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Brincadeira de irmãos

Brincadeira de irmãos
Eu sempre fui uma garota meio sapeca.

Entre brincadeiras de colégio, brigas entre amigas e assuntos de casa, lá estava eu conseguindo sair na melhor - e nem sempre jogava limpo. Bem, verdade ou não, o fato é que sempre consigo o que eu quero.

Lá em casa somos 4: mãe, pai, Lucas e eu. Lucas é o meu irmão mais velho, daqui a 4 meses faz 19. E eu? Digamos que sou mais nova...

Não há nada de que eu possa me queixar da vida que temos, na verdade todos nos damos muito bem, mas... tem um tempo que me sinto incomodada. Faz exatamente 2 meses que as coisas em casa não andam assim tão bem. Para ser mais exata, desde quando o Lucas repetiu de ano mais uma vez e a mamãe decidiu castigá-lo, obrigando o garoto a ficar trancado dentro de casa. As primeiras semanas foram as mais difíceis, especialmente porque eu podia visitar minhas amigas e ir ao cinema, enquanto ele não tinha liberdade para ir nem ao quintal. Os dois brigavam todos os dias, gerando cada vez mais estresse. Para piorar, a Vanessa terminou o namoro de 5 anos com o meu irmão justamente quando ele mais precisava dela! Se antes ele ainda tinha uma bucetinha para aliviar esse tanto de estresse, agora já não tem mais nada.

Meus pais são muito católicos, e todo domingo é dia de missa. É mais fácil o nosso vira-latas começar a falar do que eles faltarem um domingo na igreja. Domingo passado, no entanto, eu não estava me sentindo bem e preferi ficar em casa. Lucas, é claro, também ficou.

Pela manhã, algum tempo depois dos meus pais saírem, resolvi continuar mais um tempo na cama enquanto trocava mensagens com meus amigos e escutava o cd novo da minha banda preferida. Lucas bateu na porta, perguntando se eu ia sair, porque estava entediado e queria um pouco de companhia. Eu respondi que ele podia ficar ali se não me incomodasse, já que faltavam muitas faixas pra terminar o cd. Ele concordou e sentou na cama ao meu lado.

Como tinha dormido mal, eu não conseguia encontrar uma boa posição que não machucasse minha coluna. Lucas, que sempre repara em tudo, perguntou se eu precisava de uma massagem. Claro que aceitei! Era exatamente daquilo que eu precisava. Deitei de bruços, com o cotovelo apoiado na cama, enquanto Lucas começava a massagear meus pés. Estava tão bom que parei de conversar por mensagem só para me concentrar na massagem e na música de fundo.

As mãos dele não descansavam nem por um segundo: dos pés para as batatas da perna, depois para as coxas, as costas e o pescoço. Estava tão, tão bom que às vezes eu sussurrava o nome dele, sem querer. Quando percebi, as mãos deles estavam acariciando minha bunda por cima do meu short laranja de lycra. Eu não sabia o que fazer - primeiro porque ele me pegou de surpresa! Depois porque estava tão bom, que eu não queria que ele parasse a massagem. Na dúvida, fiquei quieta. Os dedos dele alisavam minha bundinha, entravam pelas beiradas do short e roçavam na minha xoxota de leve, por acidente, eu acho.

- Vou tirar o seu short que é pra conseguir massagear seu quadril direito - disse ele.

Eu assenti envergonhada. Não sabia se ele estava fazendo por mal ou na inocência e não queria estragar a relação entre a gente. Afinal, somos irmãos e melhores amigos. Então as mãos dele apertaram meu quadril, fazendo meu coração palpitar de repente. Ele alisou minha cintura devagar, fazendo minha pele se arrepiar, e desceu as mãos pela minha bunda, apertando ela de jeito. Ah, estava tão gostoso! Fiquei logo molhada e torci para ele não perceber o que estava acontecendo na minha xoxotinha. Ele desceu as mãos entre minhas coxas, alisando a minha perna até subir novamente e roçar o dedão na minha virilha... depois na minha xana. Imagino a surpresa dele quando percebeu que eu já estava toda molhada!

Continuei quieta, embora fosse cada vez mais difícil disfarçar minha respiração ofegante. Fingi que não estava percebendo que ele estava enfiando o dedo dentro de mim... primeiro um dedinho, depois enfiou mais um.

- Ah, Zoe... - ele sussurrou meu nome, enquanto massageava o meu grelo todo melado e lambia o dedo pra sentir o meu gostinho.

Eu sabia que ele já não estava mais aguentando de tanto tesão, assim como eu. Então Lucas, de repente, abaixou a samba-canção mostrando seu pau duro como pedra, grande e grosso. Meu coração disparou. Era tão errado!

- Que se foda - disse ele, me puxando pela perna para mais perto dele. - Preciso dessa buceta agora.

- Lucas - respondi nervosa, tentando me afastar. - Você tá ficando doido?

- Eu não vou meter não, relaxa - ele abriu minhas pernas com um sorrisinho no rosto. - Só vamos fazer uma brincadeira diferente.

Ele se deitou sobre mim e encostou a rola dura na minha xoxota, sem enfiar dentro de mim. Roçou aquele cacete para cima e para baixo, gemendo gostoso no meu ouvido, me deixando louca de tesão cada vez que ele fingia que ia meter e me deixava a ver navios. Eu queria tanto aquela rola me fodendo! Queria tanto sentir ele dentro de mim que minha buceta ficava cada segundo mais melada e mais quente, doida pra ser fodida com força.

- Sai, Lucas - consegui dizer, embora as palavras não combinassem com a resposta do meu corpo. - Ser fodida pelo irmão é doentio!

- Só a cabecinha, Zoe - ele respondeu, metendo alguns centímetros. - Puta que pariu... que bucetinha apertadinha!

Eu queria mais! Queria ele inteiro dentro de mim. Enquanto minha mente mandava eu parar com aquilo, meu corpo inteiro gritava por mais. Eu não queria só a cabecinha, queria a rola inteira dentro da minha buceta! Então, como se estivesse lendo minha mente, Lucas enfiou o cacete todo, de uma vez só, me fazendo dar um gritinho de dor e prazer.

- Foda-se - disse ele, metendo cada vez mais forte. - Não estou conseguindo resistir a essa buceta, Zoe. Nossa, você tá tão quentinha... tão molhada!

Ele me virou de lado e levantou uma das minhas pernas, pra conseguir entrar o máximo que conseguisse. Eu estava com tanto tesão que já não me importava mais que era a pica do meu irmão que estava quase me fazendo gozar. Eu só queria que ele não parasse, que metesse com força, que me punisse por ser tão vadiazinha.

- Caralho, Zoe - ele sussurrou, enquanto eu virava de costas.

- Quero você me comendo de quatro - respondi sorrindo. - Não queria comer sua irmã? Então vê se faz alguma coisa direito e me faz gozar.

Ele grunhia de prazer, metendo cada vez mais fundo. Estava doendo, mas era bom. Uma dorzinha gostosa, que faz arrepiar. Eu gemi de dor e ele calou a minha boca.

- Alguém pode chegar.

Eu senti o suor dele pingando nas minhas costas e rebolava pra sentir a rola dele cada vez mais enterrada. Ele desacelerou e sua respiração ficou mais ofegante.

- Não goza dentro de mim - implorei. - Por favor, goza fora.

Ele deu mais três ou quatro estocadas e grunhiu com força, caindo em cima de mim. Senti a porra escorrer pela minha buceta e sujar o meu lençol. Já era mais um motivo pra brigar com ele! Mas resolvi desculpar, já que ele está sempre sob tanto estresse...

Depois disso ele melhorou e as coisas começaram a ficar melhores aqui em casa também! Não é que eu ajudei a família sem querer?










Sobre este texto

Zoe

Autor:

Publicação:22 de janeiro de 2016 03:24

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Jovens

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