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VIVÍANE E O QUARTETO DIABÓLICO – parte 2

VIVÍANE E O QUARTETO DIABÓLICO – parte 2
VIVIANE E O QUARTETO DIABÓLICO – parte 2

Viviane, tinha enterrado definitivamente, no fundo de sua mente, toda a terrível experiência de seu sequestro, em passado recente. Ela, Bruna e Raquel, mais do que nunca se tornaram amigas íntimas e agora só frequentavam o shopping center juntas, pois ficaram com medo de irem sozinhas. Bruna era um ano mais nova que Viví e Raquel só tinha quatorze aninhos, mas isso só fazia aumentar os laços de amizades entre elas. Vivi tinha ciência de que tinha sido raptada e devolvida ao seio da família, muito ferida, os detalhes do ocorrido não lhe foram revelados.
Numa bela manhã de uma quarta-feira, aproveitando as féria escolares, o trio circula alegremente pelo shopping e sempre muito comunicativas travam amizades com alguns jovens. Eles são bem mais velhos, são alegres e divertidos. Se apresentam como moradores de São Paulo e que estão curtindo as férias em Brasília. São dois casais de namorados. As meninas ficam cativadas pela simpatia deles e quando solicitam que elas lhes apresentem os pontos turísticos da Capital, as garotas aceitam sem pestanejar. Fica combinado que nos próximos três dias, eles se encontrem no shopping para iniciarem o passeio por Brasília. Os dois casais fazem uso de uma camionete, com cabine fechada para circularem pela cidade. Fica meio apertado, para sete pessoais, mas tudo e alegria e as três jovens levam na esportiva. Tudo transcorre tranquilamente e na manhã de domingo, a amizade entre eles estão consolidada. Está na hora dos casais retornarem à sua cidade e gratos pela ajuda das mocinhas, eles fazem questão de oferecerem um lanche de despedida para elas. Meninas, nós estamos hospedados em uma bela casa, nos arredores da cidade. Fica a uns vinte minuto daqui e preparamos uma bela surpresa, pois vocês merecem. As moças aceitam, mas informam que deverão estar de volta antes das 18 horas.
A casa é muito grande e bem isolada. Em uma mesa central, na sala, está organizada um bem montado lanche, com muitas guloseimas. Viví, Raquel e Bruna se fartam com tudo e lamentam que eles tenham de ir embora, pois elas simpatizaram muito com eles, principalmente Viví, que não sabe o porquê sente uma estranha atração pelo quarteto. Depois de comerem e beberem refrigerantes. As meninas são levadas para uma outra sala, onde um belíssimo som se faz ouvir. Elas ficam encantadas com o aconchego do lugar, onde reina um clima agradável a meia luz, pois as janelas estão fechadas. Lá eles oferecem uísque para o trio, mas elas recusam, pois ainda não bebem nada com álcool. Eles insistem: - Então vamos fazer o seguinte, um pouquinho de uísque e muito guaraná com gelo, vai ficar gostoso e vocês não vão sentir que é uísque. Elas aceitam beber a mistura e gostam muito Os dois casais de namorados começam a dançar, embalados por um ritmo gostoso e lento. Raul, sem que elas notem, aumenta dosagem do scotch na bebidas das meninas e mais gelo. Elas ficam apreciando o casai de amigos a dançar e bebericando a mistura. Depois de poucos minutos eles convidam a meninas para dançar. Roberto puxa Raquel pelo braço, a abraça pela cintura. Ela fica pequena nos braços dele e, timidamente diz que não sabe dançar. Mas ele persiste e lhe diz, bem ao pé do ouvido: - Não tem importância, minha queridinha, eu vou levar você. É só relaxar e se deixar conduzir. Ele a enlaça bem junto ao eu corpo e inicia a se movimentar bem lentamente. Ela aprecia e depois de uns minutos sente no meio de suas coxas o grosso volume que se forma nas calças dele. Fica receosa, pois jamais tinha sentido coisa igual. Arisca um olhar para a namorada Marlene, mas ela está dançando Com Viví. As duas estão bem coladinhas, se abraçando sob o ritmo lento. Raquel, não sabe o porquê, mais cola mais o seu corpinho ao dele. Sente quando ele encaixa seu membro em sua bucetinha e, mesmo sob as roupas, percebe ele pulsar. Raquel está deslumbrada com o que está sentindo, seu corpinho de menina de quatorze anos amolece nos braços dele, que passeiam em sua nuca, cintura e nádegas. Roberto respira forte na orelha dela e o hálito quente a deixa sem ação. Ela, sem poder resistir ao que está sentindo, tenta ver o que os outros estão fazendo. Viví continua colada em Marlene, nunca dança quase sem movimentos. Raul e Vera estão sentados em um sofá, bem afastado, em um canto do salão, eles conversam, bem baixinho, com Bruna, apertada no meio dos dois. Vera alisa os cabelos de Bruna: - Bruninha, teus cabelos são belíssimos, você os pinta? Bruna, vaidosa com os elogios da nova amiga, logo se apressa em responder: - Não, amiga, eles são naturais, eu só os escovo todas as manhãs. Vera, brincando, retruca: - Eles dariam um bom dinheiro se vendidos. As duas acham graça disto e Raul aproveita a distração da menina e lhe oferece mais um pouco de bebida, ela aceita e toma um gole bem grande e alegre exclama: - Nossa gente! Eu não sabia que uísque com guaraná fosse tão bom! Raul aproveita a deixa e lhe prepara mais uma dose, o que ela não rejeita. Ela deixa que Vera continue a alisar seu cabelos e o rapaz também inicia a massagear a nuca da menina, com a desculpa de os achar belos. Ela fecha os olhos, gostando imensamente que eles toquem seus cabelos. Mas agora o dois alisam e massageiam sua nuca, rosto e ombros, levando tudo como se fosse uma brincadeira. Ela não sabe, se é pelo efeito da bebida, mas o certo é que passa a sentir um grande prazer, fecha os olhos e relaxa o corpo, se inclinando um pouco no sofá. Aquilo é muito gostoso, as mãos passeando em sua cabeça, tocando e acariciando seus lábios, ombros e braços. Sente quando Vera encosta em sua boca o copo com uísque e, sem titubear bebe a gostosa e gelada bebida. A garota com a boca encostada em sua orelha, sussurra: - Bruninha, você pelo jeito gosta de ser massageada, eu sei fazer massagens bem gostosas, queres experimentar? Bruna, sem saber bem porquê, responde debilmente que queria: - Então vamos para um lugar mais confortável, aqui não é bom. Vera se levanta e convida Bruna para a acompanhar, mas a ingênua menina está tão embriagada, que não consegue se levantar: - Vem, minha menininha gostosa, eu e o Raul vamos te ajudar. Vera e Raul, segurando Bruninha, pelos braços, praticamente a arrastam para um quarto, no andar superior do casarão.

Roberto, bem coladinho em Raquel, a fazia sentir todo o volume de seu membro. A jovem, que nunca tinha experimentado coisa tão estonteante, não sabe o que fazer e com o corpo praticamente levantado do chão, se deixa conduzir à vontade por ele. Arrisca um olhar, acanhada, em torno. Observa que Viví, continua nos braços de Marlene dançando, mas as duas bem apertadinhas uma a outra, quase não se movimentam, alheias a tudo em redor. Raquel sente a ausência de Bruninha, de Raul e de Vera. Mas, para ela nada mais importa do que o delicioso rocar do membro de Roberto em sua bucetinha. Ele mexe a cintura lentamente, para frente e para trás, fazendo com que ela sinta o roçar delicioso. Roberto, habilmente, se aproxima da mesa, cessa de “dançar”, encara atrevidamente a menina e pergunta: - Você está gostando? Raquel, quase sem fôlego, não sabe o que responder, mas timidamente, quase sussurrando, retruca: - Sim, eu estou adorando...dançar. Ele dá uma risadinha, pega um copo, bebe um pouco do conteúdo e o entrega para Raquel: - Beba minha queridinha, beba tudo. Ele usa de um tom tão autoritário que ela instintivamente, sorve todo o uísque: - Meu amorzinho, o que eu lhe perguntei se estava gostando, não era de dançar, mas sim, que estava gostando de me sentir todinho em você, assim como agora. Dizendo isso, Roberto levou as duas mãos espalmadas às nádegas de Raquel, e as moveu lateralmente, fazendo com que ela sentisse, por inteiro, o grosso membro em sua bucetinha. A menina, fechou os olhinhos e, dominada por intenso prazer, deixou que ele continuasse a apalpar sua nádegas, sentindo excitação sem limites, enquanto ele continuava os movimentos. Deixou escapar um longo gemido, seu corpo foi sacudido por fortes tremores, cerrou suas coxas aprisionando o membro, e conseguiu responder: - é muito bom! murmurou com os dentes cerrados, quase chorando: - Sim, sim, estou gostando... adorando...isto é muito bom! Roberto, logo entendeu que a menina tinha sofrido o seu primeiro orgasmo e passou a beijar intensamente a deliciosa boquinha, mordendo e chupando a língua e os lábios de Raquel. Ela que com tão pouca idade nunca tinha sido beijada por nenhum namorado, não sabia como agir, deixando apenas que ele agisse como bem desejasse. Seu pequeno corpinho, ficava mais minúsculo ainda, nos braços dele, que tinha mais de 1,80 m. Raquel ficou toda mole, sem ação, perante as investidas dele. Um medo terrível se apossou dela, queria impedir o que estava acontecendo, que sabia ser errado, mais a bebida e o assédio dele, anulava toda a sua capacidade de reação. Roberto levou a menina ao sofá, onde Bruna antes estava, sofrendo o assédio de Raul e Vera e lá lhe serviu mais uma dose de uísque. Ele continua a beijar Raquel com muita volúpia, agora com as mãos percorrendo as coxas da garota, que, sob o efeito da bebida, não tem condições de resistir. Ele observa que no meio da sala, só Viviane e Marlene continuam com o seu arremedo de dança, os outros três sumiram de vista. Ele pega Raquel no colo e a leva para um quarto no andar superior. Logo no primeiro, ele percebe que Raul e Vera estão lá dentro, se divertindo com a Bruninha, então resolve levar a garota para o quarto ao lado.
Marlene tinha pedido para Viviane, dançar com ela, já que os outros, já tinham escolhidos seus pares. Vivi que desde que conheceu os dois casais, na quarta-feira, ficou estranhamente atraída por eles, não sabia a origem deste sentimento, pois ela costumava ser reservada, com estanhos, desde que fora sequestrada a poucos meses atrás. Inclusive, esta estranha atração, a fez convencer suas amigas a colaborem com os dois casas visitantes. Vivi foi dançar com Marlene, e logo se viu envolvida nos braços dela, adorando aquele contato. Marlene conduzia Viví, a abraçando carinhosamente. Entre uma dança e outra, aceitava os pedidos de Marlene, para beber uísque. Ela que “nunca tinha bebido” bebida com álcool, agora aceitava a bebida, se sentindo cada vez mais estimulada. Ela bebia muito mais que suas duas amigas juntas e estava adorando os efeitos do álcool em seu organismo. O dançar das duas foi ficando mais lento e agora elas estavam praticamente paradas no meio da sala. Marlene abraçava a garota com os braços bem apertados na cintura de Viví. Os rostos bem coladinhos e a boca dando mordidinhas leves nas orelhas de Viví, que foi ficando excitada com tudo aquilo e retribuía os carinhos recebidos. Depois de muito tempo, observaram que as duas estavam sozinhas na sala. Marlene não demonstrou surpresa e tranquilizou Viviane, dizendo que a turma devia estar em outras dependências da casa. Marlene simulou não estar passando muito bem e pediu para Viviane que a acompanhasse até um quarto, pois queria descansar um pouquinho. As duas subiram ao pavimento superior, mas somente no terceiro quarto puderam entrar, pois os dois primeiros estavam com as portas fechadas. A garota, logo compreendeu o que se passava e intimamente felicitou seus companheiros, eles tinham obtido sucesso antes dela. Viví sob o efeito da bebida, nem percebeu o que estava acontecendo. Uma grande cama de casal, era o principal mobiliário. Marlene logo se atirou sobre o colchão, exclamando: - Há! Eu precisava disto e sem nenhuma cerimônia foi tirando toda a roupa, ficando completamente nua e se deitando de costas, com as coxas levemente separadas. Viví, sentada ao seu lado, ficou chocada com a atitude da moça, mas não conseguia deixar de apreciar o belo corpo despido. Estava sentindo uma estranha atração por Marlene, tinha vontade de tocar nela e, quando ela a puxou pelo braço, rindo e pediu carinhosamente: - Venha, meu amorzinho, vem de deitar junto comigo, pois você também está um pouco tonta, não titubeou e rapidamente, também, ficou nua e se deitou a lado dela.
Vera e Raul deitam a embriagada Bruninha em uma cama de casal: - Menina, já que você gostou tanto da nossa massagem vamos lhe proporcionar prazeres tão intensos, que você jamais ira esquecer. A garota só confirmou com um leve movimento da cabeça e ficou à espera. Quando Raul e Vera reiniciam as massagens na nuca, no rosto e nos ombros de Bruna, ela, Como uma gatinha mimosa, solta um leve suspiro de prazer, quase como um miado. Mas logo depois, quando as mãos descem para os seios e começam a tirar sua blusa, ela quer impedir, muito timidamente. Sua resistência é logo vencida por quatros ávidas mãos. Em seguida seu soutien também é retirado. Agora as bocas de Vera e Raul beijam e chupam os mamilos de Bruninha. Toda resistência da menina cessa, pois o grande prazer que está sentindo, a domina por inteiro. Quando sua saía e calcinha são retirados, ela numa última e desesperada tentativa, tenta impedir. O susto a leva a suplantar a influência do álcool e ela grita para eles, que não mais quer receber nenhuma massagem. A dupla ignora os protestos e continua. Bruninha fecha fortemente as coxas, tentando proteger seus recantos mais íntimos. Ela cruza as pernas, mas não é páreo para os dois, que bem mais fortes, aos poucos vão conseguindo separar as coxas da garota. Bruna da pinotes na cama, parecendo uma cabritinha assustada, mas vencida pelo cansaço e pela força, sente quando a boca ávida de Vera, abocanha sua bucetinha, enquanto Raul, força suas coxas para continuarem abertas. Vera sorve os líquidos vaginais de Bruninha com voracidade e Raul, agora, chupa e morde os mamilos da garota. Toda resistência de Bruna cessa, ela agora é envolvida pelo prazer da carne e a única coisa que consegue fazer é emitir longos gemidos de prazer. Quando Vera aprisiona seu clitóris entre os dentes e os suga fortemente, o gemidos da menina, passam ser contínuos, mais parecendo uivos. Ela tem orgasmos múltiplos, mas a dupla de tarados continua a usar o seu corpinho, quase matando Bruninha de tanto a fazer gozar. Sente muitas dores, quando o pênis do rapaz, rompe seu hímen, mas a dor é logo superada pelo prazer e ela colabora com a violação. Quando ele tentar introduzir o membro em seu ânus ela sente muitas dores e grita desesperadamente, após muitas tentativas ele tem pena dela e desisti e resolve voltar a possuir a bucetinha da garota. Mesmo depois que Raul, cansa de tanto comer Bruna, Vera continua de atacar a menina. Sua boca e língua persiste, sem descanso a percorreu todos os orifícios da menina, que completamente exausta se deixa possuir pela tarada.
Roberto deita Raquel em uma enorme cama de casal, com dimensões fora do comum. Ele continua a beijar e chupas os lábios da menina. Ela sente um prazer incrível e quer que ele continue com os carinhos, mas tem lembrança do grosso membro dele, roçando sua pequena buceta e lhe diz, com a maior das inocências: Roberto eu gosto muito de você, mas tens namorada e eu só tenho quatorze anos, portanto vamos ficar somente com os carinhos. Ele diz que concorda com ela, mas pede que Raquel o deixar beijar seus seios. Ela treme com o pedido dele, tem medo, mas ansiosa, quer experimentar qual é esta sensação e permite. Ele sem nenhuma presa, gentilmente tira a blusa e o soutien dela e fica por longo minutos a apreciar os magníficos seios de Raquel. Ela completamente sem graça, fica ali parada, esperando alguma iniciativa dele. Seu coração está a mil, quando ele, com muito carinho, começa a tocar os seus seios e passeia suas ásperas mãos pelo ventre, braços, ombros e rosto da menina. Que coisa deliciosa, ela está adorando ser acariciada por ele, tão gentil e delicado. Quando ele estende os braços de Raquel em direção da cabeceira da cama e pede meigamente que ela deixe ele prender os braços na cama, ela não intende direito o que ele quer, mas mediante tanta delicadeza, aceita. Roberto se afasta até um pequeno baú e de lá retira algumas tiras de couro. Raquel fica curiosa e um pouco ansiosa, quando ele prende um pulso com uma tira de couro e depois o outro pulso, lhe dá um beijinho delicado para acalmá-la e lhe diz: - Minha garotinha, você vai adorar o que eu vou lhe proporcionar. Isso aguça a curiosidade dela, que mesmo com algum receio, deixa ele prender seus braços. Ele não usa mais de muita delicadeza, pois amarra muito forte os braços de Raquel nas laterais da cama e isto a incomoda um pouco, pois desta maneira ela sente dores no ombros, pois ele abriu muito os seus bracinhos. Ela pede para ele afrouxar um pouco a tração das tiras, mas Roberto não atende ao seu pedido, pois continua a puxar mais e mais as tais tiras. Ela grita de dor e ele, usando do mesmo tom calmo, lhe diz:- Fique quietinha, pois quanto mais você resistir, mais vais sentir dor. Ela agora fica verdadeiramente com medo, pois o tom frio dele lhe causa arrepios. Ela começa a choramingar, como uma criancinha e pede que ele a solte: - Não Raquel, eu não vou soltar você, eu lhe anunciei um mundo de prazeres e não gosto de quebrar minhas promessas. Ela soluçando diz que não mais quer sentir este tipo de prazer, que está com medo e que quer ir embora. Pede para ele ir chamar suas amigas, pois elas também vão embora. Roberto dá muitas risadas e lhe diz que suas amigas também devem estar afundadas em fortes emoções e, que neste momento elas não poderiam ir embora, assim como ela não poderá ir. Raquel, ainda protesta, reafirmando que se ela pedir, Viví e Bruninha, aceitarão em ir embora, pois são grandes amigas. Roberto fica em êxtase...como é saboroso ter em suas mãos, esta deliciosa ninfetinha, com tanta ingenuidade e candura. Ele, não dá nenhuma atenção as choradeiras da jovem e calmamente mete as mãos no cós de sua sainha, desabotoa dois pequenos botões laterais da cintura e começa a puxar para baixo. Quando Raquel tem noção do que ele quer fazer, cruza suas coxas, em total desespero, mas ele, demonstrando muita força, prossegue a descer a pequena vestimenta. Ele poderia separar, com extrema facilidade, as coxas da mocinha, todavia deste modo, ele sente muito mais prazer. Ela mantém as coxas bem fechadinhas e gira sua cintura de um lado para o outro, procurando impedir a ação de Roberto, mas tem pouco sucesso, pois a saia já está no meio das coxas, toda amarrotada. Ela respira forte, cansada de tanto fazer força e continua sua inútil luta de se proteger. Finalmente ele retira por completo a roupa e fica em total deslumbramento ao ver aquele maravilhoso, corpinho coberto apenas com uma minúscula calcinha rosa. Raquel está em pânico, sabe que nada poderá fazer para impedir que ele faça o que quiser com ela. Roberto fica admirando a nudez da jovem, se inclina sobre ela, afetuosamente alisando seus cabelos e sua face e beija levemente os trêmulos lábios. Suas mãos passeiam pelo rosto e cabeça da indefesa menina. Continua a percorrer com a boca o rosto, o pescoço e os braços de Raquel, sempre murmurando palavras de carinho, procurando acalmar os soluços dela e seca com os lábios as lágrimas vertidas: - Fique calminha, meu amor, você não necessita ficar tão agitada, pois você vai adorar tudo o que eu vou fazer: - Não vou não... pelo amor de deus, me solte, seja bonzinho, não me machuque: - Minh adorada, eu não vou machucá-la, ao contrário, vou ser bem carinhoso. Agora os lábios gulosos, percorrem todo o corpo da menina. Os mamilos são beijados e chupados com intensidade e volúpia. Por longos e intermináveis minutos, a língua áspera conhece toda a nudez de Raquel, desde as pontas dos dedos dos pés até sua nuca. A boca beija, por cima da calcinha, a bucetinha úmida da menina Ela não mais chora e com os olhos fechados e a boca entreabertas, respira acelerado. Não consegue se segurar e solta gemidos bem baixinho, como que a sentir vergonha do inevitável gozo que está sentindo.
Ele despedaça com facilidade a pequena calcinha e Raquel sente a língua dele percorreu toda a extensão de sua buceta, os grandes lábios são sugados com intensidade e a língua beija o ânus dela e a pontinha da língua força o róseo buraquinho. O delicado clitóris é sugado com muito vigor, parecendo que ele está a se deliciar com um pirulito. Raquel, a exemplo de Bruninha tem o seu primeiro e alucinante orgasmo múltiplo. A ninfetinha, no auge do gozo, fecha as coxas, aprisionando a cabeça de Marcelo no meio delas. Depois ela relaxa e solta longos e intensos suspiros, movimentando seus seios ao sabor do gozo sem controle que a domina. Ele retira a cabeça das coxas da menina e vai escorregando seu corpo sobre o dela, os lábios dele todo melado com o suco dela, se aproxima da boca de Raquel. Ele se delicia ao ver as reações da jovem e começa a beijar levemente os seus lábios. Ela, a princípio tenta recusar o beijo, sentindo nojo, mas imobilizada como está não tem como impedir e ele passeia com a língua no meio da boca da garota. Afasta um pouco o rosto e observa fixamente e longamente o rosto dela. Raquel sente o peso dele em cima dela e sensações desconhecidas invade o seu ser; o que virá depois disto? Mas ele não toma nenhuma iniciativa, apenas encarando a garota e ela impaciente com a situação, não pode deixar de abrir os olhos e como que hipnotizada, não consegue desviar do olhar magnético dele. Ele sorri para ela e sem nenhum pudor, fala: - Eu sabia que faria você gozar muito, o sexo é muito gostoso, quando feito por alguém que conhece o assunto, sei muito bem que você teve orgasmo com a minha língua. Confesse, menina, você gostou, não adianta negar. Raquel tentou desviar o olhar, mas dominada por ele, apenas consegue murmulhar, bem baixinho: - Sim gostei...e começa a soluçar como uma menininha pega fazendo arte.
Marcelo sai de cima da garota e exulta com a confissão dela: - então, minha garotinha, vou preparar você para um mundo incrível do gozo sem limites. Vou fazer você enlouquecer de tanto prazer. Raquel fica muda, não sabe como agir, sente medo e ansiedade, misturados com uma espécie de expectativa, ao se sentir dominada por ele. Isto lhe estar causando um estranho encanto. Roberto busca mais quatro tiras de couro e prende as coxas dela, logo acima dos joelhos com duas tiras e depois faz o mesmo com os tornozelos. Ela treme com medo, mas nada pode fazer. Ele age com calma e precisão. Prende as coxas da garota nas laterais da cabeceira da cama, bem junto com os seus bracinhos e faz o mesmo com as tiras dos tornozelos. Nesta estranha posição ela fica toda aberta, dobrada sobre sua barriga e as tiras levantam sua bunda do colchão. A cama é muito larga e ela é demasiadamente esticada, sentindo seus membros ficarem dormentes. Outras tiras de couro são passadas em sua cintura e presas nas laterais da cama. A posição é vexatória e muito incomoda e a imobilizam por completo. Respira com muita dificuldade e seu coraçãozinho bate a mil por horas, dominada por grande terror. Roberto observa a bucetinha e o ânus da menina cobertos por escassos pelos e resolve depilar a menina, vai até o pequeno baú e traz alguns objetos. Mas antes ele posiciona um grande espelho, preso em uma espécie de tripé, de tal maneira que ela possa enxergar todo o seu corpo. Ele se posição em frente da menina, entre suas coxas e inicia o uso de uma pequena máquina elétrica, própria para depilação feminina. Até os pelinhos do ânus são depilados. Depois inicia a massagear a testa da vagina, os grandes lábios e o cuzinho, com uma espécie de pomada. Quando termina, Raquel observa, horrorizada, que ela está mais lisa do que bucetinha de um neném. Nesta incomoda posição sua bucetinha está aberta e os grandes lábios afastados, nesta posição sua cabeça está bem pertinho de sua barriga e ela nem necessita do espelho para se observar. Depois com uma pequena ampola, injeta todo o conteúdo na bunda de Raquel. Ela grita de dor, mas ele a acalma: - São se assuste, meu amorzinho, isto é para você saber apreciar melhor os prazeres que vou lhe proporcionar. Ele se afasta e sai do quarto, levando duas ampolas; deixando Raquel sozinha. Ela sente alívio com a saída dele, mas está de tal maneira amarrada, que não consegue mover nenhuma parte do corpo. Mas aos poucos ela começa sentir um espécie de euforia, de bem estar e fica completamente sem ação, mergulhando numa espécie de letargia.
Roberto vai até o primeiro quarto e observa Vera mergulhada entre as coxas de Bruninha, enquanto Raul, sugas os mamilos da garota. Bruninha geme de prazer, tendo sua bucetinha sugada por Vera. Ele se aproxima do trio e diz: - Gente está na hora, vamos juntar estas belezinhas. Bruninha se assusta com a entrada de Roberto, quer fechar suas coxas, envergonhada, mas Vera não deixa e continua a chupar a menina. Mesmo nesta situação, ele se aproxima do trio e rapidamente, sem que Bruna não tenha tempo de impedir, injeta todo conteúdo da segunda ampola. A menina, mesmo com os estímulos que Vera e Raul lhe proporcionam sente uma sonolência muito grande e mergulha em apatia muito intensa e seu corpinho fica entorpecido. Roberto, feliz com os acontecimentos, murmura: - pronto pessoal, agora só falta a nossa pequena Viví, a “estrelinha preferida” dos nossos filminhos. Roberto, Raul e Vera deixam Bruninha estirada na cama, nua e sem ação e se dirigem ao quarto onde Marlene e Viviane estão.
Marlene percorre o corpinho de Viví com a língua, que corresponde com igual volúpia, tomada por um desejo sem limites. Ela não sabe o porquê, mas sente um desejo muito grande em se entregar sem reservas à Marlene. Ela ainda está sob os efeitos da bebida, que ingeriu em doses cavalares, mas isto não impede que sua vontade de gozar com Marlene seja atenuada. Leva um sobressalto, quando Roberto, Raul e Vera entram, sem nenhuma cerimônia, no quarto. Ela tenta esconder sua nudez sob o corpo de Marlene, mas de nada adianta, pois os três invasores se aproximam e se sentam na cama, um em cada lado e Vera, nos pés. Viviane fica acabrunhada com o flagrante sofrido. Marlene, calma, continua a beijar e sugar os seios da menina, que envergonhada não mais corresponde e olha de soslaio o trio importuno.
Aos poucos volta a sentir prazer com Marlene sugando seus mamilos e o inusitado da situação. Sente quando Vera, separa suas coxas e enfia a boca em sua buceta. Ela se vê, como num passe de mágica, transportada a outro mundo, em outra época e o “quarteto diabólico” se atira, novamente, sobre o corpinho indefeso da menina. Ela é penetrada e violentada, pelos quatros, que usam de todo o sadismo de que são capazes. Mais o absurdo de tudo é que ela gosta imensamente de ser possuída, desta maneira brutal, por eles. Sente orgasmos múltiplos e grita de prazer no auge do gozo. Finalmente, depois de quase duas horas de intenso sexo grupal, Viviane se vê saciada e os atos libidinosos ali praticados a fazer chorar arrependida. Neste momento, Roberto injeta na menina todo o conteúdo da terceira ampola. Ela fica entorpecida e sonolenta.
Muito tempo depois, as três amiguinhas, Viví, Bruna e Raquel despertam, deitadas em um chão áspero, completamente nuas, em uma sala ou quarto com bem pouca luz. Elas se sentem entorpecidas e com muitas dores pelo corpo. Se olham sem muita percepção da realidade. Mas aos poucos elas começam a entender tudo o que aconteceu. Sabem que foram embriagadas e drogadas pelos dois casais e que foram defloradas por eles. O horror se estampa nos rostinhos das meninas e elas proporcionam um festival de choros e gritos histéricos e de pedidos de socorro, mas nada acontece e muitas horas depois, o trio jaz exausto e se acalma, pois tem ciência da inutilidade dos gritos e pedidos de socorro. As meninas estão tão humilhadas e envergonhadas por se encontrarem nesta situação, que prostradas nem conversam entre si. Elas sabem que foram extremamente imprudentes em aceitarem o convite para passarem todo o domingo, na casa deles, sem ao menos avisar aos seus pais. Sabem que não deveriam ter aceitados bebida alcóolicas e muito menos dançar de forma tão indecente. Elas, na verdade, estão se culpando por estarem nesta situação. As horas transcorrem e elas estão sentadas em um canto, bem juntinhas e com os braços envolvendo os joelhos; seus rostinhos, molhados por um mar de lágrimas, evidenciam o medo que sentem, pois não sabem o que eles vão fazer com elas. Os seus sequestradores entram no quarto e ficam parados as observando, elas se encolhem ainda mais e olhem o quarteto assustadas e com muito medo, cheias de desesperos. Eles sorriem e parecem amigáveis e um fio de esperança surge, com a atitude deles. Raquel e Bruninha não tem coragem de falar nada, mas Viví, por se sentir responsável por suas amigas, implora que eles a libertem: - Por favor, nos soltem...não iremos denunciá-los, vamos ficar de boca fechada e não contar para ninguém o que aconteceu. Eles cortam o tímido pedido da menina, com gargalhadas e Marlene, se aproxima de Viví, com um olhar de deboche: - Como você é burra, achas que vamos acreditar que vocês vão ficar de bico fechado? Não, minhas gatinhas, não iremos soltar vocês, pelo menos tão cedo. Vamos usar as três em nossos projetos, pois isto sempre foi nossa intenção; desde o nosso primeiro encontro no shopping. Foi tudo muito bem esboçado. Vocês, forem muito idiotas ao caírem em nossa armadilha com tanta facilidade. As três, se encolhem ainda mais, como que procurando proteção entre si, seus olhos demonstram o enorme pavor que invade seus corações. Vera, interrompe a fala da cúmplice: - Vocês terão de nos obedecer em tudo, não vamos aceitar nenhum tipo de rebeldia, serão nossas escravas, pelo tempo que nos for conveniente. Se forem boazinhas serão recompensadas, se forem meninas más, serão castigadas. Apesar do todo terror, demonstraram revolta; não estavam dispostas a colaborar em nada: - Vão para o inferno, vocês não passam de animais, que devem ser internados como malucos! Foi a exclamação de Raquel. Bruninha, incentivada pelas palavras da amiga, emendou: - É isto mesmo, nós não vamos obedecer vocês em nada, e acho melhor nos soltarem! Viví, se encolheu ainda mais, parecia um feto, buscando a proteção do ventre materno. Em sua cabecinha, fluíam lembranças, como em um sonho, de sofrimentos terríveis em um passado enterrado em sua memória.
Roberto se aproximou do grupo: - Já que é assim, vamos ter de ensinar vocês a nos obedecerem! Puxou de dentro de uma mochila, quatro chicotes com cabo de couro, em forma de rabo de cavalo, pois cada um tinham dezenas de pequenas tiras roliças, também de couro. Distribuí entre os comparsas e então teve início uma impiedosa e cruel seção de tortura. Os corpos despidos das pobres meninas eram açoitados covardemente. Elas corriam de um lado a outro do quarto, procurando fugir do castigo, mas sempre tinha um ou dois chicotes a atingindo. Alucinadas, se abraçavam procurando proteger o rosto e suas partes íntimas, tudo inútil, foram surradas até a exaustão pelo quarteto. Agora caídas no chão, sem mais capacidade de reação ainda eram fustigados nas costas pelos sádicos carrascos. Raquel, que os chamou de malucos e animais, foi a que apanhou mais e, agora, abatida, a pobrezinha implorava por clemência. Eles batiam nas garotas, com grande conhecimento das práticas do sadismo. Pois apesar de causarem fortes dores, as chibatadas não cortavam a pele, apenas fortes vincos avermelhados causados pelas pancadas, nas carnes tenras. A crueldade e a ferocidade do ataque, durou muito tempo, apenas interrompido por breves momentos, quando eles se aproximavam das meninas e indagavam: - E agora, cadelinhas, vocês estão convencidas da necessidade da obediência absoluta das nossas ordens? Somente quando conseguiram a total e irrestrita submissão às suas vontades, eles cessaram de surrar as jovens.
Viviane, Raquel e Bruninha ficaram caídas no chão, com seus corpinhos totalmente cobertos por vergões vermelhos arroxeados; rostos, seios, costas, nádegas, coxas, absolutamente nada escapou das doloridas chicotadas. Elas gemiam e soluçavam pelas dores que estavam sentindo. Agora, foram coagidas, por meio tão cruel, que a única maneira de deixarem de sofrer, seria a obediência total aos sádicos que as mantinha encarceradas. Pobres e infelizes meninas, não sabiam que mesmo a obediência total, não as livrariam dos castigos físicos, pois o Quarteto Diabólico tinha decidido que, já que o sofrimento das garotas, lhes trouxe enorme prazer, o mesmo poderia acontecer com o pessoal que curte a perversão sexual e que consomem filmes de sadismo extremo. Portanto estava decidido, além dos filmes de sexo explícito que iriam fazer com as jovens, filmes de sadismo também seriam rodados. Estes filmes, são mais vendáveis e trazem enormes lucros a seus distribuidores, se os “atores” não são profissionais do ramo. Uma artista pornô, não pode plagiar o desespero real de uma jovem ao ser seviciada. Assim ficou decidido e assim foi realizado. As ninfetinhas foram as principais protagonistas de mais de uma centena de filmes de sexo explícito e de sadismo extremo. A perversão e o sadismo do quarteto não tinha limites, a excitação e o prazer deles era proporcional à dor e ao sofrimento que causavam às garotas. Quase a totalidade dos filmes foram comercializados em diversos países, trazendo ao grupo enormes lucros.
As meninas estão aprisionadas a mais de dois anos. Elas não tem condições de avaliar o tempo transcorrido, pois quase sempre estão sob o efeito de fortes entorpecentes. Fechadas em um quarto, mobiliado apenas com uma cama de casal e uma mesa. A pequena janela é gradeada e o pequeno banheiro, nem porta tem. Elas são alimentadas três vezes por dia e, lhes é fornecido não mais uísque, mas aguardente com limão, que são forçadas a beber e muitas drogas. Agora elas são verdadeiros farrapos humanos, sem nenhuma distinção do que é certo ou errado. As lembranças de suas famílias ficaram enterradas no passado. Foram condicionadas à viverem de sexo, drogas e bebidas, nada mais tem valor para elas. Assim como um cão é amestrado e se subordina ao que lhe é ensinado, as garotas sofrem da mesma “lavagem cerebral” e não tem mais personalidade própria. Este é o triste destino destas imprudentes ninfetinhas.
CONTINUA

Sobre este texto

Waly2

Autor:

Publicação:2 de outubro de 2013 01:32

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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Comentários

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  • Elisa
    Postado porElisaem2 de outubro de 2013 14:50

    Muito bom!

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