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O crackboy e a Pantera

O crackboy e a Pantera
Antes de começar esse conto quero me descrever, sou negro 35 anos 1,72 alt. 56 kg corpo definido tipo magro, liso natural com pelos só na região pubiana dote 19x2, 5 cm, Bi ativo passivo.
Solteiro e profissional libera muito bem resolvido, moro na Zona- Leste- Guaianases, Cidade de São Paulo Capital.
Utilizo o Cognome Black Panther ZL.
O Crackboy e a Pantera Negra!
Antes de iniciar minha narrativa, gostaria de convidar vocês a uma reflexão, sobre o tema, “drogas” uma reflexão sobre a questão abordada em sua amplitude, complexidade e nuances sob as quais seus usuários “dependentes químicos” estão subordinados e subjulgados cotidianamente. Pois bem o bairro e a região que resido supracitada e mencionada, possuem uma população em situação de vulnerabilidade e risco social, consideravelmente grande. Todavia não é exclusividade da zona leste tão pouco de Guaianases, se imaginarmos que o crack, esta no Brasil. Há mais de uma década de norte a sul nos grandes e pequenos centros e por ser uma droga barata, de efeito alienatário rápido, se propaga rapidamente e produz efeitos e mazelas sócias devastadoras. Além do que seus dependentes “usuários”, são vistos sob o olhar do preconceito discriminatório, como “Noias”, e não como dependentes químicos que necessitam de tratamento e acompanhamento e sim como pairas sociais.
O que não os facilita muito à vida no seu dia a dia junto á família e no convívio social.
Mas vamos ao conto não sei se será crônico ou erótico acho que um mesclado, mas lhes garanto que possui um conteúdo bem interessante. Sou a pantera mais como e qualquer cidadão mês a mês tem que arcar com seus encargos sociais “contas” (risos). Ocorre que toda vez que ia ao banco fazer esta ação, a agencia a qual sou correntista estava ele lá na área do estacionamento pedindo dinheiro aos clientes e olhando carros em troca de qualquer trocado foi a primeira vez que vir o crackboy.
Como gesto instintivo e de autoproteção fechei a cara para que ele não me abordasse. Mas não deixei de notar que se tratava de um rapaz jovem aparentando uns vinte e dois anos de idade com cerca de 1,70 alturas, presumidos 65 kg, pele morena cor do pecado, olhos castanhos escuros, cabelos castanhos lisos e arrepiados muito bem cortados.
Trajava camiseta regata e bermuda e chinelos sua beleza chamou a minha atenção fiz o que tinha que fazer no banco e segui a rotina do meu dia, não dei a mina a ele naquele dia.
Ocorre que toda vez volta e meia o via por lá e deduzir que morava pelas imediações e assim se passaram dias semanas e meses.
Um dia o cumprimentei e ele abriu um belo sorriso e notei um aparelho nos dentes, nos apresentamos e criei certa proximidade com ele. Em outra ocasião o chamei para me acompanhar numa cerveja e saber mais sobre ele o que ocorreu. Descobrir que o cracboy, realmente morava no bairro numa rua próximo ao meu condomínio tinha uma relação familiar conflituosa devido ao uso que fazia de drogas em fim. Levantei o “Dossiê do Boy”, passei a ele o meu endereço e cobrei a ele uma vista em casa.
Visita esta que não tardou a acontecer dias depois, bebemos fumamos e pela primeira vez fudemos, e no clima gostoso e papo de travesseiro ele me contou que fez uso de droga pela primeira vez aos quinze anos de idade, iniciando com maconha até chegar ao crack.
Contou-me também que em decorrência disto foi preso por assalto e ficou preso e contou com o apoio da avó materna para se livrar se do cárcere isto ocorreu no estado de Minas Gerais, (MG). Sei que vocês querem detalhes sobre meu momento na cama com o crackboy não é mesmo então vamos lá.
Ele me apresentou um corpaço jovem moreno, chegando pro índio e proporcional ao seu bio tipo e altura, um dote de vinte centímetros por três, me beijou de língua e se mostrou muito carinhoso e presente na cama, resumindo estava á fim de mostrar serviço e me agradar.
Um corpo viril condizente com sua idade chupei gostoso a sua pica e percorri todo aquele corpo moreno, liso coberto por tatuagens enquanto ele gemia e se contorcia de olhos fechados em minha cama. Tentei come ló mais ele resistiu me virou de bruços na cama mordeu minha bunda chupou meu anus lubrifico bem, colocou uma camisinha e introduziu seu cacetão grosso com força. E começou a estocar e bombar com força até gozar, confesso que gostei da pegada dele. A partir dai ficamos íntimos e próximos e a presença dele em minha casa eram constantes e frequentes as nossas trepadas , também.
Ele o cracboy, não morava com sua família devido a sua condição, porém a avó materna dele a qual me referir bancava um local de aluguel para ele morar e não ficar na rua, local este que fui visitar posteriormente e fiquei surpreso saibam porque :
Era uma casa de três cômodos na cozinha geladeira armários de cozinha mesa com quatro cadeiras, um quarto amplo com cama de casal e um sofá amplo e confortável no mesmo espaço, um guarda roupa grande. Uma casa simples, mas muito bem cuidada e organizada por ele. Notei a ausência de algo na cozinha e questionei a ele fato que o deixou constrangido o botijão de gás, onde estaria. Ele admitiu que houvesse vendido para usar drogas e que estava fazendo falta e com dificuldade para conseguir comprar outro.
O cognome que escolhi para ele me incomoda tão pouco, não irei muda ló mais ressalto para vocês que não o resumi como pessoa e ser humano, voltando a ele me falou nesta ocasião que estava cansado da vida que levava que queria ser internado e já havia pensado no suicídio.
A rotina dele era fazia bicos pra sobreviver, frequentava o CAPS - Centro Apoio Psicossocial, da região tomava remédios para abstinência durante o dia e a noite sai de casa pra usar “crack”. Resolvi então ajudar na internação consegui então uma clinica para ele na qual ele ficou apenas uma semana e resolveu voltar para sua realidade.
Me recordo, bem deste dia era uma manhã o interfone tocou, atendi era ele subiu abri a porta ele entrou e passou as razões que o fizeram desistir da clinica e internação, entendi e não emitir opinião me mantive na minha, somente disse a ele.
Você é o senhor e dono de suas escolhas.
Voltamos então a nossa rotina de sexo e amizade ele nestas ocasiões me pedia pequenas quantias pra comprar drogas eu dava quando tinha e queria também. Ocorre que ele possuía uma divida com a justiça da sua primeira condenação e foi pego numa biitz e acabou preso e na tranca. Estranhei o seu sumiço mais até então não tinha contato com a família dele e só vim, a saber, da boca dele numa destas saidinhas decretadas pela justiça em datas ocasionais, entendem. Pouco meses , depois ele saiu em condicional conversei serio com ele arrumei um advogado que acompanhou o caso dele e hoje ele não deve mais nada a justiça.
O Crackboy começou a namorar uma novinha como ele a chama uma garota bonita adolescente na ocasião com catorze anos de idade, pouco tempo depois ela engravidou e eles foram morar juntos. Tiveram uma menina linda a qual ele trouxe junto com a novinha para eu conhecer em casa. O casamento e a paternidade fizeram bem a ele criou censo de responsabilidade e amadurecimento. A ultima vez que me visitou, estava trabalhando registrado e a novinha esperando o segundo filho (risos). Que por sinal já nasceu e é outra menina. O crackboy me visita ocasionalmente me fala sobre sua nova vida e expectativas e faz uso de drogas em minha casa, admite que reduziu e não parou de fato, quando rola um tesão nos pegamos, porém gosto muito da novinha dele e a união e os filhos agregaram muita coisa legal para a vida dele. A demais não curto triangulo amorso.
Estávamos na cama nus e fumando e notei que ele tinha uma nova tatuagem com o nome da novinha a esposa dele tatuada no peito sobre o coração, perguntei a ele quando tatuaria o meu nome, rimos muito ele me disse que iria pensar. (riso). Resumo da obra, não devemos julgar ninguém, meramente pelas suas ações, todos somos falhos afinal, porém cada um de nós possuímos qualidades e valor pessoal. Espero que gostem e comente e votem se desejarem.















Sobre este texto

Black Panther ZL

Autor:

Publicação:14 de janeiro de 2018 21:09

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Gays

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