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VIVÍANE E O QUARTETO DIABÓLICO – parte 4

VIVÍANE E O QUARTETO DIABÓLICO – parte 4
VIVÍANE E O QUARTETO DIABÓLICO – parte 4

Para melhor compreensão do desenrolar deste conto, ler: Viviane e o Quarteto Diabólico – parte 2 (Autor: Waly2);
Viviane e Quarteto Diabólico – parte 3, do mesmo autor
Leia também: Viviane e o Quarteto Diabólico – parte 1 (Autor: Waly)


As sete belas garotinhas tiveram todos os seus pertences, inclusive celulares e roupas, queimados em um fogão a lenha. Uma a uma foram totalmente depiladas e foram submetidas a exames para verificação se realmente eram virgens, apenas uma não o era, mas continuou no grupo, por segurança operacional. Receberam fortes doses de entorpecentes, para mantê-las inconscientes durante todo o período de deslocamento. Mas para evitar surpresas, todas foram fortemente amarradas e amordaças e “ensacadas” em bolsas de lona preta, devidamente lacradas com grossos fios de nylon; apenas alguns furos, na altura das bocas, para facilitar a respiração. As sete bolsas foram jogadas, como sacos de batata, na carroceria de um pequeno caminhão. O caminhão recebeu carregamento completo de caixas de tomates, que encobriu totalmente as preciosas cargas no fundo do baú. Tudo devidamente pronto, as meninas seguiram viagem com a camionete e os rapazes, no caminhão, com toda a documentação legal, para justificar o transporte de perecíveis. Passaram por duas barreiras federais e três estaduais e em algumas a carga foi, superficialmente inspecionada. Foram liberados e seguiram viagem. Ao entardecer do dia seguinte, depois de quase vinte horas de viagem, chegaram ao seu destino.
Viviane, Raquel e Bruninha, estavam trancadas no quarto, a mais de vinte dias, sem receber nenhuma visita dos seus senhores. Estavam com muita de fome, pois antes deles partirem deixaram, empilhados num canto do quarto, uma quantidade enorme de alimentos, não perecíveis e muitos litros de água mineral. Sofreram muito com a falta das drogas e do álcool e, porque não dizer, do sexo, pois elas estavam viciadas nestas três coisas. As meninas, com o passar dos dias e sem nenhuma notícia do grupo, resolveram racionar comida e bebida. O quarto estava uma bagunça completa, com caixas e mais caixas vazias de alimentos espalhadas por todo canto, assim como litros vazios de água. Pelo menos a ausência deles, permitiu a recuperação, mesmo que parcial, das condições físicas e mentais das meninas, já que elas não mais eram forçadas a praticar sexo explícito e sofrerem as seções de torturas, para os tais filmes. Viviane, mais animadinha, pediu ajuda para dar uma limpeza em “nossa casa”, a ideia foi encampada por Bruninha e Raquel e elas iniciaram a desmontar as caixas vazias e a empilhar os papelões. Uma monte bem alto se formou e os litros foram colocados dentro de algumas caixas que ficaram inteiras. Esta atividade foi um santo remédio para elas, pois quebrou o tédio do passar dos dias sem nada a fazer.
Certa tarde, o trio teve sua atenção despertada, por muito barulho e vozes pela casa e, souberam então, que eles tinham voltados. Ficaram animadas, pois agora poderiam receber as suas doses diárias das drogas, que tanto necessitavam, beber a vontade e, praticarem sexo com eles. Elas veneravam tudo isto, somente as seções de tortura não era bem vinda, mas mesmo assim, elas ficavam excitadas com as seções de sadismo. Tudo era uma questão de hábito e elas praticavam isto a muito tempo, não tinham condições de saber o quanto. A porta se abriu e elas sorriram para seus carrascos, felizes com a chegada deles. Sem nem cumprimentar as garotas, foram logo esvaziando o quarto de todo o entulho acumulado, inclusive das caixas que ainda tinham alimentos e dos litros com água. Depois, sem maiores esclarecimentos, começaram a entulhar o quarto com pesadas bolsas de lona preta. Eram sete bolsas, que ocuparam grande parte do quarto. As meninas, como sempre faziam, não questionaram absolutamente nada, estavam condicionadas a agirem assim, mas a curiosidade estava estampada em seus rostinhos. A única ordem recebida foi dada por Vera, ao sair e fechar a porta: Meninas, esvaziem estes sacos e cuidem muito bem do que está dentro, pois daqui em diante esta será a função de vocês, sabem muito bem que a obrigação de vocês é nos obedecer. As garotas concordaram com o meneio de cabeças e se olharam surpresas com o inusitado da ordem recebida, se aproximaram receosas dos sacos empilhados no canto. Com a pontinha os pés Bruninha tocou um dos sacos e recuou assustada: - Gente aí dentro tem uma coisa mole, estou com medo de abrir. Viviane e Raquel concordaram com ela, porém não podiam deixar de obedecer a ordem recebida: - Vamos puxar um saco para o meio do quarto e abrir com muito cuidado, não deve ser nenhum bicho, pois não há nenhum movimento. Cautelosamente, elas com alguma dificuldade, puxam a bolsa mais acessível e tentam abrir a boca, que está fechada com muitas voltas com fio de nylon, elas não tem tesoura ou faca para a tarefa e isto se torna muito difícil. Com muito medo, elas iniciam a afastar as bordas do saco para ver o que tem dentro, é então que levam um tremendo susto, pois descobrem a cabeça de uma mulher loira. Elas pulam para o canto oposto do quarto e se abraçam em pânico: - Tem uma mulher morta aí dentro! Eu não vou abrir mais nada, eles nos trouxeram cadáveres, será que querem nos alimentar com carne humana! Esta foi a exclamação de Raquel. Viviane, com os olhos arregalados, indaga:- Será que ela está realmente morta? Com muito cuidado, o trio se aproxima novamente do saco e Viví com a mão tremendo de medo toca com as pontas dos dedos no rosto da mulher e tem uma surpresa: - Ela não está fria... está viva! As jovens se entreolham temerosas e com curiosidade. Resolvem tirar a mulher do saco e ver do que se trata. Surpresa maior anda, pois descobrem que é uma moça loira, muito jovem, profundamente adormecida, ela está amordaçada e om os braços e pernas amarrados com grossas fitas de couro. Elas tiram mordaça e verificam que a garota é muito linda e que respira com dificuldade. Elas, automaticamente desviam o olhar para os outros sacos e cada uma, sem necessidade de se falarem, tem o mesmo pensamento:- será que os seis tem o mesmo conteúdo? Rapidamente abrem o segundo saco e nele encontram outra jovem, nas mesmas condições da primeira. Jovem, bonita e inconsciente. Elas nervosamente abrem todos os sacos e o resultado é o mesmo. Sentam na cama e ficam olhando para as sete jovens, ainda dentro do sacos, pois elas tinham liberados somente suas cabecinhas. Todas domem profundamente e as meninas percebem que foram dopadas. Então elas tem a exata noção do que se trata. Os bandidos sequestraram as jovens, tal como fizeram com elas e provavelmente as submeteriam as mesmas torturas e humilhações que sofreram e sofrem. Veio à mente das meninas as palavras de Vera:- “cuidem muito bem do que está aí dentro, pois daqui em diante esta será a função de vocês”. Então elas teriam de ajudar os canalhas a maltratar as garotas? Aquilo revoltou muito as três, sentimento que a tempos não sentiam. Rapidamente foram retirando as jovens dos sacos, tirando as mordaças e as livrando das amarras. Todas estavam nuas e depiladas, o que reforçou a ideia do que eles pretendiam fazer com elas. Todas tinham em comum a pouca idade e a beleza. Mas uma coisa estava a preocupar Viviane e suas duas amigas, as jovens continuavam sobre o efeito dos entorpecentes e não davam sinal que iriam acordar tão cedo.
CONTINUA

Sobre este texto

Waly2

Autor:

Publicação:3 de outubro de 2013 18:22

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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