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VIVÍANE E O QUARTETO DIABÓLICO – parte 3

VIVÍANE E O QUARTETO DIABÓLICO – parte 3
VIVIANE E O QUARTETO DIABÓLICO – parte 3

Para melhor compreensão do desenrolar deste conto, ler: Viviane e o Quarteto Diabólico – parte 2 (Autor: Waly2)
Leia também: Viviane e o Quarteto Diabólico – parte 1 (Autor: Waly)


Mas tudo tem um início, um meio e um fim. As três meninas, suas “artistas” estavam sofrendo com a saturação do mercado e, além do mais estava cada vez mais difícil mantê-las apresentáveis às câmaras, pois a decadência físicas delas era patente. O quarteto diabólico, decidiu então, que estava na hora de arregimentar “artistas” mais novas e apetitosas, pois o mercado estava bombando à exigir carnes novas. A ganância do quarteto, foi longe demais e eles planejaram e executaram um plano perfeito e conseguiram capturar e levar para o seu covil, sete belas jovenzinhas, com idade entre 14 e 17 aninhos. Elas foram selecionadas e escolhidas, dentre centenas, que se apresentaram à uma “agencia de propaganda” que estava selecionando moças para o lançamento de uma nova marca de enlatados. Diga-se que o produto e o lançamento eram genuínos e que a “agência” conseguiu a conta por oferecer, diretamente ao proprietário da pequena fabriqueta de enlatados, condições demasiadamente vantajosas, eliminando assim qualquer ideia de abrir a terceiros o tal lançamento. As jovens ao se apresentarem à agencia eram fotografadas de corpo inteiro e de perfil. Eram sabatinadas e uma ficha completa delas era preenchida. Depois da seleção, apenas duas mocinhas foram escolhidas e iniciaram a participação do lançamento do produto. Tudo muito perfeito e legal, mas as reais intenções do quarteto era selecionar garotas para os seus “filmes”. Sendo assim, agora eles estavam de posse de um vasto “fichário” com todos os dados das mocinhas. Logo eles iniciaram uma rigorosa seleção das novas pretendentes ao mundo “artístico”. Eram rigorosos, pois elas teriam de atender a requisitos básico: Beleza de rosto e corpo, quanto mais bela maior pontuação, serem ou parecerem ingênuas, não serem filhas de “figurões”, serem da classe média e, o mais difícil e complexo, serem virgens. Está última condição foi obtida de modo indireto por Marlene e Vera, que sutilmente, conseguiram ter a amizades de algumas meninas, pois elas tinham o máximo interesse em cativar a “diretora executiva” e a “secretária” da agência, pois assim teriam mais “facilidades” na hora da escolha. A atração das selecionadas foi relativamente fácil e o modus operandi foi o mesmo. Vera ou Marlene ligavam para a vítima escolhida e se apresentam como funcionárias da agência e as meninas fascinadas pela possibilidade de conseguirem uma vaga, logo tinham as perspectivas renovadas: - Oba! Eles ligaram, talvez tenham alguma coisa para mim! Informavam que elas foram muito bem avaliadas e que tinham despertado o interesse de um grande grupo empresarial. As meninas eram, então convidadas a comparecem à “sede campestre” da empresa, para a escolha final. Trinta e duas radiante moças foram contactadas desta forma, mas apenas dezoito compareceram. Destas, apenas sete puderam ser escolhidas, as outras onze foram “eliminadas” por meio de “critérios” diversos, mas a real razão foi que as meninas acompanhadas por terceiros, seja pai, mãe ou alguma outra pessoa, eram sumariamente rejeitadas.
As sete felizes mocinhas “contratadas”, logo foram convidadas a participar de um lanche, onde elas receberiam as instruções finais. Lá, em volta de uma grande mesa o tal lanche foi servido e o quarteto iniciou, a explicar as garotas, que elas foram selecionadas para atuarem em alguns filmes, que seriam rodados em outra cidade e que nesta mesma noite todas fariam a viagem. As garotas ficaram atônitas e assustadas com a notícia e protestaram, e se sentiram ludibriadas e que sendo assim não poderiam atender as tais vagas. Por motivos diversos não poderiam sair da cidade, ainda mais nesta mesma noite, não havia nenhuma possibilidade disto acontecer. Mas o quarteto, não se deu por achado: - Meninas vocês não perceberam a situação, vocês foram especialmente selecionadas, com muito cuidado, para serem as protagonistas destes filmes e serão forçadas atuarem. Vocês, hoje à noite serão transportadas para o local da locação e, não terão mais a opção de desistência, pois agora já é muito tarde para isso. As garotas ficaram chocadas com o atrevimento da equipe e reafirmaram que nenhum contrato fora firmado e que assim elas não seriam obrigadas a nada. As garotas contrariadas e, algumas já alarmadas com o rumo dos acontecimentos, queriam ir logo embora, para suas casas. Roberto contestou: - Vocês não assinaram nenhum contrato, mas nós já assinamos e já vendemos alguns filmes. As fotografias de todas já faz parte da divulgação dos filmes, juntamente com alguns dados de suas fichas. Os compradores de nossos filmes estão ansiosos por ver a atuação de vocês. As jovens, agora, já apavoradas, tendo noção superficial do que se tratava, correram em fuga desordenada para as saídas, tentando escapar, cada uma por si. O quarteto nem se preocupou em impedir esta debandada, pois as garotas quase não conseguiram chegar ao salão principal e, cambaleando como se estivessem totalmente bêbadas, foram caindo ao chão, como avezinhas baleadas por um caçador implacável. Algumas chegaram até o portão principal, outras até o jardim frontal, mas nenhuma conseguiu se afastar mais do que vinte metros. Elas foram “abatidas” por um poderoso e eficiente entorpecente que lhes fora servido em doses “cavalares”, junto com os refrigerantes. O quarteto diabólica recolheu todos as meninas, algumas apresentavam pequenos ferimentos pelas quedas e iniciaram os preparativos para conduzirem as garotas para o local onde seriam rodados os tais filmes, noutra cidade, bem longe de Brasília.
Continua

Sobre este texto

Waly2

Autor:

Publicação:3 de outubro de 2013 17:38

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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