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Do fundo do baú

Mais gostosa que framboesa

Ele nunca tinha visto uma mulher tão linda e de corpo tão espetacular. Essa mulher, era Deolinda, mulher de seu patrão. Junior, cuidava dos afazeres da fazenda. Era novo ali, recém contratado, por um salário, que compensava a sua ida para aquele fim de mundo, principalmente quando conheceu a sua patroa. De onde estava, era possível vê-la sempre de maiô, estirada ao lado da piscina. Admirava aquela mulher, e se sentia até que gratificado por trabalhar ali. Em suma, estava sentindo um amor platônico por ela. A cada dia que passava, mais aumentava esse sentimento. Cidinha, outra empregada da fazendo, por várias vezes flagrara espionando a mulher do patrão. Percebia que tinha alguma coisa rolando na mento do rapaz, e ela que sentia uma certa atração por ele, o alertou que se o pegassem olhando para aquela mulher, seria despedido. Chegou a dizer que ele deveria olhar mais ao seu redor e ver que tinha pessoa que estava interessada nele, e poderia faze-lo feliz, já aquela mulher, poderia se transformar em um grave problema.
Júnior, não queria saber se era arriscado ou não. Fazia todos seus trabalhos com rapidez, principalmente os que fossem bem distante da casa principal, para terminar nas cercanias da piscina que tinha num dos lados um cerca viva, onde se ocultava para espionar a sua amada. Sonhava com ela todas as noites e com isso acordava banhado de suor e excitado. Se masturbava e depois de algum tempo, voltava a dormir. Ele não sabia como, mas tinha quase que certeza de que poderia se aproximar de Deolinda, Quis o destino, que num dia ensolarado, ele fosse chamado para limpar a piscina, pois quem cuidava especialmente daquele serviço, não estava lá. Não disse nada, mas se sentiu premiado, pois ao lado de onde ele iria trabalhar, estava ela, a sua deusa, com uma das filhas, rindo e jogando conversa fora. Quando se aproximou da duas, que estavam vestidas sumariamente, ostentando, aquelas formas de enlouquecer qualquer mortal, principalmente Deolinda que era bem mais dotada de um corpo perfeito que sua jovem filha, teve seus passos interceptados pela fala da jovem arrogante, que quis saber como ele se atrevia a estar ali sem ser chamado. Deolinda, pediu calma a sua filha alegando que ela o mandara chamar para que desse uma ordem na piscina, pois a tarde pretendia nadar um pouco. Se levantou e aproximou-se do rapaz, que abaixou a cabeça para não deixar que ela percebesse que estava com visível interesse nela. Para Deolinda, aquele gesto a encantou e ela sem qualquer tipo de preconceito pegou em seu braço e o levou para o lugar que desejava que ele limpasse. Enquanto caminhavam, ela se desculpou pela arrogância da filha. Seu perfume era perturbador e de relance ele pode ver os graúdos seios dela que quase saltavam fora do seu aprisionamento. Vendo que ele mal lhe olhava, ela parou e o questionou:
__Você parece que é muito tímido. Ou será que recebeu alguma ordem para não olhar para mim. - quis saber- Não sou nenhum bicho papão. Quero que os empregados se sintam a vontade por aqui, pois vamos conviver muito próximos,assim espero.Seu nome é?
__Júnior, senhora. - respondeu ele ainda de cabeça baixa.
__Veja Júnior - apontou ela em direção a um certo ponto da água - preciso que você retire essas folhas que estão flutuando e depois me pode essas plantas para que fiquem mais modeladas. Pode me fazer isso?
__A senhora manda, Assim que terminar vou ver onde colocaram a tesoura e darei uma reparada em tudo aqui.
_Ótimo. Desde já obrigada. - com isso se afastou permitindo que Júnior visse suas nádegas polpudas, balançando acintosamente de um lado para o outro. Parecia que elas o desafiava a toca-las. Sentiu o seu pau dar uma mexida, externando a sua satisfação com aquela visão maravilhosa,ficando a imaginar como seria bom se pudesse toca-la. Se empenhou em executar seu serviço mas sem tirar os olhos daquela mulher que o fascinava.
Ele não vira, mas Cidinha, estava observando aquela aproximação da patroa com o empregado e não gostara, pois sabia que isso iria aumentar o tesão que ele sentia pela mulher do patrão. Tinha raiva dela que roubava as atenções de Júnior, que com isso não notava que ela era louca por ele. Tinha que dar um jeito de chamar sua atenção. Bolara um plano e iria executa-lo o mais breve possível.
Júnior, após tomar seu tomar banho, se preparou para a janta que Cidinha servia em sua casa. Notou que ela estava mais expansiva que os demais dias, mas não deu muita importância. Após o jantar, foi para seu quarto, que ficava um pouco afastado, e lá ligou seu aparelho de tevê, para assistir o noticiário e depois uma certa novela. Depois, passaria para a área do esporte e por fim iria dormir, esperando sonhar com sua musa.
O sono veio, e Júnior embarcou nele revivendo os momentos que esteve tão perto da sua amada, sentindo seu cheiro, tendo de perto a visão de seu corpo espetacular, além de ainda sentir, a delicada mão dela em seu braço. Era real demais, pois podia sentir até o calor daquele contato a lhe aquecer a pele. Se remexeu no leito, resmungou algo como "alguém pode nos ver" e continuou em seu devaneio. Sentia que ela estava cada vez mais atrevida, pois levava sua mão a um dos seios, que não pareciam tão grandes naquele momento, forçando-o a acaricia-los e quando ela, colocou um dos bicos em sua boca e a mão dentro da sua cueca, pegando o seu pau que estava duro, desde a hora que deitara, teve a nítida impressão de quê, quando os seios escaparam de sua mão e da sua boca, a mesma tomou conta do seu membro. Ele não queria parar de sonhar, estava tão bom que poderia, naquele embalo até gozar. Seus testículos, eram acariciados e manipulados de forma que o incomodava prazerosamente. A boca desceu até eles e os tomou dentro da mesma. Rolava-os de um lado para o outro e depois sugava, causando aquela dorzinha gostosa. Conversava com a mulher sobre o que ela fazia:
" Madame, eu sempre sonhei com um momento assim. A senhora está me levando á loucura. Não quero gozar em sua boca. Chupa mais o meu pau. Vai! Ele é todo seu.
Que gostoso! Deolinda eu te amo"
Porém a dor que sentiu, quando seus ovos foram apertados por dedos enraivecidos o fez grita e dar um pulo na cama, acordando. Mas dedos ainda os apertavam e quem o fazia, aquela mulher que estava ao seu lado, nua, fuzilando-o
com um ódio estampado no rosto, não era Deolinda.
__Cidinha? - perguntou, sem saber o porquê, pois estava ali á sua frente.
__Cidinha. -remediou ela toda irônica - Achou que fosse a patroa? Ora, cai na real cabra idiota. Você acha mesmo que uma mulher daquela vai lhe dar pelota, só porque tocou em seu braço. Fica esperto, cara.
__Mas, mas...você tem seu marido.- lembrou ele.
__E dai? Não estou morta. O infeliz está la dormindo que nem um porco. Toda noite é a mesma coisa. Não me dá o minimo de atenção. Eu tenho que me satisfazer sozinha se quiser ter um pouco de prazer. Você acha justo? - perguntou começando a chorar.
__Mas isso não lhe dá o direito de o trair! - afirmou, depois compreendendo a besteira que falara, quando ela retrucou.
__Ahh! Quer dizer que eu não posso trair, mas a patroa pode e esta tudo bem.
__Não, não. Não é isso que eu quis dizer. Sei lá, ela é diferente, talvez seja só a minha ilusão, o meu tesão por ser ela muito... bem, sei lá.
__Fala. Completa o que ia dizer. Muito gostosa? Era isso que ia dizer? E eu não sou? Qual a diferença dela para mim? Sou até mais jovem que ela, tenho quase a idade daquele maldita filha dela, aquela lambisgoia prepotente. Ou será que é o dinheiro dela que a torna mais gostosa que eu? Diz.
Júnior, estava calado, observando aq

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:1 de junho de 2015 11:25

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Maduras

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