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Do fundo do baú

Nas ondas do rio Amazonas

Há pouco mais de um ano, recebi um convite para conhecer o norte do país, a fim de desenvolver na região uma parte promissora da atividade profissional que, antes, eu exercia. Convite aceito, parti em missão para Manaus e, através do rio, segui de Manaus para os lugarejos que eu deveria me fazer presente por um período mínimo de 50 dias.
Em um destes traslados entre os povoados, fiz uma viagem de barco com alguns moradores locais... homens e mulheres com traços físicos lindos e com cor de pele sensualmente atraente. Era tudo tão exótico que, na minha cabeça, não parava de sobressaltar-se o universo sórdido de minhas mais pervertidas fantasias sexuais.
Pois bem, quando começara a anoitecer, o pessoal se pôr a movimentar-se para tomar banho... alguns colhendo água direto do rio e lançando sobre os seus corpos nus... outros se organizando em uma fila interminável à porta do único banheiro da embarcação... eu me juntei ao primeiro grupo.
Enquanto banhava, fiquei de olho em duas mulheres lindas, de traços indígenas bem marcados, que se entreviam com sensualidade e confidência... eram duas garotas fantásticas, ambas com mais ou menos um metro e sessenta de altura, cabelos negros e lisos, pele morena queimada do sol, seios firmes e volumosos, bumbum empinado e redondinho, como se tudo nelas fossem esculpidos por um artista que ousou preparar sua melhor obra de arte.
Enquanto se entreolhavam, elas cochichavam alguma coisa em dialeto local e sorriam. Depois, sem nenhum pudor, se tocavam e uma ajudava a outra a se lavar.
Eu estava extasiado pela beleza daquela visão, de tal forma que já não conseguia desviar o olhar. Quando elas perceberam que eu as fitava, ao invés de diminuírem as carícias, passaram a realizar os mesmos toques com mais intensidade e volúpia. Depois, me chamaram para perto, confidenciando-me que estavam mesmo procurando um homem de verdade para entrar no "Jogo" delas.
Fomos à minha cabine [como eu ainda não estava acostumado ao costume local de dormir em redes, aproveitei o privilégio de pagar um pouco mais caro em um precário quarto reservado à tripulação do barco]. Lá, as garotas começaram a revelar a grandeza deste povo que eu acho completamente sensual.
Sem nenhuma cerimônia, as duas “indiazinhas” se atiraram na cama e começaram a se beijar freneticamente. Durante o beijo, as suas mãos habilidosas passeavam no corpo da outra, explorando com destreza cada parte, desde o pescoço até o meio das coxas, arrancando, de cada uma, pequenos suspiros de prazer.
À medida que o clímax dos beijos se intensificava, elas massageavam uma a bucetinha da outra, de maneira vigorosa, aumentando a velocidade dos movimentos conforme se aproximavam de um primeiro orgasmo. A este ponto, eu continua parado, estupefato, com meu caralho na mão.
Foi, então, que uma delas me olhou com um olhar sacana e perguntou-me: “Ei, moço! Você não vai vir não?”.
Diante da pergunta, fiquei completamente sem reação. Era difícil processar o que estava acontecendo comigo. Meu Deus! Eras duas índias super gostosas se oferecendo para mim!
Não gastei muito tempo com este pensamento, mas, antes que eu tivesse a oportunidade de dar um único passo, as duas correram em minha direção e, pegando pelo pau, me puxaram também para a cama.
A outra se inclinou bem próximo de meu ouvido e sussurrou maliciosa: “Está assustado, gatinho? Nós vamos te mostrar o que somos capazes de fazer”. E voltaram a se beijar, agora pertinho de mim, quase ensaiando um beijo triplo. Concomitantemente, deslizavam suas mãos e unhas pela extensão do meu tórax, indo do mamilo até a base do pênis.
Tocando a base do pênis, interromperam o beijo e começaram a descer devagarzinho, lambendo e mordiscando meu pescoço, peito, abdômen, até que seus lábios quentes encontrassem a carne macia de minha glande.
Elas me lamberam e chupavam de tal forma que pareciam me querer comer vivo. Enquanto isso, minhas mãos trêmulas de prazer percorriam seus corpos, a procura das xoxotas molhadinhas de minhas duas parceiras. Nossa! Elas estavam tão lubrificadas, que o doce néctar de suas bucetas escorriam, com abundância, pelas coxas de ambas.
Puxei a que estava do meu lado direito em minha direção e cai de boca, chupando intensamente seu grelinho. Enlouqueci! Era perfumado e quente, como nunca anteriormente eu havia provado. Por curiosidade, quis provar também o sabor da outra e, repetindo os mesmos atos, não tive surpresa menor.
Ficamos ali ainda por algum tempo, curtindo todas as sensações desta preliminar oral. Contudo, minha mente insidiosa queria mais e me convidava a partir logo para o momento crucial da foda. Assim, lancei mão da que estava mais próxima e puxando-a violentamente para mim, estoquei com força a minha pica na sua bucetinha carnuda. Comecei a meter com vontade, enquanto a outra, nos vendo em ação, se masturbava na nossa frente. E as garotas se alternavam nesta nossa pegada.
De repente, pensei o quanto eu estava sendo tolo. Por que aproveitar uma de cada vez, se eu tinha as duas – ao mesmo tempo – em minha cama? Eu precisava corrigir isto! Foi então que chamei a que se masturbava e, beijando-a, meti meu dedo no meio da sua bunda. Ela entendeu o sinal e começamos a fazer nosso delicioso sexo a três... enquanto uma me chupava, a outra beijava sua vagina... enquanto cuidava de penetrar uma, a outra se esfregava na minha cara... e assim sucessivamente, até que a gente tivesse completado o rol de todas as nossas posições conhecidas. Gozamos juntos! Descansamos juntos! E elas passaram a dividir a cabine comigo durante toda a viagem.
Nossa aventura neste barco durou três dias, mas pareceu passar muito rápido.
Chegando no local de destino, nos separamos e perdemos o contato... e eu fiquei aqui, recordando saudoso aqueles dois tesões de mulher.

Sobre este texto

Diêgo Melo

Autor:

Publicação:5 de novembro de 2017 09:16

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Encontro a Três

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