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Do fundo do baú

Com ódio no coração - 4 A morte chega a cavalo

Marzagão, articulava com os filhos como seria o ataque ao banco local naquela madruga. Tinha que ser tudo preciso e rápido para que a policia não chegasse e um confronto se tornar inevitável. Queria saber se os carros estavam abastecidos e no mapa mostrava por onde seguiriam, assim que tivessem de posse do dinheiro. Não queria se surpreendido com qualquer que fosse o minimo de erro.
__Já entrei em contato com Mané, Zé galo e Fumaça, que daqui a pouco estarão chegado com o equipamento que precisamos. Quero que vocês fiquem na retaguarda, caso algo saia do controle, mas não se envolvam em confronto direto. Se por acaso alguma coisa sair errado, procurem cair fora e não se ferirem.Certo?
Todos concordaram.
Cada um dos seus homens saíram para dar um rolê pela cidadezinha, onde foram para um bordel e lá ficaram com algumas garotas. O que eles não perceberam é que olhos de águia, os estavam observando. Gisele, ficara inquieta ao ver os rapazes passarem por ela e entrarem naquele bar onde se tinham além da bebida e comida típica local, mulheres que iam lá as vezes, com aquiescência de pais, maridos ou irmãos, através do corpo, conseguir alguns míseros trocados para levara para casa. Brejo Seco era um lugar estranho, onde a maioria dos homens perambulavam pelas ruas empoeiradas sem ter o que fazer, a não ser um biscate aqui ou ali, a troco de cachaça, no entanto possuía, um banco que abastecia outra cidade a poucos quilômetros, como que a zombar da desgraça de seus habitantes. Gisele, contou três os personagens que no bordel entraram, mas não viu o chefe de tudo. Sentada em um luga de onde podia ver tudo o que se passava por ali, estranhou quando viu chegar dois carros, cobertos de poeira, que estacionou, que funcionava como posto de gasolina, outra ironia do local, onde garotos, assim que foram contatados, levaram alguns galões, que ela imaginou, serem combustíveis e mediante pagamento, começaram a despejar nos tanques dos carros. O sexto sentido, dela, a alertou, que aquele indivíduos, mal encarados, estavam ali para se encontrar com os pilantras que ele estava perseguindo. Essa ideia a deixou mais furiosa ainda, pois teria que combater mais pessoas. Assim que se afastaram rumo ao boteco, ela teve uma ideia a se levantando com toda precaução do mundo, se aproximou dos carros e sentindo o cheiro forte de combustível, teve certeza de que tinham se abastecido para um longa viagem. Procurou com o olhar algo que acabou encontrando. Pegou aquele regador velho e o encheu com água suja e pouco depois com muito cuidado, a colocava dentro dos tanques dos carros em uma quantidade que daria para eles,os suspeitos, começarem a sentir a falha na injeção pura com a mistura, em poucos quilômetros. Depois de se divertirem com as putas, os rapazes foram saindo um por um. Se mostravam satisfeitos. Inclusive os forasteiros que tinham acabado de chegar, saíram do mesmo local, rindo. Dirigiram todos para o local onde estava Marzagão e lá ficaram inteirados de todo o plano do saque que iriam efetuara naquela madrugada.
-.-
Cada um se posicionou, de acordo com o combinado, e Marzagão após verificar que tudo estava em ordem, seguiu com os filhos para a frente do banco, onde iriam estourar a porta principal e depois dinamitariam os caixas eletrônicos. Se aproximaram da porta e de posse de um pé de cabra, começaram a forçar a entrada. Vado, era o encarregado do serviço e se posicionava para o executar. Na calada da madrugada, ouvi-se um estranho zumbido e Vado gritou e caiu, levando a mão á bunda. Todos ficaram paralisados sem saber o que tinha acontecido, até que Marzagão saiu do torpor e foi ver o que tinha acontecido com o filho, vendo que ele gritava de dor e sua mão estava tinta de sangue.
__Mas que diabos aconteceu?
__Fui atingido por um tiro pai. Me acode que esta doendo muito.- gemia o rapaz.
__Mas de onde veio esse tiro? - perguntou olhando para todos os lados. - Quem foi o desgraçado que atirou? Será que um dos nossos cometeu essa besteira?
__Pai! Vamos cair fora. -disse Tonho.- Algo não esta cheirando bem. Vamos levar o mano para ser cuidado por um médico. Ele está perdendo muito sangue.
__Carlão, Tonho, carreguem seu irmão para o carro e vamos embora.
__Quem vai avisar os outros?
__Eu vou. Vamos ajam com rapidez.Merda! Mas quem foi o filho da puta que atirou? - resmungou olhando ao redor e fazendo uma trajetória de como o filho estava e onde acertou a bala, acreditou que achara o ponto, mas não tinha certeza. Correu rua abaixo e se comunicou com os comparsas, que retornaram e ajudaram a carregar os materiais que iriam usar, colocando tudo em seus carros. Não estavam entendendo, o que estava acontecendo.
O que não esperavam era que Mané, revoltado, acionara a arma que carregava e despejara uma rajada de bala na porta do banco, estilhaçando tudo e acionando o alarme.
__Seu burro! Por que fez isso. Não vê que agora estamos a descoberto? - gritou Marzagão. Ia entrar no carro, quando um novo zumbido se escutou após o barulho dos tiros e Mané caiu estatelado ao lado do carro, morto. Todos se apavoraram e começaram atirar sem saber em quem e nem para que lugar ao certo. - Vamos sumir daqui, pois tem atiradores de elite escondidos em algum lugar.
Os carros arrancaram, com os bandidos de arma em punho disparando para todos os lados, acertando muitos casebres, assustando seus moradores.Porém a cartada ainda não estava lançada, viria em forma de mais um tiro certeiro, num dos pneus do carro onde estava o ferido, fazendo com quê o motoristas ficasse sem total controle do veiculo que foi direto em uma arvore. O carro que vinha atrás, percebeu o que tinha acontecido e com as portas abertas parou junto ao acidentado. Todos se alojaram nele, até o que tinha levado um tiro, partindo em seguida.
A policia, com seu efetivo reduzido, surgiu, quando as pessoas estavam para fora de suas casas comentando o ocorrido e diante do banco, viram aquela mancha enorme de sangue. Iniciaram uma perseguição, noite adentro para ver se conseguiam deparar com os facínoras. Temeridade!
Gisele, desmontou todo aparato que montara naquele ponto que fora vital para sua intenções. Jogara com a sorte e fizera...bingo! Sabia que o carro não iria muito longe e por isso não teve pressa. Fora dormir pois queria ter energia para o que tinha que fazer, que era seguir o rastro dos novos cangaceiros modernos.
O carro dos bandidos não fora muito longe, mas eles mesmo não se encontravam por perto. Sondou bem o solo para perceber que os meliantes receberam ajuda. Mas de quem, se só a policia tinha saído no encalço deles?
As horas foram passando e ela foi seguindo o rastro, até que o mesmo se perdeu em solo muito pedregoso, até sair num planalto, onde as montanhas apareciam bem distantes no horizonte. Aquele sol escaldante estava castigando e ela temia que o animal a qual estava montada, não aguentasse um galope forçado. Por isso, moderou, mas seguiu em frente. Duas horas depois, com o sol a pino, observou a revoada de aves de rapina, que indicava que havia algum tipo de animal morto por ali ou algo mais. Parou e desceu do animal, passando a analisar o solo até que encontrou um pista indicando que ele havia passado por ali, justamente na direção que ela esta indo.
O sol já se achava descendente, quando ela atingiu o topo daquele monte sentiu cheiro de fumaça. Olhou para o fundo daquele vale abaixo e viu de onde vinha o fumacê. Era da chaminé de uma pequena casa encrustada naquele nada. Munida da luneta,Gisele procurou se certificar de quem estava ali. O primeiro que ela viu foi o que mais odiava...Marzagão. Acariciou o potente rifle que tinha á mão. Calculou a distancia e achou que podia acerta-lo bem na cabeça, porém queria faze-lo sofrer e iria achar um meio, por isso resolveu esperar a noite chegar para poder agir. (cont.)

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:10 de maio de 2016 21:12

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 10/05/2016.

Comentários

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  • Arya
    Postado porAryaem11 de setembro de 2016 09:48

    Esta muito legal a história. Queria muito saber com ira acabar.

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