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Do fundo do baú

Bons de Colt e Bons de Cama - Parte 1/3

Texto: J. Blasco

Denver, Colorado, 1878.
Tomavam banho os dois caubóis, nus, sob dois chuveiros rústicos nos fundos de seus dormitórios depois de um extenuante e longo dia de trabalho. Louros, de pele branca pouco queimada pelo sol do oeste e corpo longilíneo. Bundas redondas, opulentas. Pernas robustas de vaqueiros. Os pêlos pubianos eram penteados pela água enquanto seus pênis balançavam-se livremente com os movimentos dos corpos a tatear-se.
Sam puxara o azul marinho dos olhos da mãe; Tex, o dote comprido e grosso do pai. Os irmãos lavavam-se para ir divertir-se com as prostitutas do Devil’s Luck Saloon, as dezoito horas, como faziam todos os dias em que recebiam a féria mensal.
Dallas era a garota de Sam. Altiva, de beiços róseos e fartos; seios generosos sempre avultos no espartilho rendilhado a comprimi-los. Cabelos negros ondulados. Era, de fato, a meretriz mais bela do salão.
Ambos se entreolharam assim que os irmãos puseram as botas dentro do Devil’s Luck naquela noite. Tex, deixado no meio do saloon, foi à procura de sua diversão noturna, ignorando que o enfeitiçado irmão fosse ao encontro de sua bela garota.
Enquanto Sam subia a escadaria interminável que levava ao primeiro andar, de encontro a sua amada, um caubói sacou seu colt e mirou as costas largas de Sam. Ia disparar, mas Tex, que do balcão controlava todo o ambiente, disparou primeiro, ferindo assim a mão que empunhava o colt contra seu irmão.
Alguns murmúrios apavorados ecoaram antes do silêncio sepulcral. Todo o saloon parou. O homem ferido na mão grunhia de dor, enquanto algumas gotas de sangue manchavam o assoalho do salão. Todos se afastaram, deixando o homem baleado isolado, a segurar a mão ensanguentada.
Naquele momento, rompendo o silêncio funéreo do ambiente, a voz imperial de Tex ecoou de sua garganta, sobrepujando as demais:
-- Ia te furar pelas costas, irmão.
Sam, que havia parado no meio da escadaria devido ao furdúncio, desceu furioso na direção do velhaco desferindo-lhe um poderoso direito no estômago e depois pondo-o para dormir no assoalho do saloon com um soco no queixo.
-- Diabos! Não se pode mais virar as costas, resmungou Sam, aturdido.
Voltou-se novamente para a escadaria e encontrou Dallas que descera ao seu encontro. Subiram para os quartos do primeiro andar. A vida interna do saloon tornou ao seu esplendor férvido, ignorando o homem tombado há pouco pelo vaqueiro bonitão.
De longe, um homenzinho de chapéu coco, cofiando o bigode fino e curvo, próximo ao balcão, fitara a bunda carnuda de Sam subindo os degraus da escadaria junto de Dallas.
Logo notou Tex, quase ao seu lado. Seus olhinhos esbugalhados insinuavam-se para a virilidade parruda do caubói rescostado ao balcão lustroso, sobretudo para o volume de sua calça jeans justa. “Hmmm, vou me divertir hoje!”, confidenciava consigo, o baixote espremido dentro de seu terninho negro.
Este anãozinho peculiar de nome Jeremy, sempre oculto pelos cantos do bar, era quem dirigia os shows do saloon, as prostitutas e os jogos. Foi-se ao encontro de uma das várias mulheres do saloon.
Uma loura cacheada, de pele láctea típica das damas americanas; altiva, de busto farto. Pernas salientes e cintura instrumental. Era Marie Gold. Murmurou algo em seu ouvido. Logo a meretriz foi-se sorridente para o balcão, de encontro a Tex.
Lá, interpelou:
-- O cavalheiro não me paga uma bebida?


Continua na próxima publicação.

Sobre este texto

Jesús Blasco

Autor:

Publicação:12 de junho de 2016 23:06

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Gays

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