espero que tenham gostado.

Vagner

Meus contatos:
[email protected]
Whatsapp: 1-206-333-9690 (É esse número mesmo!)

Sobre este texto

WagnerBS

Autor:

Publicação:14 de setembro de 2014 13:29

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Pulando a Cerca

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