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Uma entrega especial para Glória

Há pouco mais de um ano, decidi deixar o funcionalismo público para empreender um negócio próprio... foi quando tive a ideia de associar a necessidade de gerar renda com a atividade que mais me dava prazer, de sorte que não me sobrou outra escolha, senão investir em uma loja virtual de lingerie e artigos eróticos.
No início – confesso – o negócio que parecia extremamente promissor se revelou pouco lucrativo e eu não entendia o porquê, afinal todo mundo, o tempo todo, quer descobrir novas formas de enriquecer seus entretenimentos sexuais.
As coisas só começaram a melhorar quando – por indicação de um amigo – comecei a testar os produtos que eu vendia, de sorte que me fosse possível não só conhecê-los, mas também recomendá-los aos meus clientes com exclusividade, segundo o gosto de cada um. O retorno, obviamente, não foi só financeiro, me rendendo também momentos bem felizes, sobretudo com as clientes mais “carentes” ou mais “fogosas”.
Não era um trabalho duro. Todavia, se trocadilhos me são agora permitidos, ele me deixava duro sempre. Especialmente, quando se tratava de minha melhor cliente: uma mulher madura chamada Glória... uma mulher fenomenal, morena, alta, um pouco gordinha, com seios e quadris bem avantajados. Havia se divorciado recentemente, então não queria ter, tão cedo, qualquer outro tipo de relacionamento sério além de breves e tórridos encontros sexuais, através dos quais pudesse aplacar um pouco o fogo indomável que ardia no meio de suas pernas.
Glória me contou que, após terminar o seu longo casamento, ela preferia sair com homens mais jovens, entre dezoito e vinte e cinco anos, nos quais sentia chamejar o vigor e a euforia de um desejo ainda pubescente. E confidenciou que, embora geralmente eles demorassem menos a gozar, os mais mancebos eram os que lhe proporcionavam mais prazer por serem mais “impetuosos” na pegada, metendo com violência e esfolando o seu rabo.
Dizia ainda que os “brinquedinhos” que ela comprava frequentemente de mim era uma forma de “aliviar suas tensões” durante a semana, afinal, nos dias feriais, os seus machos se ocupavam, basicamente, com as obrigações da universidade e dos estágios que faziam.
Como a conversa me permitia certo grau de ousadia e intimidade, perguntei-lhe porque – ao invés de gastar dinheiro com pirocas de plástico, ela não contratava, para os dias da semana, garotos de programa ou coisas do tipo. A resposta, então, veio clara e cheia de malícias... disse-me ela, passando a mão em minhas coxas, quase tocando os testículos: “Isso não é para mim. Na prostituição, o sexo é mecânico e fingido. Gosto de ver verdade quando um macho goza na minha boca ou arregaça o meu cu. Você não pode me ajudar, ocasionalmente?”. Tais palavras me roubaram o fôlego por um instante, de sorte que só pude balançar a cabeça, assentindo.
Daí para frente, só senti sua mão avançando um pouco até poder segurar com firmeza o meu pau...Ela sorria com um olhar brilhante e disse: “Nossa! Vejo que você já está pronto. Pena que tenho que buscar agora uma das minhas crianças na escola” (referindo-se a um dos meninos que lhe serve na cama, de nome André – o seu preferido).
O convite protelado não foi esquecido. Desta forma, tendo transcorrido poucos dias, numa tarde de quarta feira, inesperadamente meu telefone tocou... era ela, querendo que eu levasse à sua casa meu mostruário com algumas novidades que ela ainda não havia testado. Marcamos o horário correto e fui ao seu encontro.
Chegando lá, ela me recebeu, trajando uma roupa que a deixava muito à vontade, cujo tecido maleável acabava por valorizar bem as curvas de seu corpo. Era evidente que alguma coisa iria acontecer, afinal dava para ver que ela estava sem as roupas de baixo e uma parte de sua lubrificação vaginal havia marcado com uma mancha úmida os fundos do seu shortinho branco, conferindo-lhe uma sútil transparência, através da qual era possível entrever os desenhos de sua bucetinha sedenta por sexo.
Pediu que eu entrasse e ficasse também muito à vontade, pois estaríamos sozinhos até o inicio da noite, quando chegariam o André, o Marcos e o Vinícius para lhe fazer companhia, uma vez que – por coincidência – nenhum dos três teria aula naquela noite. De imediato, sentei no sofá e comecei a abrir a mala na qual eu portava meus artigos de venda: fantasias eróticas, próteses penianas de todos os tamanhos, vibradores, lubrificantes, masturbadores, kits da linha fetiche e sado [que lhe despertaram maior interesse], bolinhas de pompoarismo, etc.
Ela olhou com calma cada um destes itens, separou alguns e, bruscamente fechou a mala, enquanto olhava fixamente nos meus olhos. Em seguida, me disse com voz dengosa: “Tudo aqui é muito interessante, mas o material que hoje procurou você não trouxe na mala”... e, avançando sobre mim, continuou: “Meu bem, hoje eu quero provar o seu mastro, para matar o desejo que se acendeu em mim no nosso último encontro”... daí, sem que eu conseguisse ainda esboçar qualquer reação, se pôr a abrir o zíper de minha calça, fazendo pular para fora da cueca minha benga cheia de veias.
“Quanto vale esse brinquedo delicioso?”- me indagou – “Se você quiser, posso te pagar bem caro, só para ter o prazer de me deleitar com ele durante as próximas horas”. Dito isto, ela se dirigiu até um aparador lateral que estava encostado em um canto da sala e preencheu um cheque... depois, regressou para perto de mim, colocou o cheque no bolso de minha camisa – “está pago” – se ajoelhou aos meus pés e enfiou meu pênis inteiro na boca, chupando com avidez e sofreguidão. Pedia para eu aguentar até ela matar a sua fome e gritava que, após ela se sentir saciada, eu podia derramar tudo o meu leitinho no fundo de sua garganta.
Nossa! Como era difícil segurar o gozo numa situação como aquela, mas, mesmo assim, segui firme. Estiquei minha mãe até alcançar um consolo de vinte e cinco centímetros que ela havia separado e, com um pouco de contorcionismo, o introduzi inteiro em sua xaninha. Era o que faltava para que o corpo de Glória, estremecendo de prazer, provasse a sua primeira experiência orgásmica. Ela só se arqueou e, em seguida, repousou a cabeça sobre meu colo, mordendo os lábios por alguns segundos.
Eu deveria deixá-la descansar um pouco, mas não pude. Agora, o louco de tara era eu. Puxei-a para cima de mim e encaixei minha vara na sua xereca melecada de tesão. Comecei a fazer movimentos leves até que as forças lhe voltassem e, em pouquíssimo tempo, já estava ela a me cavalgar como se galopasse encima de um potro não domesticado. Enquanto isso, eu chupava e mordiscava seus mamilos negros e, com os dedos, tocava delicadamente a portinha de seu cu. Ela gritava de prazer e implorava para que eu continuasse a meter nela até deixar sua vagina ardida, em viva carne. Outro gozo lhe veio, interrompendo nossos deliciosos movimentos. Eu não queria parar! Assim, peguei-a pelo cabelo e a coloquei de quatro, a fim de me aproveitar também daquela sua bunda encantadora... a penetração foi difícil de tão aperto que era seu buraquinho, mas consegui entrar e concluir ali o serviço começado... derramei todo meu esperma no seu cuzinho e caímos ali mesmo, extremamente exaustos e semiembriagados de prazer.
Após um breve descanso, tomamos banho juntos, como se o lavar-se fosse um rito silencioso de gratidão por tudo aquilo que vivenciamos. Nos vestimos. Comemos algumas coisas. Finalizamos as compras dos artigos que ela havia separado e nos despedimos.
Coincidentemente, quando eu estava já à porta para ir embora, o interfone da casa de Glória tocou... eram seus três meninos – André, Marcos e Vinícius. Eu passei por eles no portão e os cumprimentei, trazendo em mim o pensamento de que a noite daquela mulher não poderia ser menos divertida do que a tarde que co-dividimos.

Sobre este texto

Diêgo Melo

Autor:

Publicação:7 de novembro de 2017 14:40

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Maduras

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