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Viagem Inesquecível: A Prima e a Sobrinha

Tudo aconteceu no único mês que tenho de férias, em dezembro passado. Fomos eu e minha esposa visitar uns parentes do meu lado da família que não via a quase 20 anos. Na época, eu com apenas 16 anos, conheci uma parte até então distante da minha família por parte de pai. E foi lá que conheci Solange, filha de uma das várias tias desconhecidas e distantes. Solange era uma morena linda, cabelos negros lisos e sedosos até a cintura, corpo escultural, com traços indígenas. Tudo nela era perfeito e a minha cara cheia de espinhas, denunciavam um moleque cheio de putaria na cabeça.

No tempo que ficamos nessa pequena cidade do interior do estado do Pará, eu e Solange fizemos uma amizade bem legal. Éramos da mesma idade. Saíamos juntos e todos pensaram que havia algo entre nós, o que não deixou de ser verdade. Foi um dos meus primeiros beijos na vida, de verdade e também a primeira com quem eu realmente tive uns "amassos" mais intensos. Mas não passou disso e até voltei meio frustrado pra casa. Talvez por eu ser tímido, não sei.

Anos se passaram e deixamos de nos falar. Toquei minha vida e por 18 longos anos não tivemos contato. Nesse meio tempo muita água passou por baixo da ponte na minha vida e cria eu que também aconteceria o mesmo na vida de Solange. Então depois de muitos anos resolvi fazer uma nova viagem, porém por conta própria e casado. Queria apresentar alguns tios e familiares para a minha esposa. Fizemos um longo planejamento para podermos viajar de carro e assim curtir um pouco das paisagens da longa viagem. Seguimos rumo então.

Quase quatro dias depois estávamos lá, sendo recepcionados por um tio já idoso, na faixa dos sessenta e poucos anos e viúvo. Houve uma grande celebração, abraços de novos membros da família e um maravilhoso jantar típico da região. Nos fartamos a valer. Foi então que do nada apareceu uma mulher, linda e formosa. A minha mente viajou 18 anos atrás, relembrando alguns momentos que vivi na adolescência naquele lugar. Era Solange, linda como sempre. O tempo fez muito bem a ela, deixando-a uma bela e formosa mulher. Para minha surpresa, entrou junto com ela uma garota que parecia muito com ela. Quando ela me viu, ela sorriu e veio rápido me abraçar. Levantei-me, nos abraçamos e eu pude sentir novamente o calor do seu corpo, os fios dos seus cabelos no meu rosto, o seu perfume que tanto eu adorava. Tive que me conter, senão eu seria brutalmente assassinado ali pela esposa. Nos olhamos e pude perceber que os olhos dela brilhavam de emoção. Sentamos na mesa e ficamos todos conversando, falando sobre a vida de cada um. Vez ou outra eu dava umas olhadas para Solange, disfarçando o máximo possível.

Solange tentou puxar assunto, perguntando como tava a vida, planos, casamento e afins. Eu fiz o mesmo, perguntando sobre a vida dela. Foi então que ela chamou Camila, sua filha. Fiquei de queixo caído, pois não podia acreditar que aquela jovem que entrou com ela era sua filha.
- Não pode ser Solange, sério?
- Sim! Acabou de completar 18 aninhos!
- Nossa, e parece com você!
- Ainda bem que não puxou o traste do pai.
- Nossa, porque? Era tão ruim assim?
- Era... graças a Deus ERA!
- E o que aconteceu com ele? - Perguntei intrigado.
- Ele só bebia, passava dias fora, não trabalhava. Era um traste. Um belo dia, foi morto no meio do bar porque tava devendo dinheiro pra bandido. Bem feito!

Nesse momento pude perceber no semblante de Camila que aquilo não tava fazendo bem pra ela. Então tentei mudar de assunto, mas foi em vão. Solange quis de todas as formas denegrir ainda mais a imagem do homem, que pelo visto, deixou sérias mágoas no seu coração.

A noite seguiu cheia de muita conversa e atualização. E num mundo globalizado como vivemos, grande parte deles tinha Facebook ou outras redes. E assim fizemos nossas conexões, na tentativa de não nos afastarmos mais.

Minha esposa estava muito cansada da viagem que fizemos e meu tio nos levou até o quarto que ficaríamos. Havia uma cama grande de casal, lençóis limpos, travesseiros, uma cômoda vazia para acomodarmos nossas roupas e uma TV em cima da cômoda. Tudo muito simples e modesto, do jeito que gostamos. Minha esposa se deitou e logo apagou de tão cansada. Eu ainda voltei pra bater papo com meu tio, falar besteiras e tomarmos uma cerveja juntos.

Solange estava por perto, sentada numa cadeira de balanço, bebendo sua cerveja. Eu me sentei na mesa com meu tio, que já trouxe uma gelada para brindarmos. Fiz o gesto com o tio e quando olhei para Solange, ela ergueu a lata, brindando à distância. Ficamos até tarde bebendo e rindo das piadas do tio.

Como todo bom idoso, chegou uma hora em que ele não estava mas se segurando de sono, fora a bebida que pesou ainda mais. Cambaleando um pouco, ele disse:
- Agora me retiro desse recinto, partindo para um novo recinto, onde desfrutarei do mais profundo sono. Fiquem bem! - Recitou ele.

Então ficamos apenas eu e Solange, longes um do outro. Porém minha mente estava ali coladinha a ela, lembrando do passado. Levantei-me e fui para a calçada, olhando o luar e o pouco movimento que havia na rua. Solange veio logo atrás, caminhando lentamente, até que parou do meu lado.
- Se lembra como era aqui antes?
- Não muito... foi pouco tempo e eu era muito novo.
- Mas mudou bastante. Muito mesmo.
- É, parece que sim. - E bebi o último gole da cerveja, lançando a lata numa lixeira próxima.
- Mas tem muita coisa que não mudou aqui, sabia?
- Ah é? O quê por exemplo?
- Bom, a gente continua falando com esse nosso sotaque, que você pegou em menos de uma semana, lembra? - E rimos muito lembrando disso.
- E o que mais não mudou? - Perguntei olhando nos seus olhos.
- É... algumas coisas não mudaram. - Disse ela desviando o olhar.

No mesmo instante eu pude perceber que ela parecia sentir o mesmo que eu. Aquele frio na barriga, uma falta de ar, as mãos que transpiravam de nervosismo. Tudo isso voltou à tona como a 18 anos atrás.

- Vem cá, preciso te mostrar uma coisa.
- Não dá pra sair Solange, ainda mais com você. Se minha mulher...
- Sua mulher tá apagada, não se preocupe. E eu não vou te sequestra, se é isso que você tá pensando.

Sem muito o que dizer, segui Solange como ela sugeriu. Fomos para a parte detrás da casa do tio, um breu danado, com um banco antigo. E eu reconhecia aquele banco. Era o mesmo banco que ficava na frente da casa do meu tio a 18 anos atrás. Lá foi onde demos o nosso primeiro beijo, onde demos o nosso primeiro amasso. Era tarde da noite, todos dormiam. Só paramos porque ouvimos nosso tio acordar. Mas era uma sensação de 'dejavú', de saudades. Uma mistura de sentimentos que eu não conseguia compreender até então. Ela sentou-se e dando tapinhas no banco, me convidou a sentar ao seu lado.

- Lembra que aqui...
- Foi o nosso primeiro beijo! - Eu completei.
- Você se lembra? Nossa, que estranho né?
- Muito. - Disse eu analisando o banco por inteiro.
- E então, como tá sua vida de casado?
- Você sabe como é vida de casado, né Solange!
- Sei sim. Complicada, sem graça e nada de sexo!
- Não é bem assim né! - Disse rindo.
- Não, é como é?
- Bom, é quase isso. - Caímos na gargalhada.

Ficamos sem dizer uma palavra sequer, olhando para os lados, até que nossos olhares se cruzaram. Foi inevitável, digno de filme romântico meloso. Fomos nos aproximando lentamente, até que nossas bocas se tocaram. Passamos a nos beijar, a princípio meio que sem ritmo. Mas logo estávamos completamente ligados e em sintonia. As mãos entraram em ação e eu puder percorrer o seu corpo, tocando e sentindo outra vez. Deslizei os dedos pelas suas costas, fazendo-a se arrepiar toda. Segurei forte sua nuca, apertando, colando sua boca na minha. Eu já nem me lembrava que minha esposa dormiu tranquilamente na cama ali pertinho. E Solange também não pensava nisso. Tudo que importava era a saudade, a falta que fez todo esse tempo, lembrar que talvez nossa história pudesse ter tomado um rumo completamente diferente. Mas estávamos ali e o que importava era aproveitar o momento.

Ficamos em pé e encostei Solange numa parede. O clima esquentou mais e aproveitando a escuridão daquele lugar, eu ia aproveitar da situação. Meu corpo queria, minha mente também. E era notório, já que meu pau duro encostava no seu quadril denunciando minha excitação. Ela empurrava o seu quadril em direção ao meu, sentindo a firmeza do membro entre minhas pernas. Ela suspirava de tesão, me apertando forte, passeando com sua língua dentro da minha boca. Vez ou outra eu escava umas lambidas no seu pescoço perfumado, fazendo-a inclinar a cabeça pra trás em sinal de rendição. Minhas mão exploravam o seu corpo delicioso, firme. Primeiro os seios, de tamanhos medianos, que cabiam perfeitamente na mão. Apertei, belisquei os bicos tesos e os tirei pra fora. Abocanhei sem dó os mamilos, mordiscando e lambendo. Solange passava as mãos nos meus cabelos completamente bagunçados, alvoraçados pelo carinho recebido. Ela olhava pra baixo, desfrutando das mamadas insistentes que eu dava nos seus peitos deliciosos.

Fui descendo devagar, erguendo sua blusa e beijando sua barriga lisa, como se nem mãe ela tivesse sido. Talvez a descendência indígena fizesse mágicas mesmo, pois ela tinha quase quarenta anos, mas com corpo de uma jovem de 25. Lambi seu umbigo, mordendo de leve as ancas. Já ajoelhado, desabotoei sua calça jeans apertada. Abri o zíper e fui abrindo, revelando sua calcinha pequena. Coloquei o rosto e comecei a morder o que chamo de "testa da boceta", arrancando gemidos dela. Abaixei lentamente sua calça, mordendo e lambendo as coxas dela. Quando a calça saiu, fiz questão de abaixar a calcinha logo em seguida. Eu não podia perder tempo.

Solange colocou uma das pernas no tão famoso banco e eu me enfiei por baixo dela. Sua boceta estava completamente desprevenida, apenas esperando a boca quente e molhada que eu preparava. Quando encostei a língua, Solange fez um "Shhhhhhhh!", puxando o ar para dentro. Parecia inexplorada a muito tempo. Rapidamente ela começou a rebolar na minha boca, abrindo sua boceta com os dedos. Tão cheirosa, pelos ralos, lábios pequenos. Enfiei a língua fundo, sugando seu néctar delicioso. Em poucos minutos Solange anunciou que ia gozar. Eu apenas me detive a continuar a chupá-la como a muito tempo eu não fazia. Segurei firme a boca na grutinha, passando a ponta da língua freneticamente no clitóris, até que ela gozou, tapando a boca pra não gemer alto, tremendo todo o seu corpo. Bebi cada gota daquele gozo maravilhoso.

Levantei-me pronto pra encaixar-me atrás dela e foder ela de quatro bem gostoso. Mas quem acabou na parede fui eu. Solante me virou, de forma rápida e precisa, se ajoelhando imediatamente na minha frente e botando meu pau pra fora. Expondo meu pau pra fora, Solange não perdeu muito tempo. Abocanhou o pedaço de carne, babando nele todo. Ainda disse:

- Nossa, desde a hora que eu te vi que eu queria fazer isso! Sentir esse pau gostoso na minha boca!

Então ela passou a me chupar, de uma maneira que até então eu nunca tinha sentindo. Eu considero minha esposa uma excelente boqueteira, mas aquilo que Solange fazia, eu só tinha visto em filmes pornôs. Ela cadenciava perfeitamente os movimentos dos lábios com a mão. Uma mão punhetava, a outra massageava as bolas e a boca fazia o resto. Era como se tivessem duas mulheres ali, cada uma com sua função e ambas desempenhando magistralmente o seu papel. Eu me segurei onde pude na parede, gemendo e me contorcendo de prazer. Ouvir um barulho, como se alguém tivesse por perto. Ela parou, olhamos pros lados e não vimos nada. Ela então continuou, afirmando que não tinha nada.

- Solange, devagar! Senão eu gozo na sua boca, sua louca!
- Louca não meu bem. Sou sua puta e quero que você goze na minha boquinha, vai... goza pra mim, anda. Dá leitinho pra sua namoradinha, vai...

Entre palavras e esse delicioso boquete, eu não tive como me segurar. E rapidamente gozei fartamente na boca de Solange, que continuava a me chupar e a me punhetar, ordenhando meu membro de uma forma que eu não me contive e gemi alto de tanto tesão. Foi preciso eu tapar a boca também pra não acordar todo mundo. O que foi aquilo!
Solange punhetava, diminuindo o ritmo, e agora só lambia. A porra tava toda na sua boca e ela engoliu sem nenhuma dificuldade. Levantou-se, vestiu-se e me pediu pra fazer o mesmo. Eu fiquei só me perguntando: O que diabos foi isso?

- É melhor você ir. Se sua esposa imaginar, estamos mortos.

Vesti logo minha roupa e fomos saindo. Caminhando e tentando disfarçar ao máximo a loucura que acabávamos de cometer. Ela apenas me deu um rápido 'tchau' e foi embora. Como ela morava ali perto, logo estaria em casa. Ainda tonto com tudo que aconteceu, fui pra dentro da casa do meu tio. Por sorte minha esposa dormia quietinha, aguardando seu marido chegar e deitar com ela.

No dia seguinte eu praticamente madruguei, não conseguindo dormir direito pensando no que tinha acontecido. Levantei-me e fui ao banheiro escovar meus dentes. Minha esposa ainda dormia no quarto. Fui então para a cozinha, pois senti o cheiro maravilhoso de café. Quando cheguei na cozinha, fui surpreendido por Mônica, filha de Solange, que fazia o nosso café. Como ainda era muito cedo e meu tio tinha bebido todas no dia anterior, acredito que ele não acordaria tão cedo.

- Ali tio, a garrafa de café. Na mesa te cuscuz, pão e bolo. Pode ficar à vontade que eu vou cuidar das louças de ontem.
- Tá certo Mônica, obrigado.
- E cadê a tia, sua esposa?
- Dormindo ainda. Normalmente ela dorme até mais tarde mesmo, mas acho que hoje ela bate um novo recorde.
- Deve tá cansada né!
- Deve sim.
- E sua mãe, cadê?
- Trabalhando. Chega depois das duas da tarde.
- Trabalhando no domingo?
- É... ela é gerente de um supermercado, então não tem fim de semana pra ela.
- Tá certo...

Mônica silencio-se e ficou lavando a louças, enquanto eu bebia do café forte que Mônica tinha feito. De repente meu olhar tomou outro rumo. Passei a prestar atenção em Mônica ali lavando louças, de costas pra mim, com uma saia curta, blusinha curta, coxas grossas... Quando percebi, eu já estava de pau duro embaixo da mesa. Pensei: "Puta que pariu, melhor eu sair daqui!". Quando terminei meu devaneio, Mônica olhou pra mim, sorrindo com uma cara lerda, diferente. Virou-se de costas, continuando seus afazeres, mas de olho em mim, como se quisesse ter certeza de que eu a tinha notado. "Não, eu não posso pensar nisso! Ela é filha da Solange! Como eu posso pensar isso?". E eu sentia o pau duro, pulsando dentro da bermuda.

O fato é que Mônica era uma ninfetinha muito gostosa. Ela daquele jeito na pia, empinada, com aquele rabo delicioso virado pra mim, tava me deixando louco. E haviam duas opções: ou ela estava assim na inocência ou ela estava me atiçando de propósito. Então resolvi tirar a prova. Levantei-me da mesa fui até lá, deixar a xícara suja de café. Coloquei a xícara na pia e encostei-me atrás dela, com o pau duro na sua bunda. Ela olhou pra mim com uma cara de safada que fez meu pau pulsar na cueca. Então me afastei e entendi que era proposital da parte dela. Mas e agora?

Voltei pro meu quarto, onde minha esposa dormia sossegadamente. Deitei-me ao lado dela, pensando nessa história toda. Eu sabia que Solange era safada, sempre foi. Mas a filha? E a filha dando em cima de mim? Não era certo. Eu não podia ir embora, sem pelo menos dar uma satisfação apropriada pro meu tio e pra família. O que eu poderia dizer: "Gente, eu vou embora porque o meu caso do passado e a filha dela, tão dando mole pra mim!". Não ia rolar. Eu tinha que administrar e simplesmente evitar que algo além disso acontecesse. Então voltei a pensar na Mônica, naquele corpo novinho ali na minha frente, naquelas coxas grossas, no seu bumbum empinado e grande. Imaginando eu fodendo aquela puta ninfeta de quatro, dando tapas na bunda daquela vadia... Foi quando senti uma mão apertando minha pica dura. Tomei um baita susto, mas me lembrei que minha esposa tava ali do meu lado. Me acalmei e ela disse:

- Nossa, tem gente animadinho aqui hein! Bom dia pra você também.
- Bom dia meu amor. Culpa sua isso aqui, sabia?
- Ah é seu safado? Que delícia de pau! - E ficou passando a mão no meu membro teso.
- Se não tivéssemos na casa do meu tio, eu ia te pegar de jeito agora, sabia?
- Não precisa me foder... mas eu posso te dar um presentinho pelo menos!

Então minha esposa entrou por baixo dos lençóis, tirou a minha roupa e começou a me chupar. Muito gostoso, babando em tudo. Lambeu minhas bolas, passando a língua na cabeça do pau. Sugou muito até que eu gozei na sua boca. Depois satisfiz a minha querida esposa, chupando sua boceta deliciosa e a fazendo gozar muito na minha boca. Esse foi o nosso bom dia. Foi rápido, mas muito gostoso. Tomamos um banho e fomos tomar café juntos.

Perto da hora do almoço, meu tio recebeu um telefonema. Um amigo, dono de uma fazenda ali perto, ligou oferecendo a ele a metade de um boi para que ele fizesse um churrasco no final do dia. Claro que meu tio aceitou o presente, mas tinha um problema: meu tio teria que buscar. E como o velho já não dirigia mais, sobrou pra mim. O problema é que eu não sabia onde era a tal fazenda e ele, inocentemente, pediu pra que Camila fosse comigo. De início eu assustei, mas minha esposa fez questão de tranquilizar.

- Vai amor! Eu vou ficar cuidando da cozinha e preparando tudo pro almoço. Assim conheço um pouco mais o teu tio.

E assim estava tudo armado. Mesmo sem querer, o universo parecia conspirar a meu favor. Mas no meu íntimo, pensar na possibilidade de fazer qualquer coisa com a Camila, era demais. Até pra mim! Assim eu tentei ao máximo evitar qualquer tipo de situação. Já não bastasse o fato de que ela iria comigo nessa tal fazenda.

Entramos no carro e Camila foi indicando. Dez minutos depois de dirigir, entramos finalmente numa estrada de chão, que daria acesso à tal fazenda. A estrada pequena, mal cabia um carro. Se viesse outro em contra-mão, seria um problema danado. Mas graças a Deus não tivemos esse problema. Enquanto seguíamos para a fazenda, fomos papeando.

- E então Camila, o que faz aqui na cidade? Ainda estudando?
- Terminei ano passado. Talvez eu vá pra capital estudar numa faculdade. Aqui tudo é complicado demais. Estudos, trabalho, família, namorados... tudo!
- Até namorados? Achei que namorar fosse solução.
- Que nada! - Disse ela desanimada. - Até isso aqui é um tédio. Não tem homem nesse lugar.
- Como assim? - Perguntei surpreso.
- Tio, vou ser franca com você. Posso?
- Claro! - Na minha mente eu já pensava um milhão de coisas. Mas deixei ela prosseguir.
- Aqui só tem nego fraco, que não sabe pegar uma mulher e levá-la à loucura. Minha mãe vivia reclamando disso e acho que ela tem razão.
- Por isso sua mãe nunca se casou de novo?
- Casar? Minha mãe? Jamais! Ela não tentaria isso com esses frouxos daqui.

Eu comecei a ficar preocupado com a entonação de voz da guria. Sinceramente acho que era muito despeito da parte dela com os homens de lá. Será que eram tão fracos assim mesmo? Então ela me surpreendeu.

- Tio, pra você ter uma ideia, eles sequer sabem chupar direito. Uns tem nojo! E sexo anal? Nem passa pela cabeça deles.

Claro que eu nem preciso dizer que fiquei de pau duro na mesma hora. Porra, uma ninfetinha de 18 anos, louca pra ser chupada e pra sentir uma tora no cú! Fala sério né!

- Eu não dô conta não viu... - Disse ela em tom triste.
- Mas é assim mesmo Camila. Logo você acha a tampa da sua panela, não apresse as coisas. Você é nova e...
- Tio, esse papo não convence. Por isso que quando o senhor chegou, minha mãe ficou louca. Por isso que ela te arrastou pra trás da casa e fez você gozar na boca dela. Por isso...
- Pera aí Camila, que papo é esse?
- O quê, acha que eu não vi? Eu tava vendo tudo e ela ainda me contou tudo quando chegou em casa.
- Tá brincando né?
- Não tio, sério. Somos assim, nós duas.

Eu fiquei de queixo caído com a situação, era algo completamente fora do normal pra mim. Eu já tinha ouvido muitas histórias sobre cumplicidade entre mãe e filha, principalmente quando moram só e costumam dividir tudo. Mas nunca tinha vivenciado algo assim.

Estávamos agora cercados por árvores por todos os lados. Mangueiras e outras árvores se juntavam, formando uma densa floresta. E depois de tudo o que Camila tinha despejado em cima de mim, era completamente impossível disfarçar a ereção que se formava na minha calça. E Camila notou, tanto que não fez nem questão de disfarçar. Pelo contrário, pousou sua mão delicada em cima da minha coxa e foi subindo em direção ao meu cacete. Ficou alisando o mastro duro, que pulsava dentro da cueca. Eu sem saber como reagir, apenas deixei.

- Hum tio! Sabe que ver minha mãe te chupando daquele jeito ontem me deixou muito excitada? Fiquei louca pra sair dali e me juntar à ela. Já pensou nós duas te chupando?
- Camila, você é doida?! Sua mãe nem pode sonhar com uma coisa dessas.


Sem falar mais nada, Camila foi abrindo o zíper da minha calça e em poucos segundos meu cacete estava do lado de fora. Camila deitou no meu colo e passou a me chupar, mesmo enquanto eu dirigia. Nossa, e que boca quente e molhada. Mas não daria pra continuar a dirigir assim. Entrei no meio do matagal e tentei esconder a caminhonete o máximo possível, entre as árvores. Quando parei, tirei a calça toda e fiquei sentado, quietinho, enquanto a ninfeta safada me chupava gostoso.

Camila sabia bem o que fazia, punhetando e chupando ao mesmo tempo. A saliva escorria pelo pau, melando meu saco e molhando o banco. Eu já não me importava com isso. Camila ficou apenas punhetando o pau babado, olhando pra mim com cara de safada. Dei um delicioso e safado beijo na sua boca e logo ela voltou a mamar na rola.

- Hum tio, que pau gostoso. Mamãe tinha razão. Mas não quero que você goze agora.
- Tá bom Camila, continua...

Camila me chupou ainda por vários minutos, se mostrando tão boa no boquete quanto a sua mãe. Ela abocanhava, engasgava com o membro no fundo da sua garganta. Tirava a boca de uma vez, sem ar e completamente babada. A saliva era espessa, brilhosa e lubrificava o pau direitinho para a punheta gostosa que ela fazia. Mas eu queria experimentar essa delícia também. Desci da caminhonete, abri a porta e a coloquei deitada no meu banco, com as pernas pra fora do carro. Em pé, do lado de fora, eu arranquei a roupa dela toda. Realmente ela puxou a mãe em tudo. Seu corpo era muito parecido, todo durinho, pele morena, linda. Camila ficou com o quadril quase da altura da minha boca. Mas ficou perfeito do jeito que tava. Então caí de boca naquela boceta novinha, chupando tudo. Enfiando a língua fundo, dedilhando seu clitóris. Mordia de leve na parte interna das coxas, socava a língua fundo na grutinha quente. E como eu sabia que a putinha gostava de anal, lambi com muita vontade o seu cuzinho lindo. Lambia, deixando ela louca, gemendo alto. Não demorou e gozou na minha boca, escorrendo do seu mel pela boceta. Continuei chupando aquela boceta novinha, toda lisa e carnuda, fazendo Camila gozar inúmeras vezes.


Puxei Camila de dentro do carro, colando-a em pé na minha frente. Beijei sua nuca e comecei a cochichar no seu ouvido:
- A novinha gosta de foder gostoso é?
- Gosto sim tio, me come gostoso vai.

Enquanto ela falava, eu coloque a cabeça do pau na entrada do seu cuzinho, direto. Como já tinha lambido muito ali, já estaria lubrificado.
- Não tio, no cuzinho assim...

Nem deu tempo dela reclamar. O pau foi entrando dentro dela, enquanto Camila gritava de dor e prazer. Enfiei o pau todo no cuzinho dela e depois fui tirando. Não dei muito tempo e já estava bombando forte no seu rabo. Camila gritava, colocando as mãos no meu peito, me empurrando. Eu a segurava pela cintura, impedindo ela de sair. Logo ela foi cedendo e o que era dor se tornou prazeroso pra ela.

- Tio desgraçado, agora mete em mim, vai. Fode meu cuzinho gostoso! Porque nessa cidade, ninguém faz isso. Anda, mete nessa putinha!

E quando mais ela falava, mais forte eu fodia seu rabinho.

Sentei-me na soleira da porta da caminhonete e mandei Camila vir cavalgar. Obediente, a safada sentou com o cuzinho e rebolou gostoso no meu pau. Ficou algum tempo assim, enquanto eu dava tapas na bunda dela, xingava de puta safada, de cadela, vadia... e quanto mais eu xingava, mais ela fodia. Gozou na minha pica, rebolou, enquanto eu apertava os seios dela. Tava tão gostoso que sem avisar eu gozei no cuzinho dela. Ela sentiu a porra invadir seu cuzinho, rebolando ainda mais no meu pau.


Mesmo depois de gozar, meu pau tava duro como pedra. Era um tesão enorme que eu sentia pela putinha safada. Ela então pegou o pano que cobria o estofamento da caminhonete (que caminhonete de gente antiga não tem isso!), jogou no chão e se pôs de quatro. Ver aquele rabo empinado, me deu um tesão enorme. Me encostei atrás dela e fodi seu cuzinho com muita força, puxando seus cabelos pra trás. E depois meti gostoso na boceta apertada, sedenta por pica. Dei muitos tapas e gozei de novo, só que agora tirei o pau pra fora e lambuzei a bunda dela toda. O leitinho saiu em jatos finos e contínuos, melando parte das suas costas. Que tesão de novinha!


Nos vestimos e depois fomos buscar a tal carne na fazenda. Na fazenda aproveitei pra me limpar um pouco, tentando disfarçar ao máximo o ocorrido. Na volta a putinha foi a viagem toda brincando com meu pau pra fora, masturbando ele lentamente. Chegando perto da casa do tio foi que ela parou. Ainda bem.

Eu ainda permaneci quase uma semana na casa do meu tio e outras coisas interessantes aconteceram. Mas fica pra próxima. Abraços!

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Sobre este texto

WagnerBS

Autor:

Publicação:20 de setembro de 2014 21:11

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Pulando a Cerca

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  • Mad Guy       da silva
    Postado porMad Guyem29 de julho de 2015 22:38
    Mad Guy é um autor no História Erótica

    Mandou bem

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