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O MÉDICO DO MEU MARIDO CONTINUOU CUIDANDO DE MIM

Como narrei na história anterior - O MÉDICO DO MEU MARIDO CUIDOU DE MIM - deixamos uma porta entreaberta para uma nova transa, depois daquela do sábado, dia 9 de março.

E de fato aconteceu. Na 3a. feira à noite, dia 12, ele me ligou quando voltou do trabalho e eu também tinha acabado de chegar, pois como estou sozinha em São Paulo, procuro sair para me distrair, visitar parentes e tal. Mal cheguei, o telefone tocou e era ele. Ainda bem que ainda não tinha mais ninguém em casa e pudemos conversar com calma.

Ele me ligou para me agradecer a noite de sábado, que segundo ele foi maravilhosa e pedir mil desculpas, pois foi um momento de fraqueza, traição ao amigo e a mulher dele e coisa e tal, e que isso não mais iria acontecer já que ele agora nem saberia como encarar meu marido, pois acha que perdeu uma amizade de quase 20 anos.

Reiterou que ficou muito surpreso por saber que eu já transava e dava para outros, principalmente com o consentimento do marido, pois nunca, sequer em pensamento, havia imaginado isso, tamanha a discrição que sempre mantivemos.

Falei que eu é que tinha errado porque havia provocado muito ele mas foi só porque estava com muito tesão, não me arrependia e que havia adorado a noite. Satisfiz a mim, ao marido e a ele, com certeza. Nunca tinha feito isso com nenhum conhecido ou amigo, mas que confiava nele e sabia que isso não ia vazar para ninguém. Disse que até estaria pronta para uma outra vez, como no domingo quando ele foi embora, somente se ele quisesse, apesar de que nunca tinha repetido uma transa com ninguém e as coisas nunca haviam acontecido assim, principalmente na minha casa.

Sobre o marido, disse que havia contado e que ele ficara muito feliz, por ter satisfeito a minha vontade e o tesão dele com um amigo que ele gosta muito. Tanto por conhecer o caráter como pela segurança, tendo sido muito melhor assim do que se eu tivesse dado para qualquer outro desconhecido fora, correndo até riscos.

Comentei que meu marido gostou também porque poderia haver riscos de dar para um estranho. Com ele, pela primeira vez na vida, talvez por conhecer a ele, a mulher, filho a família, eu tinha sido comida sem camisinha, tamanho o tesão e a ansiedade e expectativa que eu estava sentindo, podendo ter o prazer de outro homem gozar dentro de mim desde que casei. Disse-lhe que foi maravilhoso sentir as gozadas dele dentro de mim.

Contei a ele que eu só tinha uma certeza naquela noite quando o vi sozinho. Queria dar. Teria sido para ele ou para qualquer outro, pois assim que eu o vi lembrei que há muito tempo, numa das nossas transas, o marido uma vez me disse que podia dar para ele se quisesse. Eu fiquei com tanto, mas tanto tesão, de repente, que teria trepado com qualquer um que aparecesse, porque minha buceta estava pegando fogo, assim do nada, se ele não tivesse me comido gostoso daquele jeito. Contei isso e ele parece que se assustou mais ainda. Como ? Nas transas voces me imaginavam ?

Também falei que fiquei constrangida pela mulher dele e que estava e me sentia na mesma situação, porque somos amigas de longa data. Mas completei dizendo que, como o meu marido pensa: depois que deu, já está dado; lavou está novo de novo. Só a buceta é que sente a pica e que os olhos não vêem o coração também não sente. A não ser que você conte, mas aí o que dói é o chifre. rs rs rs. Ele riu muito.

Perguntei se ele sempre ia lá ou em algum outro lugar sozinho, porque nunca achei que ele fosse disso e, além do mais, onde estávamos não é lugar de paquera ou coisa assim, muito ao contrário. É bem familiar. Me falou que havia saído do plantão e só havia parado porque achou que o pessoal do hospital estivesse lá, pois todos já tinham saído e ele tinha ouvido eles conversarem sobre ir tomar caipirinha de lá, que ele também acha uma delícia. No fim, ele me disse rindo muito, não bebeu nada mas comeu muito. rs rs rs rs

Ficamos jogando conversa fora sobre a minha situação, de dar para outro, do meu marido gostar e ele me disse que tem o mesmo tesão de ver a mulher dele dando (acha que isso é fetiche de todo homem casado mas que precisa ter muita coragem para isso, como a do meu marido). Nas poucas vezes que falou disso com a mulher dele foi um auê danado, porque ela se sentiu ofendida por ele, que a estaria chamando de vagabunda, que ela não queria outro macho e tal.

Mas ele tem certeza de que ela alguma ou algumas vezes já deu dentro do hospital onde trabalha, pois conta casos de amigas que durante a noite se trancam com médicos e enfermeiros até mesmo no centro cirúrgico quando não está ocupado. Até porque ele sabe e conhece o médico que comeu ela durante muito tempo na Faculdade de Medicina onde estudaram e hoje são colegas de trabalho, por vezes tirando o mesmo plantão ou de dia ou de noite. Já até mesmo testou a buceta dela quando chega do trabalho, para ver se está larga, molhada e tal, e por isso garante que também acha que foi corneado.

Papo vai papo vem, começamos a rir do acontecido e chegamos a conclusão de que havia sido tão bom, mas tão bom, que merecíamos repetir. Como a mulher dele só chegava na 5a feira de manhã e meu marido na 6a. de manhã, como contado anteriormente, marcamos de passar uma horas da tarde juntos num motel, na 4a. feira, porque em casa não ia dar pois poderia chegar alguém.

Mal desliguei o telefone chamei meu marido (acordei-o por causa do fuso horário) e avisei do encontro. Ficou tão animado que até propôs de, se eu quiser, podermos ir os três num motel, juntos, já que nunca fizemos assim, a não ser em casa de swing. Disse que iria ser muito bom me ver sendo comida e me comer num local tranquilo, sossegado. Mas, isso é para outros tempos. Vamos ver.

Na 4a. feira, às 14 horas ele me pegou num estacionamento de shopping, onde deixei meu carro, e fomos para um Motel maravilhoso que eu e meu marido frequentamos às vezes, na Saúde.



Lá chegamos e eu nem tive tempo de sair do carro, porque ele meteu a mão na minha buceta, eu já sem calcinha, me alisou, alisou, colocou a pica para fora da calça, me colocou de quatro no banco do passageiro e ali mesmo eu já fui comida, levando pica por vários minutos. Disse que era para eu começar já levando uma diferente para não esquecer dele.



Sem gozarmos, paramos, subimos para a suíte e quando mal me virei ele já estava nuzinho, com a pica ainda dura, me agarrando por trás e me jogando na cama, onde de quatro acabei de levar mais pica na buceta, até gozarmos juntos. E que pica. Sentia as bolas dele baterem na minha bunda, com força, com ele me puxando de encontro a ele. Tirou de dentro de mim, me deitou e veio por cima me cobrindo beijos, me chupando os peitos, me acariciando.



Relaxamos, ele pediu um vinho - que eu não bebi, mas que ele sorveu com gosto, tomamos um bom banho juntos, com ele me ensaboando todinha, me alisando o grelinho, enfiando dedo na minha buceta e ora passando o dedo pelo meu cuzinho para me excitar.



Nos secamos, fomos para a cama de novo, peguei o pinto dele, ainda mole e comecei a passar a língua na cabeça, até deixá-lo durinho de novo. Ele me implorava para chupar a pica dele mas me fiz de durona até que começamos um maravilhoso sessenta e nove, quando ele me fez gozar muito sugando todo o meu gozo e eu também fiz ele gozar. Enfiava aquele pinto na boca, até quase a garganta, chupei até quase ele gozar (nunca tinha colocado nenhuma pica na boca, a não ser a do meu marido) e terminei o serviço tocando-lhe uma maravilhosa punhenta.



Ele precisava ir embora trabalhar mas antes de sairmos, ainda fui comida mais uma vez por ele, apesar de que o pau já não tão rígido como no começo. Ainda, assim, me deitei de pernas abertas, ele veio de boca na minha buceta e em seguida me comeu no clássico papai e mamãe. Acho que por já ter gozado duas vezes, ele demorou muito a gozar de novo e por isso ficou longo tempo de bombando, o que me fez gozar duas vezes seguidas antes dele me encher de porra outra vez



Nos arrumamos, fomos embora e ele disse que depois dessa experiência, vai fazer tudo o que for possível para que a mulher dele também adote meu pensamento, me pedindo até para ir dandos uns toques nela a fim de que ele possa também se realizar como eu e meu marido. Vai começar falando a ela para deixar a buceta sempre raspadinha e lisinha, como a minha, pois ficou encantado, maravilhado - e com muito tesão nela.



Não marcamos nenhum outro encontro nem outra trepada, até porque não sei se vou dar para ele de novo. Não quero nada fixo - eu já tenho em casa - mas vou conversar com o maridão para então decidirmos até onde podemos ir. Só sei que mesmo que eu convença a mulher dele para algo, nada será juntos, pois morro de ciúmes do meu marido e não que vê-lo comendo ninguém. Menos ainda na minha frente.



Mas isso, veremos depois.



waleuza

Sobre este texto

waleuza

Autor:

Publicação:18 de março de 2013 12:59

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Swingers

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Este texto foi lido 11 vezes desde sua publicação em 18/03/2013. Dados do Google Analytics

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