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As novas alegrias do ENEM

Quando o assunto é mulher, nós homens sempre nos enganamos. Permitam-me que eu me corrija: não é que queremos nos deixar enganar... pelo contrário: são sempre as mulheres que tem um poder incrível de nos surpreender.
Neste domingo último, mais uma vez, decidi frequentar o universo jovem e realizar o segundo dia de provas do ENEM. Porém, depois das tantas alegrias vivenciadas no primeiro dia do exame e já sem esperar muitas novidades, na presente ocasião resolvi chegar no horário exato da abertura dos portões, para entrar logo, fazer minha avaliação e regressar logo para casa.
Ledo engano o meu! Mal cheguei no local da prova, vi o vulto branco da Karine correndo em minha direção, sorridente e expansiva, tal como ficamos quando reencontramos um amigo distante e ficamos desejosos de matar a saudade. Atrás dela, outra presença igualmente marcante a seguia...era Joana – sua companhia de prazeres, quem, desde o nosso último encontro, ela jurou querer me apresentar.
Joana era uma jovem linda – não tanto quanto Karine – mas, ainda assim, linda. Seu corpo de modelo se destacava da multidão, por ser exuberantemente alto e esbelto, quase etéreo. Seus cabelos demasiado longos e negros, parecia deslizar – com graça e delicadeza – até a bunda. Emoldurado por estes longos fios, em seu rosto cintilava o brilho de um olhar esverdeado de ninfeta safada.
Não tive sequer tempo para apreciar os detalhes da visão. Mais que de repente senti o abraço apertado de Karine a envolver-me com força, a ponto de fazer-se perceptível em meu peito o biquinho rígido de seus mamilos a perfurar-me... “Oi! Que saudade de você!” – disse-me cheia de empolgação – “Essa é minha amiga Joana. Eu queria muito apresentar vocês dois. E ela também estava doidinha para te conhecer, depois que falei de você para ela”.
Esbocei um sorriso tímido e cumprimentei a amiga. E, sem grandes protocolos, já fui perguntando a ambas se, após a prova, teriam tempo para a gente ‘comer alguma coisa em qualquer lugar’. Obtida uma reposta afirmativa das duas, combinamos o local de nosso encontro pós-prova e ingressamos em sala.
Nunca fiquei tão apreensivo para concluir a prova! Enquanto eu fantasiava minha noite ao lado daquelas duas super gatas, o relógio aparentava querer injuriar-me passeando devagar. Quando deu o primeiro tempo no qual era permitido deixar a sala, preenchi rapidamente meu cartão-resposta e, concluído os protocolos, corri para espera-las no local combinado.
Poucos minutos depois, vejo as duas vindo, sorridentes, em minha direção. Meu coração palpitava. E, pelo visto, elas também sentiam a mesma ansiedade que eu. Dali, fomos para um barzinho perto, onde podíamos conversar um pouco, a fim de construir o clima esperado. Pedimos algumas bebidas, enquanto isso Karine – sem interrupção de fala – tentava fazer a melhor apresentação de Joana para mim... Karine falava da suavidade do toque de Joana, que contrastava com a incrível destreza de sua língua... com um sorriso confidencial no canto dos lábios, garantia que Joana é a melhor parceira que ela já teve na vida, de sorte que – mesmo na companhia de um homem que a saciasse inteiramente – jamais poderia considerar deixar de lado os prazeres obtidos apenas com a amiga.
Joana, por sua vez, insistia que tudo era mérito de Karine – quem lhe iniciou na arte da pegação, ensinando-a tudo o que sabia – desde a mais simples masturbação até a sua mais alta excelência no sexo oral. E concordou com a amiga, repetindo o mesmo argumento de que não abandonaria Karine, nem mesmo quando constituir família.
Depois desta primeira troca de cumplicidade entre elas. Ambas começaram a especular sobre mim... A Karine – para o cultivo de minha vaidade pessoal – exagerando sobre os meus dotes e habilidades na cama, enquanto Joana passava o tempo todo fantasiando as sensações que poderíamos proporcionar uns aos outros com os tantos talentos que juntos carregamos.
O assunto associado ao nosso consumo exacerbado de álcool fez o ar ferver em torno de nós, de sorte que não demorou muito para começar a acontecer aquelas “mãos sacaninhas” por debaixo da mesa. Era tanta mão embaixo da mesa, que eu – por vezes – ficava nervoso em sentir os dedos delicados de ambas a percorrer minha coxa em busca do meu pau.
Eu, que não sou bobo, não fiquei para trás. Aproveitei cada oportunidade para explorar o corpo destas duas incríveis gatas... entre um copo e outro de chopp, passava a mão em um peitinho, nas coxas, na bunda e na bucetinha de minhas beldades. Que tesão! Não sei se pela novidade do momento ou pela fantasia imaginada a nosso respeito, Joana estava milhares de vezes mais molhadinha que Karine, prontinha para ser possuída por mim [na verdade, penso que todos nós já estávamos enlouquecendo de tanta vontade por uma boa foda].
Sem mais delongas, paguei a conta e sugeri que seguíssemos para a minha casa. Chegando lá, colocamos uma boa música e eu abri uma garrafa do meu vinho favorito, a fim de deixar que as meninas se sentissem bem mais à vontade em meu pequeno lar. Para facilitar ainda mais o relaxamento, espontaneamente tirei minhas roupas, ficando apenas de cueca e deitei no sofá.
Joana e Karine me olharam com cara de interrogação. Eu apenas respondi com um breve sorriso e repeti que poderiam ficar completamente à vontade. Elas, então, em rápidos movimentos, se despiram por inteiro, exibindo seus contornos deslumbrantes, os quais se acentuavam mais em Joana por causa de seus seios colossais... Nossa! Como eu queria chupá-los logo, contudo – como bom jogador – preferi esperar pelo tempo certo.
Abri outra garrafa de vinho e, depois, mais uma. Neste ponto, elas já não podiam esconder o extrovertido comportamento que o álcool quis conferia... ambas sorriam alta, se apalpavam, dançavam nuas pela sala. Depois, voltavam para perto de mim e me beijavam e se esfregavam em qualquer parte do meu corpo, falando sacanagens deliciosas ao pé do meu ouvido.
A essa altura, eu já não podia desviar minha atenção da xoxota lisinha e rosada de Joana, donde fluía abundantemente o perfumoso líquido de sua excitação. Me atrevi, pois, a tomá-la pelo braço e puxá-la para cima de mim, até que seus grandes lábios se abrissem para dar espaço à minha língua... chupei-a e lambi, com a frenesi de um gato faminto à beira de uma poça de leite, enquanto minhas mãos comprimiam com força seus seios, tão grandes eram que superabundavam nas minhas palmas.
As pernas de Joana tremiam cada vez que – astutamente – minha língua tocava a ponta de seu clitóris e seguia explorando sua vagina até perto da entradinha de seu ânus. Ao mesmo tempo, ela arfava e soltava suaves grunhidos de prazer. Tudo era tão perfeito entre eu e ela que quase esquecemos o mundo... foi quando, do outro lado da sala, ouvimos a voz manhosa de Karine perguntando se não íamos deixar ela entrar em nossa vibe. [Poxa vida! Como eu poderia ter deixado de lado aquela mulher que, na semana passada, me dera tanta satisfação?].
De imediato, ergui o olhar convidativo na direção dela e qual não foi minha surpresa ver Karine toda abertinha em minha poltrona cinza, com um vibrador gigante enfiado bem no meio de suas pernas... pirei! Aquela putinha tinha mesmo se preparado para a aventura que ainda haveríamos de viver.
Joana foi mais rápida na resposta do que eu, lançando para Karine uma romântica e irresistível ordem de “Vem! Vamos mostrar para esse pauzudo delícia o nosso modo de fazer amor”... depois, já foi puxando eu e a amiga para o quarto, onde iniciaram um surpreendente meia-nove. Elas realmente se conheciam... se lambiam e se tocavam com tamanha sincronicidade de movimentos que era impossível não pirar de prazer vendo as duas gatas se divertirem.
Como eu estava sentado bem perto de ambas, logo suas mãos me encontraram e, deslizando em meu corpo, masturbavam graciosamente meu membro já rígido e pulsante. De repente, eu já estava inserido também na festa... Joana me chupava, eu chupava Karine e ela chupava Joana... [pobre Karine! Trocar a boca quente e maliciosa de Joana pela minha devia ser uma perda irreparável, mormente porque cada vez que Joana intensificava o boquete, meu corpo se arrepiava e eu não conseguia me mover].
“Come a gente! Faz daquele jeito que fizemos na semana passada!”- pediu Karine. E eu prontamente obedeci... pus Karine de quatro e comecei a socar gostoso na sua bucetinha, enquanto Joana – enfiando-se por baixo da amiga – nos lambia, ora se dedicando ao clitóris de Karine, ora sugando meus testículos. Isso dificultava muito os habituais movimentos, mas provocava sensações indescritíveis.
Passado um tempo, alternei as meninas, para realizar minha tara de meter fundo na xoxota de Joana... era tão apertadinha, quente e úmida, que foi necessário deixar meu pau deslizar, primeiro, lentamente para o seu interior e, só então, pude acelerar o vai-e-vem da penetração, até o extremo de algumas estocadas mais fortes e animalescas. Karine nos deixou um pouco sós e se dirigiu até a sala, a fim de buscar algumas coisas que ela havia trago na bolsa.
Ao regressar para o quarto, Karine se deparou com a visão linda de Joana se contorcendo em orgasmos cada vez que eu retirava e empurrava firme minha rola na sua grutinha rosada. Ela trazia na mão algumas opções de plug anal e bolinhas de pompoarismo, além de lubrificante... daí, sentou no canto da cama e sussurrou para mim: “Deixa a gente te mostrar uma coisa”.
Eu me afastei um pouco. E ela, aproveitando a posição de quatro que Joana estava, foi inserindo, uma a uma, todas aquelas bolinhas no cu da amiga... depois, tendo inserido todas, puxava calmamente, uma a uma, para fora daquele buraquinho apetitoso. Joana gemia feito louca e pedia mais... repetiu isso umas duas ou três vezes. Por fim, encaixou no lugar um plug gigantesco e me deu licença para eu terminar o serviço na buceta de Joana. Era tão intensa aquela nova forma de fazer sexo que Joana, depois de sucessivos orgasmos, caiu desfalecida na cama.
Olhei para Karine e lhe disse que agora ela a vez dela... como ela estava a se masturbar durante o momento que eu fudia Joana, não foi difícil leva-la também à loucura. Primeiro, voltamos a nos deliciar com um selvagem meia-nove, mas agora era ela quem arfava e perdia o ar de tanto excitamento... como se voltasse a provar seus primeiros orgasmos. De sua bucetinha escorria tanto néctar, que, por vezes, eu me sentia afogar com a sua excessiva lubrificação.
Logo em seguida, a coloquei de ladinho e meti minha vara inteira dentro dela, com movimentos bruscos e firmes, arrancando da gata suspiros e palavrões... a moça, de uma hora para outra, se transformou na puta que todo homem deseja ter em sua cama. Quanto mais eu metia, mais ela pedia para eu esfolar sua vagina. Gozamos juntos, em um gozo intenso, sentindo uma onda de choque a perpassar nossos corpos.
Ficamos ali deitadinhos por um tempo. Depois, fomos os três para o banho. Eu estava absolutamente sem forças, mas as duas ainda me fizeram um show particular. Terminado o banho, deixei as garotas em casa, não sem antes receber a promessa de ambas que voltaríamos a nos encontrar tão cedo fosse possível.

Sobre este texto

Diêgo Melo

Autor:

Publicação:18 de novembro de 2017 19:52

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Encontro a Três

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