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Roberta de A a Z - Mergulho no abismo

Roberta de A a Z - Mergulhando no abismo

Roberta, tem 14 anos, 1,60 metro e pesa 60 quilos, bem distribuídos em um corpo que chama a atenção pela formosura. Extremamente inocente e reservada, procura esconder seus atributo físicos, usando roupas folgadas, tentando não chamar a atenção, por pura timidez. Sua família é bem pequena, só ela, a mãe, Vera e seu irmão Ricardo. Dona Vera é viúva, tem 48 anos e o irmão 28. Proprietários de uma grande fábrica de sapatos, que herdaram do pai. Vera adora administrar os negócios da família, mas Ricardo, não quer assumir nenhum cargo na fábrica. Ele se formou em engenharia eletrônica e conseguiu emprego em uma empresa do ramo. Após de 3 anos, graças a sua inteligência e capacidade, se tornou gerente geral. Foi obrigado a morar na capital e com isso Roberta perdeu seu grande e único amigo, confidente e companheiro, muito mais que apenas um irmão. Ele sempre a levava e trazia do colégio e da escola de dança, pois. Ricardo estudava à noite e durante o dia fazia alguns “bicos” ajudando a mãe, no escritório. Apesar de ser 14 anos mais velho que Roberta, eles se divertiam muito e estavam sempre juntos, isso quando suas namoradinhas não “enchiam o saco”. Ricardo a recheava de beijos e abraços e quando ela, nas brincadeiras, o empurrava e lhe dava pequenos tapas, ele a prendia sentado sobre ela. A menina se divertia muito e fingia que mordia os braços dele. Ele a chamava de cachorrinha feroz e se divertia com os “protestos” dela e só por diversão a deixava imobilizada por muito tempo, sentado sobre sua barriga. Ela ama profundamente o irmão e tem muitos ciúmes dele e, quando ele foi embora, chorou muito e queria ir junto. Só a muito custo Vera e Ricardo a persuadiram que isso seria impossível.
Agora ele está longe, mas ainda continua solteiro e ela gosto muito disso. No fim de ano, sua mãe permitiu que ela ficasse algumas semanas, lá na capital, na casa do irmão, aproveitando que ele também iria tirar férias. Roberta está eufórica e não vê a hora de viajar. Ele prometeu que eles iriam fazer muitos passeios juntos e que lhe daria muitos presentes. No dia da viagem, a mãe a levou até a rodoviária e fez um montão de recomendações. Embarcou no ônibus tão alegre, que ria para todo mundo. Muitos horas de estrada e ela acostumada ao conforto de sua caminha e muito cansada, não conseguia repousar, só tirava pequenos cochilos na poltrona, meio que deitada. O senhor na poltrona ao lado, um pouco acima de peso, se apresentou: Meu nome é Marcelo e tenho 64 anos. Muito simpático e falante, logo cativou a confiança da menina. Na verdade ele estava encantado com a beleza da jovenzinha e nas conversas, logo percebeu a candura e a inocência da menina. Não tirava o olhos dos lábios carnudos dela e do volume dos seios, sob a blusa. A viagem seria bem longa e neste momento, o nefasto e astucioso sujeito, resolveu tirar proveito da ingenuidade dela e provar um pouco das delícias escondidas sob suas roupas. Era necessário primeiro obter a inteira confiança, para depois encurralar a menininha e fazê-la cair em seus braços. Homem vivido e com grande experiência na arte de seduzir as pessoas, principalmente as mulheres, sabia que ela não teria condições de lhe resistir. Fazia muito frio e Marelo lhe ofereceu o seu cobertor. Ela aceitou de bom grado, mas ele continuou a se cobrir com o mesmo cobertor. A princípio estranhou um pouco, mas ele foi tão gentil que ela resolveu não falar nada e, ali ficaram cara a cara, inclinados na poltrona-leito. Ele não parava de falar, contando casos de suas inúmeras viagens e curiosas aventuras. Ela ficou empolgada, pois pela primeira vez, um adulto conversava com ela como se fosse outro adulto. Suas narrativas eram interessantes e ela ficou curiosa e pedia que ele continuasse. Sentia que se estabelecia uma sólida amizade entre eles. Mas o frio aumentava muito e ela apesar de estar debaixo da coberta, tremia com a baixa temperatura e, ele notando isso a puxou, delicadamente, para junto do seu peito: - Venha Roberta, fique bem apertadinha comigo, pois o calor de nossos corpos vai nos esquentar. Ela, confiante, permitiu que ele ficasse bem junto do meu corpo. Ele a abraçava pela cintura e ela repousou a cabeça em seu ombro. Ele continuava a conversar, mas agora em tom bem baixo. Ela se sentiu confiante em estar assim tão próxima dele e um conforto, misto de calor agradável, foi invadindo seu corpo, tendo as mesmas sensações que o irmão lhe causava.
Adormeceu, mas de repente foi bruscamente acordada por um violento sacolejo do ônibus e por uma freada forte do veículo. Seu coração foi a mil e gritou sobressaltada. O senhor Marcelo, que ainda continuava a abraçando, procurou acalmá-la, contrariado pelo inesperado, pois já tinha conseguido desabotoar a blusa da jovem e suas mãos, já passeavam pelas macias coxas, quase atingindo a calcinha: - Fique calma, minha menina, estamos todos bem, foi uma barreira que despencou morro abaixo e broqueou a estrada. Ainda bem que o motorista teve tempo de brecar, senão nós estaríamos sob toneladas de terra e pedras: - E Agora senhor Marcelo, como vamos fazer? - Eu vou falar com o motorista, fique aí bem quietinha, que eu já volto. Roberta notou que sua blusa estava aberta e que a saia, completamente levantada, deixava as coxas descobertas, mas levou à conta do ocorrido, nunca imaginando que isto era obra do velho canalha. Uma chuva muito forte, inundava a estrada, despencando dos paredões, ela ficou alarmada e o medo tomou conta de seu coração. Depois de uns 15 minutos, em que diversos passageiros conversaram com o motorista, o senhor Marcelo voltou, totalmente encharcado pela chuva: - Sua fisionomia demonstrava grande aborrecimento e ela logo antecipou o pior: - olhe só, Roberta, não vamos poder ficar aqui dentro do ônibus, pois ele corre o risco de ser levado pela enchente que está se formando no rio logo abaixo. – Vamos ter de caminhar e seguirmos por uma trilha, até chegar a um pequeno posto de abastecimento de caminhões cargueiros. Lá parece que tem alguns alojamentos que poderá nos proteger desta maldita chuva. Infelizmente nem as malas puderam levar, pois na posição em que o ônibus ficou, meio tombado de lado, encostado na ribanceira, não permitia abrir o porta-bagagem direito, só alguns poucos passageiros conseguiram levar algumas malas. Mas a caminhada pela trilha, escura e escorregadia, dificultava em muito a marcha. Roberta e o senhor Marcelo, totalmente ensopados seguiam com muita dificuldade, ela com o apoio dele, tremendo de frio e olhando para os lados, assustada com a escuridão, pedia proteção aos céus. Quase uma hora depois, chegaram ao tal posto. Roberta, nesta alguma, estava quase que carregada por Marcelo, seus lábios roxos de frios, deixavam entrever seus dentes que vibravam uns contra os outros sem controle. Foram atendidos pelos donos do posto, marido e mulher, e por um casal empregados, que informados da situação, logo se apressaram em colaborar com os acidentados. Penalizados com o estado lastimável da pequena Roberta, logo lhe deram uma pequena toalha, para ela se secar, uma vez que roupas, nem pensar. Prepararam caldeirões de um caldo, bem quente, que foi servido a todos os passageiros. Roberta e o senhor Marcelo, ficaram sentados em uma pequena mesa, nos fundos do salão e, ela já bem mais calma, agradecia efusivamente ao Marcelo, por sua ajuda, pois sozinha, ela não conseguiriam chegar até ali. Estava com suas roupinhas totalmente molhadas sobre o corpo e mesmo agora, depois do caldo quente, estava se sentindo gelada. Ele ardilosamente e já pensando em tirar proveito da situação, foi até o balcão de atendimento e dialogou com o dono do local, oferecendo uma gorda quantia em dinheiro, para que conseguisse uma cabine, onde eles pudessem passar a noite e se possível tomar um banho. O dono ponderou que todos os alojamentos estavam tomados, pois os caminhoneiros, em virtude da chuva, resolveram pernoitar ali, mas que iria verificar com a sua mulher, o que poderia ser feito. Ele, de olho, na enorme quantia que iria receber, foi até a esposa:- Olhe, mulher, aquele senhor lá no canto, vai nos dar um dinheirão se conseguirmos um local para dormir mais a filha: - Vamos ceder aquele quartinho lá dos fundos, onde nosso filho costuma dormir, quando vem nos visitar. Só tem uma cama, mas como é pai e filha, não tem problema. A proprietária foi até a mesa de Roberta e Marcelo e pediu que eles a acompanhassem, pois tinha conseguido um lugar para eles pernoitarem. A menina ficou radiante, pois sua vontade era tirar a roupa molhada, tomar um banho e cair em uma cama bem gostosa. Mas quando entraram no tal quarto, ela ficou decepcionada e aflita, pois o pequeno quartinho, só tinha uma cama e muito mal iluminado. O banheiro, era um cubículo minúsculo, com um chuveiro sem nenhum tipo de aquecimento. A mulher foi embora, depois de cobrar a quantia oferecida e, Marcelo fechou a porta e ficou olhando para Roberta, já antevendo a posse da menina. Ela agora estava apreensiva, pois afinal de contas, estava em um quarto, em um local à beira de estrada, junto com um homem, que a poucas horas nem conhecia, e o pior de tudo era que o quarto só tinha uma cama. Roberta ficou estática, não sabia como agir naquela situação, mas Marcelo percebendo o embaraço da menina, tomou a iniciativa:- Olhe, garota, sei que você está preocupada por estar neste quarto junto comigo, mas não se preocupes. Eu vou até o restaurante, comprar alguma coisa bem quente para nós e você vai tomar um banho e se deitar, eu vou dormir na poltrona: – Não tenhas nenhuma preocupação, pois eu tenho idade para ser o teu avô. Roberta, tão abatida estava, que aceitou as palavras dele, agradecida pela atenciosa atitude de Marcelo. No banheiro, tirou toda a roupa e procurou torcer o mais que pode todas as peças, desde sua calcinha e o soutien, depois pendurou tudo, saia, blusa calcinha e soutien num pequeno cabide, atrás da porta. Totalmente nua entrou no chuveiro e só então notou que teria de tomar banho frio. Foi um desespero, pois a água estava muito gelada e seu banho foi muito superficial. Se secou com a pequena toalha e quando retornou ao quarto, se deparou com um pequeno problema; ela teria de dormir completamente pelada, pois não tinha outra maneira de cobrir sua nudez. Nervosa, entrou por baixo do pequeno e desgastado cobertor e ficou com apenas o rostinho de fora, com o corpo gelado, aguardando a volta do Senhor Marcelo. Quando ele entrou no quarto, trazia algumas coisas que ela não pode perceber o que era. Uma grande bacia de alumínio e dois litros de álcool e uma garrafa de licor e dois copos, era tudo que ele tinha levado para o quarto: - Roberta, eu vou derramar o álcool na bacia e atear fogo, isto vai esquentar este quartinho, pois aqui faz muito frio. Comprei este licor, feito aqui na região, ele é muito gostoso e logo, logo, vai nos esquentar por dentro. A menina, sorriu agradecida e preocupada, pois não tinha como pagar por nada, pois na pressa de sair do ônibus, deixou sua bolsa lá. Marcelo, apenas sorriu e replicou: - Minha boneca, não necessitas se preocupar com as despesas, pois tudo corre por minha conta, afinal não é todo dia que tenho a sorte de ter a companhia de tão linda adolescente, ainda mais ficando no mesmo quarto. Roberta apenas riu, sem captar as reais intenções dele, pois inocente e confiante como era, não tinha razões para duvidar de tão gentil senhor. Ele logo encheu os dois copos com o licor e ofereceu um a garota, no qual, sem ela perceber, despejou todo o conteúdo de um pequeno frasco, um tipo de pó efervescente, que logo se dissolveu na bebida. Ela bebeu um pequeno gole e achou delicioso o sabor, sem saber que estava, neste exato momento, dando um “mergulho no abismo”, que mudaria todo o seu modo de ver o mundo. Com efeito o velho estava ministrando à adolescente um poderoso estimulante sexual, que dissolvido na bebida, incitaria todos os sentidos da garota, a deixando vulnerável às suas investidas: - que coisa mais gostosa, Senhor Marcelo! Ele sentou na beira da cama, ao seu lado e continuaram a beber. Marcelo, se lembrou que no ônibus ela tinha adorado as suas aventuras, e reiniciou a contar. O álcool a queimar, foi trazendo ao quarto um calor agradável e ela saboreando o licor, foi ficando meia tontinha, pois nunca em sua vida, tinha ingerido bebida alcoólica. Quando sorveu todo o conteúdo, sentindo um formigamento gostoso por todo o corpo, ele imediatamente, encheu o copo novamente, a garota quis recusar, mas ele, insistente: - Não Roberta, você necessita beber bastante, pois este licor vai lhe fazer muito bem e evitar que fiques resfriada. A jovem continuou a beber e Marcelo a narrar suas aventuras, mas agora seus contos começaram a ficar picantes. Ele descrevia como tinha possuída uma sua amiga e narrava com detalhes todo o ato sexual. Roberta, agora, sob o forte efeito da bebida e do estimulante, estava extasiada ouvindo com muita atenção. Ela não estava se sentindo ofendida com a picante narrativa, ao contrário, estava possuída por um estranho êxtase ao ouvi-lo. Aos poucos, ela que estava deitada, toda coberta, ficou sentada, arrebatada pela história e, nem notou que o cobertor escorregou e agora ela estava com os magníficos seios à amostra. Marcelo se aproximou mais e agora ele falava à jovem, com os rostos bem juntinhos e ele caprichava nos detalhes sórdidos. Ela com os olhos fixos nos dele, ouvia atentamente. Marcelo enquanto falava, começou a alisar os cabelos, depois foi para o rosto. Suas mãos passeavam por toda a face da jovem, fazendo carinhos em suas orelhas e lábios. Ela estava gostando destes carinhos, nunca tinha sentido nada igual e quando ele desceu para os ombros e atingiu os seios dela. Roberta se sentiu nas nuvens, que coisa mais gostosa! Nem notou que agora estava deitada, enquanto ele acariciava seus mamilos, prendendo-os entre seus dedos e dando leves puxões. A boca de Marcelo iniciou a mamar no seios dela. Roberta possuída dominada por um prazer inteiramente novo, que não pode resistir, inicia a soltar gemidinhos de gozo. Marcelo, sabendo que ela não tem mais nenhuma condição de se opor a ele, foi descendo sua boca, lambendo e chupando todo o ventre da inocente virgem, até chegar ao seu recanto mais íntimo e sensível, jamais visitado por terceiros. Roberta geme alto, ao sentir o contato da boca sedenta em sua bucetinha, e se entrega totalmente ao intenso desejo. Ela experimenta orgasmos avassaladores, tão intensos, que se sente desfalecer. Ele, incansável e possuído por enorme tara por usar o delicioso corpinho virgem da garota, enfia o dedo em sua vagina, até alcançar o hímen ainda intato, ela sente dor e, ele cessa a entrada, sem romper o selinho dela, levado pelos tímidos protestos, que mesmo sob os efeitos do estimulante e do álcool ingerido e pelo prazer que está a sentir, sabe institivamente que deve proteger aquele seu último baluarte de virgindade, sabendo que ele está passando dos limites. Ela se mexe na cama, parecendo uma cobrinha, mas a boca do velho, continua colada em seus lábios vaginais, agora sugando violentamente o pequeno e protuberante clitóris. Roberta, novamente é levada a novos orgasmos, que se multiplicam, dominando todo o seu ser, toda a sua alma e, sente que ele poderá fazer com ela o que bem entender, pois agora, ela o quer também, como uma femea no cio. Roberta, durante o restante da noite, esteve sob o domínio de Marcelo, inteiramente submissa as taras dele. Foi obrigada a dar um “mergulho no abismo”, do prazer e da luxuria, até então inteiramente desconhecido para a garotinha inocente e pura. Desperta, já no meio da manhã inteiramente exausta e, sente que o senhor Marcelo, inteiramente nú, a abraça por trás, com o grosso volume do pênis no meio de suas coxas. Ele dorme profundamente, a segurando pela cintura, ela se mexe tentando sair dele, mas os braços que a envolvem, continuam a abraçá-la firmemente. Sente aquele negócio invadir sua bunda, com a cabeça encostada em sua buceta. De tanto se mexer, o pênis desperta e se dilata no meio das coxas. Roberta percebe que a grossa cabeça se encaixa no meio dos grandes lábios. Ela fica bem quietinha, sentindo que está a ficar excitada, novamente. Agora nem a desculpa de estar bêbada ela pode invocar, pois está sóbria. Um turbilhão de emoções povoa sua cabecinha, sabe que está agindo contra todos os seus princípios de moral, que está traindo a confiança de sua mãe e de seu irmão. Tenta se conter, de resistir, mas o chamado da carne é mais forte e ela sucumbi. Aos poucos, tentando não despertar Marcelo, ela levanta a coxa direita e desce com sua mãozinha até tocar o corpo do pau dele, o envolvendo completamente com os dedos. Alucinada pelo fascínio do prazer, ela fricciona o pênis em sua vagina, fazendo movimentos laterais e de cima para baixo e, aí o inevitável acontece, ela sofre os efeitos de um violento orgasmo e cerra as coxas fortemente, aprisionando o pênis entre suas coxas, gemendo de prazer. Leva um tremendo susto, quando Marcelo, cochicha em seu ouvido: - Gostou minha linda, de gozar no meu pau? Ela, inocente, pensava que o velho ainda estava dormindo. Ele insistente, volta a formular a pergunta e a menina, ainda sob os efeitos do gozo, responde: - Sim...sim... gostei muito! Neste momento alguém bate à porta: - Senhor Marcelo! Por favor, venha aqui fora. Temos novidades a respeito do seu ônibus! Ele rapidamente salta da cama, se veste e vai atender ao chamado. Roberta fica deitada, sem nenhuma ação. Depois de muitos minutos, Marcelo retorna, se senta na cama e diz para a menina: - Roberta, tenho duas notícias, uma boa e outra má. Qual você quer ouvir primeiro? Roberta, apática, sacode os ombros, não demonstrando interesse no assunto, ela só pensa nas formidáveis sensações que sentiu nas últimas horas, nada mais tem importância. Ele se inclina sobre ela e a beija longa e sensualmente, sendo correspondido, com igual ardor e, ela pede languidamente: - Faz amor comigo novamente, faz! Marcelo, encantado com o inusitado do pedido, rapidamente tira a roupa e se deita por cima da garota. O contraste é gritante, o enorme corpo de Marcelo, cobre por completo a pequena e frágil garota, a esmagando com o seu peso. Durante muitas horas, eles se amam alucinadamente, sem nenhum freio e, só no meio da tarde, exaustos, eles relaxam. Para Roberta, nada mais importa na vida, a não estes momentos de prazer, que ela não consegue frear. Cabe à Marcelo, fazer com que ela volte à realidade: - Minha querida, eu por mim, ficaria com você o dia todo, fazendo carinhos e te fazendo gozar intensamente, mas isto não é possível, pois nosso ônibus foi libertado e rebocado até aqui e está pronto para seguir viagem. Esta é a boa notícia, a má é que teremos que esperar que as duas pontes que desabaram, com o temporal, sejam consertadas e isto deve demorar uns três dias. Você deve ligar para a tua família, para os tranquilizar e avisar que esta tudo bem e alojada num posto, por conta da empresa, junto com todos os outros passageiros. Agora, eu vou trazer as nossas malas, vamos tomar banho, nos vestirmos e dar um pulinho até o restaurante, pois afinal de contas, desde ontem à noite, não comemos nada. Bem mais tarde, depois de alimentada, Roberta está sentada, sozinha, no varandão externo do restaurante. Ela não quis retornar ao quarto, contrariando o pedido de Marcelo. Algumas pessoas se aproximam, passageiros com certeza, e tentam animar a menina, pois notam que ela está muito quieta e demonstra grande abatimento. Imaginam que a pobre mocinha está assim, pela situação em que estão. Mas não é este o motivo de Roberta, na verdade ela está profundamente envergonhada e acabrunhada com tudo que aconteceu com ela e Marcelo. Pensa na mãe e no irmão e em como eles a consideram como uma garotinha inocente e imaculada, incapaz de agir de forma tão irresponsável, eles tem certeza da inocência dela, incapaz de agir com malícia. No entanto, ali estava ela, deixando que um homem, um velho, completamente desconhecido, possuísse seu corpo e o pior de tudo é que ela tinha permitido e até o incentivado. A força do desejo sexual que tomou conta de todo o seu ser, foi demasiado forte, alucinante e ela não teve forças para resistir a este chamado. Em sua cabecinha, revia as cenas com Marcelo, chupando a sua bucetinha e mordendo seu clitóris, relembrava o intenso gozo e os orgasmos que sofreu. Com estas lembranças, a jovem se sentiu estimulada e percebeu umidade em sua vagina e, como um zumbi, sem vontade própria, se levantou e se retornou ao quarto, onde Marcelo a esperava, sucumbindo ao chamado da carne. Durante os três dias, de estadia forçada, Roberta se submeteu a todas as taras de Marcelo e, como uma escrava sexual, deu um “mergulho no abismo” do mundo do prazer sem limites, incondicional a qualquer freio. O Velho, agora, a queria por inteiro, não se satisfazia somente em chupar e morder a bucetinha. Ela sabia por instinto, que ele desejava sua bucetinha, tirando sua virgindade. Roberta, resistiu bravamente, mas aos poucos vencida pela força superior e pelo intenso gozo, capitulou e se entregou sem reservas. Marcelo aponta a cabeça do membro em meio àquela buceta virgem e força a entrada. – Fique calma, minha gostosa, vai doer um pouco, mas depois você vai gostar. Roberta, ainda tem forças para implorar: - Vai devagar, por favor. Mas ele a penetra profundamente, sem nenhum cuidado e ela geme alto, a princípio pela dor, mas depois é invadida pelo delírio do prazer. Marcelo a invade, apreciando cada centímetro daquela grutinha apertada que o seu membro rompe. Ele arregaça a adolescente, que sente sua estranhas arder em brasas. O velho, em desatino, geme alto: - Menina, você é gostosa demais, esta bucetinha foi feita para ser fodida! Ele é implacável e continua por muito tempo a possuir a jovem, que grita, agora em gozo sem limites, em orgasmos avassaladores. Marcelo não se contém, e goza freneticamente, com tanta força que jorra esperma para fora da buceta, devassada pelo seu grande membro. Roberta quase desfalece, pois apesar da dor, goza demais. Ela fica imóvel sobre a cama, e ele sobre seu corpinho, e ficam assim, durante muito tempo, ele ainda todo dentro dela. Durante a madrugada, Roberta acorda, deitada de bruços, com as coxas abertas e Marcelo, com a boca enfiada entre elas. A língua sedenta penetrando o seu orifício anal. Ela tenta afastá-lo, mas ele está deitado sobre ela e o seu peso a imobiliza. Sente o pênis pressionando suas costas. Ele chupa e beija o cuzinho da menina e, mais uma vez ela se entrega ao prazer, afastando suas pernas e empinando a bunda, para facilitar o acesso ao seu ânus. Ele se vira muito rápido, continuando deitado sobre dela. Agora é a cabeçorra que no meio das nádegas polpudas, força a entrada no buraquinho apertado. Roberta se apavora, quer fugir, mas tudo é inútil. Ele deitado entre suas pernas escancaradas e com as mãos pressionando seus seios, vai pouco a pouco penetrando seu cuzinho. A dor é enorme, ela grita e pede para ele parar. O velho age com violência, sem nenhuma pena do sofrimento da menina. Seu braço direito envolve a garganta enquanto a mão esquerda tapa, rudemente seus lábios. A força empregada é tanta que a garota, se sente sufocar, mas ele continua, como um louco, a penetrá-la, apreciando cada centímetro de seu membro, entrando no orifício apertado que o seu pênis viola. Ela não consegue respirar e com o excesso de dor, perde os sentidos. Mesmo assim ele continua a possuir a menina, agora livre das suas tentativas de se livrar.
Durante todo o tempo em que estiveram retidos, Marcelo possuiu o corpo de Roberta, por muitas e muitas vezes e, ela sem forças para se opor, se deixava estuprar, como uma escrava sexual. Agora, a apenas poucas horas de chegar à rodoviária, onde seu irmão a esperava, ela trazia em seu corpinho e em sua alma, todas as marcas da perversão sexual do Senhor Marcelo. Ela que saiu de sua cidade virgem e cheia de vida, agora era uma pessoa triste e abatida, que foi levada a conhecer, de forma tão covarde, os prazeres da carne. O diabólico Senhor Marcelo, inteiramente satisfeito em suas taras, parecendo caçoar do sofrimento da menina, afundou ainda mais o ânimo da menina: - Roberta, você foi a coisinha mais gostosa que até hoje, em meus longos anos de vida, tive o prazer de comer. Sua buceta e seu cuzinho me deixaram malucos e eu, no futuro, quero ter o prazer de tê-los em meu pau novamente. A garota, indignada, com a torpeza e grosseria de tais palavras, apenas o encarou: - Nunca mais, nunca mais! Você se aproveitou de mim, da situação e, eu como uma tola... Meu Deus, como eu fui burra! Eu só tenho 14 anos, você me deflorou! Eu vou contar tudo para o meu irmão e você será preso... seu velho tarado!
- Não, minha linda, não vais contar nada para ninguém, pois você gostou de tudo que eu fiz com você e eu posso provar que você se ofereceu e colaborou com tudo! Podes ter a certeza, que vamos repetir tudo novamente e, que você vai gostar de me ter novamente! Eu sei como te encontrar e contato com você, podes ficar à espera.
Roberta, inocente e fraca, acreditou nas palavras enganosas dele, se acovardou e, resolveu ficar calada. Não sabia que teria coragem de encarar o irmão, mas o certo é que teria de fazê-lo e tentaria encerrar no fundo de sua alma, toda e qualquer lembrança de suas dolorosas aventuras com o senhor Marcelo.
Na chegada à rodoviário, o velho se apressou a saltar e buscar suas malas e viu quando a menina se atirou nos braços do irmão, chorando desesperadamente: - Nossa! Se ela conta ao irmão eu estou perdido! Ele é um verdadeiro touro, deve ter mais de 1,90 m. Satírico, pode observar o olhar sofrido da jovem, sobre o ombro do homenzarrão e, lhe atirou um beijo debochado com os lábios e, se afastou, para sempre da vida da jovem. Assim pensava ela.

FIM

A saga de Roberta, continua em um novo conto: Roberta de A a Z - Segunda parte – Meu irmão querido

Sobre este texto

Waly2

Autor:

Publicação:16 de outubro de 2013 15:31

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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