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Do fundo do baú

Minha chefa

Nunca pensei que isso fosse acontecer comigo algum dia, já vi em filmes pornôs, outros tipos de filmes, mas nunca na vida real, só tinha imaginado isso em sonhos mesmo, mas não sabe do que eu estou falando? Pois bem, vamos aos fatos. Eu sou o Douglas, tenho 19 anos, sou moreno claro, 1,70 A e 60 kg, e já tem algum tempo que estou atrás de um emprego, e finalmente conseguir. Já tem dois 2 meses que ocupei a vaga de Auxiliar Administrativo em uma empresa de distribuição de Cimentos, é um emprego muito fácil, como tenho um Curso Técnico em Administração, nada do que eu já tenha visto antes.

Minha patroa é a Dona Rosana, mais conhecida como Rosa, deve ter de 30 a 35 anos, é uma loiraça de mais ou menos 1,70, com uns peitos enormes e 65 kg (Eu acho), pois somente a bunda dela deve pesar e medir horrores, é enorme a bunda daquela mulher, fico imaginando ela de calcinha fio dental com aquele pedaço de pano enfiado dentro daquela bunda enorme, nossa, é de perder o folego.
Há algum tempo comecei a perceber que ela estava dando meio que um mole para mim, no começo pensei que fosse tudo brincadeira ou coisa do tipo, mas isso se comprovou quando eu estava terminando o relatório e me vem uma mensagem pelo Whatsapp, a mensagem dizia:

- Você é virgem?

Quando li aquilo fiquei assustado, mas era dela mesmo, foi ela que tinha me mandado a mensagem, respondi que não era virgem mais, e que é difícil ter homens virgens com 19 anos hoje em dia, ela me respondeu com alguns kkk. Minha sala fica do lado da dela, logo depois da sua resposta, ela passa toda formosa e com um sorriso no rosto em frente a minha sala, me olhou rapidamente e seguiu o seu caminho.

Lembro-me quando ela me entrevistou me chamando de meu bem e soltando sorrisos atoas para mim, me fazendo perguntas que não tinha nada haver em uma entrevista de emprego, coisas do tipo se eu tinha namorada, se eu já tinha ficado com alguma mulher mais velha e assim por diante.

No outro dia percebi que o sócio da empresa, o Sr. Paulo estava bastante nervoso, pois tinha muitas coisas para fazer e 2 funcionários não tinha comparecido ao trabalho, tinha sobrado somente eu, Dona Rosa e o Sr. Paulo, mas isso mudou, quando o Paulo anunciou para nos que teria que dar uma saída para fazer algumas cobranças e pagar contas no Banco, não tinha hora de chegada e talvez nem pudesse voltar hoje, e assim deu as chaves para Rosa fechar a empresa caso isso acontecesse. Quase no final do expediente, mais ou menos umas 5h45min recebo outra mensagem no whatsapp:
- Muito trabalho hoje eim?

Respondi-a então;

- Sim! Mas pelo menos a minha parte eu já estou terminando, e a sua, como está? Já no final?

Ela me respondeu:

- Ainda não, falto muita coisa, será que você poderia vim aqui me ajudar?
Mal terminei de ler a mensagem e já pude imaginar que ela estava dando em cima de mim de novo, pensei comigo mesmo: Porque raios um mulherão desses está afim de mim? Logo eu, apenas um garoto de 19 anos, sendo que ela pode ficar com qualquer cara que ela possa desejar? Mas não quis saber a resposta e fui até a sala dela. Cheguei à porta da sala, mas não entrei e perguntei:

- Falta o que para a senhora terminar?

Ela me olhou dos pés a cabeça, ficou calada me olhando durante uns 3 segundos com o mesmo sorriso de tarada por menores e me respondeu:

- Falta muita coisa aqui ainda, senta aqui que eu vou lhe passar metade dos trabalhos para que a gente possa ir embora o mais rápido possível. Agora você me espera 1 minutinho que eu vou fechar a loja, nos dois sozinhos aqui é perigoso, vai que roube a gente né?

Quando ela voltou, estava terminando a planilha que ela tinha me passado, ela sentou do meu lado direito e começou a terminar o seu trabalho, não pude deixar de notar os seios dela, mesmo porque o decote que ela estava usando ajudava bastante, sem contar do sutiã vermelho que ela estava usando, a sua blusa era uma branca, pano bem fino, não transparente, mas pude ver o contorno do sutiã.

Ela me perguntou se estava com sede, respondi que sim, então se ofereceu para pegar um pouco de água para nos refrescar, e foi o que ela fez, me deu o meu copo e quando foi beber o dela, deixou cai água nos seus peitos enormes, se eu não a conhecesse, saberia que ela não tinha feito aquilo intencionalmente. Quando a água caiu na sua camisa, deixando coladinha na sua barriguinha e mostrando mais ainda os seus peitos, ela começou a reclamar com um tom de voz bastante dengoso:

- Há não! Me molhei todinha, vou ter que dar um jeito, e não posso ficar com esta blusa toda molhada, o ar-condicionado está no frio, assim posso pegar um resfriado.

Parecia tema de filmes pornô, mas não era, ela sabia fazer um belo de um teatro para incorpora o papel de mulher tarada por menores.
De imediato ela pediu-me ajuda para tirar a sua blusa, só naquela encenação toda dela eu já estava de pau duro, não tive como disfarçar, estava usando um jeans bastante apertado, logo o volume dos meus 19 cm apareceram na calça. Ela me perguntou se eu poderia ajuda-la a tirar a blusa molhada;

- Me ajuda a tira-la?

Não pensei duas vezes e a respondi:

- Mas é claro, não quero que você pegue um resfriado Dona Rosa.

Fui desabotoando botão por botão, comecei de baixo para cima, quando cheguei ao último botão e vi aqueles peitos enormes e claros na minha frente, pensei em cair em cima de boca, mas não foi o que eu fiz, ela simplesmente inclinou os peitos para frente para ficar mais focado na minha visão e perguntou:

- Você os acha bonitos?

Respondi bastante surpreso e olhando para ela e para os peitos:

- Mas é claro que sim, a senhora é muito bonita e gostosa, com todo respeito.

Foi ai então que ela sorriu para mim novamente me fazendo a seguinte pergunta:

- Quer toca-los?

Olhei para Dona Rosa sem saber o que dizer, e ela me incentivando a pegar nos seios dela:

- Vá, pode pegar, são naturais, nunca coloquei silicone!

Foi o que eu fiz, coloquei as minhas duas mãos nos peitos dela, foi bem de leve, mas ela me fez aperta-los, pressionando a minha mão contra eles, fiquei sentindo tudo aquilo durante uns 30 segundos até ela me falar que de outra forma eu poderia toca-los por inteiro:

- Espere um momento que eu vou tirar o sutiã para você poder pegar melhor!

Quando ela tirou o sutiã e ele cai na minha frente me dando uma bela visão de dois seios grandes, com os biquinhos durinhos, não pensei duas vezes e cheguei mais perto e comecei a chupa-los, chupei até ela gemer e falar que para um garoto de 19 anos eu sabia muito bem como chupar um peito.

Então eu a respondi:

- Falei para a senhora que não era mais virgem!

Ela pressionou a minha cabeça com as duas mãos dela para os seus peitos, quase que me afogo de tão grande que era, fui descendo lambendo toda a barriguinha dela, chupando o seu umbigo e pegando na sua enorme bunda.
Ela também não perdeu tempo, tirou a minha camisa e desabotoou a minha calça, quando viu o meu cacete bem duro, ficou tão feliz que pude ver os brilhos nos seus olhos, seguiu falando:

- Nossa, que rola que você tem eim? Da pra mim?

Ela tirou a minha rola da cueca, pegando com a mão direita e batendo uma punheta pra mim, deixou o meu cacete bastante molhado, cuspiu nele todo e não parava de bater uma pra mim.

Fiquei totalmente pelado, ela sentou-se na cadeira e começou a chupar o meu saco todinho, nossa que sensação boa, era uma gastura, mas uma gastura que ao mesmo tempo seguia de um prazer incrível, no final do boquete que ela fez pra mim, meu pau estava duro feito pedra e todo lambuzado.

Encostei-a na mesa, ela ficou de pé, abaixei-me e comecei a descer o zíper da sua calça, vi que a mesma cor do sutiã dela, se dizia com a cor da sua calcinha, uma calcinha vermelha. Abaixei a calça dela com um pouco de dificuldade, era uma mulher com coxas e bundas bastante grandes, mas quando finalmente tirei a calça dela e olhei de baixo para cima e vi aquela mulher somente de calcinha pra mim, e sabia que ela seria somente minha, comecei a bater uma punheta olhando pra ela, não era nada sério, apenas pegava no meu pau e o excitava para me conter aquele momento.

Jogamos tudo que estava em cima da mesa para o chão, a fiz deitar na mesa e abrir bem as suas pernas, coloquei a calcinha dela de lado e comecei a chupar tudo aquilo, era uma buceta linda, bem raspadinha, apenas com uma quantidade pequena de pelinhos morenos para a fazer a ser bastante sexy. Coloquei dois dedos dentro do buraquinho da buceta dela, ela gemia e ao mesmo tempo pegava em seus seios apertando-os, não parei por um momento de chupar a buceta da Dona Rosa, deixei a buceta dela igual ela deixou o meu pau, todo meladinho de cuspi.

Minha sorte que eu tinha uma camisinha na carteira, peguei-a e quando fui coloca-la, Dona Rosa tirou da minha mão, colocou a camisinha na sua boca e começou a colocar a boca no meu pau enfiando a camisinha, nunca tinha visto aquilo na minha vida antes, era bem diferente e bastante excitante.

Chegou a hora de ela sentir todo o meu cacete, enfiei bem devagar, não gosto de enfiar tudo de vez, gosto de sentir todo o percurso que o meu pau faz quando é engolido por uma buceta, ainda mais daquele tamanho que era o dela. Peguei a cabeça do meu pau e fiquei passando na entradinha da bucetinha dela, até ela pegar no meu cacete e enfiar tudo logo de vez, seguido de um gemido alto dela, comecei a bomba-la sem parar, ouvia-se apenas o bate virilha que eu estava fazendo nela e os seus gemidos, não sou muito de falar na hora do sexo, gosto apenas de ouvir a cachorra gritar.

Metia sem parar, pegava nos peitos dela, apertava os biquinhos para ela se sentir mais excitada, dei alguns tapas em sua cara e chamando-a de cachorra, enquanto ela me dizia que ela era a minha cachorra.

Ela quis trocar de posição, ficou em pé e de costas com aquela bunda enorme para mim, pensei em enfia logo o meu cacete na buceta dela, mas antes queria sentir todo o meu rosto enfiado naquela enorme bunda. Ajoelhei-me e abrir bem, dando para ver a sua bucetinha e o seu cuzinho, enfiei toda a minha cara ali, ela segurando a minha cabeça e esfregando mais ainda a minha cara para dentro, penetrei a minha linguinha no cuzinho dela, ela gemia sem parar e me mandava continuar sempre que eu parava para respirar.

Quando fiquei de pé, pensei em comê-la pelo cuzinho, mas fiquei com medo dela não gostar, então coloquei somente a cabeça do meu pau dentro dele, não foi tudo, ela virou a cabeça para mim e falou:

- Quer dizer que você gosta de comer senhoras indefesas pelo cuzinho?

Eu respondi quase que sem folego:

- Eu adoro comer senhoras pelo cuzinho. Você deixa?

Ela me respondeu bastante dengosa:

- Deixo! Mas enfia devagar viu? Não quero sentir dor!

Não queria que ela sentisse dor, mas ao mesmo tempo quis fazer algo que ela se lembrasse para o resto de sua vida. De imediato eu tirei a cabeça do meu pau do cuzinho dela e mandei-a cuspir na minha mão, passei todo o seu cuspi no cuzinho, deixei bem molhadinho até enfiar a cabeça do meu pau novamente, enfiei bem mais que isso, então parei por um momento e pensei se era isso mesmo que eu ia fazer, não teve outra, enfie de vez o resto da minha pica no cu dela, entrou rasgando, ela não aguentou e dessa vez não foi apenas um gemido que soltou, e sim um grito enorme que acredito que as pessoas que estavam passando na rua devem ter ouvido, ela ficou gemendo por um momento, meio que sem acreditar no que eu tinha feito e colocando a mão na minha coxa e falou:

- Eu mandei você enfiar bem devagarzinho, mas você é bem atrevido e enfiou tudo de vez, lembre-se que sou sua chefa e você deve me obedecer, seu moleque mal criado!

Eu a respondi com um tom bem feroz e grosseiro a ela, metendo bem forte o meu cacete no cuzinho dela:

- Nesse momento você é apenas a minha cachorra, e você não manda em mim agora, então cala a sua boca e empina essa bunda pra mim poder te comer sua vadia!

Foi o que ela fez, apenas empinou a bundinha que de bundinha não tem nada, só de sentir aquele rabão inteiro batendo na minha virilha, não sei como aguentei por tanto tempo fuder aquela cachorra, ela apenas gemia, gemia sem parar, pediu para tirar o meu pau por um momento, pois estava doendo muito, tirei e foi o tempo dela ficar de quatro no chão para eu meter novamente, fiquei comendo o cuzinho dela por alguns minutos, e que minutos preciosos, quando sentir que ia gozar, tirei o meu pau imediatamente, tirei a camisinha e bati uma punheta e mirei a cabeça do meu pau direto para os peitos dela, gozei muito aquele dia, sou de gozar horrores tanto na punheta quando estou comendo uma mulher.

Gozei nos peitos dela, ela não desperdiçou nem um pingo da minha gala, o resto que estava saindo da cabeça do meu pau, ela deixou cair tudo dentro da boca dela, fez um boquete incrível, enquanto chupava o meu pau, esfregava os peitos dela, deixando eles todo lambuzado da minha poha, minha rola toda cheia de gala não foi o suficiente pra ela, cuspiu nela toda e voltava engolindo tudo com o boquete.

No final de tudo ela ficou me chupando durante uns 5 minutos, quase que eu gozo de novo, minha rola estava toda encharcada de poha, de cuspi, Dona Rosa era um tesão.

Tivemos bastante sorte, quando estávamos terminando de arrumar, Seu Paulo bate na porta da empresa pedindo para que pudesse entrar, pensamos em não atender e fingir que tínhamos ido embora, mas percebemos que a pasta dele estava ali no sofá e ele tinha voltado por conta dela, pegamos a pasta dele e fomos embora. No outro dia voltamos ao trabalho fingindo que nada tinha acontecido, mas os olhares ainda continuavam os mesmos, sabia que ela tinha gostado da experiência e que poderia ter mais outra dose de pura putaria entre nos dois, mas ai já é outro caso para eu contar a vocês!

Sobre este texto

Wisley Miranda (08)

Autor:

Publicação:29 de maio de 2015 10:43

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Maduras

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